Partes: Clemente Antônio Gonçalves; escravizada Anna.
Órfãos libertos: Ritta; Manoel.
Autoridades: escrivão José de Miranda Santos; juiz de Órfãos Antônio Augusto da Costa Barradas.
Partes: Clemente Antônio Gonçalves; escravizada Anna.
Órfãos libertos: Ritta; Manoel.
Autoridades: escrivão José de Miranda Santos; juiz de Órfãos Antônio Augusto da Costa Barradas.
Partes: Silvestre Rodrigues Veiga; liberta Ritta.
Menores: Josepha; Pedro; Higina; Maria.
Partes: Maria Brasília da Cunha Pereira; Mariano José Pereira.
Escravizados: Francisca; Alberto.
Autoridades: escrivão Antônio Thomé da Silva; curador geral José Henrique de Paiva; curador geral Joaquim Ignácio d' Arnizaut Furtado; juiz Felisberto Elysio Bezerra Montenegro.
Partes: João Custodio de Lemos; escravizada Basilia.
Partes do Processo:
Manoel Jorge de Limeira;
Maria Junks;
Autos de pobreza realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Maria Angélica Pereira (suplicante);
José Caetano Pereira (falecido).
Herdeiros:
Anna Angélica;
Arminda Angélica;
Elvina Angélica;
João Caetano Pereira;
Julio Pereira.
Resumo:
Este processo se trata de um auto de pobreza, realizado por Maria Angélica Pereira, viúva de José Caetano Pereira. A suplicante prestou juramento e apresentou declarações, entre as quais afirmou que seu esposo não deixou nenhum bem, e aquilo que possuía foi utilizado durante o tratamento de suas enfermidades.
A viúva também foi nomeada tutora dos filhos menores. Ao final do processo, o juiz declara sentença e determina o pagamento das custas pela viúva.
Atuaram no processo:
curador geral de orfãos Candido Gonçalves de Oliveira;
escrivão José Honório de Sousa Medeiros;
juiz municipal de órfãos Sergio Lopes Falcão.
Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
primeira comarca.
Compõem o processo:
sentença;
termo de juramento.
Autos de curadoria e tutoria realizados na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Maria (menor);
Jacintho Joze Pacheco dos Santos (curador e tutor).
Resumo:
Nestes autos, a órfã Maria (designada como crioula), filha do falecido Apolinário (também descrito como crioulo) e de Floriana (designada como parda, "doida" e "louca"), necessitava de um tutor.
O juiz responsável pelo caso solicitou que Jacintho Joze Pacheco dos Santos fosse notificado para realizar um juramento perante os santos evangelhos e assinasse o termo de curador e tutor, cuja função ficaria encarregado de executar até Maria atingir a maioridade. Sua mãe, Floriana, apresentava doenças mentais e foi presa na cadeia da capital, Desterro, acusada de cometer injúrias. Ao final do processo, o tutor jurou agenciar, cuidar e educar a menor. Seu juramento foi deferido pelo juiz.
Atuaram no processo:
escrivão de órfãos Amâncio José Ferreira;
inspetor de 15º quarteirão Gabriel Gonçalves Pereira;
juiz de órfãos Joaquim da Rocha Linhares;
subdelegado de polícia Joaquim José Dias de Siqueira.
Localidades relevantes:
cadeia da capital;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
primeira comarca.
Compõem o processo:
ex officio;
portaria;
termo de juramento ao tutor curador.
Partes: Maria Ferreira da Conceição; Joaquim Venâncio Martins; Francisco José Alves.
Partes do processo:
Theresa Júlia Capella;
Maria Eufrasia;
José Candido Capella.
Partes do Processo:
Maria Rita de Nação Calabar (autor);
Francisco da Silva Mattos;
Antonio Ferreira da Cunha;
Vicente José da Silva;