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            Autos de arrecadação de João da Cunha Bitancourt
            BR SC TJSC TRRJ-45266 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de arrecadação realizados na vila de Porto Bello, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João da Cunha Bitancourt (suplicante);
            Agostinho Alves Ramos (suplicado);
            Ana Maria Ramos (falecida).

            Resumo:
            O coletor das rendas provinciais João da Cunha Bitancourt abre o processo para notificar Agostinho Alves Ramos, viúvo inventariante de Ana Maria Ramos. A ação tem como objetivo a cobrança de impostos não pagos à Fazenda Provincial, em razão do inventário da falecida; para tal, são requeridas arrematações de bens em praça pública, com um prazo de 5 dias para o suplicado tornar-se presente.

            Uma das taxas requeridas era o imposto sobre a compra de Emilia, mulher escravizada designada como crioula. Dentre os bens indicados para a quitação da dívida, constam uma Ilhota de nome “Volta Franzina”, terrenos para edificação e um iate chamado “Sete de Abril”. Alguns recibos são anexados ao decorrer do processo, como comprovante de adjudicação do patrimônio.

            Após a publicação dos editais de praça, os bens foram colocados para arrematação por meio de pregões públicos. O iate e os terrenos obtiveram lances, e os arrematadores tornaram-se presentes para assinar termo de depósito, sendo a ação julgada por sentença pelo juiz. Ao final do processo, é revelado que a ilhota não havia recebido nenhum lançador, sendo necessário notificar o suplicante.

            Atuaram no processo:
            avaliador Francisco Pereira;
            avaliador Jozé Pereira;
            coletor de rendas Mauricio Luis de Campos;
            depositário Antonio José de Medeiros;
            depositário e escrivão Manoel Joaquim Rebello;
            escrivão Antonio Ramos Martins;
            escrivão Cÿpriano Ramos Martins;
            juiz municipal e de órfãos José da Silva Mafra;
            oficial de justiça João Alexandre Teixeira;
            oficial de justiça e pregoeiro dos auditórios José Maria Nunes.

            Localidades relevantes:
            freguesia do Santíssimo Sacramento;
            Itajahi (atual município de Itajaí, Santa Catarina);
            primeira comarca;
            rio Itajaí Mirim;
            vila de Porto Bello (atual município de Porto Belo, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos de arrematação;
            autos de praça;
            cópias de editais de praça;
            petições;
            pregões;
            recibos;
            sentença;
            termo de depósito;
            termos de juramento.

            Autos cíveis de provas de Hipolito Maximiano Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-78551 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos cíveis de provas realizados na vila de Lages, à época sob comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Hipolito Maximiano Pereira (autor);
            Bernardo Gomes de Oliveira (réu).

            Resumo:
            Neste processo, Hipolito Maximiano Pereira abriu um auto cível contra o réu Bernardo Gomes de Oliveira, a fim de cobrá-lo por dívidas provenientes da compra de uma fazenda. O autor afirmou que o réu ignorou os diversos meios conciliatórios a tratar deste débito, e solicitou o reembolso do valor pedido e o pagamento das custas do processo, além da execução da arrematação de seus bens. Dentre tais bens, constam um chalé, varas de algodão, lenços, novelos de linho e botões. Durante o processo, foram realizadas audiências públicas, mas o réu não compareceu. A ação foi finalizada com a pena de revelia aplicada ao denunciado, que foi condenado a pagar as custas.

            Localidade relevante:
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            ata de audiência;
            citação;
            condenação;
            lista de dívidas;
            procuração;
            contas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Antonio Botelho;
            escrivão e tabelião Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            juiz de paz João Thomaz e Silva;
            pregoeiro Joze Antonio de Oliveira;
            procurador Estevão Tiomacio dos Santos.

            Autos cíveis de provas de Hipolito Maximiano Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-79627 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos cíveis de provas realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Hipolito Maximiano Pereira (autor);
            Joaquim da Costa Moreira Junior (réu).

            Resumo:
            Neste processo, Hipolito Maximiano Pereira requereu uma ação cível para citar Joaquim da Costa Moreira Junior, a fim de cobrar dívidas originadas pela compra fiada de bens secos, descritos no processo como "fazendas secas". Além disso, o autor afirmou que o réu lhe devia uma quantidade de arrobas de café, açúcar e diversos tipos de tecidos, mas que ignorou os meios amigáveis de solucionar o débito. O suplicante requereu que o autor pagasse as dívidas principais e as custas causadas, sob pena de revelia. Enquanto o processo estava em andamento judicialmente, o autor afirmou que teria se ajustado amigavelmente com o devedor, assinando um termo de desistência para cessar a ação. Posteriormente, o caso foi visto em correição, com a solicitação de que o juiz responsável o apresentasse à coletoria para arrecadação do selo. Quando o selo foi arrecadado, o autor foi citado para pagar sua revalidação e multa pelo abandono do processo.

            Localidade relevante:
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            citação;
            ata da audiência;
            procuração;
            termo de desistência;
            correição.

            Atuaram no processo:
            coletor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão Generozo Pereira dos Anjos;
            escrivão João de Castro Nunes;
            escrivão de paz José Antonio Botelho;
            escrivão e tabelião Mathias Gomes da Silva;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            juiz de paz João Thomaz e Silva;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            juiz municipal Jozé Nicolau Pereira dos Santos;
            pregoeiro Joze Antonio de Oliveira;
            procurador Estevão Tiomacio dos Santos.

            Autos cíveis de embargos contra João Pedro Machado
            TRRJ-59145 · Processo · 1863-03-12
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor da ação: José Mendes da Costa Rodrigues.
            Dívida. Bens escondidos (peças de engenho, canoas).

            Juiz Municipal e do Comércio Joaquim Antônio de Camargo.
            Escrivão Antônio Ramos Martins.
            Oficial de Justiça Paulino José de Mello.
            Oficial de Justiça Pedro Medeiros de Souza Santa Anna.

            Zimbros, Freguesia de Porto Belo, Vila de São Sebastião da Foz de Tijucas, Comarca de São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Sequestro dos Bens de Joze Francisco
            BR SC TJSC TRRJ-19565 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Sequestro de Bens realizado na Vila de Lages, na época sob a Comarca de Curitiba e Paranaguá.

            Partes:
            Manoel Barboza (inventariante)
            Salvador Joze de Araujo (inventariante)
            José Francisco (inventariado).

            Resumo:
            É requerido o sequestro dos bens do falecido Joze Francisco, com a subsequente avaliação e arrematação dos mesmos, visto que ele não possui herdeiros. O processo é movido pela ação do alcaide Manoel Barboza, que estava responsável pelos bens, e pelo depositário Salvador Joze de Araujo. Entre os bens avaliados e arrematados encontram-se: utensílios, ferramentas, roupas, armas de fogo, joias, animais, plantações de feijão e milho. Além disso, é feita a cobrança de dívidas pendentes do falecido.

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;

            Atuaram no processo:
            alcaide Manoel Barboza;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraez Lara;
            depositário e avaliador Salvador Joze de Araujo;
            avaliador Antonio Joze Antunes;
            porteiro Manoel Barboza Gonçalves;
            juiz ordinário e arrematador Joze Jacinto de Oliveira;

            Compõem o processo:
            Auto de sequestro;
            Auto de arrematação de bens;
            Prestação de contas.

            Variações de nome:
            Francisco José e Santanna;
            inventariado Joze Fernandes;
            inventariado Joze Fernandes da Silva;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraiz Lara;
            escrivão Joaquim Antonio de Araujo;
            escrivão Meaquim Antonio de Moraes.

            Auto de pobreza de Pedro José de Goveia
            BR SC TJSC TRRJ-22401 · Processo · 1853-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na cidade do Desterro, capital da Província de Santa Catarina, na época sob a primeira comarca de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            A Justiça (requerente);
            Marcellina Rosa de Jesus (falecida);
            Pedro José de Goveia (requerido).

            Herdeiros:
            Emerenciana Rosa de Jesus;
            Raphael José da Goveita (falecido);
            Maria Rosa de Jesus;
            Pedro José de Goveia;
            Francisco José de Goveia (falecido).

            Resumo:
            Processo realizado por Pedro José de Goveia, viúvo e cabeça de casal, de sua falecida esposa, Marcellina Rosa de Jesus. O juiz responsável pelo caso notificou Pedro José para prestar juramento e declarar os bens de sua falecida mulher.

            Como bens, foram declarados animais, terras localizadas na freguesia da Lagoa, e dívidas passivas. Um avaliador foi nomeado para avaliar os itens declarados. Durante o processo, foi realizada a partilha de bens entre os herdeiros, e os partidores pediram para nivelar as parcelas de dinheiro partilhada entre os filhos e o viúvo.

            Ao final do processo, o juiz julgou a partilha por sentença, e os interessados foram encarregados de pagar as custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Honorio de Sousa Medeiros;
            juiz municipal de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            avaliador Alexandre Correa de Mello;
            avaliador Thomé Machado Vieira;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            signatário Domingos Dias de Sousa Medeiros;
            juiz corredor Guilherme Ricken.

            Localidades relevantes:
            Carvoeira;
            caminho da Carvoeira;
            caminho da freguesia da Lagoa;
            freguesia da Lagoa;
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            rua da Praia de Fora (atual praça Lauro Müller, Florianópolis);
            rio Tavares;
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            despesas;
            juramento do inventariante;
            juramento ao partidor;
            mandado;
            relação e avaliação dos bens;
            sentença;
            tabela da partilha.

            Variação de nome:
            rio do Tavares.

            Auto de pobreza de Maria Gertrudes
            BR SC TJSC TRRJ-12134 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Nicolao Born (falecido);
            Maria Gertrudes (requerente e inventariante).

            Herdeiro:
            João Born (menor).

            Resumo:
            Maria Gertrudes, viúva de Nicolao Born e responsável pelo inventário dos bens deixados por ele, morador da vila São José, pediu ao juiz que fosse concedido um auto de pobreza. Ela fez esse pedido para não precisar pagar o valor do selo exigido no processo.

            Nicolao deixou um filho menor de idade como herdeiro. Entre os bens deixados estão: terras, casas, móveis, utensílios domésticos e também dívidas.

            O pai de Nicolao informou que parte das terras foi vendida sem autorização judicial, com o objetivo de pagar dívidas e as despesas do funeral.

            Depois de analisar todos os bens e a situação do inventário, o juiz decidiu que seriam cobradas as custas fazendárias, ou seja, os valores devidos ao Estado pelo andamento do processo.

            Atuaram no processo:
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira;
            juiz Domingo José da Costa Sobrinho;
            juiz João Francisco de Souza;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            vila de São José (atual município em Santa Catarina);
            comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            recibo de pagamento de custas;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento de partidor.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Partilha de João Adão Schmitt e Anna Maria Bing
            BR SC TJSC TRRJ-59958 · Processo · 1816
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Partilha realizado na Vila de São José.

            Foram partes do processo: João Adão Schimidt e Anna Maria Bing, ambos inventariados.

            Resumo: Inventário dos falecidos João Adão Schimidt e Anna Maria Bing; contendo herdeiros, terras e dívidas.

            Localidades mencionadas:

            • São José;
            • Biguaçu;
            • Freguesia de São Pedro de Alcântara;
            • Itajaí;
            • Tubarão;
            • Sismaria dos Pinheiros;
            • Rio Imarui;
            • Maciambu;

            Atuaram no processo:

            • Escrivão Francisco Xavier d'Oliveira Camara Junior
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro