Partes do Processo:
Guiomar Moreira da Silva (inventariado);
Manoel Moreira da Silva (inventariante);
Partes do processo:
Guiomar Roza de Jesus (inventariada);
José Vicente (inventariante).
Inventário realizado na cidade de São José, da Comarca de São José.
Partes do processo:
Guiomar Soares de Souza (inventariada);
José Manoel de Souza (inventariante).
Herdeiros:
Antonio José de Souza;
José Manoel de Souza Junior;
Antonio Augusto Vidal;
Thomas José de Souza.
Resumo: Inventário requerido pelo marido da falecida, José Manoel de Souza, no qual são avaliados os bens: equipamento de equitação, prata, cobre, mobilia, veiculos, ferramentas, engenho de mandioca, engenho de açúcar, engenho de farinha, casa de olaria, forno, roça de mandioca, animais, terras e casas. No decorrer do processo são enviadas duas cartas precatórias para a avaliação de bens em localidades diferentes, em Pelotas e em São Francisco de Paula, com a parte do inventário e os bens referentes a cidade de São José estando ausente. Além disso, há o registro de 26 pessoas escravizadas, de nomes: Marianna (descrita como crioua), Maria, Agostinho, Manoel, Jacintho, Anna Thereza, America (descrita como parda), Candido, André, Sebastião, Francisco, Benidito, Riqueza, Lourenço, Maria, Josefa, Lucia, Luis (descrito como Africano); além dos menores Feliciana, Damasia, Joanna, Rosalina, Virgina, Lidio e Mariana.
As cartas precatórias foram enviadas do "Juízo de Órfãos da Cidade de São José da Província de Santa Catarina" para o "Juízo de Órfãos do Termo de São Francisco de Paula de Provincia de São Pedro do Rio Grande do Sul" e para o "Juízo de Órfãos da Cidade de Pelotas da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul"
Atuaram no processo:
escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Camara;
escrivão Maximiano José da Monte;
escrivão José Rodrigues de Oliveira;
tabelião Manoel Ferreira da Costa Seara;
curador João Carlos de Medeiros;
avaliador Antonio Maria da Silva;
avaliador Urbano Soares da Silva;
avaliador José Rodrigues Lopes;
avaliador Constancio José da Silva Pessôa;
procurador advogado Antonio Luiz Ferreira de Mello;
procurador Francisco Tolentino Vieira de Souza;
procurador Genuino Firmino Vidal Capistrano;
coletor de rendas José Silveira de Souza Passos
juiz de orfãos Umbelino de Souza Marinho;
juiz municipal primeiro suplente Zeferino Vargas de Andrade;
juiz de órfãos Joaquim Augusto de Assumpção.
Localidades relevantes:
villa de São José;
Palhoça;
província de São Pedro do Rio Grande do Sul;
São Francisco de Paula de Cima da Serra;
fazenda do Passavinte;
cidade de Pelotas;
freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão;
rio Camacuan.
Compõem o processo:
Declaração;
Traslado de relação e avaliação de bens;
Juramento aos avaliadores;
Carta precatória;
Relação de escravizados;
Autos de carta precatória e diligência;
Avaliação de bens;
Requerimento de audiência;
Recibos;
Conclusão.
Variação de nome:
inventariada Geriomar Soares de Souza.
Partes do processo:
Helena Maria de Jesus (inventariado);
Manoel Teixeira de Ferreira (inventariante);
Partes: Manoel Lopes Dutra; Hemilia Rosa de Jesus.
Partes: Henrique Bone; Ana Prant.
Partes:
Henrique Ferreira Ramos (inventariado)
Clara Leopoldina de Oliveira (inventariante)
Contestação de partilha e distribuição de bens inventariados;
Contém prestação de contas inventariante; Tutela; Arbitramento de bens; Menores; Davide; Francisco; Manoel; Maria Clara; Maria Gertrudes; Vidal; Contém requerimento de reconhecimento de maioridade de Vidal José de Oliveira Ramos;
Contém justificação; habilitação da inventariante para tutoria de seus filhos;
Mobília; Forno de cobre; Utensílios; Ferramentas; Ferramenta de carpinteiro; Armas e fogo; Espingarda; pistola; Revólver; Prataria; Ouro; Animais; Grande quantidade de gado; Mais de 800 animais; Quantia em dinheiro; Dívidas; Casa; Terras;
Propriedades rurais; Fazenda do Guarda Mor; Fazenda do Penteado;
Escravidão; 06 escravizados; Bento; João; Manoel; Maria; Pedro; Rosária;
Avaliador José Antunes Lima Sobrinho;
Avaliador José Thomaz de Moura e Silva;
Contador Antônio José Cândido;
Contador Constâncio Carneiro Barboza de Brito;
Curador geral Antônio Rodrigues Lima;
Curador geral Diogo Duarte Silva da Luz;
Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
Escrivão João José Theodoro da Costa;
Escrivão eclesiástico Benedicto Soares Aranha;
Escrivão/tabelião José Luiz Pereira;
Juiz Gaspar José Godinho;
Juiz Manoel Cardozo Vieira de Mello;
Juiz Vicente José de Oliveira e Costa;
Partidor João Pereira da Silva;
Partidor João Pereira da Silva;
Partidor Manoel João de Oliveira;
Procurador Lourenço Dias Baptista;
Variação de nome;
Benedito Soares Aranha;
Constâncio Carneiro Barbosa de Brito;
José Thomas de Moura e Silva;
José Tomaz de Moura e Silva;
Lourenço Dias Batista;
Manoel Cardoso Vieira de Mello.
Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Henrique José Ferreira (falecido);
Josepha Maria de Jesus (falecida);
José Antonio Ferreira (inventariante).
Herdeiros:
Antonio José Ferreira;
José Antonio Ferreira;
Salvador José Ferreira.
Resumo:
José Antonio Ferreira abriu um processo de inventário após o falecimento de seus pais, Henrique José Ferreira e Josepha Maria de Jesus. A mãe havia deixado testamento, e um traslado foi anexo ao processo para fins de averiguação dos bens citados, de nomeação ao filho testamenteiro e de separação prévia do patrimônio.
Os bens inventariados foram itens de ouro e prata, utensílios de cozinha, ferramentas, tecidos, vestimentas, mobílias de armazenamento, mobília, canoas, objetos de pesca, terrenos obtidos por compras e por sesmarias, um engenho de fazer farinha e casas. Constam também dívidas passivas deixadas pelos finados.
Durante o processo, são mencionadas 16 pessoas escravizadas: Antonia, Engracia, Deolinda, Margarida, Prudencia e Rita, designadas como crioulas; Antonio, descrito como sendo de nação Monjolo; Izabel, designada como sendo de nação Congo; Bibiana, Florencia, Luiza e Vicente, descritos como mulatos; e, por fim, Amaro, Argemiro, João e Maria, designados como pretos crioulos.
Após avaliados, os bens foram partilhados entre os herdeiros. Uma parte do patrimônio foi separada para pagamento das pendências, da terça e dos quinhões hereditários, a pedido do inventariante. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas por parte dos interessados.
Localidades relevantes:
cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
distrito de Acaraí;
rio do Parati;
vila de Porto Belo;
primeira comarca.
Compõem o processo:
auto de alimpação da partilha;
avaliação dos bens;
contas;
correição;
imposto da sisa;
livro de receitas da Fazenda Provincial;
procuração;
termo de louvação;
termos de declaração;
termos de juramento;
título dos herdeiros;
traslado do testamento.
Atuaram no processo:
avaliador Hilario Antonio;
avaliador Joaquim Pereira Lima;
escrivão e oficial de justiça Joaquim Luiz Bueno;
escrivão e tabelião João José Machado da Costa;
juiz municipal João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
juiz municipal primeiro substituto major Joaquim José d’Oliveira Cercal;
partidor Francisco Germano de Azevedo;
partidor João Jose Gomes Leal;
procurador e signatário Salvador José dos Anjos;
signatário João Gomes d’Oliveira;
signatário João Pereira Liberato;
signatário Jozé Nicolao Machado Junior.
Variação de nome:
Henrique José Ferreira;
Josefa Maria de Jesus;
distrito de Acarahi;
distrito de Acarahy;
rio Parati;
vila de Porto Bello.
Partes do processo:
Henrique Paes de Faria;
Floriana Prudencia de Oliveira.
Escravidão, 7 escravos, capitão.
Inventário realizado em Desterro, capital da Província da Santa Catarina.
Partes do processo:
Henrique Wendhausen (inventariado);
Maria Eva Gesser (inventariante).
Herdeiros:
Catarina Miller;
Joao Wendhausen;
Maria Wendhausen;
Pedro Wendhausen;
Henrique Wendhausen;
Andre Wendhausen;
Germano Wendhausen;
Fernando Wendhausen.
Resumo:
Processo tendo como inventariante e cabeça de casal Maria Eva, viúva do inventariado. Ela requer a abertura do inventário, prestando o devido juramento.
Consta o testamento, no qual o falecido declara que sua esposa possui uma filha de outro casamento e expressa sua vontade quanto à herança.
Durante o inventário foram declarados como bens: uma casa, uma escravizada de nome Felicidade, de nação africana, além de móveis, prata e utensílios.
Há dívidas ativas e menção ao pagamento da taxa de herança e legados à herdeira Catarina Muller, filha do primeiro casamento da inventariante.
A partilha de bens é realizado e ao final foi julgada por sentença pelo juiz.
Ao final do processo a inventariante é intimada para ser tutora dos seus filhos menores, porém ela diz não poder exercer a tutela e assim é chamado João Wendhausen; para ser tutor na qual ele aceita e fica responsável por seus irmãos menores de idade.
A herança dos menores é depositada nos cofres públicos, sendo posteriormente reivindicada pelos herdeiros ao atingirem a maioridade.
Atuaram no processo:
escrivão de órfãos Vidal Pedro Morais;
escrivão de capela e resíduos Leonardo Gorgel de Campos;
signatário Joao Wendhausen;
curador geral dos orfaos Marcelino Antonio Dutra;
juiz Joaquim Augusto do Livramento;
procurador Júlio;
procurador fiscal Sergio Lopes Falcao;
avaliador tenente coronel Francisco Dutra Silva;
avaliador Antonio Silveira de Souza;
partidor Joao Narcizo da Silveira;
partidor Jose Caetano Cardoso.
Localidades mencionadas:
Desterro;
Itajahy;
Fazenda Nacional.
Compõem o processo:
certidão;
procuração;
taxa de herança e legados;
empréstimo dos cofres dos órfãos.