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            Inventário de Flora Florentina de Sampaio
            BR SC TJSC TRPOA-21873 · Processo · 1876
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: Flora Florentina de Sampaio; Manoel Vieira Fernandes.

            Autoridades: escrivão Leonardo Jorge de Campos; escrivão Juvêncio Duarte Silva; escrivão João Narciso da Silveira; curador geral Candido Gonçalves de Oliveira; juiz Affonso de Albuquerque e Mello; juiz José Porfirio Machado de Araújo.

            Inventário de Florencio José Cardozo
            BR SC TJSC TRRJ-74963 · Processo · 1851-1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Florêncio José Cardozo (inventariado);
            Emerenciana Constancia (inventariante).

            Herdeiros:
            Candida (filha);
            Maria Constancia (filha);
            Carolina Constancia (filha);
            Manoel José Cardoso (filho);
            Ciprianna Constancia (filha);
            Filomena (filha);
            Florintina (filha).

            Resumo: Florencio faleceu deixando sete filhos. A inventariante Emerenciana é sua viúva. Dentre seus bens havia madeiras, terras e animais, além de dívidas que foram pagas juntamente com a partilha dos bens. O processo está incompleto, interrompido em meio à partilha.

            Atuaram no processo:
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier D'Oliveira Camara;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador José Joaquim dos Santos;
            partidor Joaquim Luiz de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha.

            Localidades relevantes:
            Braço de São João;
            Cubatão.

            Compõem o processo:
            Título de herdeiros;
            Juramento ao curador;
            Juramento aos avaliadores;
            Descrição e avaliação dos bens;
            Juramento aos partidores;
            Partilha.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Florentina Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-25193 · Processo · 1852-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Florentina Rosa de Jesus (falecida);
            Ignácio Manoel Vieira (inventariante).

            Herdeiros:
            Joaquim José Alexandre;
            Candido Borges dos Santos;
            Clarinda Florentina (menor de idade);
            Constancia Florentina (menor de idade);
            Leopoldina Florentina (menor de idade);
            Manoel Ignacio Vieira (menor de idade);
            Maria Florentina (menor de idade);
            Mariana Florentina (menor de idade);
            Pedro José Alexandre (menor de idade);
            Rita Florentina (menor de idade).

            Resumo:
            Neste processo, o juízo de órfãos da cidade de Desterro expediu uma notificação para Ignácio Manoel Vieira, morador no Saco dos Limões, para que este comparecesse em juízo para proceder ao inventário de sua falecida esposa, Florentina Rosa de Jesus. Ignácio era o segundo marido de Florentina; logo, a falecida tinha também herdeiros oriundos do seu primeiro matrimônio com o finado José Alexandre de Jesus.

            Na descrição e avaliação dos bens, foram descritos utensílios domésticos e louças de prata, cobre e ferro; mobília; veículos (um carro e duas canoas); animais de serviço e criação; e mais um engenho de farinha e terras. As propriedades eram situadas nas localidades de Baixio, Saco dos Limões, e algumas faziam fronteiras com a localidade de Campos da Ressacada, com a estrada pública, com o mar, com mangues, com vertentes e com morros. Foram também listadas dívidas.

            Nos bens, constaram também dois homens escravizados, na forma seguinte: um escravizado idoso e doente, Antonio, africano, descrito como “de nação Congo”; e a metade do valor de um escravizado chamado Vicente, designado como “crioulo”.

            Julgado por sentença, o processo teve suas partilhas dadas como procedentes. O juiz permitiu aos herdeiros o direito à reclamação em caso de divergências, e condenou os interessados às custas do processo.

            Após a sentença, requerimentos foram movidos por herdeiros à medida que estes atingiam a maioridade. Eles requereram certidões de batismo, a fim de comprovar terem idade suficiente para gerir seus bens.

            Atuaram no processo:
            arcipreste Joaquim Gomes de Oliveira e Paiva;
            arcipreste Macario Cesar de Alexandria e Souza;
            avaliador Antonio Francisco da Silva;
            avaliador Manoel Francisco de Mello;
            curador geral de órfãos Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
            escrivão ajudante do auditório eclesiástico e arciprestal João Luis do Livramento;
            juiz de órfãos e de paz suplente Estanislau Antonio da Conceição;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            oficial de justiça Antonio Pantalião do Lago;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor José da Costa d’Oliveira;
            partidor Pedro Antonio da Paixão;
            signatário João Damasceno Vidal;
            signatário Peregrino Servita de São Thiago;
            vigário Manoel Alvares de Toledo.

            Localidades relevantes:
            Baixio;
            Carianos (atual bairro em Florianópolis, Santa Catarina);
            Rio do Tavares (atual bairro de Rio Tavares, Florianópolis, Santa Catarina);
            Saco dos Limões (atual bairro em Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia da Lagoa (atual bairro da Lagoa da Conceição, Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia da Santíssima Trindade (atual bairro da Trindade, Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            certidões de batismo;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            mandado de intimação;
            requerimentos;
            sentença;
            termo de declaração;
            termo de juramento de avaliadores;
            termo de recebimento e responsabilidade;
            termos de louvação;
            título de herdeiros.

            Variações de nome:
            Florentina Rosa d’Jesus;
            Florentina Roza d’Jesus;
            Florentina Roza de Jesus;
            curador geral de órfãos Candido Gonçalves de Oliveira;
            oficial de justiça Antonio Pantaleão do Lago.

            Inventário de Floriana Augusta de Noronha
            BR SC TJSC TRRJ-20562 · Processo · 1860-1862
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na Comarca da Capital, à época localizada na cidade de Desterro.

            Partes do processo:
            Floriana Augusta de Noronha (inventariada);
            Felix Maria de Noronha (inventariante).

            Herdeiros:
            Guilhermina Augusta de Noronha;
            Candido Alvaro de Noronha;
            Guilherme Jorge de Noronha;
            Emilia Carolina de Noronha;
            Alfredo Marcelino de Noronha;
            Eduardo Augusto de Noronha (menor);
            Julia de Noronha (menor);
            Amelia de Noronha (menor);
            Leonor de Noronha (menor);
            Luiz Carlos (menor).

            Co-Herdeiros:
            Manoel Francisco da Costa;
            Luiz Carlos Augusto da Silva.

            Resumo:
            Felix Maria de Noronha está fazendo o inventário amigável de sua falecida mãe, Floriana Augusta de Noronha. O inventário é feito sem a existência de um testamento, com os bens sendo repartidos entre os herdeiros. A partilha consiste na avaliação e apregoamento de escravizados de nomes Manuel, Alexandre, Vicente, Joaquin, Paulo, Cornelio, José, João, Sartorio, e Pedro, totalizando o valor de quatorze contos e quinhentos mil reis (14:500$00). Houve juntada de documentos referente aos herdeiros e herdeiros ausentes representados por seus advogados, para partilha ao qual todos os herdeiros assinaram a avaliação e partilha. É requerido o pagamento de dívidas ao genro da falecida, Manoel Francisco da Costa, sendo necessário ser realizado a arrematação de um dos escravizados para arcar com o valor da dívida existente; posteriormente, o co-herdeiro também é cobrado por outra dívida mencionada no processo.
            O processo contém uma carta precatória para requerer a avaliação de bens que se encontravam na corte do Rio de Janeiro, sendo mandado a partir do ""Juízo de Órfãos de Desterro, Capital da Província de Santa Catarina"", para ""Juízo de Órfãos da Corte do Rio de Janeiro"".

            Atuaram no processo:
            escrivão interino dos órfãos Vidal Pedro Moraes;
            escrivão Fernando da Silva Couto;
            escrivão Joaquim do Amaral e Silva;
            tabelião João Antonio Lopes Gondim;
            curador Marcellino Antonio Dutra;
            procurador Manoel da Silva Mafra;
            avaliador Francisco Pereira da Costa;
            avaliador José Procópio Fontes Pereira;
            avaliador Gregorio da Soledade Pontes;
            pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesuis;
            oficial de justiça Ignacio Pedro Duarte;
            juiz municipal e órfãos Raymundo Borges Leal Castello Branco;
            juiz municipal e de órfãos suplente Francisco Duarte e Silva;
            juiz de paz tenente coronel Amancio Silveira de Souza
            juiz de órfãos e ausentes José Joaquim de Siqueira
            juiz corregedor José Nicoulau R.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Capital de Santa Catarina);
            província de São Paulo;
            província de Paraná;
            Corte do Rio de Janeiro.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Juramento ao inventariante;
            Declaração e descrição dos bens;
            Carta precatória para avaliação de bens;
            Petição de dividas;
            Traslado de edital;
            Auto de praça;
            Pagamento de contas.

            Variação de nome:
            inventariante Felis Maria de Noronha.

            Inventário de Ignácio Homem
            BR SC TJSC TRPOA-25171 · Processo · 1851
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Ignácio Homem (falecido); Manoel Ignácio Homem (inventariante)

            Desterro; valores em dinheiro; moveis; engenho de farinha; casas; Pantanal; divida; objetos em prata; cortiços, restauro.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inventário de Ilibia Maria da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-19976 · Processo · 1846-1861
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Ilibia Maria da Conceição (falecida);
            Hipolito Machado Dias (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Antonio Vicente Fernandes (co-herdeiro)
            Balbina (menor de idade);
            Dionizio (menor de idade);
            Filipino Soares (co-herdeiro);
            José (menor de idade);
            Manoela;
            Maria (menor de idade);
            Maria Isabel;
            Maximianna (menor de idade).

            Resumo:
            Neste processo, o capitão Hipolito Machado Dias foi notificado para prestar juramento como inventariante do inventário de sua falecida esposa, Ilibia Maria da Conceição. Após ser nomeado inventariante, juntamente do co-herdeiro Antonio Vicente Fernandes, são indicados os avaliadores dos bens do inventário.

            Dentre os bens haviam casas, um sítio, e uma grande quantidade de animais. Além disso, foram deixadas dívidas ativas e passivas. Constam também 13 pessoas escravizadas: Caetano, Domingos, Damario e Adão, designados como crioulos; Francisca, Joaquina, Joana, Josepha, Marta e Antonia, designadas como crioulas; Luisa, designada como “de nação”; e Joaquim e Antonio, sem designações específicas.

            Durante o processo, o co-herdeiro Antonio prestou juramento para cuidar dos dotes de sua esposa Manoela, por ser cabeça do casal. Ficou também responsável pelo co-herdeiro Filipino Soares e sua esposa Maria Isabel, por estarem ausentes. No entanto, em uma declaração entregue pelo inventariante ao escrivão, Generoso Pereira dos Anjos, foi dito que sua filha Maria Isabel já estava recebendo os dotes, portanto não mais sendo de necessidade do co-herdeiro Antonio cuidar de tais bens.

            Foi feita a partilha dos bens, sendo pagos os credores e herdeiros da falecida. Além disso, o inventariante foi notificado para que dentro de 24 horas assinasse o termo de tutoria dos seus filhos.

            O inventariante, como tutor de seus filhos, em requerimento pediu que fossem trocados bens dos herdeiros, por meio do escambo de alguns campos de terras em melhores condições. Estes campos foram doados pelo finado Policarpo Jose de Oliveira.

            Por meio da sentença, o juiz julgou a partilha como sendo procedente, e obrigou os interessados a pagar as custas do processo; e também ordenou que fossem feitos os devidos procedimentos para regularizar a tutela dos menores.

            Ao final do processo, consta uma correição em que é mencionado o inventário de Francisca de Paula, falecida esposa do viúvo Silvestre Luis Duarte.

            Atuaram no processo:
            avaliador Jozé Candido Coimbra Mayer;
            avaliador alferes Antonio Fellipe Pessoa;
            curador geral João Vicente Fernandes;
            coletor tenente Luiz Gonzaga de Almeida;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Júnior;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos Antonio Caetano Machado;
            juiz municipal e de órfãos segundo suplente Lourenço Dias Baptista;
            partidor Jorge Trueter;
            partidor Joaquim Manoel de Oliveira.

            Localidades relevantes:
            fazenda de Vacas Gordas;
            rua Direita;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            comarca do norte.

            Compõem o processo:
            carregação e avaliação dos bens;
            contas;
            correição;
            partilha;
            sentença;
            termo de declaração;
            termo de escambo;
            termo de juramento e declaração do cabeça de casal;
            termo de juramento aos louvados;
            termo de juramento dado ao co-herdeiro;
            termo de louvação;
            termo de juramento aos partidores;
            termo de juramento de tutoria;
            título de herdeiros.

            Variação de nome:
            Hipolito Maxado Dias.

            Inventário de João José da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-24817 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João José da Silva (inventariado);
            Joaquina Maria da Conceição e Silva (inventariante).

            Herdeiros órfãos:
            João;
            Joaquina;
            Maria.

            Resumo:
            O processo foi conduzido por Joaquina Maria da Conceição e Silva, que inventariou os bens de seu falecido marido, João José da Silva. Entre os bens inventariados, destacam-se móveis, utensílios, objetos religiosos e uma casa. Consta no processo 3 pessoas escravizadas, de nomes: Carlota, descrita como crioula, Miguel, descrito como pardo e menor de idade, e sua mãe, não nomeada. Além disso, o falecido deixou dívidas pendentes. Ao final do processo há um juramento feito pelo tutor Daniel Antonio da Silva Simas em relação à tutoria dos órfãos menores filhos do casal, bem como um auto de tomada de contas referente a sua tutoria.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
            juiz municipal de órfãos suplente comendador Agostinho Leitão de Almeida;
            escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão João Gonçalves da Silva Peixoto;
            tabelião João Antonio Lopes Gondim;
            avaliador Domingos Vellozo d’Oliveira;
            avaliador Floriano José Villela;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Manoel Joaquim da Costa Cardoso;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            tutor dos órfãos Daniel Antonio da Silva Simas;
            fiador Antonio Joaquim da Silva;
            tesoureiro João Francisco Cidade;
            signatário Mario Antonio Caminha;
            signatário Antonio Francisco Moreira;
            advogado e curador Caetano de Araujo Figueredo Mendonça Furtado.

            Localidades relevantes:
            Rua da Paz;
            Rua do Príncipe;
            Cidade de Desterro.

            Compõem o processo:
            descrição e avaliação de bens;
            auto de partilha;
            juramento ao curador;
            juramento ao tutor;
            auto de contas tomadas;
            traslado de escritura.

            Variação de nome:
            inventariado João Jozé da Silva.

            Inventário de João Ricardo dos Santos
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-9469 · Processo · 1892
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            João Ricardo dos Santos (falecido)
            Candida Rosa de Jesus (viuva)
            Manoel Francisco de Oliveira (filho)
            Maria Candida de Jesus (filha)

            Terras; engenho de farinha; São Miguel; móveis; moinho de milho; engenho de cana; anaimais; ganchos; engenho de açúcar; dívidas.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de João Thomaz e Silva
            BR SC TJSC TRRJ-28476 · Processo · 1861
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Alferes João Thomaz e Silva (falecido); João Ferreira da Maia (herdeiro testamenteiro e inventariante)

            João Ferreira da Maia era casado com Luzia Alves Vianna, filha do falecido;
            José Luiz Pereira, Ismael de Liz e Silva, Manoel Ignacio de Liz, Maria Thereza Pereira, herdeiros e co-herdeiros; escrivão interino Theodorico José Correia; no testamento, o falecido realiza doação (em usufruto) de parte de suas terras ao reverendo padre Miguel Teixeira Guimarães; a doação ao padre, caso não aceitasse as condições ou depois de sua morte, seria transferida para as netas e netos do falecido; deixa uma vaca para cada um dos órfãos Antonio e sua irmã Maria Bugra, filhos legítimos dos falecidos Manoel Bugre e de sua mulher Thereza Bugre, os quais estavam na companhia do genro do falecido, João Ferreira da Maia (fl. 10); na segunda parte do inventário, o termo bugre é substituído por Borges (fls. 84-85); oferece metade da liberdade à sua escrava (parda) Leocadia, pelos bons serviços prestados e pede aos seus herdeiros que façam o mesmo com a outra metade do valor da escrava, ou ao menos facilitem a sua liberdade; liberta o escravo Antonio, de nação Benguela, por ser velho e doente; para o pagamento de suas dívidas deixou responsável o inventariante; o falecido possuía dívida com o senhor João Baptista Caetano, de Porto Alegre; dívida com o senhor Bento Albino, de Sorocaba; vila de Lages, comarca de São José; juiz municipal José Joaquim da Cunha Passos; escrivão Constancio Xavier de Souza; juiz de órfãos José Nicolau Pereira dos Santos; utensílios domésticos; propriedades rurais; Fazenda do Amola Facas; gado; cavalos; burros; 7 escravos; o herdeiro Manoel Ignacio discordou da partilha (porque suas dívidas com o pai foram contabilizadas).

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro