Inventário

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              Inventário de Francisco José Godinho
              BR SC TJSC TRRJ-24981 · Processo · 1851-1863
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Francisco José Godinho (falecido);
              Anna Joaquina (inventariante, herdeira e testamenteira).

              Herdeiros:
              Theofilo Joze Godinho (menor de idade);
              Manoel José Godinho (menor de idade);
              José Godinho (menor de idade).

              Resumo:
              Neste processo, a viúva Anna Joaquina é notificada para prestar juramento como inventariante de seu falecido esposo, Francisco José Godinho. É dito, no traslado de testamento do falecido, que ele e sua esposa não tiveram filhos, mas que declararam como herdeiros: o pardo liberto Theofilo José Godinho, sua mãe denominada como Preta Maria, e sua irmã Leandra. No entanto, eles só poderiam reivindicar os bens quando a inventariante falecesse.

              Dentre os bens apresentados pela inventariante, havia móveis de madeira, um oratório com três imagens religiosas, prataria, utensílios, animais, um engenho de farinha, uma casa e terras. A casa e as terras eram situadas “atrás do morro”, fazendo divisa com a estrada pública e com o caminho que conduzia ao Campo das Camarinhas. Durante o processo, a inventariante escreveu um termo de desistência dos bens, a fim de deixá-los aos herdeiros órfãos que foram nomeados no testamento.

              Durante a avaliação dos bens do inventário, um homem escravizado chamado Antônio, designado como preto, foi dado como sem valor pelos avaliadores, por conta de seu estado físico debilitado. A inventariante pediu uma nova avaliação.

              Foi feita a partilha de forma amigável entre os herdeiros, bem como o pagamento das dívidas e selos do processo. Além disso, foi feito o juramento do tutor para cuidar dos órfãos Theofilo, Manoel e José Godinho. No entanto, no ano de 1863, foi pedido pelo tutor para que Theofilo e Manoel fossem empossados de seus bens, por já serem maiores de idade, e por um deles já trabalhar como praça numa colônia militar.

              Atuaram no processo:
              avaliador José Luis Gonçalves do Saibro;
              avaliador Joaquim Soares da Silva;
              curador geral de órfãos Candido Gonçalves d’Oliveira;
              escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
              escrivão João Antonio Lopes Godinho;
              escrivão Leonardo Jorge de Campos;
              juiz corregedor Affonço Cordeiro de Negreiros Lobato;
              juiz municipal e de órfãos suplente comendador Agostinho Leitão d’Almeida;
              juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
              louvador Joaquim Luis Soares;
              louvador José Luis Gonçalves;
              oficial de justiça e signatário Antonio José Pacheco;
              procurador fiscal provincial Francisco de Paula Silveira;
              procurador, signatário e tutor João Tavares d’Araujo Boeno;
              partidor João Narciso da Silveira;
              partidor Jose da Costa Oliveira;
              testamenteiro Alexandre José Godinho;
              testamenteiro Antonio Lopes Falcão;
              tabelião Francisco de Paula Lacé.

              Localidades relevantes:
              Carvoeira;
              Itacorubi;
              caminho para o Campo das Camarinhas;
              colônia militar de Santa Teresa;
              estrada pública;
              primeira comarca.

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              descrição e avaliação dos bens;
              juramento de avaliadores;
              juramento dos partidores;
              juramento do tutor;
              notificação;
              termo de abstenção;
              termo de louvação;
              traslado de testamento.

              Variação de nome:
              herdeiro Theophilo José Godinho;
              procurador, signatário e tutor João d’Araujo Boeno;
              colônia militar de Santa Theresa.

              Inventário de Francisco José de Souza
              BR SC TJSC TRRJ-22406 · Processo · 1855 -1859
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade de Desterro, Capital da Província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              padre Francisco José de Souza (inventariado);
              Agostinho Leitão d’Almeida (inventariante).

              Herdeiros:
              Luiza Francisca do Nascimento;
              Francisco de Souza Xavier Caldeira;
              Fortunata Roza d’Jezus.

              Co-Herdeiro:
              Manoel Machado d'Aguiar.

              Resumo: É feito o inventário do falecido padre Francisco José de Souza, por parte de Agostinho Leitão d'Almeida, sendo feita a avaliação e partilha dos bens do falecido. Entre eles constam: metais, joias, ouro, medalhas, relógios, mobília, livros, e dívidas. Além disso são avaliadas sete pessoas escravizadas, de nomes: Luis e Domingos, ambos descritos como ""de Nação""; Domatildes (menor), Xavier (menor), ambos descritos como crioulos; Constancia, Thomas (menor) e Chrisanto (menor). É feito um pedido ao vigário Manoel Amancio Barrêto, de forma que o mesmo apresente a conjunta com o vigário falecido. São feitos autos de praça para a venda de parte dos bens, de forma a pagar as custas do processo e as dívidas do finado. É também feita uma declaração de tutela que é seguida posteriormente por um requerimento de maioridade, feito por um dos herdeiros. Por fim, todos os bens são repartidos aos herdeiros, com as constas sendo todas pagas e o processo se dando por finalizado.

              Atuaram no processo:
              escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
              escrivão interino Vidal Pedro Moraes;
              escriptuário Joaquim Candido da Silva Peixoto;
              segundo escriptuario João Antonio dos Santos;
              signatário José de Souza Freitas Junior;
              curador Caetano d'Araujo Figueiredo Mendonça;
              curador Franz de Paulicea Marques de Carvalho;
              curador Polidoro d’Amaral e Silva;
              avaliador comendador Tristão José Moreira;
              avaliador Manoel Antonio Caminho;
              partidor João Narciso da Silveira;
              partidor Peregrino Servita de Saboia;
              pregoeiro Lucas Rodrigues d'Jesus;
              tesoureiro Luis Augusto Werner;
              procurador fiscal interino Joaquim Candido da Silva Peixoto;
              juiz municipal José Bonifácio Caldeira d’Andrade;
              juiz municipal de órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.

              Localidades relevantes:
              freguesia de Santo Antonio;
              freguesia de Nossa Senhora das Necessidades;
              vila de São José;
              Reino de Portugal;
              rua da Fonte Grande.

              Compõe o processo:
              Petição inicial;
              Relação de herdeiros;
              Louvação aos avaliadores e partidores;
              Traslado;
              Declaração;
              Contas de rendimento do cemitério;
              Juramento aos avaliadores;
              Descrição e avaliação dos bens;
              Declaração de bens doados;
              Despesas e contas;
              Juramento aos partidores;
              Auto de partilha;
              Juramento ao tutor;
              Contas;
              Pagamento de taxas de herança;
              Auto de praça;
              Recibos.

              Inventário de Francisco Jose de Faria
              BR SC TJSC TRRJ-18391 · Processo · 1819
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Partes:
              Capitão Francisco Jose de Faria (falecido); Perpetua Rosa de Jesus (inventariante)

              escrivão Feliz Antonio de Proença; juiz Francisco José Nunes; freguesia de São Miguel da Terra Firme; embarcações; utensílios; objetos de ouro e de prata; armas de fogo; engenho de farinha; engenho de cana de açúcar; plantações; farda de pano azul fino com dragões do uniforme de capitão de ordenanças; animais; 20 escravizados; casas térreas no Arraial da Freguesia de São Miguel; propriedades urbanas; propriedades rurais; Fazenda do Rio Biguaçu.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Inventário de Francisco José da Silva Franque
              BR SC TJSC TRRJ-23544 · Processo · 1869-1872
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Francisco José da Silva Franque (falecido);
              Francisca Ignacia da Silva (inventariante).

              Herdeiros:
              Eugenio Francisco da Silva;
              Francisco José de Silva;
              Fortunata Francisca da Silva;
              João;
              José Francisco da Silva;
              Luisa Francisca da Silva
              Maria Francisca da Silva.

              Resumo:
              Francisca Ignacia da Silva abriu um processo de inventário pelos bens de seu falecido marido, Francisco José da Silva Franque. Como o finado deixou filhos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador.

              A inventariante foi nomeada como tutora de seus filhos, e precisou renunciar os chamados benefícios da Lei de Veleano (que impedia a tutela de mulheres viúvas). Os bens avaliados foram casas, um rancho, terras e caixas. Nesta ação, foi mencionada uma menina escravizada de 14 anos, de nome Josefa, descrita como crioula. A inventariante declarou existirem dívidas para serem pagas no processo de partilha. O patrimônio foi repartido em igualdade, e as dívidas passivas foram pagas. O juiz julgou a ação por sentença e requereu o pagamento das custas de maneira pro rata pelos interessados.

              Mais tarde, Francisca foi chamada para prestar atualizações sobre a situação de seus filhos tutelados; foi revelado o falecimento dos herdeiros Eugenio e Francisco, assim como a existência de uma dívida de Floriano Machado Gallo que não foi paga. Esta ação foi julgada por sentença, e o juiz determinou o pagamento da dos valores com os bens dos tutelados. Eduardo Francisco dos Santos foi nomeado como o novo tutor dos herdeiros, por conta da viúva ter passado “às segundas núpcias”.

              Atuaram no processo:
              avaliador Adolfo da Gama Lobo;
              avaliador João Francisco de Andrade;
              curador geral José Francisco Mafra;
              escrivão de órfãos João Rodrigues Pereira;
              juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantalici;
              juiz de órfãos interino major Jose Luis Coelho Ramos;
              juiz de órfãos sexto suplente capitão Manoel da Rocha Linhares;
              oficial de justiça Antonio Francisco de Medeiros;
              partidor Alexandre Jorge do Campos;
              partidor Francisco Gonçalves de Lus;
              tutor Eduardo Francisco dos Santos.

              Localidades relevantes:
              comarca da capital;
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
              praia Rosa.

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              auto de tomada de contas;
              avaliação dos bens;
              contas;
              sentenças;
              termo de descrição de bens;
              termo de fiança;
              termo de juramento;
              termo de louvação;
              termos de tutoria.

              Variação de nome:
              Aldôfo da Gama Lobo;
              comarca de São José;
              Eduardo Francisco de Faria.