Partes do Processo:
Faustina Rosa de Jesus (inventariado);
Francisco Lourenço de Medeiros (inventariante);
Inventário realizado na Vila de São Miguel, atual Biguaçu. Se inicia na circunscrição da Comarca do Norte, passa pelo período da Primeira Comarca e finaliza na Comarca da Capital.
Partes do processo:
Faustina Maria Vieira (falecida);
major Sabino José da Gama Lobo (inventariante);
alferes Francisco da Gama Lobo (inventariante).
Herdeiros:
Francisca Luiza Vieira (filha), casada com Sabino José da Gama Lobo;
Maria Joaquina (filha);
Joaquina Vieira (filha);
Anna Francisca Vieira (filha);
Alexandrina Vieira (filha);
Justina Vieira (filha).
Sabino José Vieira (neto);
Angelica Rosa Vieira (neta), casada com Alexandre José d'Avilla;
Francisco da Gama Lobo (neto).
Resumo: O processo se inicia na Comarca do Norte com Sabino José da Gama Lobo como inventariante e finaliza na Primeira Comarca com Francisco da Gama Lobo como inventariante. Faustina faleceu deixando terras, um engenho de farinha, um alambique, casas, móveis e utensílios domésticos, dívidas, além de 8 escravizados - Miguel, Joaquina, 4 filhos de Joaquina (de nomes Manoel, Mauricia, Maria e Verginia, identificados como crioulos), João, identificado como de nação, e Deonizia. Ao longo do processo, a escravizada Joaquina esteva em posse de Alexandrina Vieira, residente no Rio de Janeiro, que se recusou a entregá-la ao depositário quando solicitada. Processo visto em correição múltiplas vezes.
Atuaram no processo:
juiz Thomé da Rocha Linhares;
escrivão e partidor José Manoel de Araujo Roslindo;
escrivão Amancio José Ferreira;
escrivão Antonio Silveira de Souza;
escrivão Joaquim Caetano da Silva;
avaliador José Antonio da Cunha;
avaliador João Francisco de Andrade;
juiz municipal de órfãos Antonio de Souza e Cunha;
pregoeiro Hilario José da Silva
co-herdeiro e depositário Alexandre José d'Avilla;
co-herdeiro, depositário e inventariante Francisco da Gama Lobo;
juiz de órfãos Joaquim da Silva Ramalho Mellado
juiz de órfãos Luiz Coelho Machado;
partidor Luiz Antonio Gomes;
juiz municipal de órfãos João Nepomoceno Xavier de Mendonça;
juiz municipal de órfãos José da Silva Mafra;
escrivão Antonio Ramos Martins;
juiz municipal de órfãos Sergio Lopes Falcão;
juiz José Christiano Garção Stockler;
juiz Augusto Elias de Castro Fonseca;
escrivão João Francisco Regis;
juiz corregedor José Maria do Valle Junior;
escrivão Antonio Francisco de Medeiros.
Localidades relevantes:
Villa de Porto Bello;
Tijuquinhas;
Praia Grande;
Areias;
Fortaleza de Santa Cruz;
Zimbros;
Desterro.
Compõem o processo:
Sequestro de bens;
Traslado de carta de doação da escravizada Joaquina;
Descrição de bens;
Carta precatória;
Partilha.
Variações de nome:
co-herdeiro e depositário Alexandre José de Avila;
herdeira Alexandrina da Silva Pinheiro;
escravizada Dionisia.
Inventario realizado na Capital, à época na chamada cidade de Desterro.
Partes do Processo:
Faustina Josepha Caetana da Silva (inventariada);
Francisco Duarte da Silva (inventariante).
Herdeiros:
Francisco Duarte e Silva;
Fermino Duarte;
Jeronimo Duarte;
Carlota Josefa;
Jurita Duarte;
Maria Josefa;
Anna Josefa.
Resumo: Francisco Duarte da Silva iniciou o processo de inventário de sua falecida esposa Faustina Jozepha Caetana da Silva. A falecida deixou herdeiros, porém não deixou testamento. Entre os bens inventariados constam: múltiplas terras, múltiplas casas, chacaras, mobílias, utensílios de prata, alambique, embarcaçoes, dividas, e 10 pessoas escravizadas, identificadas como: Vicencia, descrita como parda; Juliana e Vicente, descritos como de Nação; Francisca e Roza, ambas menores de idade; Antonio, João, Paulo, Antonio e Laurindo. Os bens foram partilhados entre os herdeiros, e dividas foram pagas junto aos credores.
Há uma precatória enviada do "Juizo dos Órfãos da cidade do Desterro na Ilha de Santa Catarina" para o "Juizo dos Órfãos da villa de São José na Segunda Comarca".
Atuaram no processo:
escrivão Joaquim Candido da Silva Peixoto;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
escrivão Francisco Anastacio da Silveira;
escrivão Moyses Lopes Gondim;
escrivão João Antonio Lopes Gondim;
curador dos órfãos advogado Caetano d'Araujo Figueiredo Mendonça;
procurador fiscal Polidoro de Amaral e Silva;
avaliador Manoel Antonio Caminha;
avaliador Tristão José Moreira;
avaliador João Pinto da Luz;
avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
avaliador José Joaquim dos Santos;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Peregrino Servita Santiago;
conselheiro chefe Miguel de Souza Mello e Alvim;
juiz municipal e órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.
Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina);
vila de São José;
Picadas do Sul;
Forquilhas;
Saco dos Limões;
Santa Barbosa;
rua Augusta (rua João Pinto);
rua da Conceição (rua Tenente Silveira);
rua da Tranqueira (rua General Bittencourt);
beco do Quartel;
Olaria do Fernandes;
rio Aririú;
rio do Cartume.
Compõem o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Louvação à avaliadores e partidores;
Juramento à avaliadores e partidores;
Avaliação de bens;
Carta precatória;
Declarações de herdeiros;
Partilha de bens;
Contas;
Procuração;
Recibo de credores.
Partes do Processo:
Eulalia Perpetua de Jesus (inventariada);
Antônio Francisca da Silva (inventariante);
Partes do Processo:
Eulalia Perpetua de Jesus (inventariado);
José Antonio de Abreu (inventariante);
Adelaide da Costa (inventariante);
Inventário realizado na cidade de Desterro, sob a Primeira Comarca.
Partes do processo:
Eugenia Rosa de Jesus (inventariada);
Joaquim Alexandre Dias (inventariante/herdeiro).
Herdeiros:
Faustina Rosa de Jesus;
Antônio José Candido Dias;
Thomas José Dias Corado.
Resumo:
O inventário de Eugenia Rosa de Jesus foi realizado por Joaquim Alexandre Dias, seu filho, sem deixar testamento e procedendo em uma partilha amigável. Entre os bens inventariados está somente uma casa, que foi alugada durante esse período. Contém os recibos dos pagamentos dos aluguéis que o inventariante recebeu durante o processo. Além disso é citado outro inventário durante a produção do processo.
Localidades relevantes:
Rua da Lapa;
Rio de Janeiro;
Porto Alegre;
Província do Rio Grande (atual Rio Grande do Sul);
Freguesia de São Francisco de Paula da cidade de Pelotas.
Atuaram no processo:
escrivão dos órfãos José Honório de Souza Medeiros;
juiz municipal dos órfãos Sérgio Lopes Falcão;
pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
coletor José Manoel de Souza;
tabelião Bento José de Farias;
curador geral dos órfãos Cândido Gonçalves de Oliveira;
avaliador Tristão José Moreira;
avaliador João Maria Salazar;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Joaquim José Varella;
signatário Apollinario Francisco Ferreira Gonçalves;
procurador fiscal provincial Francisco de Paula Silveira.
Variação de nome:
Freguesia de São Francisco de Paula de Pelotas.
Compõe o processo:
Autos de inventário;
Juramento ao inventariante;
Procurações;
Juramento aos partidores;
Auto de partilha.
Partes: Eugênia da Rocha; Leonidia Cândida de Jesus; José Victorino da Rocha Linhares.
Sebastião Francisco Goularte (filho e inventariante).
Casa coberta de telhas e com paredes de pedra, engenho de fazer farinha, terras de frente para o mangue, terras de frente para a estrada geral, um escravo pardo (que durante o inventário apresentou o valor correspondente à sua liberdade), utensílios domésticos, mobiliário e dívidas.
Juiz de Órfãos José Ignácio de Oliveira Tavares.
Juiz Severino Alves de Carvalho.
Juiz de Órfãos e Ausentes Antônio Augusto da Costa Barradas.
Escrivão João Damasceno Vidal.
Escrivão Vidal Pedro Moraes.
Avaliadores: Capitão Joaquim Soares da Silva e José Coelho Goularte.
Saco de Itacorubi, Freguesia da Santíssima Trindade, Desterro.
Tribunal da Relação de Porto AlegreInventário na vila de São José à época segunda comarca da província de Santa Catarina.
Partes do Processo: Eufrazio José Soares (falecido); Maria Joaquina Soares (inventariante).
Herdeiros: Pacifico José Soares; Policarpo José Soares; Emília Joaquina; Aparício José Soares; Silvinio José Soares; Matilde Maria Joaquina; Maria do Livramento; Adrianno José Soares; Joaquim José Soares; Marcolino José Soares; Bento José Soares; Bernardina Rosa da Conceição; Maria da Conceição.
Resumo: Maria Joaquina Soares fez o inventário dos bens de seu marido falecido, Eufrazio José Soares que morava na vila de São José. Ele deixou 13 filhos herdeiros. Os bens incluíam casas, terras, objetos em ouro e prata, utensílios em cobre, utensílios domésticos, ferramentas, animais (como vacas, novilhas e cavalos), dívidas, escravizados: João (nação Rebello), Damiano (crioulo), Ritta (crioula), Francisca (crioula), Graciela (crioula), Marco (crioulo). Assinatura do inventário realizado por Policarpo José Soares, pois a inventariante não sabe escrever. Foi realizada uma carta precatória de avaliação de bens da vila de São José para cidade de Desterro, primeira comarca. Tudo foi dividido de forma amigável entre os herdeiros, com acordo entre eles.
Atuaram no processo: avaliador Constâncio José da Silva; avaliador José Joaquim dos Santos; avaliador Joaquim Soares da Cunha; avaliador José Luís Gonçalves da Silva; escrivão Francisco Xavier d'Oliveira Camaza; escrivão José Morais de Souza Medeiros; juiz Sergio Lopes Falcão; juiz João Francisco de Souza; partidor Joaquim Lourenço de Souza; partidor Duarte Vieira da Cunha.
Localidades relevantes: Itacurubi, vila de São José, cidade de Desterro.
Compõem o processo: custas de selo; juramento de avaliador; juramento de partidor; autos de avaliação; autos de partição; recibo fazendário; carta precatória.
Inventário realizado na Villa de São Miguel, na época sob a Comarca do Norte.
Partes do processo:
Eufrazia Maria da Silva (inventariada);
José Gularte da Silva (inventariante).
Resumo: Inventário realizado após o falecimento de Eufrazia Maria da Silva, com o seu esposo viúvo atuando como seu inventariante. Entre seus bens avaliados constam: mobília, utensílios, animais, casas, engenho de farinha, engenho de cana e terras. Além disso também são citadas 04 pessoas escravizadas de nomes: Maria, José e Candido, todos descritos como crioulos; e Francisco, descrito como pardo. É feita a avaliação e partilha de todos os bens, com eles sendo repartidos entre todos os herdeiros. Após alguns anos da conclusão do processo é aaberto um requerimento de maioridade para que um dos herdeiros receba sua parte dos bens inventariados.
Herdeiros:
Luiz;
João;
Claudino;
Maria;
Laurentina;
Emerenciana;
Manoel.
Atuaram no processo:
escrivão de órfãos Amancio José Ferreira;
curador de órfãos Alexandre Gonçalves da Luz;
avaliador Joaquim da Silva Ramalho;
avaliador Miguel Machado San Tiago;
partidor Mathias Gomes da Silva;
partidor Jacintho José Pacheco dos Santos;
juiz de fora João da Silva Ramalho Pereira;
juiz dos órfãos José Joaquim Dias;
juiz de órfãos segundo suplente Claudio Pereira Xavier;
juiz corregedor Jozé Christiano Garção Stockler.
Localidades relevantes:
villa de São Miguel (atualmente cidade de Biguaçu).
Compõem o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Juramento ao curador;
Audiencia;
Louvação aos avaliadores;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação dos bens;
Louvação aos partidores;
Juramento aos partidores;
Partilha dos bens;
Declarações;
Contas;
Requerimento de maioridade;
Correição.