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Inventário de José de Almeida Lara
BR SC TJSC TRRJ-10764972 · Processo · 1846-1868
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de Lages, Comarca de Lages.

Partes do processo:
José de Almeida Lara (inventariado);
Marianna Antunes Lima (inventariante);
Bibiano José dos Santos (requerente);

Herdeiros:
Thome de Almeida;
Bento de Almeida;
Fideles de Almeida;
Manoel de Almeida;
Antonio de Almeida;
Joze de Almeida;
Siriaco (menor);
Manoel (menor);
Joaquim (menor);
Florina (menor).

Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Marianna Antunes Lima, nele contendo bens como terras, quantia em dinheiro e dívidas, que foram reivindicados pelo requerente Bibiano José dos Santos, que conseguiu fazer parte da lista de herdeiros. Quando o dito requerente faleceu houve a transferencia de seus bens para seus herdeiros.

Atuaram no processo:
escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
curador geral Padre João Vicente Fernandes;
juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
juiz municipal de orfãos Antonio Caetano Machado.

Localidades relevantes:
Coritibanos;
Bandeirinhas.

Compõe o processo:
Edital;
Pregão;
Auto de arrematação.

Inventário de José de Almeida Lara
BR SC TJSC TRRJ-29911 · Processo · 1846
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Processo de inventário ocorrido na capital (Desterro).

São partes do processo:
José de Almeida Lara (falecido);
Marianna Antunes Lima (inventariante);

Resumo: Inventário do falecido José de Almeida Lara, inventariado por sua viúva, Marianna Antunes Lima. Entre os bens inventariados há uma casa e dois terrenos. Constam dívidas no inventário. Há arrematação dos campos denominado “Antônio Gonçalves” em hasta pública, a fim de quitar dívidas.

Atuaram neste processo:
Avaliador Damasceno Alves;
Avaliador João dos Santos de Oliveira;
Coletor Antônio Saturnino da Silva
Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
Escrivão João de Castro Nunes;
Juiz Antônio Caetano Machado;
Pregoeiro José Antônio de Oliveira.

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventário de José de Espíndola de Betancurt
BR SC TJSC TRRJ-55801 · Processo · 1867-11-14
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventariante Emerenciana Rosa de Jesus (viúva).

Os herdeiros eram moradores de Santo Amaro do Cubatão (Santo Amaro da Imperatriz). Tachos de cobre, alambique, oratório com várias imagens, caixas de madeira, duas marquesas, cadeiras, mesa, casas, engenho de cana, atafona de moer milho, escravos crioulos, escravos africanos, gado, cavalos, terras em Santo Amaro, terras em Laguna,
Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara

Juiz dos Órfãos Joaquim da Silva Ramalho.
Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, São José, Comarca do Desterro.

Tribunal de Justiça de Santa Catarina
BR SC TJSC TRRJ-49130 · Processo · 1851-1859
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado em São Francisco do Sul.

Partes do processo:
José de Oliveira Cercal (inventariado);
Maria Tavares Miranda (inventariada);
Anna Maria Joaquina da Conceição (inventariante);

Herdeiros:
Jou d'Oliveira Cercal;
Francisca d'Oliveira;
Maria d'Oliveira.

Resumo: Inventário requerido pela filha dos falecidos, Anna Maria Joaquina da Conceição nele contendo bens como mobília, terras, propriedades rurais e dívidas.

Atuaram no processo:
escrivão João José Machado da Costa;
juiz João Nepomuceno Xavier de Mendonça;
procurador Serafim Guilherme.

Localidades relevantes:
Areias Grandes;
Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
Vila de São Luiz de Guaratuba.

Variação de nome:
João Francisco d'Oliveira;
José d'Oliveira Cercal.

Inventário de José de Simas e Silva
BR SC TJSC TRRJ-8852 · Processo · 1857-1863
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São Miguel, Comarca da Capital.

Partes do processo:
José de Simas e Silva (inventariado);
Anna Maria de Simas (inventariante).

Herdeiros:
José de Simas e Silva;
Candido José de Simas;
Miguel José de Simas;
João José de Simas;
Manoel José de Simas;
Maria Victoria de Simas;
Francisca de Simas;
Anna Roza de Simas.

Resumo: Inventario requerido pela esposa do falecido, sem a presença de um testamento. É feita a avaliação e a partilha dos bens, entre os quais são citados: utensílios, cobre, casa, engenho de farinha, terras e dívidas; além disso é mencionada uma pessoa escravizada de nome Antonio, descrita como crioula. Posteriormente é feito um auto de praça e arrematação de terras do falecido, de forma a pagar as custas de dívidas que o falecido deixara, além de repartir os valores entre os herdeiros.

Atuaram no processo:
escrivão dos órfãos João Francisco Regis;
tabelião Alfred Macy;
tabelião Joaquim do Amaral e Silva Ferrão;
curador Francisco Gonçalves da Luz;
curador José de Simas e Silva;
signatário João José de Simas;
avaliador Manoel de Assis;
avaliador Policarpo Francisco Regis;
partidor Manoel Joaquim da Costa Siqueira;
partidor Salvador Cavalheiro;
perito José Gonçalves dos Santos Silva;
perito Guilherme Welligton;
pregoeiro Manoel Luiz Cordeiro;
juiz de órfãos e ausentes primeiro suplente Alexandre Eloy d'Azevedo Coutinho;
juiz municipal Raymundo Borges Leal Castello Branco;
juiz municipal doutor Sergio Lopes Falcão;
juiz de órfãos Antonio Gonçalves Franco.

Localidades relevantes:
Sítio de Baixo;
cidade de Desterro (atualmente cidade de Florianópolis, Capital de Santa Catarina);
vila de São Miguel (atualmente cidade de Biguaçu);
Estados Unidos da América;
Estreito;
São José.

Compõe o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Juramento ao curador;
Louvação aos avaliadores;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação de bens;
Louvação aos partidores;
Juramento aos partidores;
Partilha de bens;
Pagamentos;
Traslado de edital de praça;
Arrematação de terras;
Recibo;
Partilha de divisão do dinheiro;
Contas;
Declaração;
Juramento aos peritos;
Tradução de documentação.

Variação de nome:
avaliador Manoel Alves.

Inventário de José de Souza da Silva
BR SC TJSC TRRJ-18113 · Processo · 1858-1860
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
José de Souza da Silva (falecido);
Anna Joaquina Roza (inventariante).

Herdeiros:
Eusébio José de São Carlos;
Guilherme de tal (co-herdeiro);
Joaquim de Souza da Silva;
Joaquina Rosa;
João de Souza da Silva;
João Guilherme (neto);
José Guilherme (neto);
Maria Joaquina (neta);
Manoel Guilherme (neto).

Resumo:
Anna Joaquina Roza abriu um processo de inventário após o falecimento de seu marido, José de Souza da Silva, como cabeça de casal. O finado deixou netos menores de idade, filhos de uma herdeira também já falecida com Guilherme de tal; por isso, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

Há carta precatória da vila de São Miguel para a vila de Porto Belo, a fim de citar o herdeiro João de Souza, que não havia comparecido ao juízo e residia onde o finado deixou os seguintes bens: terrenos ao norte do rio Tijucas, roças, redes de pescaria e uma casa no arraial de São Sebastião da Foz do Rio Tijucas.

Em petição anexada, foi revelado que a inventariante é madrasta dos filhos do falecido, sendo esse o 2º casamento dos dois (chamado de “segundas núpcias”). Os bens avaliados, além dos constantes na carta precatória, foram um forno de cobre, ferramentas, utensílios de cozinha, uma arma de fogo, caixas, mobília, roupa de cama, engenhos e terrenos num local denominado “Pedras”. A inventariante declara as dívidas deixadas pelo finado. No arrolamento, foram citadas duas pessoas escravizadas: Felippe, de nação Congo, e Roza, sem etnia especificada e descrita como “muito idosa”.

Ao decorrer da ação, o procurador dos herdeiros afirma que a inventariante Anna Joaquina “em tempo algum” teria se casado com o falecido, a designando como parte “incompetente” no processo. Com isso, o representante também requer que seja instituído um novo inventário, em que seja inventariante o filho mais velho do finado. São requeridos a certidão de batismo de Anna e o seu termo de casamento com o inventariado; enquanto o primeiro é anexado, o segundo documento não foi encontrado pelo arcipreste da província.

Já o procurador da viúva afirma que o casal foi casado de acordo com os costumes do Império, e que alguns sacerdotes seriam “descuidados”. Além disso, o representante também duvida das intenções dos herdeiros maiores ao abrirem essa parte da ação, adicionando ao argumento “quem pois nos há de negar a qualidade de meeira e inventariante?” (p. virtual 61). É requerido por ele que a ação siga de forma regular, contendo meação e partilha em igualdade.

O juiz entra em conformidade com a petição da viúva, declarando que “despreza” o pedido dos herdeiros. Com isso, a partilha e meação seguem de acordo com sua forma original, separando bens para a quitação das dívidas. Ao decorrer da ação, é revelado que Roza, mulher escravizada inserida no arrolamento, havia falecido; é requerido que ela seja “diluída” no monte da herança.

A inventariante declara a existência de uma chácara nos fundos de Biguaçu e alguns terrenos que não foram inseridos no arrolamento; com isso, uma nova avaliação é realizada e o auto de partilha é iniciado. O juiz julga a ação por sentença, requerendo o pagamento de maneira pro rata e a tutoria dos órfãos.

Após a sentença, alguns herdeiros abrem petição para pedir a remissão de alguns bens que foram adjudicados para o pagamento das dívidas, o que é atendido. O processo é concluído com um auto de protesto anexado, em que os herdeiros do falecido são protestantes e a viúva Anna Joaquina é protestada.

Atuaram no processo:
advogado Caetano de Araujo de Mendonça Furtado;
avaliador Augusto Cândido Varella;
avaliador Joaquim Silveira Machado;
avaliador José Romualdo de Caldas;
avaliador Manoel Teixeira Brazil;
curador dos órfãos Salvador Cavalheiro;
escrivão ajudante do auditório eclesiástico e arcipreste João Luis do Livramento;
escrivão Antonio Ramos Martins;
escrivão de órfãos João Francisco Régis;
escrivão João Maximiano dos Prazeres;
juiz de órfãos e municipal primeiro suplente Augusto Frederico Benjamim Etur;
juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
partidor José Antônio Pereira Tinoco;
partidor Manoel Joaquim da Costa Siqueira;
pregoeiro dos auditórios Manoel Luiz Cordeiro;
procurador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
procurador Antônio Carlos de Carvalho;
procurador Jacintho Gonçalves da Luz;
vigário Jose Gneus.

Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da capital;
comarca de Nossa Senhora da Graça;
distrito de São João Baptista (atual município de São João Batista, Santa Catarina);
estabelecimento de João Doce (localidade, à época, acima das pedras de São João Baptista);
freguesia de São Sebastião da Foz do Rio Tijucas (atual município de Tijucas, Santa Catarina);
Pedras (localidade, à época, ao sul do rio Tijucas Grande);
rio Tijucas Grande;
vila de Porto Belo (atual município de Porto Belo, Santa Catarina);
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

Compõem o processo:
auto de partilha;
autos de protesto;
carta precatória citatória;
certidão de batismo;
contas;
petições;
procurações;
réplica;
sentenças;
termo de avaliação;
termo de contraprotesto;
termo de obrigação e responsabilidade;
termos de declaração;
termos de juramento;
termos de louvação;
termos de remissão.

Variação de nome:
Biguassú;
cidade de Nossa Senhora da Graça.