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            Inventário de Laurentino José de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-58242 · Processo · 1851 - 1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Laurentino José de Souza (inventariado);
            Alexandrina Leopoldina de Andrade (inventariante).

            Herdeiros:
            Albino José de Souza;
            Antonio José de Souza;
            Bernardino José de Souza;
            Francisco José de Souza;
            João José de Souza;
            Joaquim José de Souza;
            Maria Alexandrinha de Souza;
            Thomáz José de Souza;
            Vicente José de Souza.

            Resumo:
            Alexandrina Leopoldina de Andrade abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Laurentino José de Souza. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram um forno de cobre, pedras de tafona, terrenos, prataria, uma casa, um meio de transporte descrito como carro, animais, engenhos de cana e farinha. Constam duas pessoas escravizadas: Domingos, de nação Congo, e Rita, descrita como crioula e criança. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas passivas; além disso, alguns herdeiros receberam uma quantia de dinheiro em reposição, para equilibrar a partilha.

            Ao decorrer da ação, é anexada uma petição em que a inventariante afirma ter capacidade suficiente para ser tutora de seus filhos menores, administrando seus respectivos bens. Para tal função ser conquistada, a requerente assina um termo de renúncia do Benefício Veleano, que impedia a tutela de mulheres viúvas aos seus filhos. O processo foi julgado por sentença, e o juiz requereu o pagamento das custas por parte dos interessados.

            Um dos credores afirma que, apesar de sua dívida ser incluída no inventário, o valor necessário ainda não foi depositado. Por haver se passado 16 meses após a sentença, ele requer que os bens separados para a quitação sejam vendidos em praça pública, e que com o dinheiro seja realizado o reembolso. Com isso, são realizados pregões para a arrematação do patrimônio.

            O juiz requer a inclusão de documentos e a adequação do processo para ser enviado ao juízo da correição, pois os juízos municipais e comerciais estariam com muitos afazeres até a data limite de publicação da ação — não foi possível identificar mais detalhes da sentença por conta do vazamento de tinta na folha. O processo é concluído com um auto de tomada de contas, em que a tutora dos órfãos presta atualizações sobre os bens e vivências de seus filhos.

            Atuaram no processo:
            curador dos órfãos e procurador Manoel de Freitas Sampaio;
            coletor Gaspar Xavier Neves;
            escrivão dos órfãos Francisco de Xavier de Oliveira Camara;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            pregoeiro dos auditórios Joaquim Affonço Pereira;
            tabelião David do Amaral e Silva;

            Localidades relevantes:
            segunda comarca;
            sertão de Marohy (atual bairro Sertão do Maruim, São José);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de tomada de contas;
            autos de praça;
            contas;
            correição;
            petições;
            pregões;
            procuração;
            recibos;
            sentenças;
            termo de obrigação;
            termo de renúncia;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            certão de Marohy.

            Inventário de Jozé Silveira Luiz
            BR SC TJSC TRRJ-11003431 · Processo · 1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Laguna, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jozé Silveira Luiz (inventariado);
            Francisca Roza (inventariante);
            Constantina Roza de Jesus (inventariante e herdeira);
            Bastião Antonio Cardoso (inventariante e co-herdeiro);
            Alexandro Luís das Silveira (inventariante e herdeiro);
            Luiza Joaquina de Jesus (inventariante e herdeira);
            Polidoro Joze Pereira (inventariante e co-herdeiro).

            Resumo:
            Francisca Roza e seus filhos abrem um inventário dos bens do finado Jozé Silveira Luiz, respectivo marido e pai dos inventariantes. Como o falecido deixou somente herdeiros de maior idade, as partes do processo entraram em consenso sobre a partilha do patrimônio.

            Os bens arrolados foram casas, terras, roças, engenhos de farinha e cana, um carro, um laço de couro, uma arma de fogo, mobília e ferramentas. São declaradas as dívidas deixadas pelo finado. Ainda na ação, é citado Jacinto, homem escravizado advindo da “Costa”.

            Os bens foram repartidos igualmente na presença de testemunhas. O juiz deu como concluído o inventário, por meio de sentença.

            Atuaram no processo:
            escrivão Vicente José de Gois Rebello;
            juiz de direito Severo Amorim do Valle.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            freguesia de São João de Imaruí (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
            Ribeirão de Cangueri;
            rio do Ribeirão;
            vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            sentença.

            Inventário de Joze Joaquim Dutra
            BR SC TJSC TRRJ-77455 · Processo · 1851-1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jozé Joaquim Dutra (inventariado);
            Caetana Candida Vieira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Caetana;
            Caetano José Dutra;
            Florencia Caetana;
            Francisco José Dutra;
            Joaquim José Dutra;
            Luis José Dutra;
            Manoel José Dutra;
            Maria José;
            Marianno José Dutra;
            Pedro José Dutra.

            Resumo:
            O inventário de Jozé Joaquim Dutra foi conduzido por sua esposa, Caetana Cândida Vieira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos. Sem testamento, a partilha dos bens ocorreu de forma amigável.

            Entre os bens inventariados, destacavam-se ferramentas, fornos de cobre, um alambique de cobre, um tacho de cobre, mobiliário, meios de transporte, prataria, animais, terras, a casa, quantia em dinheiro, um engenho para fazer açúcar, um engenho para fazer farinha, uma roça de cana-de-açúcar e uma roça de mandioca. No processo, constam quatro pessoas escravizadas: João, de nação Rebollo; Francisco, de nação Moçambique; Luis, menor de idade descrito como crioulo; e Custódia, de nação Congo.

            Após os bens serem avaliados e partilhados, o processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas de maneira pro rata. Mais tarde, é anexada na ação uma petição realizada pela inventariante; nela, a viúva declara ser capaz de realizar a tutoria de seus filhos, sem ser necessária a citação de um parente próximo para esse papel. Para tal função ser conquistada, Caetana Candida presta juramento e assina um termo de renúncia do "Benefício Veleano", que impedia a tutela de mulheres viúvas aos seus filhos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Anastacio José da Cunha;
            avaliador Zeferino Antonio de Castro;
            curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz dos órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
            juiz dos órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            partidor e signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor e signatário Duarte Vieira da Cunha;
            signatário Joaquim Affonso Pereira.

            Localidades relevantes:
            freguesia de São Pedro d’Alcantara (atual município de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina);
            Picadas do Sul;
            rio de Maruim;
            segunda comarca;
            sertão do Maruhy (atual bairro Sertão do Maruim, São José);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de contas tomadas;
            auto de partilha;
            avaliação dos bens;
            contas;
            petições;
            sentença;
            termo de renúncia do Benefício Veleano;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Certão do Marohi;
            Rio de Marohy;
            Rebello.

            Inventário de Jozé Joaquim dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-87981 · Processo · 1850-1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jozé Joaquim dos Santos (falecido);
            Florencia Maria de Jesus (inventariante e testamenteira).

            Herdeiros:
            Anna Antonia de Miranda;
            Antonio;
            Joze Vieira de Miranda (co-herdeiro);
            Leonor.

            Resumo:
            Florencia Maria de Jesus abriu um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Jozé Joaquim dos Santos. O finado deixou herdeiros menores de idade e, com isso, a ação passou pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador.

            Além disso, foi anexado ao processo de inventário o traslado de testamento do finado, em que declarou seus herdeiros, bens e dívidas, assim como separou uma esmola para o Senhor Bom Jesus dos Passos e a Irmandade da Senhora da Graça. O finado requereu a alforria de Maria, mulher escravizada designada como parda, nas condições de que ela teria a obrigação de servir a inventariante até o momento em que ela passasse para “segundas núpcias” (se casasse novamente).

            Os bens avaliados durante o inventário foram utensílios de cozinha, forno de cobre, ferramentas, uma prensa, itens de montaria, casas, rancho, canoas, roças de mandioca, animais, móveis, garrafas, terras e sítios. A inventariante disse que possuía dívidas ativas. Foram mencionadas 18 pessoas escravizadas dos nomes: Candido, descrito como pardo; Antonia, Marta, Luiza, Maria e Lourença, não descritas na ação; Salvador, Francisco, Thereza, Maria, Antonio e Maria, designados como crioulos; Matheos, Pedro, Joaquim, Caetano, Joze, Luiz, descritos como “muleques”.

            No decorrer da avaliação, foram separados bens e pessoas escravizadas para o pagamento do dote ao co-herdeiro. As dívidas ativas foram pagas na partilha de bens, e o patrimônio foi repartido igualmente entre todos os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, e o juiz requereu que a inventariante assinasse um termo de tutoria para seus filhos menores de idade.

            Atuaram no processo:
            avaliador Francisco Germano d’Asevedo;
            avaliador Manoel Gomes de Oliveira;
            curador geral dos órfãos Crispim Gomes de Oliveira;
            escrivão Manoel Joaquim Pinheiro;
            escrivão e tabelião João Jozé Machado da Costa;
            juiz municipal e órfãos João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
            partidor Antonio Pinheiro Ribas;
            partidor José Nicolao Machado Junior;
            signatário major Joaquim Joze de Oliveira Cercal;
            signatário Marcellino Nunes Cordeiro.

            Localidades relevantes:
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            Figueira;
            primeira comarca;
            rua do Cotorello;
            rua do Saus;
            São José.

            Compõem o processo:
            auto de alimpação de partilha;
            avaliação e partilha de bens;
            correição;
            recibo;
            sentença;
            termo de declaração;
            termo de louvação;
            termos de juramento;
            termo de tutoria;
            traslado de testamento.

            Variação de nome:
            cidade de São Francisco;
            Rio de São Francisco;
            rua do Saus na praia.

            Inventário de Joze de Souza Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-58998 · Processo · 1847-1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joze de Souza Pereira (inventariado);
            Maria Joze (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna;
            Anna Rosa de Jesus (neta);
            Bernardo Martins da Rosa (co-herdeiro);
            Candida;
            Eufrazia;
            Eufrazia Rosa de Jesus (neta);
            Florentina Rosa de Jesus (neta);
            Lauriano Manuel Francisco (co-herdeiro);
            José (neto);
            Manoel de Souza Pereira;
            Manoel José Leite (co-herdeiro);
            Manoel (neto);
            Manoel Raimundo;
            Maria Joaquina;
            Maria (neta);
            Marianno;
            Maria Rosa de Jesus;
            João de Souza da Costa;
            João Teixeira (co-herdeiro);
            Joaquim de Souza Mafra (co-herdeiro);
            Joaquim de Souza Pereira;
            Joaquina;
            José da Rosa (co-herdeiro);
            Josefina;
            José Lourenço;
            José Pereira Cardoso (neto);
            José Pereira (co-herdeiro);
            Policarpo Caetano Mafra (co-herdeiro);
            Serafim José Rodrigues (co-herdeiro);
            Thomazia;
            Vicente de Souza Pereira (co-herdeiro).

            Resumo:
            Maria Joze abre um processo de inventário após o falecimento do seu marido, Joze de Souza Pereira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens descritos foram animais, roças, uma quantia em dinheiro, utensílios de cozinha, ferramentas, um oratório com imagens do “Senhor Crucificado”, mobília, louça, uma barrica, vestimentas e casas. Constam duas pessoas escravizadas, de nomes: Antonia, de nação Congo, e Pedro, sem descrição – ele foi vendido pela inventariante, e a quantia recebida foi inserida na avaliação.

            Na página virtual de número 11 há solicitação de uso de uma “roça de mandioca”, um bem inventariado, que estaria em risco de ser perdida por ter sua colheita atrasada. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas e impostos.

            O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer a notificação de um parente próximo para assinar termo de tutoria dos filhos menores; Antonio José da Rosa foi citado para tal função e, ao decorrer dos anos, prestou contas para o juízo por meio de atualizações sobre os herdeiros e seus respectivos bens.

            Atuaram no processo:
            coletor Antonio de Souza Xavier;
            curador de órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Florêncio José dos Santos;
            escrivão do juízo de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;
            juiz Sérgio Lopes Falcão;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            procurador Albino José Ventura;
            procurador Francisco Gomes de Castro Campos;
            procurador Laurindo Antonio de Medeiros.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do sul;
            Forquilhinhas;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de tomada de contas;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de juramento.

            Inventário de Josefa Rosa de Jesus
            TRPOA-45661 · Processo · 1889-08-07
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Francisca Ferreira da Silva (filha e inventariante).
            Thomás José de Sousa (procurador de Francisca).

            Carta precatória para o Rio Grande do Sul e Laguna.

            Pedras de atafona, fornos, terras, casa e engenho.

            Juiz de Órfãos Felisberto Eliseu Bezerra Montenegro.
            Escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Câmara.
            Curador dos Ausentes Arthur Ferreira de Mello.

            Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, Cidade de São José.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre