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            Inventário de Maria Antunes
            BR SC TJSC TRRJ-29359 · Processo
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José de Souza Sacramento (inventariante);
            Maria Antunes (inventariada).

            Resumo:
            Neste processo, o viúvo José de Souza Sacramento, morador no distrito de Curitibanos, inventariou os bens deixados pelo falecimento de sua esposa Maria Antunes. É descrito que Maria foi sepultada no cemitério do distrito, sem ter produzido testamento.

            Entre os bens constantes do inventário, há objetos de prata, mobília e animais (cavalos, mulas e gado). Há também uma mulher escravizada de nome Constancia (designada como crioula). Além disso, existia o crédito de uma dívida, bem como dívidas que o casal tinha contraído com terceiros.

            Em correição, o juiz corregedor exigiu que o juiz produzisse a sentença após a partilha dos bens, pois ela não foi emitida. Por fim, o processo termina com um pedido feito pela Coletoria de Rendas Nacionais para que o inventariante fosse citado a pagar o selo do processo, sob pena de penhora.

            Localidades relevantes:
            distrito de Curitibanos;
            vila de Lages;
            comarca de Lages.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            descrição e avaliação dos bens;
            requerimento de citação;
            termos de juramento.

            Atuaram no processo:
            curador de órfãos sargento mor Joaquim Fernandes da Fonceca;
            juiz de órfãos Elias de Almeida Leite Penteado;
            louvador Americo Pedrozo Ribas;
            louvador Luiz Teixera de Oliveira;
            partidor Guilherme Ricken;
            partidor Manoel Ignacio da Silveira;

            Variação de nome:
            Maria Antunez;
            juiz de órfãos Ellias de Almeida Leite Penteado;
            louvador Americo Pedroso Ribas;
            louvador Luiz Teixeira de Oliveira.

            Inventário de Maria Antonia de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-17808 · Processo · 1844 - 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Antonia de Jesus (falecida);
            João Leal Nunes (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Angelica Maria Nunes;
            Antonio Francisco;
            Antonio Leal Nunes;
            Francisco Leal Nunes;
            Ignacio Francisco Pereira (co-herdeiro);
            João Leal Nunes;
            Joaquina Antonia de Jesus (neta);
            José Francisco Pereira (co-herdeiro);
            José Leal Nunes;
            Manoel Francisco Serpa (neto);
            Narcisa Maria Nunes;
            Silvestre Leal Nunes.

            Resumo:
            João Leal Nunes abre um processo de inventário dos bens de sua falecida esposa, Maria Antonia de Jesus. A finada deixou um herdeiro menor de idade, e a ação passou pelo juízo de órfãos e nomeação de um curador. Entre os bens avaliados estavam um forno de cobre, um automóvel descrito como carro, animais, canoas, casas, engenhos e terras. No processo constam oito pessoas escravizadas, de nomes: Joaquim, de nação Mina; Furtunato, de nação Ganguela; Joaquim, de nação Cassange; e Anna, Elias, Ignacio, Jacintto e Innocencia, designados como crioulos.

            Ao decorrer do processo, um dos co-herdeiros abre petição para requerer um abatimento no valor do escravizado Elias, por acreditar que sua avaliação estava desequilibrada em relação às outras pessoas escravizadas do inventário; o requerimento não foi aceito, pois um agente da justiça afirma que o herdeiro não teria nenhum direito de solicitar esse tipo de ação. Os bens foram partilhados com igualdade entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, na qual o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata e a assinatura de um termo de tutela por parte de João Leal Nunes, para a proteção dos bens do herdeiro menor de idade.

            Mais tarde, um auto de tomada de contas é aberto, em que o tutor dos órfãos presta atualizações sobre os bens protegidos. Nesse documento, a comarca de Desterro já é nomeada como “primeira comarca”, e não mais “comarca do norte”, nome alterado a partir do ano de 1849.

            Atuaram no processo:
            avaliador Celso Coelho de Lemos;
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            curador de órfãos José Joaquim Dias;
            escrivão de órfãos e oficial de justiça Amancio José Ferreira;
            juiz de órfãos primeiro e segundo suplente Thomé da Rocha Linhares;
            juiz de órfãos quarto suplente e signatário Jose Luis Coelho Ramos;
            juiz de órfãos segundo suplente Claudio Pereira Xavier;
            juiz de órfãos segundo suplente Joaquim da Silva Ramalho Machado;
            partidor Antonio do Valle Heitor;
            partidor José Manuel d’Araujo Roslindo;
            signatário Antonio Carlos de Carvalho.

            Localidades relevantes:
            barra das Tijucas Grandes;
            comarca do norte;
            ribeirão do Moura;
            rio da Tijuca Grande;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            auto de tomada de contas;
            contas;
            custas;
            petições;
            sentença;
            termo de encerramento;
            termo de partilha;
            termo de tutela;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            João Lial Nunes (inventariante e herdeiro);
            primeira comarca;
            termo de curadoria.

            Inventário de Maria Angela da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-88447 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos cíveis de inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Angela da Conceição (falecida);
            Cezario Jozé de Miranda (inventariante).

            Herdeiros:
            Antonio;
            Domingos;
            Jozé.

            Resumo:
            O viúvo Cezario Jozé de Miranda encaminhou um processo de inventário após a morte de sua esposa, Maria Angela da Conceição. O casal tinha herdeiros menores, sendo necessárias a nomeação de um curador para o processo e a assinatura do viúvo em um termo de tutoria.

            O inventariante declarou possuir uma quantia em dinheiro, terrenos, uma roda de ralar mandioca, canoas, mobília, ferramentas de corte, objetos de cobre, utensílios de cozinha e animais. Além disso, constam no processo dívidas passivas.

            Após avaliados, os bens foram partilhados entre os herdeiros e passaram por meação para o cabeça do casal. Uma parte do patrimônio foi separado para o pagamento das pendências remanescentes.

            O processo foi julgado por sentença e o juiz entrou em conformidade com a partilha, determinando que o inventariante ficaria obrigado a pagar pelo selo proporcional e pelas custas da ação.

            Atuaram no processo:
            avaliador Ignacio Zuzarte de Freitas;
            curador João Silveira de Miranda;
            escrivão Manoel Joaquim Pinheiro;
            juiz municipal de órfãos segundo substituto Jozé Antonio de Oliveira;
            partidor Antonio Pinheiro Ribas;
            partidor Francisco Germano de Azevedo.

            Localidades relevantes:
            Ácarahû;
            Costeira;
            Itapeva;
            Sambaquiguasu;
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            certidões;
            contas;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            termo de louvação;
            termo de vista;
            título dos herdeiros;
            tutoria.

            Variação de nome:
            Acaraú;
            Sambaquiguaçu.

            Inventário de Marcellino Machado Fagundes
            BR SC TJSC TRRJ-22780 · Processo · 1859-1860
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Marcellino Machado Fagundes (falecido);
            Victorina Roza (inventariante).

            Herdeiros:
            Candida Roza;
            Floriano Gonçalves (neto);
            Manoel Gonçalves;
            Maria Roza;
            Thomas Gonçalves (neto).

            Resumo:
            Foi aberto um processo de inventário por Victorina Roza em relação aos bens de seu finado marido, Marcellino Machado Fagundes. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador de órfãos. Além disso, a inventariante não pôde estar presente para dar início à ação, já que estava com a idade avançada e doente. José Ignacio Vieira foi nomeado como seu procurador e representante.

            Entre os bens avaliados estavam caixas, um oratório com imagens religiosas — Jesus e Nossa Senhora da Conceição usando uma coroa de prata —, mobília, um paiol de guardar farinha, uma canoa, utensílios de cozinha, um ferro de passar roupa, ferramentas, uma vaca, engenhos de farinha e cana, uma casa e terras.

            Neste arrolamento, foram mencionadas 16 pessoas escravizadas, dos nomes: Pedro e Maria, descritos como crioulos; Manoel, José (dito estar doente), Zifirino (descrito como “defeituoso de um braço, o direito”), Claudino, Luis, Francisco, Felicidade, Rita, Claudina, Filipa, Luciana, Joana e Anna (com “moléstia interior”), sem etnias especificadas; e Maria, descrita como parda e “doente”. Muitas das pessoas mencionadas eram crianças, com idades inferiores a 10 anos.

            Os herdeiros, através de petições, solicitaram bens e pessoas escravizadas para compor suas legítimas partes paterna. Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros. O juiz julgou a ação por sentença, em que requereu o pagamento das custas de maneira pro rata pelos interessados. Mais tarde, Manoel Gonçalves foi juramentado como tutor dos herdeiros menores.

            Atuaram no processo:
            avaliador e juiz de paz Manoel Teixeira d’Oliveira;
            avaliador Manoel Antonio Nunes Vieira;
            curador geral dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
            escrivão interino Anacleto Ladisláo Ribeiro;
            escrivão José Honorio de Sousa Medeiros;
            juiz municipal e órfãos Manoel da Silva Mafra;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Luis Carlos da Saldanha Sousa;
            procurador José Ignacio Vieira;
            tutor Manoel Gonçalves.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital;
            freguesia da Lagôa (atual bairro da Lagoa da Conceição, Florianópolis).

            Compõem o processo:
            auto de avaliação;
            auto de partilha;
            contas;
            petições;
            procurações;
            recibos;
            sentença;
            termo de audiência;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            Filicidade;
            Victorina Clara de Jesus.

            BR SC TJSC TRRJ-24815 · Processo · 1850 - 1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Marcellino José Bernardes (falecido);
            Florinda Roza d’Jezus (falecida);
            Manoel Luis da Silveira (inventariante e testamenteiro).

            Herdeiros:
            Francisco José Bernardes;
            Marcellino José Bernardes.

            Resumo:
            Manoel Luis da Silveira abre um processo de inventário após o falecimento de Marcellino José Bernardes e Florinda Roza, seus respectivos cunhado e irmã. O casal deixou um filho menor de idade, sobrinho do inventariante; por esse motivo, a ação contou com a nomeação de um curador, e passou pelo juízo de órfãos. Em traslado de testamento do falecido, é revelado que foi separado um pagamento denominado como “esmola” para Francisca, mulher escravizada designada como preta crioula.

            Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, um ferro de engomar, ferramentas, mobília, caixas, animais, casas e terrenos. São citadas dívidas passivas deixadas pelo falecido. Constam no inventário 2 pessoas escravizadas, além de Francisca: Alexandre, descrito como crioulo, e Manoel, designado enquanto pardo. Ao decorrer do processo, um membro da família abre petição para apontar o fato de que apenas um dos dois filhos do casal foi inserido no título dos herdeiros, requerendo que o outro seja incluído e apresentando sua declaração de batismo para a comprovação de parentesco. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, e parte do patrimônio foi separada para pagamento das pendências. Com o intuito de equilibrar o valor das heranças, foi incluída uma quantia de reposição em dinheiro.

            Ao mesmo tempo em que Francisca é colocada como legatária do finado, a pedidos encontrados no testamento, ela é inventariada como escravizada na repartição. Com isso, um curador é nomeado para representá-la. Por meio de petição, é afirmado que a liberdade da suplicante após o falecimento de seus senhores foi deixada de fora no documento, por possíveis “ignorância” ou “perturbação” em que se encontrava o testador. Além disso, estando a partilha ainda sem sentença, é requerida uma emenda no inventário por parte da curada, para que os seus bens sejam adjudicados ao herdeiro Marcellino. Ao fim da petição, é revelado que a suplicada entraria com pedido de liberdade, alcançando o valor necessário através de uma quantia guardada no cofre. Uma nova partilha foi realizada, com as alterações necessárias, mas ainda constando Francisca como inventariada.

            Após a reforma da partilha, o curador dos órfãos requer que Alexandre e Manoel sejam arrematados, pelo fato do herdeiro Francisco estar distante de completar a maioridade e pela necessidade de pagar as custas do processo. A tutoria do herdeiro menor foi passada para Agostinho Fernandes Vieira, por meio de juramento e tomada de contas. Mais tarde, é revelado que Francisca estava passando por um processo de arrendamento de seus serviços com duração de 3 anos, requerendo metade do valor conseguido com a prática. Além disso, outras condições estabelecidas foram que a ação ficaria sem efeito a partir do momento em que ela apresentasse a quantia necessária para libertar-se, e que o lançador da proposta deveria a tratar com a devida humanidade.

            Os serviços de Francisca foram arrendados mas, após alguns meses, ela encontrou-se enferma. Com isso, o lançador da proposta abre petição afirmando que não poderia continuar com a ação, e uma nova arrematação é realizada com o conhecimento de sua doença, descrita como incurável. O valor foi alcançado e, por meio de sentença, o juiz requer que seja passada a sua carta de liberdade, além de requerer o pagamento das custas por parte da interessada. O processo é concluído com a maioridade do herdeiro Marcelino, comprovada por certidão de batismo, e sua última tomada de contas, seguido de uma petição para pagamento de sua legítima parte.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Francisco da Costa;
            avaliador Anastacio Silveira de Souza;
            avaliador e signatário Alexandre Correia de Mello;
            avaliador Manoel Francisco Pires;
            curador Candido Gonçalves d’Oliveira;
            curador Jozé Nunes da Silva;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão do auditório eclesiástico João Luis do Livramento;
            escrivão do auditório eclesiástico Joaquim Caetano da Silva;
            escrivão João Antonio Lopes Gondim;
            juiz municipal e dos órfãos Sergio Lopes Falcão;
            juiz municipal e dos órfãos suplente comendador Agostinho Leitão d’Almeida;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella;
            pregoeiro Lucas Rodrigues d’Jesus;
            procurador fiscal João Silveira de Souza;
            signatário Francisco Teixeira de Cunha;
            tesoureiro Carlos João Halson.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            distrito das Cabeceiras do Córrego Grande (atual bairro Córrego Grande, Florianópolis);
            freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa (atual bairro Lagoa da Conceição, Florianópolis);
            freguesia de Santo Antonio (atual bairro Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis);
            freguesia do Ribeirão (atual bairro Ribeirão da Ilha, Florianópolis);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            auto de emenda da partilha;
            auto de partilha;
            auto de reforma da partilha;
            autos de praça;
            autos de tomada de contas;
            certidões de batismo;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            pregões;
            recibos;
            sentenças;
            termo de louvação;
            termos de avaliação;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            traslado de conhecimento da dízima;
            traslado de testamento;
            traslado do pagamento da meia siza.

            Variação de nome:
            Corgo Grande.

            Inventário de Marcelino Gonçalves dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-77402 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Marcelino Gonçalves dos Santos na Vila de São José parte da Segunda Comarca da Província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Marcelino Gonçalves dos Santos (inventariado);
            Roza Joaquina (inventariante)

            Herdeiro:
            Maria Rosa (filha);
            Feliciana Rosa (filha);
            Bernardino Rosa (filho);
            Joaquim Rosa (filho);
            Eduardo Antonio Domingos (neto/menor);
            Francisco Antonio Domingos (neto/menor);
            Joaquim Antonio Domingos (neto/menor);
            Maria (neta/menor);
            Anna (neta/menor);
            Thomasia (neta/menor);
            Luisa (neta/menor);
            Rosa (neta/menor);

            Resumo: Este inventário foi feito na Vila de São José por Roza Joaquina, viúva do falecido Marcelo Gonçalves dos Santos. Feito o juramento do curador e dos avaliadores, foi feita a avaliação dos bens, que incluía móveis, terras, uma casa e um escravizado. O escravizado, denominado como crioulo, chamava-se Bento.
            Após a avaliação e uma certa dificuldade para contatar toda a vasta lista de herdeiros, segue-se para a partilha dos bens. Durante este processo, um dos herdeiros falece, e há um trecho do inventário deste falecido na partilha, incluindo a sua parte da meação.
            Antonio Domingos Alves assinou um termo se comprometendo a administrar os bens das filhas menores.

            Atuaram no Processo:
            avaliador Constancio José de Souza Pessoa;
            avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
            escrivão; oficial de justiça Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            partidor Joaquim lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;
            Distrito de Capoeiras;
            Rio do Araújo;
            Comarca do Sul;

            Compõem o Processo:
            Termos de juramento;
            Avaliação de bens;
            Termo de tutoria;
            Partilha de Bens.

            Inventario de Marcelino Alves de Siqueira
            BR SC TJSC TRRJ-76485 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario de Marcelino Alves de Siqueira realizado na Vila de São José; Comarca do Sul.

            Partes do Processo:
            Marcelino Alves de Siqueira (inventariada);

            Herdeiro:

            Resumo: O inventário de Marcelino Alves de Siqueira incluía terras localizadas no lugar chamado Barreiros. Havia também dívidas, que foram pagas pela inventariante, a viúva do falecido. O processo está incompleto.

            Atuaram no Processo:
            curador de órfãos Manoel do Nascimento Ramos;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Comarca do Sul;
            Província de Santa Catarina;
            Barreiros.

            Compõem o Processo:
            Juramento dos Partidores;
            Auto de Partilha.

            Inventário de Manuel Antunes de Siqueira
            BR SC TJSC TRRJ-8816 · Processo · 1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manuel Antunes de Siqueira (falecido);
            Joaquina Thereza de Jesus (inventariante e primeira testamenteira).

            Herdeiros:
            Anna;
            Berto (neto);
            Domingos Antunes de Siqueira;
            Francisca Ignácia;
            José Antunes de Siqueira;
            José Godinho Mafra (co-herdeiro e tutor);
            Luis (neto);
            Luísa Rosa;
            Manoel Antunes de Siqueira Filho;
            Manoel Furtado (co-herdeiro);
            Maria Francisca (neta);
            Maria Joaquina (neta);
            Rita Antunes de Siqueira;
            Valério Antunes de Siqueira;
            Victorino Antunes.

            Resumo:
            Joaquina Thereza de Jesus abre um processo de inventário para os bens de Manoel Antunes de Siqueira, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Ao decorrer do processo, os herdeiros doam o valor necessário para pagar as despesas do enterro e sufrágio do finado, porque a viúva não tinha meios para tal; uma das doações fazia referência aos serviços de Ignacio, homem escravizado designado como pardo.

            Os bens arrolados foram casas, terrenos, mobília, um oratório, utensílios de cozinha, ferramentas, um ferro de engomar e quadros com pinturas de santos. É anexado à ação o testamento deixado pelo falecido, em que ele escreveu suas últimas vontades em vida; no documento testamentário, é revelado que o enterro do falecido deveria ser feito à vontade de sua esposa, que o faria como no estado de pobreza.

            Após avaliados, os bens passaram por partilha entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata. Mais tarde, o processo foi visto em correição, em que o juiz corregedor afirma que houve a falta de citação de algumas partes, assim como observa algumas irregularidades em relação à partilha.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho;
            avaliador Cândido Machado Severino;
            coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            curador Antônio Carlos de Carvalho Junior;
            escrivão interino Antônio Francisco de Medeiros;
            escrivão e partidor Antônio Joaquim de Vargas;
            juiz corregedor Manoel Vieira Tosta;
            juiz de órfãos José Maria do Valle Júnior;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            procurador José Victorino de Faria.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            estrada pública;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            petições;
            procuração;
            recibos;
            termos de descrição de bens;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel;
            Manuel Antunis de Siqueira.