Inventário de Manoel da Silva Furtado, à época na Segunda Comarca.
Partes do processo:
Manoel da Silva Furtado (inventariado);
Maria Amelia Olinta (inventariante).
Herdeiros:
Manoel Geraldo;
Maria José.
Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Maria Amelia Olinta na Vila de Lages em 1850. Procedendo-se a titulação dos herdeiros e a nomeação dos avaliadores, foi feita a avaliação dos bens, como terras, casas, mobília, animais, utensílios e dívidas. Além disso, há o registro de uma pessoa escravizada, de nome João. É nomeado como depositário de José Antunes Lima para receber o pagamento dos animais que foram separados para pagar uma dívida declarada posteriormente à avaliação.
Em 1868, faz-se um requerimento para recebimento de bens feito por Manoel Geraldo da Silva Furtado, por ter completado 21 anos e ter capacidade para reger a herança.
Atuaram no processo:
juiz de órfãos Guilherme Ricken;
escrivão dos órfãos Miguel Gonçalves Franco;
avaliador Tiburcio Pinto Carneiro;
avaliador Luis Jose de Oliveira Ramos;
curador geral Claudiano de Oliveira Rosa;
coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
procurador e curador Antonio Saturnino de Souza Oliveira;
partidor Jorge Trueter;
partidor José Joaquim de Cunha Passos;
juiz corregedor Joaquim Jozé Henriques;
escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães.
Compõe o processo:
Nomeação de depositário;
Requerimento de recebimento de bens;
Termo de depósito;
Termos de juramento;
Autos de partilha;
Avaliação de bens
Termos de quitação.