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            Inventário de Antônio Soares da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-50120 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Porto Belo, Primeira Comarca.

            Partes:
            Antônio Soares da Silva (inventariado);
            Anna Jacintha Rosa (inventariante);
            Maria Rosa de Jesus (herdeira);
            Merenciano da Silva Simas (herdeiro).

            Resumo:
            Anna Jacintha Rosa realiza o inventário de seu falecido marido Antônio Soares da Silva, no qual procedeu em uma partilha amigável. Dentre os bens citados constam casas, terras, engenho de farinha e utensílios diversos. Além disso, constam dívidas e o pagamento delas.

            Localidades:
            Distrito de Matto;
            Vila de Porto Belo (atual cidade de Porto Belo, Santa Catarina);
            Primeira Comarca da província de Santa Catarina.

            Agentes do processo:
            Juiz Municipal José da Silva Mafra, Terceiro Suplente;
            Escrivão do Juízo Municipal Bernardino Antônio de Sena Feltro;
            Avaliador Luiz Ribeiro Pessoa Rebello;
            Avaliador Claudino Antônio Narcizo;
            Signatário Joaquim José de Oliveira;
            Signatário Salvio Antonio de Souza Medeiros.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Antonio Meirelles de Lima
            BR SC TJSC TRRJ-85250 · Processo · 1853-1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Meirelles de Lima (inventariado);
            Maria da Conceição (inventariante).

            Herdeiros:
            Victor Meirelles de Lima;
            Vergilio Meirelles de Lima.

            Resumo:
            Maria realizou o inventário de seu esposo Antonio, com quem teve dois filhos: Vergilio (com dois anos de idade) e Victor (com vinte e um anos de idade, morador em Roma, Itália; representado pelo procurador João José da Rosa).

            Entre os bens deixados pelo falecido havia casas e terras, situadas à rua da Pedreira e à rua da Conceição; bem como um sítio situado às cabeceiras do rio do Perequê Grande. Havia também artefatos em ouro, prata e cobre; joias, louças, mármores, mobília, livros, uma quantia em dinheiro, dívidas e três pessoas escravizadas: Catharina (de nação Rebella), Manoel (de nação Benguela) e Julia (de nação Angola).

            O processo contém uma procuração assinada em Roma pelo herdeiro Victor Meirelles de Lima. Contém também uma carta precatória, em que é deprecante o juízo de órfãos da cidade do Desterro, e é deprecado o juízo de órfãos da vila de Porto Belo, localidade em que o falecido possuía terras.

            Atuaram no processo:
            adido e secretário na imperial legação do brasil Thomaz Fortunato de Britto;
            avaliador Manoel Antonio Caminhas;
            avaliador Tristão José Moreira;
            avaliador/louvador João Alexandre Teixeira;
            avaliador/louvador João Baptista de Souza Medeiros;
            curador advogado Caetano d'Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
            escrivão de órfãos Antonio Ramos Martins;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            juiz municipal de órfãos doutor Sergio Lopes Falcão;
            juiz de órfãos coronel José Bonifacio Caldeira d'Andrade;
            juiz de órfãos primeiro suplente Augusto Frederico Benjamin Esteves;
            juiz de órfãos suplente comendador Francisco Duarte e Silva.
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Pedro Antonio da Paixão;
            procurador Joaquim Ignacio de Macedo;
            procurador Joaquim José Varella;
            procurador João Jozé da Roza.

            Localidades relevantes:
            rua Augusta;
            rua da Conceição;
            rua da Pedreira;
            rio do Perequê Grande.
            vila de Porto Bello (atual município de Porto Belo, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            juramento de inventariante;
            juramento de curador;
            procurações;
            termo de avaliação;
            carta precatória;
            autos de partilha;
            autos de pagamento de dívida;
            auto de contas;
            prestação de contas.

            Variações de nome:
            herdeiro Virgilio Meirelles de Lima;
            adido Thomas Fortunato de Britto;
            curador Caetano de Araújo Figueiredo Mendonça Furtado;
            juiz de órfãos Augusto Frederico Benjamim Ethur;
            rio Perequê.

            Inventário de Antonio Jose Vilella
            BR SC TJSC TRRJ-24794 · Processo · 1820
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Antonio Jose Vilella (falecido); Maria Vieira de Souza (inventariante e esposa)

            Incompleto; Serraria; freguesia de São José; juiz de fora Francisco José Nunes; escrivão Manoel Antonio de Souza; propriedades rurais; engenho de farinha; utensílios domésticos.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Antônio José Martins
            BR SC TJSC TRRJ-12133 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Antonio José Martins realizado na Vila de São José, Segunda Comarca

            Partes do Processo:
            Antonio José Martins (inventariado);
            Anna Ignacia de Jesus (inventariante)

            Herdeiro:
            Felicidade;
            Luiza;
            Caetana Ignacia de Jesus;
            Francisco Martins de Lima;
            José Marins de Lima;
            Bernardino Martins de Lima;
            Manoel Martins de Lima;
            Senhorinha Ignacia de Jesus (menor);

            Resumo: O inventário registrava diversos bens deixados pela pessoa falecida, incluindo prataria, ferramentas, móveis, animais, pessoas escravizadas, terras, um engenho e uma casa. As dívidas foram pagas com os valores dos bens encontrados no inventário.

            As terras estavam localizadas em dois lugares:
            Um terreno no local chamado Passa Vinte, com frente para a estrada.
            Outro terreno no lugar conhecido como Pedra Branca.

            Constavam nove pessoas escravizadas:
            José, escravizado crioulo
            Justino, escravizado crioulo
            João, escravizado pardo
            Crispim
            Eufragia, escravizada parda
            Francisca, escravizada parda
            Maria, escravizada parda
            Isabel, da nação Benguela
            Faustina, escravizada criola

            Atuaram no Processo:
            Avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            Avaliador José Joaquim dos Santos;
            Curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            Juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            Juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;

            Compõem o Processo:
            Titulo de Herdeiros;
            Juramento do Curador;
            Termo de Declaração;
            Dividas Passivas;

            Variação de Nome:

            Inventário de Antonio José de Medeiros
            BR SC TJSC TRRJ-12123 · Processo · 1846 - 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio José de Medeiros (inventariado);
            Angelina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Aguida;
            Anna;
            Antonio José de Medeiros (menor);
            Januario da Rosa (co-herdeiro);
            José Antonio de Medeiros (menor);
            Matildes;
            Manoel Antonio de Medeiros;
            Maria;
            Mariana;
            Maximianno José de Souza (co-herdeiro);
            Miguel Vieira da Cunha (co-herdeiro).

            Resumo:
            O inventário de Antonio José de Medeiros foi realizado por sua esposa, Angelina Rosa de Jesus. Como o finado deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            O documento registra que o finado deixou animais, objetos de ouro e prata, utensílios de cozinha, ferramentas, mobília, um automóvel descrito como carro, uma quantia de açúcar e terras. São citadas dívidas, pagas posteriormente com os valores obtidos dos próprios bens do inventário. Além disso, constam nove pessoas escravizadas: Manoel, de nação Moçambique; Aleixo, Rosa, Luiza e Victoria, descritos como crioulos; e Marina, Maria, João e Joaquim, designados como pardos.

            As terras inventariadas estavam localizadas em dois lugares: um terreno no local chamado Picadas do Sul, com os fundos voltados para a estrada pública que leva a Lages; outro terreno no lugar conhecido como Forquilhinha. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requer a notificação de um parente idôneo para ser tutor dos órfãos e seus respectivos bens, nomeando Miguel Vieira da Cunha para tal função.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador e signatário Florencio Jesus de Castro Campos;
            curador de órfãos Manoel do Nascimento Ramos;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            juiz municipal de órfãos José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
            juiz municipal de órfãos suplente João Francisco de Souza;
            juiz municipal de órfãos suplente Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Mariano Jose Coelho.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            Forquilhinha;
            Picadas do Sul;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilhas;
            petições;
            sentença;
            termo de louvação;
            termos de juramento.

            Inventário de Antônio Furtado Garcia
            BR SC TJSC TRRJ-58571 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Antônio Furtado Garcia (falecido);
            Maria Luiza (inventariante).

            Herdeiros (menores):
            José;
            Manoel.

            Resumo:
            O inventário do falecido Antônio Furtado Garcia foi conduzido por sua esposa, Maria Luiza. Como o finado deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram terras, casas e mobília; além disso, foi avaliado um homem escravizado de nome Ignacio, descrito como crioulo. Após avaliado, o patrimônio passou por um processo de partilha entre os herdeiros. O processo é julgado por sentença pelo juiz, em que é requerido pagamento das custas de maneira pro rata. Alexandre Dias Ouriques, além de ter sido nomeado como avaliador, também foi designado para ser tutor dos órfãos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Dias Ouriques;
            avaliador Domingos Pacheco do Nascimento;
            curador geral Domingos Custódio de Souza;
            escrivão Antonio José da Silva;
            juiz de órfãos coronel Jerônimo Coelho Netto;
            partidor Antonio Gonçalves Barreiros;
            partidor João Thomaz de Oliveira Junior;
            signatário Luiz Gonçalves Barreiros.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            freguesia de Imaruí (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
            Garopaba;
            Lagoa de Garopaba;
            vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição de bens;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Freguesia de Imaruhy.

            BR SC TJSC TRRJ-25184 · Processo · 1851 - 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Fernandes Garcia (falecido);
            Juliana Roza de Jezus (falecida);
            Feliciana Luiza da Cunha (inventariante).

            Herdeiro com Juliana Roza de Jezus:
            Manoel Fernandes Garcia.

            Herdeiros com Feliciana Luiza da Cunha:
            João Fernandes;
            Maria Luiza (falecida).

            Resumo:
            A viúva inventariante Feliciana Luiza da Cunha abriu um processo de inventário após o falecimento de seu esposo, Antonio Fernandes Garcia. O falecido deixou herdeiros tanto de seu casamento com a inventariante quanto com a já falecida Juliana Roza, sua primeira esposa. Pelo finado não ter realizado partilha do outro matrimônio, a suplicante objetiva anexá-la a essa ação.

            Os bens inventariados se constituíram de mobília, objetos de armazenamento (caixas), um tacho de cobre, utensílios de cozinha, ferramentas, artigos de higiene, mercadorias, alimentos, bebidas, tecido, casas e terras. Os imóveis eram localizados na freguesia de Santo Antônio, com frentes situadas nas Rua de Cima e Rua do Meio. Consta também, no inventário, uma menina escravizada de nome Sabina, designada como crioula.

            Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, para os herdeiros, e meação, para a cabeça do casal. O juiz julgou a ação por sentença, e requereu que a inventariante assinasse um termo de tutoria para seu filho menor de idade.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia de Santo Antônio (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
            Rua de Cima (localizada na freguesia de Santo Antônio);
            Rua do Meio (localizada na freguesia de Santo Antônio);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            exórdio da partilha;
            termo de louvação;
            termo de obtenção de legítimas;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Atuaram no processo:
            avaliador Anselmo Gonçalves Ribeiro;
            avaliador João Maria da Cunha;
            curador geral de órfãos Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
            fiador João Joze da Cunha;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            juiz municipal e de órfãos suplente comendador Agostinho Leitão d’Almeida;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Jozé da Costa Oliveira;
            signatário Francisco de Paula Lacé;
            signatário João Joze da Cunha.

            Variação de nome:
            Feliciana Luisa da Cunha.