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            Inventário de Joaquim Luiz Wolff
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-10467555 · Processo · 1909
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Joaquim Luiz Wolff (falecido); Bento Luiz Wolff (inventariante); Leonida Antunes Lima (viúva)

            Juiz Augusto José Teixeira de Freitas; escrivão Ernesto Augusto Neves; animais; casa; propriedade com 6 milhões de metros no Rincão da Cria, distrito de Capão Alto; o cartório ficava na rua Correia Pinto.

            Inventário de Joaquim José de Fraga
            BR SC TJSC TRRJ-52708 · Processo · 1848 - 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Bernarda de Moura (inventariante);
            Joaquim José de Fraga (falecido).

            Herdeiros:
            Antonio da Costa (co-herdeiro);
            Emerenciana Rosa;
            João Machado (co-herdeiro);
            José de Fraga;
            José d’Oliveira (co-herdeiro);
            Liocadia;
            Maria;
            Manoel de Fraga;
            Marianna (ausente);
            Miguel Joaquim de Fraga.

            Resumo:
            Neste processo, Anna Bernarda de Moura, esposa do falecido Joaquim José de Fraga, foi notificada para comparecer ao juízo da vila de São José e prestar seu juramento como inventariante. Como o finado deixou uma herdeira ausente, a ação contou com a nomeação de um curador para representá-la.

            Dentre os bens avaliados, haviam utensílios de cobre e ferro, uma arma de fogo, ferramentas, mobília, uma canoa, terras, casas e um engenho de farinha. Constam também dívidas passivas deixadas pelo finado. Após avaliado, o patrimônio passou por uma partilha entre os herdeiros e pagamento aos credores. O juiz julga o processo por sentença, requerendo que as custas sejam pagas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Pereira da Silva;
            avaliador Ignacio Joze da Silva;
            curador dos ausentes Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz dos órfãos suplente João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            freguesia da Enseada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
            Maciambú Pequeno;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            sentença;
            termos de juramento.

            Inventário de Joaquim José Coelho
            BR SC TJSC TRRJ-25186 · Processo · 1851-1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim José Coelho (inventariado);
            Manoel Antônio Coelho (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Alexandre José Coelho;
            Alexandra Rosa;
            Anna Francisca Coelho;
            Anna Maria d’Jesus;
            Bernardina Rosa d’Jesus;
            Francisca Rosa d’Jesus;
            Joaquim José Coelho;
            José Antonio Coelho;
            Luiza Rosa;
            Luiza Rosa;
            Manoel José Coelho;
            Maria Francisca Soares;
            Maria Joaquina;
            Maria Rosa;
            Maria Rosa;
            Miguel José Coelho.

            Resumo:
            Manoel Antônio Coelho iniciou o processo de inventário de seu falecido pai, Joaquim José Coelho. O finado, residente na freguesia da Lagoa, deixou herdeiros e não escreveu testamento.

            Entre os bens inventariados, constam um oratório com imagens, terras, casas, roças, mobília, utensílios de cobre, um engenho de farinha, animais e ferramentas. Foram inseridas no arrolamento 5 pessoas escravizadas: João, de nação Moçambique; Isabel, descrita como “de nação” (vinda de África) e também com a informação de que estaria doente; e José, Joaquim e Rosa, designados como crioulos.

            Durante o processo, o inventariante solicitou a inclusão de Maria (descrita como crioula e “crioulinha"), que estava sendo escravizada pela herdeira Maria Francisca, no arrolamento; esta havia recebido-a de “presente” de seu avô, por via da pia batismal. O suplicante também afirma que abriu o requerimento para que Maria não seja tida como “sonegada” na ação.

            O procurador de Maria Francisca afirma que, como Maria foi doada para ela, não seria necessário incluí-la no inventário. O juiz observa o traslado de doação e, após a assinatura dos demais herdeiros, o pedido do inventariante é tido como sem vigor. Algumas dívidas passivas são declaradas no processo, sendo separada parte do patrimônio para quitá-las.

            A partilha dos bens foi realizada de forma igualitária entre os herdeiros. O juiz declarou o inventário concluído, sentenciando que as custas sejam pagas de maneira pro rata e notificando um parente próximo para servir de tutor dos herdeiros órfãos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Luis da Silveira;
            avaliador José Luiz de Saibro;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Maria de Souza Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella;
            procurador Polidoro do Amaral e Silva.

            Localidades relevantes:
            caminho de El-Rei;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia da Lagoa;
            Itacoroby (atual bairro Itacorubi, Florianópolis);
            morro da lagoa.

            Compõem o processo:
            auto de inventário;
            auto de partilha;
            contas;
            petições
            procuração;
            recibos;
            sentenças;
            termos de declaração;
            termos de louvação.

            Inventário de Joaquim Gonçalves Padilha
            BR SC TJSC TRRJ-19982 · Processo · 1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de defuntos e ausentes realizado na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Joaquim Gonçalves Padilha (falecido);
            Francisco Nunes Ferreira (justificante);
            Angelica Maria de Jesus (justificante).

            Herdeiro:
            Francisca Gonçalves Padilha (mãe).

            Resumo:
            O processo descreve o inventário do falecido Joaquim Gonçalves Padilha. Entre os bens presentes no inventário, havia: móveis, objetos de prata, ferramentas, espadas, arma de fogo (trabuco), utensílios domésticos, roupas, animais e 5 escravizados, de nomes: Antônio, Benedito, Marcelino, Manoel e Pedro. Consta um segundo processo, um auto de justificação no qual os justificantes entraram com uma petição pedindo para o coletor fazer a partilha de certos bens. Contém uma carta precatória destinada para o juízo órfãos da Vila Nova do Príncipe. Além disso, há uma segunda justificação, que de acordo com a justificante Angelica Maria de Jesus, Antonio, escravizado menor de idade e descrito como pardo, foi roubado e levado para a província de São Paulo por João Arcanjo, no qual encontraram-se com Joaquim Gonçalves Padilha (falecido inventariado) e falsificaram uma escritura de compra e venda referente ao escravizado Antônio, que foi então trazido para o Sul para ser vendido por mulas. A justificante pede para que seu escravizado seja devolvido.

            Atuaram no Processo:
            coletor Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão de paz Manoel Francisco Silva;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão eclesiástico Izidoro Alvares da Cruz;
            padre João Jacinto de São Joaquim;
            juiz de órfãos Joze Jacinto de Oliveira;
            juiz de paz Joaquim José Ribeiro;
            procurador José Joaquim da Cunha Passos;
            tabelião Vicente José de Goes Rebello;

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;
            Campo Largo;
            Pelotinhas;
            Vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna;
            Província de São Paulo;
            Vila Nova de Príncipe de Santo Antonio;
            Freguesia da Palmeira;
            Corisco.

            Compõem o Processo:
            termo de declaração

            Variação de Nome:
            lugar Pillotinhas;
            lugar Curisco.

            Inventário de Joaquim do Amaral
            BR SC TJSC TRRJ-29919 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages.

            Partes do processo: Joaquim do Amaral (inventariado); Maria Francisca (inventariada).

            Resumo: Inventário de Joaquim do Amaral com sua esposa, Maria Francisca, sendo a inventariante. São listados os seguintes bens: animais, casa e dividas. Contando com herdeiras menores, o processo apresenta também a nomeação de um tutor para as herdeiras órfãs.

            Localidades mencionadas:

            • Vila de Lages;

            Atuaram no processo:

            • Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            • Curador João Vicente Fernandes; Religião; Padre;
            • Coletor de Rendas Luiz Gonzaga de Almeida;
            • Juiz Antonio Caetano Machado;
            • Juiz Corregedor Joaquim José Henriques; Juiz Corregedor José Nicolau Pereira dos Santos;

            Variação de nome: Joaquim Jozé Henriques; Jozé Nicolau Pereira dos Santos.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro