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            Inventário de Anna Maria de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-58561 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Maria de Jesus (falecida);
            José Ramos Nunes (inventariante).

            Herdeiros:
            Antonia Maria;
            Catharina Maria de Jesus;
            Francisco da Rosa Alves;
            Manoel Indalencio;
            Manoel José de Oliveira (curador ad litem de Francisco da Rosa Alves);
            Maria da Trindade;
            Merenciana Rosa de Jesus.

            Resumo:
            Nestes autos, José Ramos Nunes inventariou os bens de sua falecida sogra, Anna Maria de Jesus.

            Entre os bens inventariados, havia um sítio que ficava em frente ao “mar pequeno”, e fundos ao “mar grosso”; uma casa; um tacho de cobre, um tear, e demais utensílios; um oratório com imagem religiosa, e outras mobílias; e um montante em dinheiro, somando 29.730 réis.

            Os bens foram partilhados entre os herdeiros; em seguida, constam um requerimento do inventariante e demais prestações de contas do enterro da falecida, bem como recibos referentes aos pagamentos que eram devidos.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de requerimento;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            juramento ao curador;
            juramento aos avaliadores;
            juramento aos partidores;
            recibos;
            título de herdeiros.

            Atuaram no processo:
            avaliador Joze Vieira;
            avaliador Manoel Joze Duarte;
            escrivão Vicente José de Gois Rebello;
            juiz municipal Antonio José de Freitas;
            juiz municipal Jeronimo Coelho Netto;
            juiz municipal José Luis Pereira;
            partidor Elizêu Felix Pitangueira e Silva;
            partidor Manoel dos Santos Simas;
            signatário José Antonio Cabral e Mello;
            signatário Manoel Pinto da Roza e Silva.

            Localidades relevantes:
            Barra (localidade na vila de Laguna);
            Pescaria Brava (atual município em Santa Catarina);
            Tamboretes (ilhas localizadas ao oeste de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            sítio do Siqueiro;
            freguesia nova de Santa Ana;
            vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            província do Rio Grande de São Pedro do Sul;
            comarca do sul.

            Variações de nome:
            Pescaria Braba;
            freguesia nova de Santa Anna;
            província do Rio Grande de Sam Pedro do Sul.

            Inventário de Anna Marcelina de Aguiar
            BR SC TJSC TRRJ-57945 · Processo · 1853 - 1866
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Santo Antonio dos Anjos da Laguna, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Marcelina de Aguiar (falecida);
            João Ignacio Ribeiro (inventariante).

            Herdeiros:
            Antonio Ignacio Ribeiro;
            Domingos Ignacio Ribeiro;
            Ellias Ignacio Ribeiro;
            João Ignacio Ribeiro Junior;
            Jozé;
            Manoel;
            Maria Ignacia Ribeiro.

            Resumo:
            João Ignacio Ribeiro abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Anna Marcelina de Aguiar. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos. Os bens inventariados foram mobília, objetos de armazenamento (baús e caixas), utensílios de cozinha, louças, castiçais e casas. Constam no processo quatro pessoas escravizadas: Maria e Ignez, descritas como pardas, e Matheus e Manoel, designados enquanto crioulos. São citadas dívidas ativas e passivas deixadas pela falecida.

            Ao decorrer do processo, o inventariante abre uma petição para requerer que os credores sejam pagos por meio dos bens incluídos no inventário, ficando adjudicados. Após avaliados, os bens passaram por partilha entre os herdeiros, em que parte do patrimônio foi separada para a quitação das pendências, como solicitado pelo viúvo. Alguns filhos receberam uma quantia em dinheiro de reposição, com o intuito de nivelar o valor das heranças.

            O processo é julgado por sentença, e o juíz notifica João Ignacio Ribeiro para assinar termo de tutela em relação aos seus filhos menores de idade, requerendo também o pagamento das custas da ação por parte dos interessados. Mais tarde, é revelado que o inventariante havia falecido e, com isso, os herdeiros passam a ser representados por Manoel Cardozo de Aguiar, tutor dativo e tio dos órfãos. Além disso, a herdeira Maria Ignacia Ribeiro anexa petição para requerer licença para seu matrimônio com Antonio Felix Barreto, o que é realizada.

            A ação se conclui com um auto de tomada de contas, em que o tutor dos órfãos presta atualizações sobre os herdeiros e seus respectivos bens recebidos na partilha. É revelado que Domingos já atingiu a maioridade e fazia parte do exército, indo à chamada “campanha do Sul”, que faz referência à Guerra do Paraguai.

            Atuaram no processo:
            avaliador Arcenio Joze Vigario;
            avaliador Joze da Rocha Porto;
            curador geral e procurador Domingos Custodio de Sousa;
            curador João Thomaz de Oliveira Junior;
            escrivão de órfãos Antonio Jozé da Silva;
            escrivão interino Manoel Baptista de Araujo;
            juiz de direito em correição Luiz Duarte Pereira;
            juiz de órfãos suplente Americo Antonio da Costa;
            juiz de órfãos suplente João Pacheco dos Reis;
            juiz de órfãos suplente Joaquim da Silva Cascaes;
            oficial de justiça João Custodio Duarte;
            oficial de justiça Luis Pinto Guedes;
            partidor João José Garcia;
            partidor Joaquim Jozé Mendes Braga.

            Localidades relevantes:
            Aratingaúba;
            cidade de Santo Antonio dos Anjos da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            freguesia de São João do Imaruhy (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
            rua da Praia;
            rua Direita;
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            auto de contas;
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentenças;
            termo de louvação;
            termo de responsabilidade;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de tutela.

            Inventário de Anna Joaquina de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-8859 · Processo · 1862-1865
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Joaquina de Jesus (falecida);
            José Gularte da Silva (inventariante e co-herdeiro).

            Herdeiros:
            Camilo Antônio Marques (ausente);
            Manoel Antônio Marques;
            Manoel de Souza Sarmento (co-herdeiro);
            Maria Joaquina de Jesus;
            Mariana Roza de Jesus;
            Mariano Antônio Marques.

            Resumo:
            José Gularte da Silva abriu um processo de inventário para os bens de Anna Joaquina de Jesus, sua falecida sogra. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos. Além disso, um herdeiro encontrava-se ausente da província em lugar incerto, necessitando da nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram um ferro de engomar, mobília, utensílios de cozinha, animais, ferramentas, terrenos, casas e engenhos. Ainda na relação, foram mencionadas 3 pessoas escravizadas: Rafael e Pedro, descritos como crioulos; e Matheus, descrito como “de nação” (advindo de África). O inventariante também declarou dívidas ativas e passivas, anexando contas como o funeral e missa de 7º dia da finada.

            Foi anexada uma carta precatória para a citação dos herdeiros que residiam em São José e avaliação dos bens que estavam presentes na cidade. Após ser avaliado, o patrimônio passou por um processo de partilha.

            A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata e que o curador do herdeiro ausente prestasse juramento para continuar em sua função.

            Atuaram no processo:
            avaliador Albino Francisco da Silva;
            avaliador Agostinho Furtado de Souza;
            avaliador Luiz Martins de Ávilla;
            avaliador Manoel Francisco Cardoso;
            curador Bento de Mello Barreto;
            escrivão de órfãos João Francisco Régis;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            juiz Antônio Gonçalves Franco;
            juiz dos órfãos quarto suplente José Silveira de Souza Fagundes;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            partidor Joaquim Libânio Pereira;
            vigário Manoel Amâncio Barreto.

            Localidades relevantes:
            Barreiros;
            comarca da capital;
            Picadas do Norte;
            São José;
            três riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            cartas precatórias;
            contas;
            petições;
            procuração;
            recibos;
            relação de bens;
            sentença;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            Biguassú;
            Comarca de São Miguel.

            Inventário de Anna Jacinta da Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-82028 · Processo · 1850 - 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de São Francisco do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Jacinta de Oliveira (falecida);
            João Affonço Moreira (inventariante, testamenteiro e herdeiro).

            Herdeiros:
            Barbara (neta);
            Luiza (neta);
            João Correa de França (co-herdeiro);
            Maria Jacinta de Oliveira (descrita como “desavisada”).

            Resumo:
            Foi aberto um processo de inventário dos bens da falecida Anna Jacinta de Oliveira, por parte de seu filho, alferes João Affonço Moreira. A finada deixou testamento e uma herdeira menor de idade, sendo necessário então que o processo passasse pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador. Uma herdeira é descrita como “desavisada” durante a ação; esse termo pode ser relacionado, à época, a alguém que possuía algum tipo de deficiência intelectual.

            Em testamento, é revelado que a finada havia doado Malaquias, homem escravizado, à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Graça. Além disso, ela declara que, após sua morte, os escravizados Antonio e Antonia estariam libertos, mas com a condição de continuar “servindo” ao seu filho João até o falecimento dele.

            Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, uma balança de ferro, caixas, canoas, sítios, casas, engenhos e roças. Ao total, constam 14 pessoas escravizadas no inventário e no testamento, de nomes: Apolinario, Salvador, Malaquias, Marcellino, Domingos, Antonio, Maximo, Antonia, Narciza, Maria, Thereza, Lusia, Joanna e José — este último denominado como pardo, enquanto os restantes não foram descritos. É citado durante o processo que o inventariante possuía dívidas ativas e passivas, e parte do patrimônio foi separado para o pagamento dos credores. Após avaliados, os bens foram divididos com igualdade entre os herdeiros.

            Mais tarde, a Fazenda Provincial aplicou vistas ao processo, afirmando que muitas ilegalidades foram cometidas ao decorrer da ação. Entre outras questões, o pedido de doação de Malaquias à Irmandade é reavaliado, havendo o requerimento de citação a um coletor das Rendas Provinciais, avaliadores e a nomeação de um segundo juiz dos órfãos. A ação foi finalizada com uma nova avaliação de Malaquias, seguida de sentença; nela, o juiz requereu que o inventariante entrasse com o valor líquido da reavaliação para o cofre, e que pagasse as custas da ação.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Vieira de Araújo;
            avaliador Domingos Jozé de Oliveira;
            avaliador Higino Antonio de Miranda;
            avaliador Salvador Jozé dos Anjos;
            coletor das rendas provinciais Manoel José d’Oliveira;
            curador geral interino José Nicolão Machado Junior;
            curador Polycarpo José de Carvalho;
            escrivão e tabelião João José Machado da Costa;
            escrivão Manoel Joaquim Pinheiro;
            juiz municipal e órfãos João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
            juiz municipal e órfãos major Joaquim José de Oliveira Cercal;
            signatário José Estevão de Miranda;
            signatário Manoel José de Oliveira;
            partidor Antonio Pinheiro Ribas;
            partidor Francisco da Costa Pereira.

            Localidades relevantes:
            Areias Grandes;
            Barra de Araquari (atual município de Araquari, Santa Catarina);
            cidade de São Francisco do Sul;
            primeira comarca;
            província do Rio Grande de São Pedro do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            rua de São Bento;
            sítio dos Pinheiros;
            vila de Porto Bello (atual município de Porto Belo, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de alimpação de partilha;
            contas;
            correição;
            partilha;
            petição;
            sentença;
            termo de encerramento;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de testamento.

            Variação de nome:
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
            Egyno Antonio de Miranda;
            Rio dos Pinheiros.

            Inventário de Anna dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-20191 · Processo · 1855-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna dos Santos (falecida);
            Domingos Cordeiro Mattoso (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Antonio;
            Domingos;
            Francisco;
            Generoso;
            Gregorio;
            Jozefa;
            Maria;
            Mathias.

            Resumo:
            Domingos Cordeiro Mattoso abriu um processo de inventário dos bens de sua falecida esposa, Anna dos Santos. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador. Os bens avaliados no inventário foram casas e animais. É mencionada durante o inventário uma mulher escravizada de nome Felicidade.

            Por meio de petição, o inventariante recorreu à nomeação de um procurador, Bibiano Jose dos Santos, para representá-lo durante os autos da ação. Após avaliados, os bens foram partilhados com igualdade entre todos os herdeiros, e o processo foi julgado por sentença; o juiz requereu que o inventariante assinasse um termo de tutoria para a proteção do patrimônio dos herdeiros menores, assim como determinou o pagamento das custas da ação de maneira pro rata. Mais tarde, Domingos foi notificado pela coletoria das rendas nacionais que pagasse o restante das custas finais do processo.

            Atuaram no processo:
            avaliador Domingos Ribeiro de Assunção
            avaliador Francisco Ignacio de Almeida;
            coletor das rendas nacionais Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            curador de órfãos alferes José Joaquim da Cunha Passos;
            escrivão de órfãos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            juiz municipal e de órfãos primeiro suplente Henrique Ribeiro de Cordova;
            partidor Jorge Trueter;
            partidor Jose Pires de Arruda Botelho;
            procurador Bibiano Jose dos Santos.

            Localidades relevantes:
            freguesia de São João dos Campos Novos (atual município de Campos Novos, Santa Catarina);
            segunda comarca;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliações;
            contas;
            correições;
            petições;
            procuração;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            Fellicidade.

            Inventário de Anna de Espindola
            BR SC TJSC TRRJ-16661 · Processo · 1851 - 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilhas amigáveis realizados na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna de Espindola (inventariada);
            Feliciano Jozé d'Espindola (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Florentina Roza (neta);
            Francisco Antonio Pacheco;
            Francisco Guilherme Sousa;
            Joaquina Maria da Conceição (neta);
            João Joze de Espíndola (neto);
            Vencesláo Francisco Mafra.

            Resumo:
            Inventário realizado por Feliciano Joze Espindola, filho e herdeiro da falecida inventariada Anna de Espindola.

            Logo nas primeiras páginas do documento, o inventariante descreve que todos os herdeiros eram maiores de 25 anos, e que entraram em acordo por partilha amigável. Assim, ele peticiona que, para poder prestar as contas da testamentaria de sua falecida mãe, o juiz primeiramente precisaria julgar por sentença a partilha amigável.

            Dentre os bens, constaram utensílios, mobília, casas, terras na localidade de "Fundos", e animais. Foram também descritos dois homens escravizados, de nomes Felizardo (designado como pardo) e João (africano, descrito como de nação Benguela). O inventário apresenta apenas partilhas de bens feitas a Florentina, Joaquina e Felizardo.

            Ao final do processo o juiz municipal da capital julga por sentença e ordena o inventariante prestar contas da testamentária e pagar os interessados. O pagamento do processo foi feito através de selos.

            Localidades relevantes:
            Fundos;
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            descrição de bens;
            partilha de bens;
            sentença.

            Atuaram no processo:
            avaliador João Machado Santiago;
            avaliador e partidor Joze Francisco Mafra;
            contador Coelho Machado;
            escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
            juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
            juiz municipal terceiro suplente em exercício Luiz Coelho Machado;
            signatário José Manoel Araújo Roslindo;
            signatário Jose de Souza da Silveira.

            Variação de nome:
            Anna d'Espindola;
            Anna d'Espindula;
            Feliciano Jozé d'Espindula;
            Feliciano Jozé de Espindola.