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            Inventário de Serafim José dos Passos
            BR SC TJSC TRRJ-76464 · Processo · 1851-1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Thomazia Maria da Conceição (inventariante);
            Serafim José dos Passos (inventariado).

            Herdeiro:
            Bernardina (menor);
            Caetana (menor);
            Elizia (menor);
            Felisbina Thomazia (menor);
            Francisco Serafim dos Passos (menor);
            João Serafim dos Passos (menor);
            Joaquim Serafim dos Passos (menor);
            Ludovina Thomazia (menor);
            Manoel Serafim dos Passos (menor);
            Maria Thomazia (menor).

            Resumo:
            Thomazia Maria da Conceição abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Serafim José dos Passos. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram um alambique de cobre, ferramentas, utensílios de plantação, mobília, casco de lombilho (sela), animais, casas e terras no lugar denominado “Praia de Fora”, fazendo frente com a estrada nacional.

            Além disso, o inventariante deixou algumas dívidas ativas e passivas. O juiz notificou os credores para apresentarem comprovante das pendências, que foram pagas com uma parte do patrimônio a partir de um auto de sequestro de bens. Mais tarde, o processo é visto em correição; o agente da justiça afirma que nem o curador dos órfãos nem o juiz poderiam renunciar o direito hereditário dos herdeiros para o pagamento das dívidas.

            Atuaram no processo:
            avaliador José Lourenço de Medeiros;
            avaliador José Pedro de Souza;
            curador dos órfãos e advogado Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão da correição David do Amaral e Silva;
            escrivão do juízo de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            juiz corregedor João José de Andrade Pinto;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos suplente Luiz Ferreira dos Nascimento;
            juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            juiz de órfãos segundo suplente Frederico Affonço de Barros;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
            oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
            oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            estrada nacional;
            freguesia da Nossa Senhora do Rozario da Enciada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
            Praia de Fora;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de sequestro;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de abstenção;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeyros.

            Inventário de Sebastiana Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-17691 · Processo · 1858
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Sebastiana Rosa de Jesus (falecida);
            Manoel Narcizo Furtado (inventariante).

            Herdeiros:
            Custodia Sebastiana;
            João Manoel Narcizo;
            Joaquim Manoel Furtado;
            Laurindo Narcizo Furtado;
            Manoel Narcizo Furtado Junior;
            Maria Sebastiana;
            Rosa Sebastiana.

            Resumo:
            Manoel Narcizo Furtado abriu um processo de inventário pelos bens de sua finada esposa, Sebastiana Rosa de Jesus. Como a finada deixou filhos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e um curador foi nomeado para representá-los.

            Entre os bens avaliados constaram um forno de cobre, utensílios de cozinha, mobília, caixas, canoas, um transporte descrito como “carro”, animais, plantações de mandioca e cana, casas, terras, um engenho de farinha e um engenho de fazer açúcar. Nesta ação, foram mencionadas pessoas escravizadas dos nomes Caetana e Pedro (de nove meses de idade), descritos como crioulos.

            Além disso, o inventariante declarou ser devedor de Antonio Lopes Cardoso por conta da compra de Caetana, assim como possuir outras dívidas passivas relacionadas ao patrimônio de sua esposa. Por fim, o credor foi intimado pelo juiz para apresentar o crédito referente à venda de Caetana.

            Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas passivas. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata, assim como notificou o inventariante para prestar juramento para se tornar tutor de seus filhos menores de idade.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Ramalho da Silva Xavier;
            avaliador João Justino Regis;
            curador de órfãos Francisco Gonçalves da Luz;
            escrivão de órfãos João Francisco Regis;
            juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
            partidor Antonio Francisco de Medeiros;
            partidor Jacintho Gonçalves da Luz;
            signatário Antonio Francisco de Medeiros;
            signatário Salvador Cavalheiro.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            fundos de Tijuquinhas (atual bairro de Tijuquinhas, Biguaçu);
            praia grande;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação de bens;
            certidão de crédito;
            contas;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Inventário de Salvador Soares de Carvalho
            BR SC TJSC TRRJ-88097 · Processo · 1870-1871
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade da Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Salvador Soares de Carvalho (falecido);
            Anna Maria do Nascimento (inventariante).

            Herdeiros:
            Andresa Maria do Carmo;
            Anna (neta);
            Anna Maria da Graça;
            Aureliana Rosa d’Oliveira (neta);
            Francisco d’Oliveira Cercal (co-herdeiro);
            Hilario Affonso Moreira (co-herdeiro);
            João (neto);
            João Antonio d’Oliveira;
            João Luis de Borba (co-herdeira);
            João Machado Pereira (co-herdeiro);
            Joaquim Antonio d’Oliveira;
            Joaquim Bento da Maia Moreira (co-herdeiro);
            Joaquim Soares de Carvalho;
            Manoel Soares de Carvalho;
            Maria (neta);
            Olisa (neta);
            Pedro Soares d’Oliveira (neto);
            Puresa Maria das Dores;
            Rita Soares de Lima;
            Rosa Rosanda da Nactividade;
            Salustiana Maria de Oliveira (neta);
            Salvador Soares Pereira;
            Thomas Machado d’Oliveira (co-herdeiro);
            Thomasia Maria da Graça (neta);
            Ursula Maria Soares.

            Resumo:
            Maria do Nascimento abriu um processo de inventário pelos bens de seu marido, o alferes Salvador Soares de Carvalho. Como o finado deixou netos de menoridade, filhos de um herdeiro também já falecido, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram um oratório, mobília, caixas, um relógio, utensílios de cozinha, garrafas, um peso de chumbo, um alambique, um automóvel chamado de “carro”, uma oficina de pegar farinha, quadros com pinturas religiosas — Bom Jesus de Iguape, São Pedro naufragado e Santíssima Trindade —, barricas, uma égua picaça, casas, terras, um engenho de farinha, casas de engenho e roças de mandioca.

            A viúva também declarou as dívidas do casal. Ainda no arrolamento, foram mencionadas nove pessoas escravizadas, dos nomes: Maria, descrita como africana; Maria, Ignacia, Luisa e Barbara, designadas como crioulas; e Antonia, Thomaz, Catharina e Mariana, descritos como pardos.

            Dentro dos termos de vista, os herdeiros indicaram quais bens e pessoas escravizadas deveriam ser incluídas em suas legítimas partes. Em outro momento, o herdeiro Salvador Soares Pereira nomeou um procurador para representá-lo no processo.

            Por meio de petição, a inventariante revelou que alguns dos bens declarados na avaliação não poderiam ser partilhados naquele momento. Ela afirma que parte deles estava inserida na lista dos patrimônios de suas finadas cunhadas (Antonia Fé do Rosário e Benta Maria da Trindade) e de seu falecido irmão, Antonio Gonçalves do Maia; além disso, no testamento do último, constavam as alforrias de algumas pessoas escravizadas que foram arroladas. Com isso, Anna requereu mais tempo para a liquidação dos valores antes do início da partilha.

            Mesmo com o pedido de Anna, o herdeiro Salvador abre um termo de reclamação e de vista para contestar a avaliação dos bens, argumentando que o reclamante era pai de família e que estava sendo prejudicado na ação. Ainda nesse documento, seu procurador afirma que o herdeiro teve sua casa cercada e foi intimado a entregar seu filho para servir de “recruta” na Capital, saindo algemado. Ele declara que os agentes da justiça responsáveis por “agarrar o filho do suplicante” e prendê-lo eram Antonio João Vieira Junior, Manoel Budal Arins e Francisco Machado da Luz, louvados nesse processo de inventário.

            Na reclamação, o suplicante também é apoiado pelo inciso 7 do artigo 179 da Constituição, que afirmava: “Ninguém poderá ser obrigado a guardar, ou a entrar em casa de cidadão brasileiro, a não ser em casos previstos por Lei, e pela maneira, que ella determinar”. Ele afirma que os agentes da justiça seriam seus inimigos por esse acontecimento passado, e que estariam o prejudicando das seguintes formas: estimando erroneamente o valor de Maria, mulher escravizada inserida em sua parte da herança; e calculando os terrenos no Morro dos Reis em proporções não condizentes. Com isso, Salvador requereu uma nova louvação para avaliador e partidor.

            Já por parte do procurador de Anna, Francisco Velloso de Linhares, é alegado que o desacordo de Salvador tinha o objetivo de retardar o encaminhamento da ação, já que as avaliações teriam sido feitas com régua de igualdade. O representante também foi contrário ao recebimento de Maria enquanto legítima parte do herdeiro.

            Joaquim Soares de Carvalho também debateu sobre o pedido de Salvador, estando desconfiado das atitudes do irmão desde o início do processo, quando este foi o único que discordou da louvação dos avaliadores e partidores. Nesse momento, é revelado que o restante dos herdeiros e a viúva também não concordavam com uma reavaliação de Maria e dos terrenos citados, requerendo que as petições referentes a isso sejam consideradas nulas.

            Mais tarde, Joaquim requereu que suas custas vindas pelo andamento da ação (viagens, selos e entrega de documentos) fossem creditadas no inventário. Antes do início da partilha, foi nomeado um novo partidor para substituir Manoel Bento Lustosa, que havia sido louvado. Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi utilizado para o pagamento das custas e das dívidas passivas.

            Antes de dar continuidade à ação de inventário, o procurador de Anna realiza um termo de desistência. Mais uma vez, o procurador de Salvador comenta sobre a partilha, acusando o processo de inventário de prosseguir em desacordo com a lei, também questionando a partilha e os valores impostos às pessoas escravizadas; os demais herdeiros concordaram com a partilha. Foi requerida pelo curador a inscrição da hipoteca dos herdeiros netos, previamente à sentença. Por fim, o juiz julga o processo por sentença, e acusa aqueles que se sentiram lesados no decorrer do inventário de abusarem da lei com disputas pessoais.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Budal Arins;
            avaliador Manoel Gomes d’Oliveira;
            curador geral dos órfãos Francisco Xavier Caldeira;
            curador Joaquim Bento Pereira;
            escrivão de órfãos João Polycarpo Machado da Paixão;
            escrivão interino e substituto Hermelino Jorge de Linhares;
            juiz de órfãos quinto suplente Vicente Porfirio d’Almeida;
            juiz municipal e órfãos João Franco d’Oliveira;
            oficial de justiça Caetano de Paula Ramos;
            oficial de justiça Francisco José de Farias;
            partidor Francisco Machado da Luz;
            partidor Manoel Bento Lustosa;
            partidor Ricardo José Ampara;
            procurador Francisco Velloso de Linhares;
            procurador Valentim Antonio de Sousa;
            signatário Joaquim Soares de Carvalho;
            signatário Manoel José Marques da Silveira;
            signatário Manoel Soares de Carvalho;
            signatário Miguel Soares de Oliveira;
            signatário Ricardo José Alves;
            signatário Vicente Soares da Silva Pereira;
            signatário Zeferino de Oliveira Cereal;
            tabelião Joaquim Soares de Carvalho;
            tabelião José Estevao de Miranda e Oliveira.

            Localidades relevantes:
            cidade da Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            comarca de Nossa Senhora da Graça;
            distrito de Pinheira;
            distrito morro do Rei;
            freguesia Senhor Bom Jesus do Paraty (atual município de Araquari, Santa Catarina);
            Jibaltar;
            praça da Matriz;
            Rio do Paratti;
            Rio dos Pinheiros;
            rua geral.

            Compõem o processo:
            auto de alimpação de partilha;
            auto de partilha;
            autos de avaliação;
            cálculo de partilha;
            certidões;
            contas;
            petições;
            procurações;
            selos;
            sentença;
            termo de desistência;
            termo de retificação;
            termos de audiência;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            termos de responsabilidade;
            termos de vista.

            Variação de nome:
            Anna Maria da Grasa;
            freguesia do Parati;
            Hylario Affonso Moreira;
            João Polycarpo Machado da Paichão;
            Pinheiros;
            São Francisco do Sul.

            Inventário de Roza Joaquina de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-25190 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário ocorrido na cidade de Desterro, na época sob a Primeira Comarca.

            Partes:
            Roza Joaquina de Jesus (inventariada);
            Manoel Francisco do Souto (inventariante).

            Herdeiros:
            José Francisco do Souto;
            Rita Rosa;
            José Gomes;
            Luisa Rosa (menor);
            Maria Rosa de Jesus;
            Maria Rosa (menor);
            Bernadina da Rosa (menor);
            Rosa Maria (menor).

            Resumo:
            Manoel Francisco de Souto realiza o inventário de sua falecida esposa, Roza Joaquina de Jesus. A herança é destinada para os filhos e netos da inventariada. Dentre os bens inventariados constam mobílias, uma casa, utensílios, terras e um engenho de farinha.

            Atuaram no processo:
            juiz Sergio Lopes Falcão;
            escrivão José Morais de Souza Medeiros;
            curador geral Candido Gonçalves d'Oliveira;
            curador Caetano d'Araujo Figueiredo de Mendonça Furtado
            avaliador Antônio Luiz da Costa;
            avaliador Serafim Coelho da Costa;
            signatário Domingos Marques Guimaranes;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella.

            Localidades:
            Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
            Canas Vieiras (atual Praia de Canavieiras, cidade de Florianópolis);
            Morro da Rapa;
            Sertão do mar da Lagoinha;
            Praia Brava.

            Compõem o processo:
            Juramento aos avaliadores;
            Descrição de avaliação de bens;
            Juramento aos partidores;
            Auto de partilha;
            Conclusão;
            Juramento ao tutor.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Rosa Maria de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-50874 · Processo · 1820
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Rosa Maria de Jesus (falecida); Manoel Silva Albernas (viúvo e inventariante)

            Vila de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina; juiz de fora Francisco José Nunes; Manoel Silveira Albernas era morador da freguesia de São José; escrivão João Francisco Cidade; testamento; o casal não teve filhos; propriedade rural em Laguna; 4 escravos; utensílios domésticos; tecidos; casa.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Rosa Maria
            BR SC TJSC TRRJ-9983 · Processo · 1838
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado em São Miguel, Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            São partes neste processo: Rosa Maria (Inventariado); Ritta Maria (Inventariante).

            Resumo:
            Inventário de Rosa Maria feito por Ritta Maria sua sobrinha, que por estar em total abandono herdou parte das terras da falecida tia. Foi feita uma avaliação dessas terras e a citação de herdeiros ausentes, para administrar os bens da inventariada.
            No decorrer do processo é citado o falecimento da inventariante e seus herdeiros relatam que, após muitos anos, a própria se apossou das terras de Rosa Maria, como herdeira colateral, utilizando-se dessas para construção de casas e plantações.
            Mais tarde, depois de publicações no Jornal Mercantil e editais em praça, os bens da falecida são ameaçados de serem recolhidos pela Fazenda Nacional e arrematados.
            Os herdeiros utilizando-se do longo tempo passado em que moram na propriedade, argumentam que o tempo hábil para arrematar já prescreveu, e com isso pedem o embargo da arrematação.
            No final do processo o juiz determina improcedente o pedido de embargo, encaminhando assim as terras para arrematação em praça pública, que acaba sendo feita por Manoel Eustáquio Coelho.
            Contém recibos de arrematação da Câmara Municipal.

            Localidades que aparecem no Processo: Província do Rio Grande; Tijuquinhas; Vila de São Miguel, primeira Comarca da Província de Santa Catarina;

            Agentes que atuaram neste processo:

            • Avaliador Felício José de Fraga;
            • Avaliador João Florencio Pereira;
            • Coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            • Curador Vicente Francisco Ferreira;
            • Escrivão Antônio Joaquim de Vargas;
            • Escrivão Amâncio José Pereira;
            • Escrivão João Francisco Regis;
            • Juiz Auxiliar/ Signatário Anacleto dos Reys Coutinho;
            • Juiz Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho
            • Juiz Joaquim José Dias de Siqueira
            • Juiz Joaquim da Rocha Linhares
            • Juiz João da Silva Ramalho Pereira
            • Juiz José Fernandes Jorge
            • Juiz José Maria de Valle Junior
            • Juiz Luis Coelho Machado
            • Juiz Thomé da Rocha Linhares
            • Oficial de Justiça Francisco Jose de Souza.
            • Signatário Joaquim Libanio Pereira;

              Variação de nome: José Maria do Vale Junior;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro