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Inventário de Manoel Ignacio de Liz e Silva
BR SC TJSC TRRJ-30769 · Processo · 1866
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventario na cidade de Lages, à época comarca de Laguna província de Santa Catarina.

Partes do processo: Manoel Ignácio de Liz e Silva (falecido); Candida Perpetua de Jesus (inventariante).

Herdeiro: Candido (menor);

Resumo: Cândida Perpétua de Jesus foi responsável por realizar o inventário dos bens deixados por Manoel Ignácio de Liz e Silva, que morava em uma propriedade rural na localidade chamada Amola Faca, localizada na cidade de Lages. Manoel faleceu deixando um filho menor de idade, que era seu herdeiro. Os bens deixados por ele incluíam casas, terras, campos, animais, imagem religiosa de ouro, utensílios de ouro, prata e cobre, ferramentas, dívidas e escravizados de nome Thomas (mulato), Luiza (mulata) e Brandina (parda). Esses bens foram divididos entre os herdeiros, o filho e a esposa de Manoel.
Além disso, há um processo chamado autos de tomada de contas, que trata da administração dos bens do filho menor, chamado Cândido. Esse processo envolve a prestação de contas feita pelo tutor do menor, incluindo os custos da tutoria e os pertences do herdeiro.

Atuaram no processo: advogado Joaquim José Domingos; advogado Joaquim José Henriques; avaliador Antônio José Godinho; avaliador Lourenço Dias Baptista; curador Antônio Ricken de Amorim; escrivão Generozo Pereira dos Anjos; escrivão José Luiz Pereira; juiz Fernando Affonso de Mello; juiz Henrique Ribeiro de Cordova; partidor Gaspar José Godinho; tutor Amaral de Lis e Silva; tutor Manoel José Antônio de Souza Quadros.

Localidades: localidade Amola Faca; cidade de Lages; comarca de Laguna.

Compõem o processo: procuração; autos de tomada de contas do tutor; juramento de avaliador; juramento de partidor; juramento de tutor; prestação de contas de selo.

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventário de Manoel Gonçalves Luis
BR SC TJSC TRRJ-85438 · Processo · 1850-1852
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na Capital, na época conhecida como cidade de Desterro

Partes do processo:
Manoel Gonçalves Luis (inventariado);
Maria Vicencia d’Jezus (inventariante);
Luis Manoel d’Oliveira (inventariante).

Herdeiros:
Antonio Gonçalves Luis;
Anna Maria d’Jesus;
Generosa Maria d’Jesus;
Manoel Gonçalves Luis;
Luis Gonçalves Martins;
Bernardino Gonçalves Luis;
Maria Leandra d’Jesus;
Leandra Maria d’Jesus.

Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Maria Vicência d’Jesus, que recusou a posse como inventariante, sendo então proposto ao genro Luís Manoel d’Oliveira – o qual aceitou o papel. Neste inventário constam bens como: tachos de cobre, utensílios domésticos, arma de fogo, ferramentas, mobília, animais, engenhos de cana e de farinha, roças de cana e mandioca, casas e terras. Além disso, há o registro de 09 pessoas escravizadas, cujos nomes indicados eram: Pedro, Gabriel, Benedicto, Joanna, Maria, Pedro, Izabel, Miguel e Thereza. Os cinco primeiros foram designados como crioulos (nascidos no Brasil), enquanto Pedro foi identificado como da nação Cabinda, Izabel da nação Congo, e Miguel apenas como sendo de “nação” (africano).

Atuaram no processo:
juiz municipal de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
escrivão José Honório de Souza Medeiros;
curador Candido Gonçalves d’Oliveira
avaliador Joze Antonio Coelho;
avaliador Joaquim Joze Nunes;
juiz de órfãos Agostinho Leitão d’Almeida;
partidor José da Costa e Oliveira;
partidor João Narciso da Silveira;
juiz Jozé Christiano Garção Stockler.

Localidades relevantes:
Freguesia da Lagoa;
Costa do Norte da lagoa;
Costeira;
Itacorubi.

Variação de nome:
Itacorubé;
Itacoroby;
Itacorubí.

Inventário de Manoel Gonçalves Cassilha
BR SC TJSC TRRJ-81623 · Processo · 1865
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de São Miguel

Partes:
Manoel Gonçalves Cassilha (inventariado);
Anna Joaquina Sacramento (inventariante).

Herdeiros:
José Gonçalves Cassilhas;
Antonio Gonçalves Cassilhas;
João Gonçalves Cassilhas;
Francisco Gonçalves Cassilhas;
Manoel Gonçalves Cassilhas;
Candido Gonçalves Cassilhas;
Felisbina Roza;
Maria do Sacramento;
Joaquina Luiza;
Luiza Christina;
Anna Joaquina.

Descrição:
O inventário de Manoel Gonçalves Cassilha foi conduzido por sua esposa, Anna Joaquina Sacramento, sem testamento, procedendo-se à partilha dos bens de forma amigável. Entre os itens inventariados constam pratarias, mobílias, caldeira de cobre, alambique, engenho de fazer farinha, animais, engenho de fazer açúcar, casa, terras e roça de mandioca. O processo também registra a presença de oito pessoas escravizadas, sendo quatro descritas como pardas, de nomes Luiz, Bento, Laurianna e Maria, e quatro descritas como crioulas, de nomes Miguel, Paulo, Eva e Militana. Consta ainda no processo, à folha 54, um desenho da partilha das residências e das terras entre os herdeiros e a inventariante.

Atuaram no processo:
juiz dos órfãos José Maria do Valle Junior;
juiz de órfãos Eduardo José do Amaral;
juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantaleci;
juiz dos órfãos José Martins de Assis;
juiz de órfãos e presidente da câmara Florindo José Dias;
juiz de órfãos José Francisco Mafra;
juiz de órfãos Francisco Ignacio Werneck;
juiz de direito Manoel Vieira Costa;
escrivão Salvador Cavalheiro;
escrivão João Francisco Regis;
escrivão João Rodrigues Ferreira;
escrivão João Rodrigues Pereira;
escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
avaliador Rafael Sardá
avaliador e signatário José Elias da Roza;
partidor Francisco Gonçalves da Luz;
partidor Antonio Joaquim de Vargas;
procurador Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
oficial de justiça Anastacio José Vieira;
oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
coletor Antonio Carlos de Carvalho;
curador geral Manoel de Azevedo Monteiro;
curador geral dos órfãos João do Prado Faria;
curador geral dos órfãos Antonio Carlos de Carvalho Junior;
curador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
signatário Antonio José Ferreira;
signatário Salvador Cavalheiro;
signatário Pedro Joaquim de Carvalho;
signatário Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
signatário Jacintho Gonçalves da Luz;
signatário Ignacio Machado d’Espindola.

Localidades relevantes:
Três Riacho;
Rio Grande do Sul;
Biguaçu.

Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Termo de descrição dos bens;
Traslado;
Jornal O Mercantil;
Jornal O Despertador;
Juramento ao curador;
Termo de louvação de avaliadores e partidores;
Avaliação dos bens;
Juramento aos partidores;
Auto de partilha;
Auto de reforma de partilha;
Auto de praça.

Variação de nome:
Rio Grande de São Pedro do Sul;
Biguassú.

Inventário de Manoel Gomes Rittes
BR SC TJSC TRRJ-88448 · Processo · 1852
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Partes:
Manoel Gomes Rittes (falecido); Maria da Silva Reis (viúva e inventariante)

Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul; juiz municipal major Joaquim José de Oliveira Cercal; escrivão Manoel Joaquim Pinheiro; 10 escravos; engenho de farinha; propriedades rurais; Costeira do Frias; propriedade urbana; rua da Praia; dívidas.

Inventário de Manoel Gomes de Oliveira
BR SC TJSC TRRJ-82123 · Processo · 1850 - 1852
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Autos de inventário realizado na cidade de São Francisco do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
Manoel Gomes de Oliveira (falecido);
Antonia Maria d’Assumpção (inventariante e herdeira).

Resumo:
Antonia Maria d’Assumpção abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Manoel Gomes de Oliveira. O finado deixou testamento e não tinha herdeiros forçados, fazendo de sua esposa a única a receber a herança. Em testamento anexado, é revelado que o finado fazia parte da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e que requereu uma doação de quantias em dinheiro e bens aos necessitados da Freguesia, assim como à Irmandade, para ser efetuada após seu falecimento.

Os bens inventariados foram uma quantia de farinha, uma caixa, barricas, mobília, utensílios de cozinha, um sítio, casas, um engenho de fazer farinha, uma roça e ferramentas. Consta no processo uma pessoa escravizada, de nome Antonio e nação Cassange. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separada para pagamento de contas como a taxa dos legados.

O valor das custas não foi alcançado e, com isso, iniciou-se um processo de pregão e arrematação de alguns terrenos. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu que o depositário nomeado cumprisse a função de administrar os bens penhorados.

Atuaram no processo:
avaliador Lino Antonio da Maria;
avaliador Manoel José Pereira;
coletor das rendas provinciais Manoel Jose d’Oliveira;
depositário Francisco da Costa Pereira;
escrivão João José Machado da Costa;
juiz municipal João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
juiz municipal primeiro suplente major Joaquim José d’Oliveira Cercal;
partidor Antonio Vieira d’Araujo;
partidor Salvador Joze dos Anjos;
porteiro do auditório e pregoeiro Manoel Luiz dos Passos;
signatário João José Gomes Leal.

Localidades relevantes:
cidade de São Francisco do Sul;
primeira comarca;
rio de Jaguaruna.

Compõem o processo:
auto de alimpação da partilha;
auto de arrematação;
petição;
pregões;
recibo;
sentença;
termo de depósito;
termo de louvação;
termos de declaração;
termos de juramento;
traslado de testamento.

Variação de nome:
cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.

Inventario de Manoel Francisco Xavier
BR SC TJSC TRRJ-20747 · Processo · 1862-1864
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de Desterro, Comarca da Capital.

Partes do processo:
Manoel Francisco Xavier (inventariado);
Maria Luiza dos Prazeres (inventariante).

Herdeiros:
João Francisco Xavier Correa (menor);
Maria dos Prazeres (menor);
Edoviges dos Prazeres (menor);
Anna dos Prazeres (menor).

Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Maria Luiza dos Prazeres, nele contendo terras e muitas dívidas ativas e passivas. Além disso, há o registro de uma pessoa escravizada de nome Luiza. Posteriormente é feita a tutela dos órfãos, e de forma a custear os cuidados detodos, é feito um auto de praça e é vendida a escravizada Luisa, a qual era de menor na época. É também realizado um sumário crime no decorrer do processo, por conta da falta de pagamento de dívidas do falecido Manoel Francisco Xavier.

Atuaram no processo:
escrivão Vidal Pedro Moraes;
curador Marcellino Antonio Dutra;
tutor Vicente José Botelho;
avaliador Francisco Antonio da Silva;
avaliador João Gonçalves Dutra;
partidor David do Amaral e Silva;
partidor Luiz Carlos Saldanha e Souza;
juiz dos órfãoes Raymundo Borges Leal Castello Branco;
juiz de órfãos suplente Estanislau Antonio da Conceição;
juiz de órfãos suplente Antonio Francisco de Farias;
juiz dos órfãos Manoel Alves Martino.

Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Capital de Santa Catarina);
cachoeira do Ribeirão Grande;
Barreiros.

Compõe o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Louvação de avaliadores e partidores;
Juramento a avaliadores;
Avaliação dos bens;
Juramento aos partidores;
Juramento ao tutor;
Auto de partilha;
Contas de órfãos;
Venda de escravizada;
Auto de praça;
Arrematação;
Recibos;
Libelo civel;
Traslado de sentença;
Contas.