Bens

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos equivalentes

        Bens

          Termos associados

          Bens

            713 Descrição arquivística resultados para Bens

            113 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Manoel da Rosa de Freitas
            BR SC TJSC TRRJ-76306 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, à época sob a Comarca do Sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Joaquina da Rosa Vieira (inventariante);
            Manoel da Rosa de Freitas (falecido)

            Herdeiros:
            João da Rosa de Freitas;
            Maria Joaquina Rosa;
            Francisco da Rosa;
            Joaquim da Rosa de Freitas;
            José Duarte de França;
            José Joaquim da Rosa;
            Luiza Maria de Freitas;
            Maria Caetana de Freitas
            Joaquina Rosa de Freitas;
            Mauricia de Freitas;
            Antônio Francisco;

            Descrição:
            O processo está incompleto e sem capa, com início na página 45.
            Maria Joaquina da Rosa conduziu o inventário dos bens de seu falecido marido, Manoel da Rosa de Freitas. Os bens foram partilhados entre seus filhos, que são os herdeiros. Os bens incluem terras, casas, um engenho de fazer farinha, um engenho de moer cana, um rancho, quantias em dinheiro, utensílios, animais, mobília, canoas, ferramentas, joias, objetos de cobre, lavouras e dívidas ativas. Além disso, foram mencionados 15 escravizados ao total, sendo 9 escravizados descritos enquanto crioulos, de nomes: João, Nazário, José, Joana, Caetana, Generosa, Maria Rosa, Maria Joana e Dionizio. 04 deles foram descritos enquanto “de nação”, ou seja, africanos, de nomes: Manoel (Congo), João (Rebolo), Luiza (Cabinda) e José (Moçambique). Fernando e Francisco, os 02 escravizados restantes, foram descritos respectivamente enquanto mulato e pardo.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Câmara;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).
            Passa vinte.

            Compõem o processo:
            juramento aos partidores;
            auto de partilha.

            Livro de notas n. 6, 1867

            Livro de notas n. 6, 1867

            Transcrição

            [Folha de rosto]
            Este livro é para servir de livro de notas do escrivão do juízo de paz da Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão; têm 25 folhas as quais vão por mim numeradas e rubricadas com o meu apelido Souza. Desterro, 5 de dezembro de 1867.
            O Presidente da Câmara Municipal
            Eleutério Francisco de Souza

            [Eleutério era natural de São Miguel da Terra Firma (atual Biguaçu), atuou como advogado provisionado, foi procurador fiscal da Provedoria, subdelegado de polícia e promotor público da Comarca do Norte (1849). Foi deputado na Assembleia Legislativa Provincial por cinco vezes. Eleutério foi advogado dos filhos de Liberata, uma escrava que lutou na Justiça por sua liberdade e conquistou a liberdade de seus filhos. O Tribunal da Relação do Rio de Janeiro confirma a decisão do juiz de Desterro. A historiadora Keila Grinberg estuda o caso e publica a obra Liberata: uma lei da ambiguidade como ações de liberdade da Corte de Apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Centro Edelstein de Pesquisas Sociais. Eleutério também foi advogado e curador no processo de emancipação da tutela da africana livre Rufina]

            [Folha 1]
            Escritura de troca fixa que fazem o capitão Antônio José Antunes e sua mulher D. Jacinta Antônia da Silva com Manoel Antônio de Souza, Alexandre José de Siqueira, Elias José de Siqueiras, D. Felicidade Antônia de Freitas e Francisca Rosa de Jesus, como abaixo se declara.
            [Vinte e nove braças de terra em Caiacanga por vinte e uma braças e meia de terra em Itaqui]
            [...]

            [Folha 2]
            Escritura de venda fixa que fazem Antônio José Linhares e sua mulher Valda Maria, de vinte e cinco e meia braças de terra com casa de morar, engenhos de farinha e cana, a João Antônio da Silva como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 2 verso]
            [...]
            Escritura de locação de serviço que faz o crioulo liber-

            [Folha 3]
            to João Caetano e Manoel Carlos Viganigo, como abaixo de declara.

            Saibam quantos este público instrumento de escritura de locação de serviço virem que sendo no ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e sessenta e nove, aos dois dias do mês de abril do mesmo ano, nesta Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão em meu cartório compareceram os outorgantes deste instrumento partes havidas e contratadas, o preto liberto João Caetano, como devedor, e Manoel Carlos Viganigo, como credor, todos moradores nesta Freguesia e reconhecidos pelos próprios de mim escrivão e das testemunhas abaixo nomeadas e assinadas de que dou fé pelo devedor me foi dito presente as mesmas testemunhas que ele era devedor do credor da quantia de trezentos mil reis, que lhe havia emprestado para sua completa liberdade, cuja quantia lhe pagaria com oito anos de serviço, com a obrigação porém do credo alimentá-lo e tratá-lo em suas enfermidade, não podendo-se desonerar do presente contrato sem que o preencha, mas no caso de querer praticar o contrário, isto é, de querer servir a outra pessoa, será obrigado a indenizar ao credor a quantia de trezentos mil reis, e perder qualquer tempo que tenha servido, e pelo credor foi dito que aceitava a confissão de dívida e contrato na forma acima declarada de que me pediram lhe fizesse este instrumento nesta nota que lhe fiz, por apresentarem o conhecimento de terem pago o selo do teor seguinte = Número ove, estava impresso o selo das Armas do Império, duzentos reis. Pagou duzentos reis.

            [Folha 3 verso]
            Desterro, 1º de abril de 1869 = Lopes Lemos. E sendo-lhe lido o ratificaram e assinaram, assinando-se a rogo do devedor por não saber ler nem escrever o vigário José Martins do Nascimento com as testemunhas presentes Thomé José de Souza e Manoel Luiz Martins, reconhecidos de mim José Rodrigues da Silva Júnior, escrivão que o escrevi.
            Manoel Carlos Viganigo
            Vigário José Martins do Nascimento
            Thomé José de Souza
            Manoel Luiz Martins

            Escritura de venda fixa que fazem Francisco Carlos dos Santos e sua mulher Francisca Maria de Jesus a Domingos Vieira de Aguiar como abaixo se declara.
            [trinta e três braças de terra e uma morada]
            [...]

            [Folha 4 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem Maria Rosa de Jesus e seus filhos Francisco Antônio Coelho e Francisca Rosa ao Sr. Ignácio Antônio da Silva como abaixo se declara.
            [vinte e oito braças de terra e uma morada]
            [...]

            [Folha 5 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem José Thomas Martins Linhares e sua mulher Anna Joaquina Lopes, de dezenove braças de terra e uma morada de casa ao Sr. Ignácio Gonçalves Lopes, como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 6 verso]
            [...]
            Escritura de troca que fazem Manoel Luiz dos Santos e sua mulher Maria Nunes do Nascimento, com seu filho Francisco Carlos dos Santos e sua mulher Francisca Maria de Jesus como abaixo se declara.
            [trinta e quatro braças de terra, uma morada e um engenho de farinha por uma morada na cidade do Desterro, na rua Menino Deus]
            [...]

            [Folha 7 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que faz D. Maria Joaquina Garcia de um sítio ao Sr. Jorge Monteiro como abaixo se declara.
            [noventa e cinco braças de terra]
            [...]

            [Folha 8 verso]
            Escritura de venda fixa que faz João Caetano da Silveira de vinte e três braças de terra a D. Francisca Clara Coelho, como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 9]
            [...]
            Escritura de dívida e hipoteca que fazem Bento Luiz de Abreu Vianna e sua mulher Maria Antônia do Nascimento a João Antônio da Silva na forma que abaixo se declara.
            [empréstimo de seiscentos e cinquenta e quatro mil reis, em moeda corrente, por dois meses]
            [...]

            [Folha 10]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem Virtuoso Lopes do Espírito Santo e sua mulher Rosa Joaquina de Jesus ao Sr. Francisco Caetano da Silveira, como abaixo se declara.
            [vinte braças de terra e uma morada]
            [...]

            [Folha 11]
            [...]
            Escritura de dívida e hipoteca que fazem José Gonçalves Lopes e sua mulher Valentina Rosa de Jesus a João Antônio da Silva, como abaixo se declara.
            [empréstimo de setecentos e cinquenta e quatro mil reis, em moeda corrente, por seis meses]
            [...]

            [Folha 12]
            Escritura de venda fixa que faz Luiz José de Barcellos ao Sr. capitão Isidoro Pires Ferreira, como abaixo se declara.
            [uma casa e vinte e cinco braças e seis palmos de terra no Pântano do Sul]
            [...]

            [Folha 12 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que faz Anna Rosa de Jesus de uma morada de casa a Antônio Joaquim Baptista como abaixo

            [Folha 13]
            se declara.
            [...]

            [Folha 13 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem Alberto Martins Linhares e sua mulher Felicidade Maria de Jesus ao Sr. Ignacio Gonçalves Lopes, como abaixo se declara.
            [trinta e três braças de terra, uma casa e dois engenhos cobertos de telha]
            [...]

            [Folha 14 verso]
            [...]
            Escritura de dívida e hipoteca que faz o capitão Pompeu Capistrano do Rego Lobo e sua mulher D. Carlota Amelia Capistrano ao Sr. João Antônio da Silva como abaixo de declara.
            [empréstimo de um conto e cem mil reis, em moeda corrente, por quatro anos]
            [...]

            [Folha 15 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem Joaquim Martins Linhares e sua mulher Anna Maria de Jesus de uma morada de casa à Sra. Maria da Conceição Pamplona, como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 16 verso]
            [...]
            Escritura de locação de serviço que faz o preto liberto Luiz Cordeiro e José Vieira Cordeiro como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 17]
            [...]
            Escritura de troca que fazem Joaquim Vieira Cordeiro e sua mulher Florência Maria Josefa, com João Francisco de Resendes, como abaixo se declara.
            [dezessete braças de terra por nove braças e meia de terra]
            [...]

            [Folha 18]
            [...]
            Escritura de doação fixa que faz Francisco Pereira de Souza a seu afilhado Manoel de Souza Machado, como abaixo se declara.
            [quinze braças e meia de terra]
            [...]

            [Folha 19]
            [...]
            Escritura de doação que faz Manoel Luiz da Costa a sua escrava Ignacia e seus filhos Januário e Albina, como abaixo se declara.
            Saibam quantos este público instrumento de escritura de doação virem que sendo no ano de Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e setenta e dois, aos vinte e três dias do mês de outubro do dito ano nesta Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão, no lugar denominado Pântano do Sul, na casa de Manoel Luiz da Costa, onde eu, escrivão fui a seu chamado [...] que de sua própria vontade faz doação à sua escrava Ignacia e seus filhos Januário e Albina da morada de casa de sua vivenda e do que se acha dentro da mesma casa e mais vinte braças de terra no lugar da mesma casa [...].

            [Folha 19 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem José Gonçalves Lopes e sua mulher Valentina Domingues da Conceição a João Antônio da Silva, como abaixo se declara.
            [vinte e uma braças e seis palmos de terra com uma morada]
            [...]

            [Folha 20 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem o capitão Isidoro Pires Ferreira e sua mulher D. Maria Perpetua de Jesus, de uma morada de casa ao Sr. Enriques de Moraes, como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 21 verso]
            [...]
            Escritura de doação que fazem Francisco José de Oliveira e suas irmãs Pulcheria Maria de Jesus e Florência Maria da Conceição, à Balbina Maria dos Passos, como abaixo se declara.
            [partes de uma morada e seus pertences, um engenho de farinha e cento e vinte e três braças de terra]
            [...]

            [Folha 22]
            [...]
            Escritura de troca fixa que fazem Antônio Joaquim Baptista e sua mulher Carolina Baptista de Aguiar com Francisco Gonçalves Dutra e sua mulher Anna Luiza de Oliveira, como abaixo se declara.
            [uma morada de casa por outra morada de casa na praça da freguesia e rua da Pedreira]
            [...]

            [Folha 23]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem Antônio Manoel de Souza e sua mulher Elísia Anna de Jesus, a Francisco Albano Martins, como abaixo se declara.
            [vinte e três braças e oito palmos de terra na Fazenda da Tapera]
            [...]

            [Folha 24]
            [...]
            Escritura de locação de serviço que faz a preta liberta Joanna ao Sr. Ignacio Antônio da Silva, como abaixo se declara.
            [liberdade em troca de quatro anos de serviço]
            [...]

            [Folha 24 verso]
            [...]
            Escritura de venda fixa que faz D. Zeferina Leopoldina Alves de oito braças e sete palmos de terras com uma casa ao Sr. Antônio José Linhares, como abaixo se declara.
            [...]

            [Folha 25]
            [...]
            Escritura de doação que fazem Maria Cândida Rosa, Luiza Rosa de Jesus, Adriana Rosa d'Alaião e Leandro d'Alaião, a Manoel d'Alaião.
            [uma morada com pequeno terreno]
            [..]

            [Folha 25 verso]
            [...]
            Escritura de dívida e hipoteca que fazem João Manoel Calistro e Joaquim da Costa Lejo ao Sr. João Antônio da Silva, como abaixo se declara.
            [empréstimo de duzentos mil reis, em moeda corrente, por dois anos]
            [...]

            [Folha 26]
            [...]
            Escritura de venda fixa que fazem João Antônio da Silva e sua mulher Maria de vinte e uma e meia braças de terras ao Sr. Manoel Gonçalves Lopes, como abaixo se declara.
            [...]

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Libelo Cível de Moizes Antônio Pereira d’Almeida
            BR SC TJSC TRRJ-7158 · Processo · 1834-1861
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo Cível realizado em Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, província de Santa Catarina.

            Nome das Partes:
            Moizes Antônio Pereira d’Almeida (autor, suplicante);
            Joaquina Gomes Maciel (autora);
            José Antônio da Silva Monteiro (falecido);
            Felicidade Perpetua Olinta (ré, viúva);
            Ignocencio Jose de Sousa (réu, coerdeiro);
            Antônio Saturnino de Souza Oliveira (curador de Órfãos).

            Resumo:
            Libelo Cível proposto por Moizes Antônio Pereira d’Almeida, morador na fazenda das Bananeiras, em face da esposa e dos herdeiros do falecido José Antônio da Silva Monteiro, por suposto roubo de gado e carneações ilícitas ocorridas em sua propriedade. O autor solicita indenização por suas perdas, bem como a restituição dos animais subtraídos.
            Em contrapartida os réus, por meio de procuração, alegam que o Libelo proposto é de cunho calunioso. Que no passado os réus tinham sido absolvidos de outra ação, pelo Conselho de Jurados contra o autor, e este sentenciado a pagar às custas de tal processo.
            Argumentam, ainda, que o autor, juntamente com sua mãe, Joaquina Gomes Maciel, e seu falecido pai, Jose Ignacio Quintanilha, teria entregue aos réus uma porção de gado identificada com sua marca, razão pela qual consideram infundadas as acusações que lhes são atribuídas.
            São mencionadas cartas de inquirição de testemunhas, para aferição dos fatos.
            O Juízo Municipal da Vila de Lages, por meio de carta precatória, solicita o comparecimento de testemunhas residentes fora da província para comparecer em juízo e prestar depoimento relacionados à demanda. Tal carta é direcionada ao Juízo da Província de Rio Grande de São Pedro do Sul.
            Em dado momento, o juiz declara incoerentes as alegações do autor e registra o descumprimento do prazo legal para o oferecimento da contestação. Diante disso, absolve os réus e condena o autor ao pagamento das custas processuais.
            Ao final do processo, o autor interpõe recurso de apelação contra a decisão judicial, contudo, vem a desistir posteriormente.

            Atuaram no processo:
            administrador e comandante da vila de Lages sargento mor Liandro da Costa;
            administrador Lauriano José de Ramos;
            capitão e comandante Manoel Cavalheiro Leitão;
            curador dos órfãos tenente Antônio Saturnino de Souza Oliveira;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            inspetor Alexandre ... Leite;
            juiz alferes Antônio Pereira Borges;
            juiz Bernardino José Lopes;
            juiz de direito Antônio Joaquim de Siqueira;
            juiz de paz Americo de Oliveira Ribas;
            juiz de paz João Pires Cerveira;
            juiz municipal Capitão José Caetano de Carvalho e Souza;
            juiz municipal João Baptista de Barros;
            juiz municipal Jose Jacinto de Oliveira;
            oficial de justiça Joaquim Pedro de Oliveira;
            procurador Alexandre Jose Varella;
            procurador Alferes Antônio Francisco de Medeiros;
            procurador Antônio Jose Coelho Lousada;
            procurador Bernardo Gomes de Campos;
            procurador e curador Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            procurador Guilherme Ricken;
            procurador Joaquim Luís Soares Braga;
            procurador Joaquim Maxado de Souza;
            procurador João Manoel Coelho;
            procurador João Rodrigues de Andrade;
            procurador Manoel de Souza Fonceca;
            procurador Polidoro do Amaral e Silva;
            procurador Capitão Joaquim Livramento;
            sargento mor e comandante do registro e de Santa Vitória Quintiliano José de Moura;
            secretário da câmara municipal Manoel Gomes de Souza;
            tabelião Camillo Justiniano Ruas;
            tabelião e escrivão Manoel Pessoa da Silva.

            Localidades relevantes:
            Quarteirão de Pelotinha;
            Fazenda das Bananeiras;
            Estância das Bananeiras;
            Vila de São Miguel;
            Comarca de São Miguel;
            Corte do Rio de Janeiro;
            Rio Grande de São Pedro do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            Distrito de São Xavier;
            Distrito de cima da Serra de São Xavier;
            Vila de Cruz Alta;
            Comarca de São Borja;
            Vila do Espírito da Cruz Alta (atual cidade de Cruz Alta);
            Comarca de Missões;
            Trombudo;
            Freguesia de Santa Anna;
            Comarca de Porto Alegre;
            Comarca do Norte;
            Guarda de Santa Vitória;
            Santa Vitoria (atual Santa Vitória do Palmar);
            Freguesia de Vacaria.

            Compõem o processo:
            Traslado de conciliação;
            Traslado de procuração;
            Procurações;
            Traslado de sentença;
            Termo de juramento;
            Auto de testemunhas;
            Carta Precatória inquisitória;
            Carta de inquirição e requerimento;
            Mandado de intimação;
            Cartas de recomendação relacionadas a José Antônio da Silva Monteiro;
            Petição de suspeição;
            Sentença;
            Termo de Apelação;
            Termo de desistência.

            Variação de nome:
            Ignocencio Jose de Sousa;
            Inocêncio José de Souza;
            Inocêncio de Souza Quintanilha;
            Joaquim Machado de Souza;
            João Baptista de Bairros;
            João Pires Cerveira;
            Moises Antônio Pereira de Almeida;
            Quintiliano José de Moura.

            Libelo Cível de Manoel Antônio do Amaral
            BR SC TJSC TRRJ-79777 · Processo · 1837-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo Civil realizado na Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, provincia de Santa Catarina.

            Nome das partes:
            Manoel Antônio do Amaral (autor);
            Joanna Antonia de Jesuz (Autora);
            Bento Ribeiro de Cordova (réu).

            Resumo:
            Libelo cível de nulidade de venda, em que são autores Manoel Antônio do Amaral e Joanna Antônia de Jesus contra o réu e cunhado Bento Ribeiro de Córdova, reivindicando um pedaço de terras que foram recebidas por herança materna, situadas na fazenda dos Pelotinhas. Eles alegam que o suplicado desmereceu, por muito tempo, o valor destas terras, convencendo o suplicante Manoel a vendê-la por um preço muito baixo, sem a autorização de sua esposa.
            Após tomar ciência de que o preço real da propriedade correspondia a quase o triplo do acordado, requereu a nulidade do contrato, alegando lesão grave em razão do engano causado.
            É mencionado o envio de cartas, pelo autor, ao seu irmão, o alferes Antônio Lim de Córdova, no período de 1825 a 1834. Nas cartas, o autor solicitava para que seu irmão o representasse em juízo, visto que este atuava como inventariante e curador no inventário da falecida mãe de ambos.
            Por sua vez, o réu alega que a ação de libelo possui caráter calunioso, fundamentando-se em informações falsas. Requer, ainda, a revisão dos autos do inventário e da partilha de Maria de Sam Boa Ventura, a fim de comprovar a descrição e o valor das terras mencionadas.
            Ademais, foi anexada certidão de compra e venda das referidas terras, identificadas como sesmarias e outras propriedades vizinhas, com o intuito de demonstrar o valor estimado dessas propriedades à época dos fatos.
            É solicitado auto de inquirição de testemunhas para confirmação das informações e avaliação das terras e edificações situadas na propriedade.
            Ao final do processo, é descrita a ausência de informações quanto à localidade do autor, bem como a menção ao falecimento de um dos procuradores e do réu, o que impossibilitou o cumprimento do despacho solicitado pelo juiz municipal.

            Atuaram no processo:
            advogado Andre Antonio Avelhino d’Aguiar;
            curador alferes Antônio Lim de Cordova;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Francisco José de Santa Anna;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Joaquim José Henriques;
            escrivão João Rodrigues de Andrade;
            escrivão José Gomes Pinheiro;
            escrivão judicial Jose Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão Manoel Francisco Silva;
            escrivão Manoel Gomes de Souza;
            inspetor de Pelotinhas Theodosio da Silva Furtado;
            juiz de paz Antônio Pereira Borges;
            juiz de órfãos capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz doutor Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz municipal Claudianno de Oliveira Rosa;
            juiz municipal Jose Nicolau Pereira dos Santos;
            juiz municipal Marcelino de Castro Lima;
            ministro juiz municipal interino Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            pregoeiro público José Christino de Arruda;
            procurador alferes Antônio Lim de Cordova;
            procurador Jose da Silva Furtado;
            procurador Rafael Mendes de Carvalho;
            procurador sargento mor Joaquim Fernandes da Fonseca;
            signatário alferes Antônio Rios Guerreiro de Aboim Amorim.

            Localidades relevantes:
            Vila do Espírito Santo da Cruz Alta, (atual cidade de Cruz Alta, Rio Grande do Sul);
            Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages);
            Comarca de Missões;
            São Pedro do Sul;
            Fazenda dos Pelotinhas;
            Capela da Cruz Alta;
            Três morrinhos;
            Fazenda dos indios mortos;
            Rio Pelotinhas;
            Capão dos índios mortos;
            Chapada Bonita;
            Rio Lavatudo;
            Vila de Laguna;
            Comarca do Norte.

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Termo de substabelecimento;
            Termo de testemunhas;
            Cartas;
            Termo de protesto;
            Traslado de Inventário;
            Traslado de Justificação;
            Traslado de Certidão de compra e venda;
            Termo de audiências.

            Variação de nome:
            Joana Antônia de Jesus;
            Maria de São Boa Ventura;
            Manoel Cavalheiro Leitam;
            Claudiano de Oliveira Rosa.

            Libelo cível de José de Andrade dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-83701 · Processo · 1833-1836
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Traslado de ação de libelo cível realizado na Vila de São José, na época sob a comarca do Sul, província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José de Andrade dos Santos (Autor);
            Maria Joanna da Conceição (Autora);
            Felicianna do Rosario (Ré).

            Resumo:
            O autor José de Andrade dos Santos e sua mulher Maria Joanna da Conceição, comparecem em juízo para solicitar e reivindicar a posse de terras que Felicianna do Rosario possui. Eles alegam que sempre foram possuidores de tais terras e que a ré se apossou de forma injusta. Atestam também a falta de uma certidão de posse, por parte da suplicada para comprovar a titulação. As terras estão localizadas no quarteirão do estreito, em frente ao mar, onde é mencionado a existência de um rancho de canoas nessa propriedade.
            O autor propõe um termo de conciliação, que é negado pela ré. A suplicada rebate que ela e seu falecido marido Sebastião Ferreira são proprietários há mais de 40 anos das mesmas terras e cita a existência de uma ação de força nova, vistoria e embargos que comprovam tal alegação.
            Após a revisão dos autos, foi solicitado o depoimento de testemunhas para a confirmação dos fatos.
            Em determinada parte do processo o juiz declara improcedente a ação de libelo, por falta de provas dos autores que confirmem sua alegação.
            É citado um pedido de vistoria e corpo e delito para analisar as condições do rancho e interposição da sentença.
            Após nova audiência e falta de solução para o caso, a ré Felicianna do Rosário solicita apelação de louvação ao tribunal da relação do Rio de Janeiro.
            O processo finaliza inconclusivo.

            Atuaram no processo:
            advogado Manoel da Silva e Souza;
            escrivão Anacleto José Pereira;
            escrivão Felisberto Teixeira Borges;
            escrivão Joaquim Francisco de Assis e Passos;
            escrivão Joaquim José de Souza Medeiros;
            escrivão Polidoro de Amaral e Silva;
            escrivão Thomas Antônio da Costa Fraga;
            escrivão dos juízos de direito Polidoro do Amaral e Felix;
            escrivão e signatário Antônio Pereira de Carvalho;
            escrivão, louvador e avaliador Antônio Lourenço Duarte de Medeiros;
            juiz de direito Severo Amorim do Valle;
            juiz de fora Antônio Joaquim de Siqueira;
            juiz de fora e ouvidor Manoel Moreira de Souza Meirelles;
            juiz interino José Antônio Carros;
            juiz municipal Francisco da Costa Porto;
            juiz municipal Francisco da Costa Porto;
            juiz de paz do primeiro distrito Joaquim Manoel Cidade;
            juiz de paz e signatário Manoel José Fernandes;
            louvador e avaliador José da Silva Ramos;
            Manoel Paranhos da Silva Vellozo;
            oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
            oficial de justiça Silvério Pereira dos Santos;
            ouvidor geral e corregedor Francisco Jose Nunes;
            perito João Tavares Chimenes;
            perito Victorino Cardozo;
            procurador e solicitador Antônio Pinheiro Guedes;
            procurador Felizardo Justinianno de Barros;
            procurador Marianno José Coelho;
            signatário Antônio Jose de Gouvea;
            signatário José Ferreira da Silveira.

            Localidades relevantes:
            Estreito, distrito da Freguesia e Vila de São José;
            Desterro, atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina.

            Compõe o processo:
            Termo de Conciliação;
            Procurações;
            Autos de Sentença de ação por força nova;
            Auto de vistoria;
            Delação de vinte dias;
            Justificação;
            Autos de embargos;
            Sentenças;
            Auto de corpo e delito indireto;

            Variação de nome:
            Jose d’Andrade dos Santos;
            Feliciana do Rosário.

            Libelo cível de Francisco Alexandre Silva
            BR SC TJSC TRRJ-83543 · Processo · 1849 - 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de libelo cível de evicção realizada na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Francisco Alexandre Silva (autor);
            Anna Bernardina da Silva (autora);
            Antonio Martins dos Santos (réu);
            Joaquina Thomazia do Amor Divino (ré).

            Resumo:
            Os autores, que são o casal Francisco Alexandre Silva e Anna Bernardina da Silva, moveram um libelo cível de evicção contra os réus, Antonio Martins dos Santos e Joaquina Thomazia do Amor Divino. A ação foi iniciada a fim de requerer indenização referente a um terreno vendido ilegalmente aos autores.

            O processo encontrava-se primeiramente em juízo contencioso, por não haver conciliação. Os autores alegaram ter comprado um terreno dos réus e lá começaram a construir uma edificação, mas foram impedidos por um embargo do tenente-coronel José da Silva Ramos, que afirmou ser o legítimo proprietário das terras, denominadas como “da marina”.

            Mesmo com protestos dos réus a favor do direito de evicção dos autores e a realização de apelações, foi comprovado que o terreno tinha sido vendido ilegalmente aos suplicantes. Com isso, a construção foi destruída e o tenente-coronel foi considerado como proprietário do local.

            Com isso, os autores requereram a indenização da quantia pela compra do terreno, assim como uma quantia de juros da lei e as custas da ação. Foi anexado o traslado de escritura para comprovar a compra do terreno e solicitar o dito pagamento.

            Ao decorrer do processo, os réus realizaram o pagamento da quantia pedida, e os autores deixaram de pedir o juros e a sisa (imposto sobre transmissão de patrimônio), entrando em acordo. As partes autoras assinaram o termo de desistência, por estarem satisfeitas com a conciliação e não verem necessidade em prolongar o processo. A desistência foi julgada por sentença e os autores foram condenados a arcar com as custas da ação.

            Atuaram no processo:
            escrivão do juízo de paz Duarte Vieira da Cunha;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            oficial de justiça Domingos Jozé da Silva;
            pregoeiro Joaquim Affonço Pereira;
            procurador Manoel de Freitas Sampaio;
            signatário Francisco Alexandre da Silva.

            Localidades relevantes:
            Picadas;
            Praia Comprida;
            Praia do Mar;
            estrada pública;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            correição;
            documento de conciliação;
            mandado;
            petição de ação;
            procuração;
            requerimento de audiência;
            sentença;
            termo de obrigação;
            traslado da escritura.

            Libelo Cível de Antônio da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-62860 · Processo · 1833-1836
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo Civel de Reinvindicação realizado na villa de São José, na época sob a Comarca do Sul

            Partes do Processo:
            Antonio da Souza (autor);
            Petrônia Ribeira (autor);
            João de Souza Pereira (réu);
            Maria Joaquina (réu).

            Herdeiro:
            Matheus Cardozo Caldeira;

            Resumo: Processo se trata de um libelo feito por Antonio da Silva e sua mulher Petrônia Ribeira, de forma a reinvindicarem terras as quais eles venderam após serem "enganados" pelo filho dos réus, José de Souza Pereira e Maria Joaquina. A venda ocorreu em decorrência do falecimento da mãe do Autor, a qual falecerá e teve sua casa/terreno herdada, porém o mesmo não se encontrava na província durante a partilha, por estar residindo em Montevidéu, na Província Cisplatina (na época); posteriormente ao recebimento da terra, os autores afirmam que houve a tentativa de compra de parte das terras por Marçallino, filho dos réus, no qual ele afirmava apenas querer pegar uma parcela do terreno que já lhes pertenceria, porém ao chegarem na província de São José, suas terras já estavam sob ocupação dos mesmos réus. Se segue então o processo por 3 anos, contando com diferentes embargos, autos de testemunhos e tentativas de conciliação por parte da justiça, porém sem sucesso. A sentença não fica clara, por decorrência da ação de pragas.

            Atuaram no Processo:
            doutor Jacintho Francisco;
            escrivão Manoel José de Abreu;
            escrivão Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            escrivão de paz Joaquim José Porto;
            escrivão Don Romão Maria Pelaes;
            escrivão Polidoro de Amaral e Silva;
            procurador e curador Vicente da Roza;
            procurador advogado Manoel da Silva e Souza;
            solicitador Antonio Pinheiro Guedes;
            meirinho Francisco Pedro da Silva;
            meirinho Manoel José Fernandes;
            juiz de direito Manoel Paranhos da Silva Vellozo;
            juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
            juiz de paz Silvestre Joze dos Passos;
            juiz de fora Anacleto Jose Pereira da Silva;
            juiz de fora Antonio Joaquim de Sequeira.

            Localidades Relevantes:
            vila de Desterro;
            freguesia de São José;
            Barreiros;
            villa de Minas;
            província de Monte Video;
            província Cisplatina.

            Compõem o Processo:
            Contrariação ao embargo;
            Composição amigável;
            Translado de Documento de Reclamação;
            Termo de Obrigação;
            Testemunhos;
            Termo de Fiança;
            Traslado de petição.

            Variação de Nome:
            autor Patrona Ribeiro;
            autor Antonio da Souza da Silva;
            autora Petrônia Romeiro;

            Libelo cível de Antonio Carlos de Carvalho
            BR SC TJSC TRRJ-81952 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de libelo cível realizada na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Carlos de Carvalho (autor);
            Joze Fernandes (réu).

            Resumo:
            Neste processo, o autor Antonio Carlos de Carvalho, em sua petição, requereu que o réu Joze Fernandes fosse apregoado para comparecer ao juízo para uma audiência. O réu não atendeu a nenhum dos dois pregões feitos. Porém, no requerimento feito pelo autor, o réu concordou com o valor estipulado para pagamento da dívida, e ainda confirmou ser devedor.

            Desse modo, foi enviada uma intimação dando 24 horas ao réu Joze Fernandes, para quitar a dívida ou nomear bens para abater o valor devido. No auto de penhora, o réu deixou terras localizadas em Areias, tendo divisas com outros terrenos às margens do caminho público e do caminho para Ganchos, a fim de preencher o valor necessário para o pagamento.

            Além disso, Antonio também demandou que o réu pagasse a dívida que contraiu ao comprar as terras do autor, e que daria um prazo de um mês para a quitação de tal dívida; e, caso não fosse paga, o réu estaria sujeito à revelia.

            O processo se conclui com um termo de desistência do autor do processo, pois Justino Francisco Garcia se ofereceu para pagar as dívidas do réu. É ordenado ao réu o levantamento dos bens penhorados, mas não consta nenhuma resposta após isso.

            Atuaram no processo:
            depositário Francisco Gonçalves da Luz;
            escrivão Alexandre Gonçalves da Luz;
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            juiz municipal terceiro suplente Luis Coelho Machado;
            juiz de paz José Francisco Mafra;
            oficial de justiça do juízo municipal e signatário Paulino José d’Mello;
            oficial de justiça do juízo de paz Jozé Thomé dos Santos;
            pregoeiro vigário Hilario Jose da Silva;
            signatário Luis Muller.

            Localidades relevantes:
            Areias;
            Caminho público;
            Caminho para Ganchos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            contas;
            mandado;
            termo de depósito;
            termo de desistência.

            Justificação de Maria Ignacia de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-57917 · Processo · 1836
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação de Maria Ignacia de Jesus, na Comarca do Sul da Província de Santa Catarina

            Partes do processo:
            Maria Ignacia de Jesus (justificante);

            Resumo: Maria Ignacia justifica que sua falecida neta Maria Joaquina, que não possui pais vivos nem herdeiros, deixou seus bens em posse de seu padrasto Jozé Francisco.

            Agiram no processo:
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos
            procurador Mariano José Coelho;
            juiz Francisco da Costa Porto;
            juiz Severo Amorim do Valle;

            Localidades relevantes:
            Cubatão;
            Vila de São José;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro