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          Libelo Crime de Bento José Moraes
          BR SC TJSC TRRJ-62848 · Processo · 1849-1855
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Libelo crime realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Bento José Alvares (autor);
          Emilia Maria do Espírito Santo (vítima);
          Jacinto Claudino Machado (réu).

          Resumo:
          Este processo se inicia com a acusação de que Jacinto Claudino Machado teria se envolvido com uma menina menor de idade, Emilia Maria do Espírito Santo, com quem teria mantido relações sob a promessa de casamento. O autor do libelo foi Bento José Alvares, pai da vítima.

          O crime resultou em uma gravidez, e a vítima declara que o réu não aceitou seu estado, demandando que ela tomasse “remédios de azougue”. Após os depoimentos e a análise da certidão de batismo da vítima, que comprova a sua menoridade, o juiz conclui que esse se trataria de um crime com agravantes (como os de “defloramento” e “aborto”), e o repassa para a subdelegacia de São José, pronunciando o réu.

          Já pronunciado, o réu presta fiança pelo crime de estupro e assina termo em que se obriga a comparecer ao Tribunal do Júri. Em tentativa de resposta ao libelo acusatório, Jacinto alegou que não cometeu estupro e não havia prometido casamento à vítima, contrariando a sentença dada. No tribunal, o réu foi interrogado e o júri o declarou culpado por maioria de votos.

          Após isso, o réu abre um termo de apelação e o processo é concluído sem uma nova sentença. O caso começou a ser julgado na Comarca do Sul, no início de 1849, e foi finalizado quando ela já era denominada de “Segunda Comarca”.

          Atuaram no processo:
          administrador Gaspar Xavier Neves;
          árbitro Domingos José da Costa Sobrinho;
          árbitro Manoel de Freitas Sampaio;
          escrivão da coletoria Florencio Gomes de Castro Campos;
          escrivão da subdelegacia Duarte Vieira da Cunha;
          escrivão interino do júri e tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos;
          fiador tenente coronel Jose da Silva Ramos;
          juiz de direito José Rodrigues Pinheiro;
          juiz José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
          juiz municipal segundo suplente e delegado de polícia João Francisco de Souza;
          oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
          promotor público Eleutherio Francisco de Souza;
          signatário Francisco Honorato Cidade;
          signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
          subdelegado Francisco da Silva Ramos;
          subdelegado Manoel Joaquim Teixeira.

          Localidades relevantes:
          Capoeiras;
          comarca do sul;
          vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          contas;
          correição;
          libelo crime acusatório;
          petições;
          remessa;
          sentenças;
          termo de apelação;
          termo de fiança;
          termos de obrigação;
          testemunhas.

          Variação de nome:
          Jacintho Claudino Machado;
          Jacinto Maxado.

          Processo Crime de Francisco Rachadel
          BR SC TJSC TJSC-AJ-76828 · Processo · 1903
          Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

          Partes:
          Francisco Manoel Rachadel (réu);
          Julia Luísa Cidade (vítima);
          A Justiça por seu promotor (autor).

          Defloramento; estupro; menor; hipossuficiência; recurso nº 95. Comarca de São José. Topônimos: “Barreiros”, “Sapé” “Praia Comprida”, “Estreito”, “Capoeiras”;

          Antero Francisco de Assis, desembargador;
          Ana de Jesus, informante;
          Antônio Sebastião Lentz;
          Arthur Horácio da Roza;
          Caetano José Ventura;
          Christaldo Bubre do Rio Grande, escrivão;
          Egidio Francisco das Chagas, prefeito de polícia do Estado;
          Ernesto Alvaro Pereira de Miranda, médico perito;
          Eugênio Boaventura Pereira;
          Henrique Eulálio Mafra;
          João Bernardino de Souza, testemunha;
          João de Oliveira Barbosa;
          Joana Bernardina da Conceição, testemunha;
          João Gomes da Silva, oficial de Justiça;
          João da Silveira Barbosa, secretário interino da superintendência de São José;
          José Victorino dos Santos Lessa;
          José Antônio Vaz, comissário de polícia;
          Julio Luis da Silva, testemunha;
          Maria Bernardina da Conceição, testemunha;
          Manoel Antônio Aceno, testemunha;
          Manoel João de Brito;
          Miguel Antônio da Rosa, testemunha;
          Onofre Pedro Cidade, pai da vítima;
          Pedro Antônio Vieira, oficial de justiça;
          Thomas Francisco de Souza;

          Tribunal de Justiça de Santa Catarina