Estupro

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              Sumário Crime de Ignácio Júlio Borges
              BR SC TJSC TJSC-AJ-66449 · Processo · 1918
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Ignácio Júlio Borges (réu);
              A Justiça (autor);
              Marcellina Angla (vítima).

              Defloramento; estupro; menor; empregada; Nictheroy (Niterói-RJ); testemunha; rua Nunes Machado, n. 19; Parochia de Tijucas;

              Augusto Lustosa Teixeira de Freitas, promotor público;
              Adelaide de Almeida;
              Carlos da Motta Azevedo Corrêa, médico perito;
              Cid Campos, delegado de polícia;
              Eulinia Maria Rosa;
              Elpidio Cardozo da Costa;
              João Angla;
              João Costa;
              Joaquim David Ferreira Lima, médico perito;
              Julio Borges;

              Manoel Cantalicio Guimarães, escrivão de polícia;
              Maria Amelia da Silva;
              Maria Senhorinha Angla;
              Munique Eulalio Mafra;
              Nereu Ramos, advogado;
              Ovídio Silva.

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Sumário Crime de Francisco Germano da Costa
              BR SC TJSC TJSC-AJ-64938 · Processo · 1916
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Francisco Germano da Costa (réu);
              Ignez Maria de Souza (vítima);
              A justiça por seu promotor (autor.)

              Defloramento; estupro; menor; virgindade; promessa de casamento; jornal; apelação crime nº 1051; distrito de Canasvieiras; jornal “O Dia” de 28-05-1916, 10-09-1916, 05-06-1917 e 02-09-1917.

              Variação de nome: Ignez Maria de Sousa.

              Antonio Gomes Ramagem, juiz de Direito;
              Augusto Teixeira de Freitas, advogado;
              Campos Junior, escrivão;
              Fernando Machado Vieira;
              Francisco M. da Costa, testemunha;
              João Gualberto de Souza Brito, testemunha;
              Manoel Luiz da Silva, testemunha;
              Manoel Luiz da Costa, testemunha;
              Marcelino Jacintho da Costa, testemunha;
              Manoel Cantalicio Guimarães, escrivão;
              Oscar Lima, juiz de direito da comarca de Florianópolis;
              Salvio de Sá Gonsaga, desembargador;
              Salustiano C. Souza, oficial de justiça.

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Sumário Crime de Antônio Manoel da Costa Júnior
              BR SC TJSC TRPOA-30661 · Processo · 1889
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Partes:
              Antônio Manoel da Costa Júnior (réu); Teodora da Rosa dos Prazeres (vítima); Manoel Bruno Apolinário (pai)

              Baguais; Defloramento; Menor; Sedução; Promessa de casamento; Estupro; Incompleto;

              Perito José Menandro Barreto; Perito Benedicto Soares Aranha; Escrivão José Luiz pereira; Juiz José Antunes de Lima e Silva; Promotor público João José Pereira de Andrade; Vigario Antonio Luiz Esteves de Carvalho; Juiz Ignacio Alves de Chaves; Juiz Saturnino da Silva Furtado;

              Variação de nome; Theodora da Roza dos Prazeres;

              22 Folhas.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Processo Crime de Virgolina Rosa de Oliveira
              BR SC TJSC TJSC-AJ-7410 · Processo · 1917
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Virgolina Rosa de Oliveira (vítima)

              Estupro coletivo; invasão de propriedade; sequestro; vítima não consegue identificar os homens; denúncia não aceita; alegação de não haver provas do crime; órfã; incompleto; sem capa

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Processo Crime de Salvador Antônio Moreira
              BR SC TJSC TJSC-AJ-17272 · Processo · 1902
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Salvador Antônio Moreira (réu);
              Emília Augusta Moreira (vítima);
              A Justiça Pública (autor).

              Campo Alegre; estupro; menor; incesto; violência contra mulher. Comarca de São Bento; Vila de Campo Alegre – São Bento; imigrante alemã.

              Anna, filha de Rika;
              Augusto Theotonio Pereira, testemunha;
              Ernesto Walf;
              Filisade Agostinho dos Santos, testemunha;
              Felicidade Alves da Maia, testemunha;
              Francisco Theodoro Julio Gall, adjunto do promotor público;
              Francisco Engel, oficial de justiça;
              Guilherme Müller;
              João Firmino Machado, subcomissário de polícia;
              José Bueno de Souza, procurador;
              Lourenço Preto de Lima;
              Marcellino Gonçalves Pereira, testemunha;
              Moyses Lopes da Cruz, oficial de justiça do juízo de paz;
              Olympio Nobrega de Oliveira, testemunha;
              Procopio José de Souza, testemunha;
              Rika Guilhermina Millnitz, amasiada do acusado;

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Processo Crime de Marcelino Maria de Jesus
              BR SC TJSC TRPOA-50895 · Processo · 1886
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Processo Crime na vila de São Joaquim da Costa da Serra, à época comarca da Capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo: Marcelino Maria de Jesus (réu); Anna Joaquina da Luz (vítima).

              Escravizado: Marcelino Maria de Jesus.

              Resumo: O escravizado Marcelino Maria de Jesus, pertencente a Antônio da Silva Mattos, residente no Quarteirão da Ilha, na vila de São Joaquim da Costa da Serra foi formalmente acusado de estupro, agressão física e lesão corporal contra Anna Joaquina da Luz, também moradora do Quarteirão do Morro do Agudo. O caso foi encaminhado às autoridades policiais da região.
              O delegado responsável instaurou inquérito e requisitou exame de corpo de delito, que confirmou a presença de ferimentos provocados por arma branca no corpo da vítima. Diversas testemunhas foram ouvidas durante o processo investigativo, o que levou à decretação do auto de prisão de Marcelino.
              Concluída a fase de instrução, o juiz competente determinou o julgamento do réu, que foi considerado culpado por múltiplos crimes, conforme registrado na ata da audiência. O curador de Marcelino, dado seu status de pessoa escravizado, interpôs recurso junto ao Tribunal da Relação de Porto Alegre, alegando irregularidades na condução da investigação e no julgamento.
              Apesar da apelação, com direito a replica e treplica, o tribunal manteve a condenação após novo julgamento, encerrando o processo com a confirmação da culpa do réu.

              Atuaram no processo: assinante Joaquim das Palmas da Silva e Mattos; curador Thomaz Antônio de Oliveira; delegado Antônio Firmino de Figueiredo; escrivão Bernardino Esteves de Carvalho; escrivão Trajano José Sousa; juiz Joaquim Fiuza de Carvalho; oficial de justiça Antônio Joaquim de Sant’Anna; oficial de justiça João da Trindade e Souza; perito Antônio Rebello Flores; perito Glicério Chaves de João Boaventura; promotor Mauricio Ribeiro Mordana; promotor Antônio Rickem de Amorim.

              Localidades relevantes: vila de São Joaquim da Costa da Serra; Quarteirão da Ilha; Quarteirão do Morro do Agudo, vila de Lages; Cidade de porto Alegre.

              Compõem o processo: corpo de delito; auto de prisão; auto de julgamento; auto de apelação.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Processo Crime de Joaquim Moura
              BR SC TJSC TJSC-AJ-17278 · Processo · 1903
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Joaquim Moura (réu);
              Joaquim Justino (réu);
              Helena Ziebarth (vítima);
              A Justiça Pública por seu promotor (autor).

              Topônimo: Mato Preto; estupro; menor; violência contra mulher; comarca de São Bento;

              Américo Wordell, testemunha;
              Ernesto Wolf, testemunha;
              Frederico Henning, testemunha;
              Filippe Maria Wolff, médico perito;
              Francisco Theodoro Julio Gall, adjunto do promotor público;
              Gustavo Ziebarth;
              Helena Ziebarth, informante;
              José Lucio Pereira, testemunha;
              José Mayer;
              Manoel Gomes Tavares;
              Manoel Barreto, promotor público;
              Vasconcelos, escrivão;

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Processo Crime de Francisco Rachadel
              BR SC TJSC TJSC-AJ-76828 · Processo · 1903
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Francisco Manoel Rachadel (réu);
              Julia Luísa Cidade (vítima);
              A Justiça por seu promotor (autor).

              Defloramento; estupro; menor; hipossuficiência; recurso nº 95. Comarca de São José. Topônimos: “Barreiros”, “Sapé” “Praia Comprida”, “Estreito”, “Capoeiras”;

              Antero Francisco de Assis, desembargador;
              Ana de Jesus, informante;
              Antônio Sebastião Lentz;
              Arthur Horácio da Roza;
              Caetano José Ventura;
              Christaldo Bubre do Rio Grande, escrivão;
              Egidio Francisco das Chagas, prefeito de polícia do Estado;
              Ernesto Alvaro Pereira de Miranda, médico perito;
              Eugênio Boaventura Pereira;
              Henrique Eulálio Mafra;
              João Bernardino de Souza, testemunha;
              João de Oliveira Barbosa;
              Joana Bernardina da Conceição, testemunha;
              João Gomes da Silva, oficial de Justiça;
              João da Silveira Barbosa, secretário interino da superintendência de São José;
              José Victorino dos Santos Lessa;
              José Antônio Vaz, comissário de polícia;
              Julio Luis da Silva, testemunha;
              Maria Bernardina da Conceição, testemunha;
              Manoel Antônio Aceno, testemunha;
              Manoel João de Brito;
              Miguel Antônio da Rosa, testemunha;
              Onofre Pedro Cidade, pai da vítima;
              Pedro Antônio Vieira, oficial de justiça;
              Thomas Francisco de Souza;

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Libelo Crime de Bento José Moraes
              BR SC TJSC TRRJ-62848 · Processo · 1849-1855
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Libelo crime realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Bento José Alvares (autor);
              Emilia Maria do Espírito Santo (vítima);
              Jacinto Claudino Machado (réu).

              Resumo:
              Este processo se inicia com a acusação de que Jacinto Claudino Machado teria se envolvido com uma menina menor de idade, Emilia Maria do Espírito Santo, com quem teria mantido relações sob a promessa de casamento. O autor do libelo foi Bento José Alvares, pai da vítima.

              O crime resultou em uma gravidez, e a vítima declara que o réu não aceitou seu estado, demandando que ela tomasse “remédios de azougue”. Após os depoimentos e a análise da certidão de batismo da vítima, que comprova a sua menoridade, o juiz conclui que esse se trataria de um crime com agravantes (como os de “defloramento” e “aborto”), e o repassa para a subdelegacia de São José, pronunciando o réu.

              Já pronunciado, o réu presta fiança pelo crime de estupro e assina termo em que se obriga a comparecer ao Tribunal do Júri. Em tentativa de resposta ao libelo acusatório, Jacinto alegou que não cometeu estupro e não havia prometido casamento à vítima, contrariando a sentença dada. No tribunal, o réu foi interrogado e o júri o declarou culpado por maioria de votos.

              Após isso, o réu abre um termo de apelação e o processo é concluído sem uma nova sentença. O caso começou a ser julgado na Comarca do Sul, no início de 1849, e foi finalizado quando ela já era denominada de “Segunda Comarca”.

              Atuaram no processo:
              administrador Gaspar Xavier Neves;
              árbitro Domingos José da Costa Sobrinho;
              árbitro Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão da coletoria Florencio Gomes de Castro Campos;
              escrivão da subdelegacia Duarte Vieira da Cunha;
              escrivão interino do júri e tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos;
              fiador tenente coronel Jose da Silva Ramos;
              juiz de direito José Rodrigues Pinheiro;
              juiz José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
              juiz municipal segundo suplente e delegado de polícia João Francisco de Souza;
              oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
              promotor público Eleutherio Francisco de Souza;
              signatário Francisco Honorato Cidade;
              signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
              subdelegado Francisco da Silva Ramos;
              subdelegado Manoel Joaquim Teixeira.

              Localidades relevantes:
              Capoeiras;
              comarca do sul;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              contas;
              correição;
              libelo crime acusatório;
              petições;
              remessa;
              sentenças;
              termo de apelação;
              termo de fiança;
              termos de obrigação;
              testemunhas.

              Variação de nome:
              Jacintho Claudino Machado;
              Jacinto Maxado.