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Inventário de José Antônio Pinheiro
BR SC TJSC TRRJ-10789141 · Processo · 1896
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Processo de inventário feito na Comarca de Itajaí

Partes :
José Antônio Pinheiro (inventariado) e Carolina Ignacia da Silva (inventariante)

Resumo :
Inventário de José Antônio Pinheiro feito por sua esposa Carolina Ignacia da Silva, sem deixar testamento, deixando bens, como engenho de farinha, engenho de açúcar, animais, dívidas e registros de terras localizadas no Sítio dos Machados de frente ao Ribeirão da Murta, localidade Tabuleiro da Boa vista, Barra do Rio Pequeno de frente para o Rio Grande, Rio Leste e Sítio dos Cordeiros.

Atuaram no processo :
Escrivão Leonardo Alves Pereira; Escrivão Dorval Paulino de Campos; Juiz Antônio Wanderley Navarro Pereira Lins; Signatário/Louvador Carlos Frederico Seara; Louvador João Maria de Borba; Signatário Policarpo Gonçalves Ribeiro; Curador de órfãos José Faustino Gomes; Contador Jacob Henri Sobrinho.

Variação de nome; Policarpo Gonçalves Pereira; Sítio da Boa Vista; Jacob Heuri Sobrinho.

Inventário de José Antunes de Siqueira
BR SC TJSC TRRJ-10918 · Processo · 1864-1869
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
José Antunes de Siqueira (inventariado);
Joaquina Francisca de Jesus (inventariante).

Herdeiros:
Bartholomeu Furtado;
José Godinho Mafra;
Luiz;
Maria Francisca;
Maria Joaquina.

Resumo:
O inventário de José Antunes de Siqueira foi conduzido por Joaquina Francisca de Jesus, sua esposa. Como o finado deixou um herdeiro menor, de nome Luiz, o processo passou pelo juízo de órfãos.

Os bens inventariados foram animais, mobília, equipamentos de montaria, um carro, um sítio no lugar denominado “Três Riachos”, engenhos, casas e terrenos. Constam no arrolamento duas pessoas escravizadas, de nomes Francisco e Vitalina, descritos como crioulos.

Ao decorrer do processo, a viúva requer o direito de ser nomeada tutora do filho menor. Para exercer tal função, ela renunciou do nomeado “Benefício Velleano”, que na época impedia mulheres viúvas de tutelar seus filhos.

Após avaliação, houve um processo de partilha entre os herdeiros. Os bens destinados a Luiz ficaram em posse da tutora, até ele completar a maioridade e se casar. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz determina o pagamento das custas de maneira pro rata.

Atuaram no processo:
avaliador Francisco Antonio de Faria;
avaliador José Claudino de Faria;
coletor Antonio Carlos de Carvalho;
escrivão de órfãos João Francisco Régis;
juiz Antonio Gonçalves Franco;
juiz de órfãos segundo suplente major Francisco Silveira Dutra;
juiz Manoel Vieira Tosta;
oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
partidor Bento de Mello Barreto;
partidor Francisco Gonçalves da Luz;
signatário Manoel da Rocha Linhares.

Localidades relevantes:
comarca da capital;
Três Riachos;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

Compõem o processo:
auto de partilha;
contas;
correição;
petições;
recibos;
sentença;
termo de descrição de bens;
termo de renúncia;
termos de declaração;
termos de juramento;
termos de louvação.

Variação de nome:
Benefício Vellano;
Benefício Velleiano;
Benefício Velliano.

Inventário de José Antunes Lima
BR SC TJSC TRRJ-29511 · Processo · 1867
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Partes:
José Antunes Lima (tutor); Ignácio Antunes Lima (falecido); Felicidade Maria da Silva (falecida)

Cópia; arbitramento de bens; sentença; distribuição de rendimentos; terras; Freguesia de Baguais; Quarteirão das Vacas Gordas; militar; capitão; menores; órfãos Anna; Antônio; Faustina; Ignácio; João; Joaquina; José; Luís; Miguel; Pedro

Árbitro Católico da Silva Furtado; árbitro Lourenço Dias Baptista; escrivão José Luiz Pereira; juiz Henrique Ribeiro de Córdova

Variação de nomes: Lourenço Dias Batista; Ana; Inácio

Sem capa; incompleto

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventário de José Bernardo da Silva
BR SC TJSC TRRJ-83682 · Processo · 1852-1854
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São José, Segunda Comarca.

Partes do processo:
José Bernardo da Silva (inventariado);
Emerenciana Rosa de Jesus (inventariante).

Herdeiros:
Joaquim Bernardo Silva;
Maria Caetana;
Rosa Caetana;
Felicidade Caetana;
Marcelina Caetana;
Antonio Bernardo da Silva.

Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Emerenciana Rosa de Jesus, nele contendo ferro, ferramentas, mobília, uma roça de mandioca, cana e farinha, animais, engenho, terras, casas e dívidas. Além disso, há o registro de uma pessoa escravizada de nome Manoel, designado como de nação (africano).

Atuaram no processo:
juiz municipal de órfãos João Francisco de Souza;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
curador Manoel de Freitas Sampaio;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
partidor Duarte Vieira da Cunha;
juiz corregedor João José d'Andrade Pinto.

Compõe o processo:
Tutela.

Inventário de José Budal Arins
BR SC TJSC TRRJ-82296 · Processo · 1861-1863
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
José Budal Arins (falecido);
Domingos José Prattes (inventariante e testamenteiro).

Herdeiros instituídos:
Antonio da Silva;
Antonio João Vieira;
Antonio Poncio de Souza;
Bebianna;
Carolina;
Chrispim;
Cordula Dias da Silveira;
Domingos Alves Pereira;
Felisbino José da Silva;
Fortunata;
Jacintho José de Souza;
João;
João;
João Francisco Budal;
Joaquim da Motta;
Manoel Fernandes de Jesus;
Miguel de Souza Lopes;
Salvador de Oliveira.

Resumo:
O testamenteiro e inventariante Domingo José Prattes abriu um processo de inventário pelos bens do finado José Budal Arins, que havia falecido viúvo.

Foi anexado à ação o testamento de José, que revelou não possuir filhos vivos — chamados de herdeiros forçados. Foi pedido que a divisão de seus bens se realizasse entre seus irmãos e sobrinhos, além da doação de uma quantia para a Irmandade do Santíssimo Sacramento.

Neste documento, foram mencionadas doze pessoas escravizadas, dos nomes: Lourenço, Manoel e Thomaz, descritos como crioulos; Pedro, João, Joanna, Carolina, Bebianna, Ritta e Fortunata, designados como pardos e crioulos; e Catharina e Maria, descritas como pretas e crioulas. José requereu a alforria de todos os citados, deixando parte de suas terras somente para Lourenço, Manoel, Thomaz, Pedro, Catharina, Ritta, Joanna e Maria. Ainda no testamento, o falecido instituiu Carolina, Bebianna, Fortunata e João como seus herdeiros, após serem libertos.

Os bens descritos na ação foram utensílios de cozinha, objetos de transporte (caixas), um batelão, mobílias, casas e uma casa de engenho, uma prensa de ferro, um forno de barro e sítios. Foram declaradas dívidas ativas e passivas. Apesar das alforrias requeridas no testamento, todas as pessoas escravizadas mencionadas foram adicionadas ao arrolamento; além disso, foram citados Gaspar e Firmina, bebês de um mês e meio de idade.

Após a avaliação, o juiz reitera que a intenção do testador deve ser observada como lei se de acordo com a legislação vigente. Além disso, ele afirma considerar absurdo o fato de que Gaspar e Firmina continuassem escravizados, escrevendo: “não estamos nos tempos bárbaros de Roma, em que o pai era considerado senhor absoluto do filho” (p. virtual 33). A partir do pedido do juiz, foi nomeado um curador para representar os bebês e dar início aos seus processos de alforria. A liberdade das demais pessoas não foi tratada nesta ação, não sendo possível declarar se suas alforrias foram concluídas.

Os bens foram repartidos em igualdade entre os legatários e parte do patrimônio foi utilizado para o pagamento das dívidas e taxas. A ação foi julgada por sentença, em o juiz requereu o pagamento das custas da ação de maneira pro rata pelo inventariante. Mais tarde, a coletoria das rendas provinciais, por meio de petição, solicitou o pagamento da “taxa de heranças e legados”; com isso, o processo é concluído com pregões e a arrematação de alguns bens.

Atuaram no processo:
avaliador Francisco Vellozo de Linhares;
avaliador João Vicente Nobrega Dutra;
coletor das rendas provinciais Francisco Mathias de Carvalho;
curador major Francisco da Costa Pereira;
escrivão e tabelião interino Valentim Antonio de Sousa;
escrivão Leopoldo Justiniano Esteves;
juiz municipal Tertuliano Teixeira de Freitas;
juiz municipal quarto suplente capitão Antonio Vieira de Araujo;
juiz municipal primeiro substituto major Joaquim José de Oliveira Cercal;
partidor capitão José Luciano de Oliveira;
partidor tenente coronel Bento Gordiano de Carvalho;
procurador Salvador Antonio Alves Maia;
signatário Antonio Pereira da Costa;
tabelião e signatário João José Machado da Costa.

Localidades relevantes:
cidade Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
comarca de Nossa Senhora da Graça;
distrito de Ribeira;
Rio dos Morretes
rua de São Bento.

Compõem o processo:
auto de arrematação;
auto de partilha;
avaliação e descrição dos bens;
contas;
editais de praça;
petições;
pregões;
sentença;
termo de louvação;
termos de juramento;
traslado de edital;
traslado de testamento.

Variação de nome:
Bibiana;
distrito de São Francisco;
Domingo José Prates;
Francisco Velloso de Linhares;
São Francisco do Sul.

Inventário de José Candido de Goss
BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-xx · Processo · 1897
Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Partes:
José Candido de Góss, tenente (falecido);
Dautina da Silva Mattos Goss (inventariante).

Processo autuado em Lages. Ele começa na página 2, diretamente na petição inicial. Inventariado faleceu na rua Marechal Deodoro, em sua residência. Alguns dos atos processuais foram feitos em casa dos operadores da justiça, como a do Doutor juiz Egydio, sito à Rua Quinze de Novembro, Lages. São citados no processo os lugares: Rua do Tanque Velho, Rio Carahá, estrada que conduz à Ponte Grande. Processo quase todos manuscrito com caligrafia. Peças do processo como o auto de partilha (página digital n. 27) ajudam a retratar momento de transição da sociedade, já republicana e com características imperiais: “Anno do nascimento de nosso Senhor Jesus Christo [...]”.

Foram citados no processo:
Antonio Luiz Moritz de Carvalho, credor do inventariado;
Antonio José Candido;
Antonio José Henriques;
Aristides Candido da Silva Góss, herdeiro;
Augusto Moreira da Silva;
Carlos Schmidt Junior, avaliador;
Carlos Schummacher, credor do inventariado;
Egydio Francisco das Chagas, juiz;
Eugenio João Pereira, credor do inventariado;
Esmeralda Candida da Silva Góss, herdeira;
Fernando Affonso de Athayde, escrivão;
João Augusto Xavier Neves, credor do inventariado;
João Bernardino da Silva, credor do inventariado;
João Candido da Silva Góss, herdeiro;
João Doutel de Andrade, credor do inventariado;
João José Theodoro da Costa, avaliador;
João Pereira dos Santos, credor do inventariado;
João Waltrich;
Joaquim Raiz de Athayde, escrivão;
José Dias de Azambuja Cidade, credor do inventariado;
Julio Candido da Silva Góss, herdeiro;
Lopes Chagas, escrivão;
Manoel Rodrigues de Souza, credor do inventariado;
Manoel Waltrick, credor do inventariado;
Maria da Conceição Góss, credora do inventariado;
Polycarpio Caetano Machado;
Sebastião da Silva Furtado, curador geral de órfãos.

Tribunal de Justiça de Santa Catarina