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Inventário de José Luiz da Rocha
BR SC TJSC TRRJ-10335637 · Processo
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

Partes do processo:

  • José Luiz da Rocha (inventariado);
  • Antônia Maria (inventariante).

Resumo:

  • Neste processo, é inventariado o falecido José Luiz da Rocha, e é inventariante a sua viúva Antônia Maria. O inventariado deixou ferramentas, utensílios, vestimentas, uma espingarda, um trabuco, mobília, animais, casas, terras, dívidas, uma quantia em dinheiro e um escravizado (designado como mulato).

São mencionadas as seguintes localidades:

  • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

Atuaram no processo:

  • Avaliador/partidor Bento Ribeiro do Amaral Fontoura;
  • Avaliador/partidor/capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
  • Curador/tutor/furriel Ignácio Nunes;
  • Escrivão Manoel Ferreira Pisco;
  • Juiz Joaquim Ribeiro do Amaral;
  • Oficial de justiça Manoel Barboza;
  • Partidor/sargento Joaquim Ribeiro da Trindade;
  • Procurador Mariano José Rodrigues.

Variação de nome:

  • Marianno José Rodrigues.
Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventario de José Luis da Rocha
BR SC TJSC TRRJ-10603664 · Processo · 1816-1817
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca de São Pedro do Rio Grande e Santa Catarina da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
José Luis da Rocha (inventariado);
Sipriano Alves de Morais (inventariante).

Herdeiro:
Joaquim Luís.

Resumo:
O inventário de José Luis da Rocha foi conduzido por Sipriano Alves de Morais. Os bens inventariados foram ferramentas, uma espingarda, mobília, alimentos, animais e terras. Ao decorrer do processo, alguns credores abrem petição para declarar dívidas que o finado havia deixado.

A viúva de José, Antonia Maria, revela por meio de petição que encontrava-se ausente no momento de abertura do inventário. Com isso, ela requer uma dilação de três meses na ação. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz afirma improcedência da ação, por ela ter sido escrita de forma irregular.

Atuaram no processo:
avaliador Antonio Joze Pereira;
escrivão Manoel Ferreira Pisco;
juiz de órfãos ajudante Joaquim Ribeiro do Amaral;
partido Bento Joze do Amaral Fontoura;
partidor Jose Barreto Fontoura;
procurador Marciano Teixeira Rodrigues.

Localidades relevantes:
comarca de Paranaguá e Curitiba;
vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

Compõem o processo:
contas;
petições;
sentenças;
termo de avaliação;
termos de juramento.

Inventário de José Lourenço de Medeiros
BR SC TJSC TRRJ-49631 · Processo · 1844-1845
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
Clemencia Maria de Jesus (inventariante);
José Lourenço de Medeiros (inventariado).

Herdeiro:
Anna Antonia;
Antonio Benedito do Santos;
Clemencia Antonia;
João Lourenço de Medeiros;
Joaquim Lourenço de Passo Medeiros;
Lourenço José de Medeiros;
Luiza Antonia;
Maria Antonia.

Resumo:
O inventário de José Lourenço de Medeiros foi conduzido por Clemencia Maria de Jesus, sua esposa. Os bens inventariados foram terras, uma casa, animais e um engenho de farinha. Os terrenos estavam localizados em dois lugares: no Braço de São João, com os fundos voltados para o rio Cubatão, e na Praia de Fora da Enseada do Brito. As dívidas deixadas foram posteriormente pagas com os valores dos bens do inventário. Constam no processo seis pessoas escravizadas: Manoel, de nação Congo; José, Luiz, Margarida e Manoel, sem descrição; e Francisco, de nação Moçambique.

Há petições referentes à forma que a herança foi partilhada, em que alguns herdeiros requerem que sejam aplicadas vistas ao processo. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata.

Atuaram no processo:
escrivão Joaquim Francisco de Assis e Passos;
juiz municipal e de órfãos José Rodrigues Pinheiros Cavalcante;
juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento Mello;
partidor Duarte Vieira da Cunha;
partidor Mariano José Coelho;
procurador João Francisco de Souza.

Localidades relevantes:
comarca do sul;
Enseada do Brito;
Praia de Fora;
rio Cubatão;
vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

Compõem o processo:
auto de partilha;
petições;
réplicas;
sentença;
termo de obrigação.

Inventário de José Joaquim Fernandes da Veiga

Partes:
José Joaquim Fernandes da Veiga (inventariado);
Maria Buenna da Veiga (inventariante).

Desterro; inventário; exemplo de bens: um par de brincos de pedra, uma bomba de prata de tomar mate, seis cadeiras velhas, escrava; rua do Ouvidor, Desterro; carimbo de prensa, na página digital número 55, com símbolos imperiais e os dizeres: “CIDADE DO DESTERRO”.

Aguida, escrava crioula;
Antonio Luis Cabral;
Agostinho Leitão de Almeida, juiz, comendador;
Antonio Francisco de Faria, avaliador;
Candido Gonçalves de Oliveira, curador geral de órfãos;
Domingos Villela d’Oliveira, avaliador;
Floriano José Villela, avaliador;
João de Araújo Bueno;
João Narciso da Silveira;
José da Costa e Oliveira;
José Honório de Souza Medeiros, escrivão;
Maria Bueno da Veiga;
Sérgio Lopes Falcão, juiz municipal.

Tribunal de Justiça de Santa Catarina
Inventário de José Joaquim do Amaral
BR SC TJSC TRRJ-22282 · Processo · 1864
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
José Joaquim do Amaral (falecido);
Jose da Lapa de Souza Coentro (inventariante e primeiro testamenteiro).

Herdeira:
Maria Candida.

Resumo:
Este processo se trata do inventário de José Joaquim do Amaral, realizado por Jose da Lapa de Souza Coentro. Foi anexado o testamento do finado, em que ele escreveu suas últimas vontades.

No documento, é revelado que o falecido era tenente do Exército em Portugal e serviu na Inglaterra, onde foi perseguido pelo governo de D. Miguel, vindo posteriormente para o Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro acompanhado de Jacinta Cândida Araújo, já falecida, com quem teve três filhos: José, Maria e Jacintho, todos também falecidos. Nesse sentido, José Joaquim nomeou como herdeira universal e concedeu alforria à Maria Candida, denominada como preta.

É revelado que a escolha pelos testamenteiros se deu por serem “compadres” de Maria Candida e apadrinharem seus filhos, demonstrando as chamadas estratégicas “relações de compadrio” entre pessoas escravizadas e aqueles que detinham mais direitos na cidade.

Entre os bens declarados constam uma casa, utensílios de cozinha, castiçais, mobília, quadros e roupas de cama. Ainda no arrolamento, foi citada Maria, mulher escravizada descrita como africana.

Em um termo de declaração, o inventariante afirma que Gregório Amaral, descrito como preto, seria liberto pelo pagamento dos anos excedentes — ele havia trabalhado 3 dos 10 anos acordados com o testador, mas o valor equivalente a esses 7 anos foi pago. Com isso, Gregório conquista sua alforria.

Ao final do processo há o pagamento de dívidas e custas, assim como para o sepultamento do falecido. A ação é interrompida no juramento aos partidores, sem sentença ou auto de partilha.

Atuaram no processo:
avaliador Domingos Dias de Souza Medeiros;
avaliador José Porfírio Maxado de Araujo;
escrivão interino Leonardo Jorge de Campos;
juiz municipal e de resíduos e procurador Estanislao Antonio da Conceição;
juiz provedor Joaquim Augusto do Livramento;
oficial de justiça Rodrigues de Jesus;
partidor João Narcizo da Silveira;
partidor Manoel José de Oliveira;
procurador fiscal Sergio Lopes Falcão.

Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
cidade de Viseu;
comarca da capital;
reino de Portugal;
Rio de Janeiro;
rua bella do senado;
vila de Santar.

Compõem o processo:
auto de descrição e avaliação;
petições;
recibos;
termo de avaliação;
termo de declaração;
termos de juramento.

Inventário de José Joaquim de Oliveira
TJSC-AJ-DC-CIV-55131 · Processo · 1897-05-01
Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Manoel José de Oliveira (inventariante).
Mobiliário, engenho de fazer farinha, terras, casa

Juiz de Direito João Machado da Silva
Escrivão Horácio Cândido Coimbra Guimarães.

Guaiuba [ou Gaiuba], Vila Nova, Laguna, Comarca de Laguna

Tribunal de Justiça de Santa Catarina