Bens

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos equivalentes

        Bens

          Termos associados

          Bens

            713 Descrição arquivística resultados para Bens

            113 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Inventario de Manoel Pereira Maciel e Floriana Roza
            BR SC TJSC TRRJ-52382 · Processo · 1843-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na Vila de São José, Comarca do Sul.

            Partes do Processo:
            Manoel Pereira Maciel (inventariado);
            Floriana Roza (inventariada);
            João Pereira de Souza (inventariante).

            Herdeiro:
            Anna Joaquina;
            Maria;
            Manoel;
            Luiza;

            Resumo: O processo consiste na partilha dos bens do inventário do falecido casal, Manoel Pereira Maciel e Floriana Roza, os quais deixaram herdeiros filhos e netos para receberem seus bens. O processo se encontra incompleto, começando apenas na página 22, porém entre os bens citados estão uma quantia em dinheiro, e terras.

            Atuaram no Processo:
            escrivão Francisco Xavier d'Oliveira Camara;
            curador de órfãos Manoel Joaquim Teixeira;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Domingos Alves;
            juiz municipal de órfãos Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz Francisco Honorato Cidade;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Morretes.

            Compõem o Processo:
            Avaliação de bens;
            Partilha;

            Inventário de Manoel Pereira d'Aguiar
            BR SC TJSC TRRJ-25183 · Processo · 1851 - 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joanna Maria d’Jezus (inventariante e herdeira);
            Manoel Pereira d’Aguiar (falecido).

            Herdeiros:
            Anna Roza;
            Caetana Roza;
            Florinda Roza;
            Felicio Pereira (co-herdeiro);
            Francisco Martins (menor de idade);
            Felicio Pereira (co-herdeiro);
            Graciana Roza;
            João Martins;
            João Vicente (co-herdeiro);
            Joanna Maria;
            João Vicente Pereira;
            Maria Roza (menor de idade);
            Manoel Martins (menor de idade);
            Maria do Nascimento (menor de idade);
            Salvio Antonio d’Souza (co-herdeiro).

            Resumo:
            Neste processo, Joanna Maria d’Jesus, esposa do falecido e inventariado Manoel Pereira d’Aguiar, foi notificada para prestar juramento como inventariante e avaliar os bens do casal para o inventário.

            Dentre os bens avaliados, constam mobília, um oratório, objetos em ferro e cobre, terras, casas, animais e roças, tanto velhas quanto novas. Essas plantações faziam referência ao estágio de crescimento das plantas cultivadas, pois culturas em estágio “velho” (mais próximas da colheita) tendiam a valer mais. Além disso, haviam 7 pessoas escravizadas no inventário: João e Rita, designados como pardos; Francisco, descrito como “doente”; e Maria, Mauricia e Ana, sem descrição. O finado também deixou dívidas passivas.

            Após avaliado, o patrimônio passou por uma partilha entre os herdeiros e pagamento aos credores. O juiz julga o processo por sentença, em que requer o pagamento das custas de maneira pro rata e notifica parentes próximos para assinarem termo de tutoria. João Vicente e João Martins assinam os documentos, se responsabilizando pelas heranças de seus filhos órfãos. Após o falecimento de Joanna Maria d’Jezus, a conta de seu inventário é anexada na ação, revelando que seu inventariante foi Salvio Antonio d’Souza.

            Atuaram no processo:
            avaliador Albino José da Silva;
            avaliador Manoel Antonio Vieira;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            oficial de justiça Jozé Ricken;
            partidor João narciso da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella;
            procurador e signatário Caetano d’Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
            signatário José Nunes da Silva;
            tesoureiro Laurentino Eloy de Medeiros.

            Localidades relevantes:
            Barra da Lagoa;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            Costa da Lagoa;
            freguesia da Lagoa;
            Mar Grosso;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            recibos;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de declaração de recebimento;
            termos de juramento;
            termos de responsabilidade.

            Variação de nome:
            Caetano d’Araujo Figueiredo Furtado de Mendonça.

            Inventário de Manoel José de Mello
            BR SC TJSC TRRJ-45759 · Processo · 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Manoel José de Mello (falecido/inventariado)
            Antonio Carlos de Carvalho (iventariante)
            Margarida Adelaide e Mello (iventariante)

            Incompleto; inicia na página 4; terras; sem capa; São Miguel; tenente coronel; prata; oratório; escravizada; escravidão; casas.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Manoel Joaquim Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-29370 · Processo · 1833
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Joaquim Pereira (inventariado);
            Francisca Rodrigues de Paula (inventariante).

            Herdeiros:
            Alvaristo (neto);
            Anna;
            Antonio Maxado (coerdeiro);
            Antonio Thobias;
            Bento;
            Escolastica;
            Genuario Anastacio (co-herdeiro);
            Getrudes;
            Jose;
            Joaquim;
            Joaquim Ignacio (co-herdeiro);
            Manoel;
            Maria;
            Maria (menor);
            Thereza;
            Vicencia (menor);
            Vicente de Lima (co-herdeiro).

            Resumo:
            Francisca Rodrigues de Paula abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Manoel Joaquim Pereira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram quantias de dinheiro, móveis, utensílios, animais, uma casa e campos localizados no lugar chamado “Fazenda do Raposo”. Além disso, constam dívidas deixadas pelo finado. Ao decorrer do processo, a inventariante abre um termo de declaração para afirmar que se esqueceu de adicionar alguns bens à ação; dentre eles, destacam-se mais animais, avaliados em uma nova descrição.

            As dívidas deixadas foram pagas, assim como as legítimas partes dos herdeiros e co-herdeiros por meio de partilha. O juiz julga o processo por sentença, em que requer a notificação de Genuario Anastacio para assinar termo de tutoria, se responsabilizando por cuidar dos órfãos e de seus respectivos bens; além disso, é determinado que a inventariante pagasse as custas da ação.

            Atuaram no processo:
            avaliador Bento Borges do Amaral e Castro;
            avaliador Serafim Muniz de Moura;
            curador João Manoel Coelho;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos Bento Ribeiro de Cordova;
            partidor Jose Anastacio Monteiro;
            partidor Anacleto Jose Gonçalves.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            fazenda do Raposo;
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilhas;
            avaliação e descrição dos bens;
            contas;
            sentença;
            termo de louvação;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Januario Anastacio (co-herdeiro).

            Inventário de Manoel Jacintho da Silveira
            BR SC TJSC TRRJ-20544 · Processo · 1854-1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Jacintho da Silveira (inventariado);
            Florinda Roza de Jezus (inventariante).

            Herdeiros:
            Alexandrina Florinda;
            Claudina da Conceição;
            Francisco Jozé Silveira;
            Hipolito Jose da Silveira;
            Ignacia da Conceição;
            Innocencia da Conceição;
            Manoel Antonio da Silveira;
            Maria Joaquina.

            Resumo:
            Inventário realizado por Florinda Roza de Jezus, viúva de Manoel Jacintho de Silveira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram mobília, ferramentas, terras na freguesia da Lagoa, animais, um engenho de farinha, casas e sítios. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. A ação é julgada por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas de maneira pro rata e a notificação de um parente próximo, para ser tutor dos filhos menores de idade; Hipolito José Silveira, irmão mais velho, assinou o termo de tutoria.

            Ao final do processo, são anexadas as relações dos bens e uma carta dos herdeiros, escrita em 1854, confirmando o recebimento da notificação para inventário.

            Atuaram no processo:
            avaliador Albino José da Silva;
            avaliador Francisco Antonio Vieira;
            curador geral Caetano d’Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            juiz corregedor Christiano Garson Stockler;
            juiz de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Pedro Antonio da Paixão;
            signatário Joze Nunes da Silva.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            estrada do porto;
            freguesia da Lagoa (atual Lagoa da Conceição, Florianópolis);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença;
            termo de tutoria;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Inventário de Manoel Gomes de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-82123 · Processo · 1850 - 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na cidade de São Francisco do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Gomes de Oliveira (falecido);
            Antonia Maria d’Assumpção (inventariante e herdeira).

            Resumo:
            Antonia Maria d’Assumpção abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Manoel Gomes de Oliveira. O finado deixou testamento e não tinha herdeiros forçados, fazendo de sua esposa a única a receber a herança. Em testamento anexado, é revelado que o finado fazia parte da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e que requereu uma doação de quantias em dinheiro e bens aos necessitados da Freguesia, assim como à Irmandade, para ser efetuada após seu falecimento.

            Os bens inventariados foram uma quantia de farinha, uma caixa, barricas, mobília, utensílios de cozinha, um sítio, casas, um engenho de fazer farinha, uma roça e ferramentas. Consta no processo uma pessoa escravizada, de nome Antonio e nação Cassange. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separada para pagamento de contas como a taxa dos legados.

            O valor das custas não foi alcançado e, com isso, iniciou-se um processo de pregão e arrematação de alguns terrenos. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu que o depositário nomeado cumprisse a função de administrar os bens penhorados.

            Atuaram no processo:
            avaliador Lino Antonio da Maria;
            avaliador Manoel José Pereira;
            coletor das rendas provinciais Manoel Jose d’Oliveira;
            depositário Francisco da Costa Pereira;
            escrivão João José Machado da Costa;
            juiz municipal João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
            juiz municipal primeiro suplente major Joaquim José d’Oliveira Cercal;
            partidor Antonio Vieira d’Araujo;
            partidor Salvador Joze dos Anjos;
            porteiro do auditório e pregoeiro Manoel Luiz dos Passos;
            signatário João José Gomes Leal.

            Localidades relevantes:
            cidade de São Francisco do Sul;
            primeira comarca;
            rio de Jaguaruna.

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            auto de arrematação;
            petição;
            pregões;
            recibo;
            sentença;
            termo de depósito;
            termo de louvação;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            traslado de testamento.

            Variação de nome:
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.