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            Autos de embargo de Antonio Benedicto dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-78409 · Processo · 1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de embargo realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Benedicto dos Santos (embargante);
            Joaquim Jose Castanhêra (embargado).

            Resumo:
            O major Antonio Benedicto dos Santos iniciou um embargo contra Joaquim Jose Castanhêra, a fim de tratar sobre a devolução de três animais (chamados de "bestas" no processo).
            O embargante afirmou que o embargado retirou os animais do local combinado e os levou para sua residência, sem pagar o aluguel do local em que eles eram mantidos. O autor solicitou embargo dos bens do denunciado que tivessem um valor semelhante aos das custas, os quais seriam preservados por um depositário.
            Ao fim do processo, o depositário entregou um animal macho para o embargante, com preço relativo às despesas realizadas. O juiz estabeleceu que o embargado ficou obrigado a arcar com as custas, e o processo foi visto em correição com o pedido de que os autos fossem apresentados à coletoria para cobrança do selo.

            Compõem o processo:
            auto de embargo e depósito;
            autuação;
            correição;
            termo de composição;
            termo de desistência.

            Localidades relevantes:
            Sítio da Rocinha;
            rua da Cadeia (localizada na vila de Lages);
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).

            Atuaram no processo:
            depositário Modesto Francisco;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal, juiz de órfãos e delegado Antonio Caetano Machado;
            meirinho Carciano Jose Ferreira;
            signatário Jose Felix Gomes.

            Atuaram no processo:
            depositário Modesto Francisco;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal, juiz de órfãos e delegado Antonio Caetano Machado;
            meirinho Carciano Jose Ferreira;
            signatário Jose Felix Gomes.

            Variação de nome:
            Citio da Rocinha;
            Joaquim Jose Castanheira.

            Autos de Divisão Amigável de Antonio Alves da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-20361 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Divisão Amigável, realizado na Vila de Lages, Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Elhias Mendes (falecido);
            Beatriz Maria Ferreira (falecida);
            Manoel Ferreira França (doador);
            Anna da Rocha Ferreira (falecida);
            Antonio Alves da Rocha (co-herdeiro, casado com Floripes Mendes de Moraes);
            Donanciana Mendes de Moraes (herdeira);
            Floripes Mendes de Moraes (herdeira).

            Resumo: Neste processo há uma doação por parte de Manoel Ferreira França para suas afilhadas Donanciana e Floripes, já que não possuía herdeiros. Além disso a doação é composta de uma quantia dinheiro e uma pessoa escravizada de nome Eva, designada como crioula (brasileira). No processo de doação o autor expressa preocupações acerca de dívidas formadas em seu nome. Postumamente acontece a partilha de bens da família das afilhadas, que inclúi outros escravizados de nomes: Generoso, João e Balbina, todos menores descritos como crioulos (brasileiros).

            Atuaram no processo:
            escrivão/tabelião judicial de notas Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            escrivão Silva;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz Joaquim José Henriques;
            partidor Lourenço Dias Baptista.

            Localidades relevantes:
            Freguesia da Ponta Grossa;
            Vila de Castro.

            Compõe o processo:
            Termo de declaração;
            Partilha de bens.

            Variação de nome:
            Donanciana Mendes de Moraes;
            Freguesia da Ponta Gróça;
            Elhias de Moraes.

            BR SC TJSC TRRJ-83574 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Contas de Testamento de Maria Joaquina do Espírito Santo realizado na Vila de São José, na Comarca do Sul.

            Partes do Processo:
            Hypolito Antonio de Resende (testamenteiro);
            Maria Joaquina do Espirito Santo (falecida)

            Herdeiro:
            Aluzio (afilhado);
            Florentina (afilhada);
            Joaquim (afilhado);
            Manoel (afilhado);
            Anastacia (afilhada);
            Tomazia (afilhada);
            Maria (sobrinha);

            Resumo: Este processo trata da prestação de contas do testamento de Maria Joaquina do Espírito Santo. Ela era casada com Joaquim Correia da Costa, mas o casal não teve filhos. Maria Joaquina não deixou bens para herdeiros de sangue, mas fez doações para seus afilhados, um vigário sacerdote, e uma sobrinha.

            Entre os bens listados no inventário estavam: terras, uma casa, engenho de cana, utensílios domésticos e alguns animais. As terras ficavam em um local chamado Sertão da Praia de Fora, no distrito da freguesia da Enseada do Brito. A propriedade fazia frente para a estrada nacional e, nos fundos, havia um rio.

            Atuaram no Processo:
            Curador Vicente Ferreira dos Santos;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            Escrivão do juízo de paz Manoel Francisco de Souza;
            Juiz municipal de órfãos suplente João Francisco de Souza;
            Juiz municipal dos órfãos suplente Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            Juiz municipal suplente Domingos José da Costa Sobrinho;
            Procurador de capelas e resíduos Manoel de Freitas Sampaio;
            Testamenteiro Hypolito Antonio de Resende.

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Comarca do Sul;
            Freguesia da Enseada do Brito;

            Compõem o Processo:

            Variação de Nome:

            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Sequestro dos Bens de Joze Francisco
            BR SC TJSC TRRJ-19565 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Sequestro de Bens realizado na Vila de Lages, na época sob a Comarca de Curitiba e Paranaguá.

            Partes:
            Manoel Barboza (inventariante)
            Salvador Joze de Araujo (inventariante)
            José Francisco (inventariado).

            Resumo:
            É requerido o sequestro dos bens do falecido Joze Francisco, com a subsequente avaliação e arrematação dos mesmos, visto que ele não possui herdeiros. O processo é movido pela ação do alcaide Manoel Barboza, que estava responsável pelos bens, e pelo depositário Salvador Joze de Araujo. Entre os bens avaliados e arrematados encontram-se: utensílios, ferramentas, roupas, armas de fogo, joias, animais, plantações de feijão e milho. Além disso, é feita a cobrança de dívidas pendentes do falecido.

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;

            Atuaram no processo:
            alcaide Manoel Barboza;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraez Lara;
            depositário e avaliador Salvador Joze de Araujo;
            avaliador Antonio Joze Antunes;
            porteiro Manoel Barboza Gonçalves;
            juiz ordinário e arrematador Joze Jacinto de Oliveira;

            Compõem o processo:
            Auto de sequestro;
            Auto de arrematação de bens;
            Prestação de contas.

            Variações de nome:
            Francisco José e Santanna;
            inventariado Joze Fernandes;
            inventariado Joze Fernandes da Silva;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraiz Lara;
            escrivão Joaquim Antonio de Araujo;
            escrivão Meaquim Antonio de Moraes.

            Auto de sequestro de bens de João Francisco Maxado
            BR SC TJSC TRRJ-77655 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de sequestro de bens realizado na vila de Lages, na época sob a comarca da Ilha de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            João Francisco Maxado (réu).

            Resumo:
            Neste processo, foi feito o sequestro judicial dos bens do criminoso João Francisco Maxado, a fim de pagar as custas de um processo de devassa e suas diligências. Terras lavradias e um rincão de campos pertencentes ao réu foram designados para leilão em praça pública. Em arrematação, os bens foram comprados pelo capitão Manoel Cavalheiro Leitão, o único que ofereceu lance no leilão.

            Localidades mencionadas:
            Vila de nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            Autuação;
            Pregão;
            Arrematação;
            Depósito.

            Atuaram no processo:
            alcaide/porteiro Francisco do Amaral;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Francisco José de Santa Anna e Souza;
            escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral;
            depositário/capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz ordinário Caetano José de Souza;
            juiz ordinário Lino Subtil de Oliveira.

            Variação de nome;
            João Francisco Machado.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de quitação de Manoel Ribeiro da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-32117 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto dequitação realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Ribeiro da Silva (herdeiro);
            João Baptista de Sousa (tutor).

            Resumo:
            Neste processo, com o título de “autos de quitação que dá Manoel Ribeiro da Silva seu tutor João Baptista de Sousa”, Manoel Ribeiro da Silva apresenta que recebeu, diante de duas testemunhas, por meio de seu tutor João Baptista de Sousa, todos os bens que lhe pertenciam como herança do seu falecido pai, que tinha o mesmo nome que seu filho.

            Segundo o curador, o herdeiro foi emancipado por matrimônio. O escrivão menciona que o auto de inventário original foi estragado durante a “invasão dos rebeldes”, referindo-se à Revolução Farroupilha.

            Ao final do processo, o juiz geral major Joaquim Fernandes da Fonceca declara julgar a sentença da quitação e que as custas do processo devem ser pagas pelas partes envolvidas.

            Localidade relevante:
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõe o processo:
            correição;
            sentença;
            termo de quitação.

            Atuaram no processo:
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            curador geral major Joaquim Fernandes da Fonceca;
            juiz corregedor Joaquim Jose Henriques;
            juiz de órfãos e alferes João Thomas Silva.

            Auto de Pobreza de Rita Luisa da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-22602 · Processo · 1853 - 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Rita Luisa da Silva (falecida);
            José Manoel da Silva (inventariante e tutor).

            Herdeiros:
            Aurelio José da Costa (ausente);
            José Gabriel da Costa (ausente);
            Jezuino da Costa (ausente);
            João Marcellino da Costa;
            Joaquim de Souza da Costa.

            Resumo:
            José Manoel da Silva abre o processo após o falecimento de Rita Luisa da Silva, visando a organização de um inventário dos seus bens, por ela ter vivido em extrema pobreza. Como a finada deixou herdeiros ausentes e menores de idade, a ação contou com a nomeação dos tutores José Manoel da Silva e Clemente Antonio Gonçalves. O único bem inventariado foi uma morada de casas, localizada na rua do Desterro. A ação foi concluída com termo de depósito referente ao bem avaliado, assinado pelo depositário nomeado.

            Atuaram no processo:
            depositário e tutor Clemente Antonio Gonçalves;
            escrivão de órfãos José Honório de Sousa Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sérgio Lopes Falcão.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            primeira comarca;
            rua do Desterro.

            Compõem o processo:
            correição;
            sentença;
            termo de depósito;
            termos de juramento.

            Auto de pobreza de Pedro José de Goveia
            BR SC TJSC TRRJ-22401 · Processo · 1853-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na cidade do Desterro, capital da Província de Santa Catarina, na época sob a primeira comarca de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            A Justiça (requerente);
            Marcellina Rosa de Jesus (falecida);
            Pedro José de Goveia (requerido).

            Herdeiros:
            Emerenciana Rosa de Jesus;
            Raphael José da Goveita (falecido);
            Maria Rosa de Jesus;
            Pedro José de Goveia;
            Francisco José de Goveia (falecido).

            Resumo:
            Processo realizado por Pedro José de Goveia, viúvo e cabeça de casal, de sua falecida esposa, Marcellina Rosa de Jesus. O juiz responsável pelo caso notificou Pedro José para prestar juramento e declarar os bens de sua falecida mulher.

            Como bens, foram declarados animais, terras localizadas na freguesia da Lagoa, e dívidas passivas. Um avaliador foi nomeado para avaliar os itens declarados. Durante o processo, foi realizada a partilha de bens entre os herdeiros, e os partidores pediram para nivelar as parcelas de dinheiro partilhada entre os filhos e o viúvo.

            Ao final do processo, o juiz julgou a partilha por sentença, e os interessados foram encarregados de pagar as custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Honorio de Sousa Medeiros;
            juiz municipal de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            avaliador Alexandre Correa de Mello;
            avaliador Thomé Machado Vieira;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            signatário Domingos Dias de Sousa Medeiros;
            juiz corredor Guilherme Ricken.

            Localidades relevantes:
            Carvoeira;
            caminho da Carvoeira;
            caminho da freguesia da Lagoa;
            freguesia da Lagoa;
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            rua da Praia de Fora (atual praça Lauro Müller, Florianópolis);
            rio Tavares;
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            despesas;
            juramento do inventariante;
            juramento ao partidor;
            mandado;
            relação e avaliação dos bens;
            sentença;
            tabela da partilha.

            Variação de nome:
            rio do Tavares.