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Inventário de Feliciano de Souza
BR SC TJSC TRRJ-22410 · Processo · 1853-1863
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de Desterro.

Partes do processo:
Feliciano de Souza (inventariado);
Joanna Rosa (inventariante);
José Alves de Souza (curador).

Herdeiros:
Claudino José de Souza;
Guiomar Roza;
Manoel Feliciano de Souza;
Manoel de Souza;
Maria Joaquina;
Joaquina Roza;
Feliciano de Souza.

Resumo:
O inventário de Feliciano de Souza foi conduzido por sua mulher, Joanna Rosa. Embora não houvesse testamento, os bens foram repartidos de forma amigável entre os herdeiros. Entre os itens destacam-se um paiol de madeira, objetos, cochos, utensílios, ferramentas, forno de cobre, tacho de cobre, roça de cana, roça de mandioca, sacas de algodão, animais, vários engenhos de cana, casa de moenda, terras no lugar denominado Saquinho, terras no no lugar denominado Morro das Pedras, prataria, transportes, casas e dívidas. Além disso, foram mencionadas duas pessoas escravizadas, uma sendo de Nação Monjolo, de nome Antonio, e outro de Nação Moçambique, de nome Domingos. Consta uma notificação de José Xavier Gonçalves pedindo que reparem um engano cometido no inventário, para que ele possa ser incluído como herdeiro. É incluído ao final do processo um auto de tomada de contas, no qual o tutor Bento Luis d'Abreu detalha a gestão financeira da tutoria dos orfãos.

Atuaram no processo:
juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
juiz municipal João Bonifacio Caldeira d’Andrade;
juiz corregedor Affonso Cordeiro de Negreiros Lobato;
juiz municipal municipal de orfãos suplente e comendador Francisco Duarte e Silva;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
escrivão Antonio Caetano Cavalheiro;
escrivão Leonardo Jorge de Campos;
procurador José Alves de Souza;
curador José Nunes da Silva;
curador Manoel Feliciano de Souza;
curador geral de órfãos Francisco de Paula Marques;
advogado e curador Caetano d’Araujo Figueredo Furtado Mendonça;
avaliador Bento Luis d’Abreu;
avaliador Francisco Gonçalves;
avaliador Damasio Ignacio Rezende;
avaliador João Antonio da Silva;
avaliador Florentino José dos Santos;
avaliador Manoel Gonçalves;
partidor Polidoro d’Amaral e Silva;
partidor Francisco de Paula Loui;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Pedro Antonio da Paixão;
fiador Claudino José de Souza;
signatário Candido Gonçalves de Oliveira;
signatário Ereneo Antônio de Souza;
signatário Caetano d’Avila Figueiredo Mendonça F.;
signatário Manoel Luis da Silva Liz;
signatário Ricardo Antonio Lopes;
signatário Manoel Antonio Caminha;
signatário Francisco Antonio Vieira;
signatário e tutor Bento Luis de Abreu;
signatário Ignácio Gonçalves Lopes;
signatário Manoel Pinto da Costa Seara.

Localidades relevantes:
Freguesia do Ribeirão

Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Procuração;
Juramento ao curador;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação de bens;
Partilha;
Pagamentos;
Juramento ao tutor;
Auto de contas tomadas.

Variação de nome:
freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão;
Joanna Roza de Jesus;
signatário Manoel Ferreira da Costa Seara;
juiz corregedor Affonço Cordeiro de Negreiros Lobato.

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventário de Feliciano Alves de Brito
BR SC TJSC TRRJ-24824 · Processo · 1850-1856
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
Feliciano Alves de Brito (falecido);
Florentina Rosa de Jesus (inventariante).

Herdeiros:
José Floriano Alves de Brito;
Joaquina Flora de Jesus;
João Alves de Brito (menor);
Joaquim Alves de Brito (menor);
Maria Rosa d’Jesus (menor).

Resumo:
Neste processo, a inventariante Florentina Rosa de Jesus, viúva do falecido Feliciano Alves de Brito, ficou responsável pela declaração e partilha dos bens entre os seus herdeiros.

Dentre os bens haviam móveis, um oratório com imagens religiosas, utensílios domésticos, joias de ouro, prataria e pedras preciosas, e dívidas. Constam também quatro pessoas escravizadas: três homens, dentre os quais dois se chamavam Antonio (africanos, designado como sendo "de nação") e Boaventura (designado como crioulo); e uma mulher chamada Eva (designada como crioula).

Em sequência à descrição dos bens do falecido esposo da inventariante, está inclusa uma relação dos bens deixados por Joaquim Antônio de Simas, pai do falecido Feliciano Alves de Brito. Esta lista, datada de 1840, é composta de móveis, um oratório com imagens religiosas, decorações (castiçais e quadros), bens de armazenamento (caixas e baús), itens e joias de prata, ouro e pedras preciosas, uma casa localizada na rua Menino Deus com fundos ao mar, e dois escravizados; um homem chamado Lucas, e uma mulher chamada Romana. Há, ainda, uma escritura de posse de terras.

Julgado por sentença, processo conclui-se com a partilha amigável dos bens e o pedido de pagamento dos selos.

Atuaram no processo:
avaliador João Maria Sallasar;
avaliador Tristão José Moreira;
curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
fiador João Antonio Lopez Gondim;
juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Joaquim José Varella;
signatário Francisco Gonçalves Guimarães;
tabelião Francisco de Paula Lacé.

Localidades relevantes:
rua do Menino Deus;
rua do Vinagre;

Compõem o processo:
auto de partilha;
contas;
relação de bens de Joaquim Antonio Simas;
sentença;
termo de louvação;
termo de juramento de partidores;
termo de juramento de tutora e fiança;
tomada de contas;
traslado de escritura e contrato de convenção.

Variação de nome:
Florentina de Rosa de Jesus;
Joaquina Flora d’Jesus;
José Honorio de Souza Mideiros;
Maria Flora de Jesus.

Inventário de Feliciana Firmina de Souza Neves
BR SC TJSC TRRJ-53781 · Processo · 1849
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
Feliciana Firmina de Souza Neves (inventariada);
Joaquim Xavier Neves (inventariante).

Herdeiros:
Candida da Conceição;
Domingos Jose da Costa Sobrinho (co-herdeiro);
Gaspar Xavier Neves;
Jacinto Xavier Neves;
João Xavier Neves;
Joaquina;
Luiza;
Luiza Firmina da Costa Neves;
Maria da Conceição;
Vicente Xavier Neves.

Resumo:
O inventário de Feliciana Firmina de Souza Neves foi conduzido pelo coronel Joaquim Xavier Neves. Durante a ação, o co-herdeiro Domingos Jose da Costa Sobrinho requer em petição que Domingos, homem escravizado, conste em sua parte da partilha.

No arrolamento, foram incluídos animais, utensílios de cozinha, casas, terrenos e pessoas escravizadas. As terras estavam localizadas em vários lugares: Picadas do Sul, com frente para a Rua do Fogo, fundos voltados para o mar, confrontando ao sul com a Rua do Cadeado e pelo beco da servidão pública; Caldas do Norte; Próximas à estrada que leva à Vila de Lages; Com fundos no Rio Capivari e, ao oeste, o Rio Cubatão; Na frente da praça da Vila de São José, com os fundos na Rua dos Finados.

Na partilha, foram mencionadas 22 pessoas escravizadas: Francisco, Domingos e Vicente, de nação Congo; Domingos, João, Domingos, Thomas, Francisco, Joaquim, Gaspar e Theresa, de nação Benguella; Manoel, de nação Calabar; Francisco, descrito como pardo; Domingas, Joaquina e Claudina, designadas como crioulas; José, Caetano, Ritta, Catharina e Francisca, sem etnia especificada; e Roza, de nação Moçambique.

A finada deixou dívidas, pagas com alguns bens do inventário. O andamento do processo é interrompido pela falta de folhas finais, não sendo possível identificar a sentença e as conclusões da ação.

Atuaram no processo:
escrivão dos órfãos Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
juiz João Francisco de Souza;
procurador Manoel do Nascimento Ramos.

Localidades relevantes:
Caldas do Norte;
Picadas do Sul;
rua do cadeado;
rua do fogo;
rua dos finados;
segunda comarca;
Vargem Grande;
vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

Compõem o processo:
auto de partilha;
petições.

Variação de nome:
Nação Banguela.