Inventário realizado na Capital, à época conhecida como a cidade de Desterro.
Partes do processo:
Domingos Pereira Jorge (inventariado);
Sebastiana Roza Pereira (inventariante);
Herdeiros:
Antonio Miguel Pereira;
Joaquim Pereira da Rocha;
Manoel Pereira da Rocha;
Jacintho Jorge da Rocha.
Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Sebastiana Roza Pereira, nele contendo mobília, prata, cobre, engenho de farinha, morada de casas, terras e dívidas. Além disso, há o registro de 03 pessoas escravizadas, de nomes: Benedicta, Roza e Maria; todas designadas como pardas. É realizada a venda da escravizada Maria, de forma a quitar com parte das dívidas do inventário do falecido. É feita a avaliação e partilha dos bens, com todas as contas e valores pagos, e o processo se dando por concluido.
Atuaram no processo:
escrivão dos órfãos Jozé Honorio de Souza Medeiros;
tabelião João Antonio Lopes Gondim;
tabelião José Luis de Mesquita;
curador geral dos órfãos Candido Gonçalves d'Oliveira;
procurador advogado Polidoro d’Amaral e Silva;
avaliador Anselmo Gonçalves Ribeiro;
avaliador Manoel Francisco da Silva;
partidor João Narcizo da Silveira;
partidor Joaquim José Varella;
juiz municipal dos órfãos comendador Agostinho Leitão de Almeida;
juiz municipal dos órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.
Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atualmente cidade de Florianópolis, Capital de Santa Catarina);
freguesia de Santo Antonio;
Rio Grande.
Compõe o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Louvação aos avaliadores;
Juramento aos avaliadores;
Procuração;
Avaliação dos bens;
Termo de venda de escravizada;
Declarações;
Recibos;
Juramento aos partidores;
Partilha dos bens;
Juamento ao tutor;
Contas;
Conclusão.