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            Notificação de Jozé Marinho de Bitancourt
            BR SC TJSC TRRJ-46582 · Processo · 1823
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de notificação realizada na cidade de Desterro, na época sob a comarca da ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jozé Marinho de Bitancourt (autor);
            Vicente José da Silveira (réu).

            Resumo:
            Neste processo, o autor Jozé Marinho de Bitancourt solicitou notificação e despacho em audiência pública contra o réu Vicente José da Silveira, para tratar da devolução de uma moenda de engenho no prazo de 24 horas a partir do feitio do pedido.
            O autor afirmou que o réu agiu com dolo e malícia ao ignorar as solicitações de devolução do objeto, enquanto o réu respondeu que o processo foi movido pelo autor por motivo de “louca e ambiciosa pretensão".
            O notificado foi sentenciado a pagar as custas.

            Localidades relevante:
            Enseada do Brito;
            Rio do Cubatão;
            cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            ação de notificação;
            audiência;
            conta;
            publicação;
            termo de desistência;
            termo de obrigação.

            Atuaram no processo:
            advogado e procurador Manoel da Silva Souza;
            escrivão Antonio Lopes da Silva;
            escrivão vintenário Alexandrino Fernandes Camargo;
            juiz de órfãos e juiz de fora Francisco José Nunes;
            porteiro Manoel José de Lima.

            Justificação de José Joaquim Soares
            BR SC TJSC TRRJ-63869 · Processo · 1818
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de Justificação feito na Capital, à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro

            Partes: José Joaquim Soares (justificante);

            Descrição: Justificação em que José Joaquim Soares comprou dos escravizados de Manoel de Miranda de Bitencourt, 400 braças de terras, ao lado do Rio Cubatão, que haviam sido doadas a Manoel por Ordem Régia, por conta do mesmo ser de origem açoriana. Justificante continua em posses das terras pacificamente cultivando em suas plantações. Contém testemunhos.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Rio do Cubatão; Freguesia da Enseada do Brito; Ilha de Açores;

            Atuantes: Escrivão João Francisco Cidade; Juiz Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva;

            Variação de nome: Freguesia da Enciada do Brito; Ajudante Miranda de Bitencourt; Salto Grande do Rio Cubatão; Juiz Ovideo Saraiva de Carvalho e Silva;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Justificação de Francisco Silveira de Mattos e outros
            BR SC TJSC TRRJ-63177 · Processo · 1823
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação de Francisco Silveira de Matto, Antonio Silveira de Matto e Bernardino José de Bitencour realizada na Capital, à época da cidade de Nossa Senhora do Desterro

            Partes: Francisco Silveira de Matto, Antonio Silveira de Matto e Bernardino José de Bitencour (Justificantes); Marianno Antonio Correa Borges e outros (Justificados)

            Resumo: Os justificantes entraram com um processo contra o justificado Capitão Marianno Antonio Correa Borges, o Governador João Vieira Tovar e Hipólito Jozé de Morozes, alegando que agiram com má-fé, lhes vendendo terras e depois negando sua legalidade sobre as terras. Tais terras eram de frente com a parte norte do Rio Cubatão, tiradas pelo governador João Vieira Tovar em 1818, sendo repartidas um ano depois dos suplicantes já terem comprado as terras.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Rio Cubatão; Enseada do Brito; Canasvieiras

            Agentes que atuaram:

            • Escrivão Antonio Lopes da Silva;
            • Juiz Francisco José Nunes;

            Variação de nome: Hipólito Jozé de Menezes; Francisco Silveira de Matto; Antônio Silveira de Matto;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Serafim José dos Passos
            BR SC TJSC TRRJ-76464 · Processo · 1851-1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Thomazia Maria da Conceição (inventariante);
            Serafim José dos Passos (inventariado).

            Herdeiro:
            Bernardina (menor);
            Caetana (menor);
            Elizia (menor);
            Felisbina Thomazia (menor);
            Francisco Serafim dos Passos (menor);
            João Serafim dos Passos (menor);
            Joaquim Serafim dos Passos (menor);
            Ludovina Thomazia (menor);
            Manoel Serafim dos Passos (menor);
            Maria Thomazia (menor).

            Resumo:
            Thomazia Maria da Conceição abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Serafim José dos Passos. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram um alambique de cobre, ferramentas, utensílios de plantação, mobília, casco de lombilho (sela), animais, casas e terras no lugar denominado “Praia de Fora”, fazendo frente com a estrada nacional.

            Além disso, o inventariante deixou algumas dívidas ativas e passivas. O juiz notificou os credores para apresentarem comprovante das pendências, que foram pagas com uma parte do patrimônio a partir de um auto de sequestro de bens. Mais tarde, o processo é visto em correição; o agente da justiça afirma que nem o curador dos órfãos nem o juiz poderiam renunciar o direito hereditário dos herdeiros para o pagamento das dívidas.

            Atuaram no processo:
            avaliador José Lourenço de Medeiros;
            avaliador José Pedro de Souza;
            curador dos órfãos e advogado Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão da correição David do Amaral e Silva;
            escrivão do juízo de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            juiz corregedor João José de Andrade Pinto;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos suplente Luiz Ferreira dos Nascimento;
            juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            juiz de órfãos segundo suplente Frederico Affonço de Barros;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
            oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
            oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            estrada nacional;
            freguesia da Nossa Senhora do Rozario da Enciada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
            Praia de Fora;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de sequestro;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de abstenção;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeyros.

            Inventário de Maria Caetana da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-77266 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario de Maria Caetana da Conceição realizado na Vila de São José, Comarca do Sul.

            Partes do Processo:
            Maria Caetana da Conceição (inventariado);
            Joaquim Rodrigues de Medeiros (inventariante)

            Herdeiro:
            Francisco Rodrigues (menor);
            Joaquim Rodrigues (menor);
            Francisca Rodrigues (menor);
            Manoele Rodrigues (menor);
            Julio Rodrigues (menor);
            Candica (menor);
            Laurintino (menor);

            Resumo: O inventário de Maria Caetana da Conceição incluía a divisão de bens como móveis, animais, casas e terras. Esses bens foram repartidos entre o marido dela e os herdeiros. As terras estavam localizadas no Morro dos Cavalos e em Maciambú.

            Atuaram no Processo:
            avaliador Antonio Pereira da Sá;
            avaliador Antonio Vieira Santos;
            curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            juiz de órfãos municipal suplente João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos suplente Domingues José da Costa Sobrinho;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades Relevantes:
            Villa de São José;
            Comarca do Sul;
            Província de Santa Catarina;
            Nossa Senhora do Rosário;
            Enseada do Brito;
            Morro dos cavalos;
            Maciambú;

            Compõem o Processo:
            Juramento do Curador;
            Juramento aos Avaliadores;
            Juramento de Partilha.

            Variação de Nome:
            Massiambu.

            Inventário de Luiza Marcelina de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-58997 · Processo · 1847 - 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Luiza Marcelina de Jesus (inventariada);
            Felisbino José Duarte (inventariante).

            Herdeiros (menores):
            Damiana;
            Fortunato;
            Manoel;
            Maria;
            Ritta.

            Resumo:
            O processo foi conduzido por Felisbino José Duarte, que inventariou os bens de sua falecida esposa, Luiza Marcelina de Jesus. Como a finada deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Dentre os bens avaliados, havia mobília, animais, terras, casas e dívidas. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. O juiz julga o processo por sentença, em que requereu o pagamento das custas de maneira pro rata; além disso, um dos parentes dos órfãos assina termo de obrigação, em que é responsabilizado a administrar os bens dos herdeiros até suas maioridades serem alcançadas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Luis de Espindola;
            avaliador Antonio Pereira da Silva;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão Manoel de Freitas Sampaio;
            juiz municipal e de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz municipal e de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            tesoureiro Apolinario da Silva.

            Localidades relevantes:
            cidade de São José;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do sul;
            freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição de bens;
            sentença;
            termo de juramento;
            termo de obrigação.

            Inventário de Luciana Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-40766 · Processo · 1844-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Luciana Rosa (inventariada);
            Mário de Duarte da Silva (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Rosa de Jesus;
            Carolina Rosa (menor de idade);
            Jozé Duarte da Silva (menor de idade);
            João Duarte da Silva (menor de idade);
            Francisco Duarte (menor de idade);
            Manoel Duarte (menor de idade);
            Maria Rosa (menor de idade);
            Felicidade (menor de idade);
            Mariana (menor de idade);
            Ignacio (menor de idade);
            Joaquim (menor de idade).

            Resumo:
            Inventário requerido por Mario de Duarte da Silva, viúvo da falecida Luciana Rosa.

            Dentre os bens, constam utensílios domésticos, ferramentas, um alambique e um forno de cobre, e demais mobília; havia também propriedades rurais, uma roça de cana açúcar, um engenho de cana de açúcar, com caixas para produção de garapa (caldo de cana de açúcar), e demais casas e terras; e, ainda, constavam dívidas pendentes. Além disso, o inventário continha 02 pessoas escravizadas, de nomes: Antonio (designado como de nação Moçambique) e Thomé (designado como crioulo).

            Julgado por sentença, o processo teve a partilha aprovada. O juiz, então, recomendou que se prosseguisse à prestação de juramento de tutela, a fim de administrar os bens dos herdeiros, majoritariamente menores de idade.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Pereira da Silva;
            avaliador Gabriel José de Quadros;
            curador Manoel do Nascimento Ramos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz municipal e de orfãos suplente Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz municipal e de orfãos suplente João Francisco de Souza;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            signatário Joaquim Affonso Pereira;
            signatário João Francisco de Souza;
            signatário João Marcoz da Costa Cardozo.

            Localidades relevantes:
            Ponta dos Cedros;
            Campo de Araçatuba;
            freguesia da Enseada de Brito;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            sentença;
            termo de juramento de avaliadores;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento de partidores;
            título de herdeiros.

            Variações de nome:
            Ponta dos Sedros;
            freguesia da Enceada do Brito;
            freguesia da Enseada do Brito.

            Inventário de Joaquina Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-45945 · Processo · 1852-02-12
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventariante Manoel Antônio da Silveira (viúvo). Moradores da Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito.

            Juiz dos Órfãos João Francisco de Souza
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara

            Fornos de cobre; alambique de cobre, canoa de pau de figueira, canoas de pau de garapuvu, gado, escravos, terras, casas, engenhos.

            São José, Segunda Comarca.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Joaquim José de Fraga
            BR SC TJSC TRRJ-52708 · Processo · 1848 - 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Bernarda de Moura (inventariante);
            Joaquim José de Fraga (falecido).

            Herdeiros:
            Antonio da Costa (co-herdeiro);
            Emerenciana Rosa;
            João Machado (co-herdeiro);
            José de Fraga;
            José d’Oliveira (co-herdeiro);
            Liocadia;
            Maria;
            Manoel de Fraga;
            Marianna (ausente);
            Miguel Joaquim de Fraga.

            Resumo:
            Neste processo, Anna Bernarda de Moura, esposa do falecido Joaquim José de Fraga, foi notificada para comparecer ao juízo da vila de São José e prestar seu juramento como inventariante. Como o finado deixou uma herdeira ausente, a ação contou com a nomeação de um curador para representá-la.

            Dentre os bens avaliados, haviam utensílios de cobre e ferro, uma arma de fogo, ferramentas, mobília, uma canoa, terras, casas e um engenho de farinha. Constam também dívidas passivas deixadas pelo finado. Após avaliado, o patrimônio passou por uma partilha entre os herdeiros e pagamento aos credores. O juiz julga o processo por sentença, requerendo que as custas sejam pagas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Pereira da Silva;
            avaliador Ignacio Joze da Silva;
            curador dos ausentes Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz dos órfãos suplente João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            freguesia da Enseada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
            Maciambú Pequeno;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            sentença;
            termos de juramento.

            Inventário de João dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-55983 · Processo · 1824
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário na cidade de Desterro, à época comarca da ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo: João dos Santos (falecido); Felizarda Maria (viúva e inventariante).

            Herdeiros: Manoel dos Santos (menor); João (menor); Albino (menor).

            Resumo: Felizarda Maria realizou o inventário de seu falecido marido João dos Santos morador na freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito, cidade de Desterro. Deixando filhos como herdeiros. Entre os bens inventariados constam casa, terras, animais dividas e uma escravizada de nome Felicidade (crioula), que foram repartidos entre seus herdeiros de comum acordo.

            Atuaram no processo: avaliador Antônio Pereira da Silva; avaliador Sebastião Duarte; curador João Francisco Cidade; escrivão Joaquim José de Souza Medeiros; Juiz Floriano Eloy de Medeiros; juiz Antônio Pereira Barreto Pedroso; partidor José Joaquim Bernardes de Moraes; partidor/ signatário José Honório de Souza Medeiros

            Localidades relevantes: freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito; cidade do Desterro; Ilha de Santa Catarina.

            Compõem o processo: custas de selo; autos de avaliação; autos de partição.

            Juiz de fora o major Floriano Eloy de Medeiros; freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito; cidade do Desterro na Ilha de Santa Catarina; João Francisco Cidade; avaliadores Antônio Pereira da Silva e Sebastião Duarte; escrivão Joaquim José de Souza Medeiros; curador nomeado João Francisco Cidade; 1 escrava; gado; propriedade rural; juiz de fora Antônio Pereira Barreto Pedroso (formou-se em Leis na Universidade de Coimbra, foi nomeado por D. Pedro I para o cargo de juiz de fora de Desterro em 1824, em Santa Catarina exerceu o cargo de auditor das tropas, em 1826 foi nomeado desembargador da Relação do Maranhão [6 meses depois o ato que o nomeou foi tornado sem efeito], em 1828 foi nomeado desembargador da Relação da Bahia, com exercício na Casa da Suplicação, em 1833 passou a pertencer à Relação do Rio de Janeiro, em 1847 foi nomeado ministro do Supremo Tribunal de Justiça, foi deputado na Assembleia Geral pela província do Rio de Janeiro, foi presidente da província da Bahia durante a revolta da Sabinada, foi agraciado por D. Pedro II com o grau de oficial da Ordem do Cruzeiro e tornou-se Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial em 1857, mesmo ano em que se aposentou).

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro