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Inventário de Manoel Gomes Rittes
BR SC TJSC TRRJ-88448 · Processo · 1852
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Partes:
Manoel Gomes Rittes (falecido); Maria da Silva Reis (viúva e inventariante)

Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul; juiz municipal major Joaquim José de Oliveira Cercal; escrivão Manoel Joaquim Pinheiro; 10 escravos; engenho de farinha; propriedades rurais; Costeira do Frias; propriedade urbana; rua da Praia; dívidas.

Inventário de Manoel Gonçalves Cassilha
BR SC TJSC TRRJ-81623 · Processo · 1865
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de São Miguel

Partes:
Manoel Gonçalves Cassilha (inventariado);
Anna Joaquina Sacramento (inventariante).

Herdeiros:
José Gonçalves Cassilhas;
Antonio Gonçalves Cassilhas;
João Gonçalves Cassilhas;
Francisco Gonçalves Cassilhas;
Manoel Gonçalves Cassilhas;
Candido Gonçalves Cassilhas;
Felisbina Roza;
Maria do Sacramento;
Joaquina Luiza;
Luiza Christina;
Anna Joaquina.

Descrição:
O inventário de Manoel Gonçalves Cassilha foi conduzido por sua esposa, Anna Joaquina Sacramento, sem testamento, procedendo-se à partilha dos bens de forma amigável. Entre os itens inventariados constam pratarias, mobílias, caldeira de cobre, alambique, engenho de fazer farinha, animais, engenho de fazer açúcar, casa, terras e roça de mandioca. O processo também registra a presença de oito pessoas escravizadas, sendo quatro descritas como pardas, de nomes Luiz, Bento, Laurianna e Maria, e quatro descritas como crioulas, de nomes Miguel, Paulo, Eva e Militana. Consta ainda no processo, à folha 54, um desenho da partilha das residências e das terras entre os herdeiros e a inventariante.

Atuaram no processo:
juiz dos órfãos José Maria do Valle Junior;
juiz de órfãos Eduardo José do Amaral;
juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantaleci;
juiz dos órfãos José Martins de Assis;
juiz de órfãos e presidente da câmara Florindo José Dias;
juiz de órfãos José Francisco Mafra;
juiz de órfãos Francisco Ignacio Werneck;
juiz de direito Manoel Vieira Costa;
escrivão Salvador Cavalheiro;
escrivão João Francisco Regis;
escrivão João Rodrigues Ferreira;
escrivão João Rodrigues Pereira;
escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
avaliador Rafael Sardá
avaliador e signatário José Elias da Roza;
partidor Francisco Gonçalves da Luz;
partidor Antonio Joaquim de Vargas;
procurador Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
oficial de justiça Anastacio José Vieira;
oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
coletor Antonio Carlos de Carvalho;
curador geral Manoel de Azevedo Monteiro;
curador geral dos órfãos João do Prado Faria;
curador geral dos órfãos Antonio Carlos de Carvalho Junior;
curador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
signatário Antonio José Ferreira;
signatário Salvador Cavalheiro;
signatário Pedro Joaquim de Carvalho;
signatário Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
signatário Jacintho Gonçalves da Luz;
signatário Ignacio Machado d’Espindola.

Localidades relevantes:
Três Riacho;
Rio Grande do Sul;
Biguaçu.

Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Termo de descrição dos bens;
Traslado;
Jornal O Mercantil;
Jornal O Despertador;
Juramento ao curador;
Termo de louvação de avaliadores e partidores;
Avaliação dos bens;
Juramento aos partidores;
Auto de partilha;
Auto de reforma de partilha;
Auto de praça.

Variação de nome:
Rio Grande de São Pedro do Sul;
Biguassú.

Inventário de Manoel Gonçalves Luis
BR SC TJSC TRRJ-85438 · Processo · 1850-1852
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na Capital, na época conhecida como cidade de Desterro

Partes do processo:
Manoel Gonçalves Luis (inventariado);
Maria Vicencia d’Jezus (inventariante);
Luis Manoel d’Oliveira (inventariante).

Herdeiros:
Antonio Gonçalves Luis;
Anna Maria d’Jesus;
Generosa Maria d’Jesus;
Manoel Gonçalves Luis;
Luis Gonçalves Martins;
Bernardino Gonçalves Luis;
Maria Leandra d’Jesus;
Leandra Maria d’Jesus.

Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Maria Vicência d’Jesus, que recusou a posse como inventariante, sendo então proposto ao genro Luís Manoel d’Oliveira – o qual aceitou o papel. Neste inventário constam bens como: tachos de cobre, utensílios domésticos, arma de fogo, ferramentas, mobília, animais, engenhos de cana e de farinha, roças de cana e mandioca, casas e terras. Além disso, há o registro de 09 pessoas escravizadas, cujos nomes indicados eram: Pedro, Gabriel, Benedicto, Joanna, Maria, Pedro, Izabel, Miguel e Thereza. Os cinco primeiros foram designados como crioulos (nascidos no Brasil), enquanto Pedro foi identificado como da nação Cabinda, Izabel da nação Congo, e Miguel apenas como sendo de “nação” (africano).

Atuaram no processo:
juiz municipal de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
escrivão José Honório de Souza Medeiros;
curador Candido Gonçalves d’Oliveira
avaliador Joze Antonio Coelho;
avaliador Joaquim Joze Nunes;
juiz de órfãos Agostinho Leitão d’Almeida;
partidor José da Costa e Oliveira;
partidor João Narciso da Silveira;
juiz Jozé Christiano Garção Stockler.

Localidades relevantes:
Freguesia da Lagoa;
Costa do Norte da lagoa;
Costeira;
Itacorubi.

Variação de nome:
Itacorubé;
Itacoroby;
Itacorubí.

Inventário de Manoel Ignacio de Liz e Silva
BR SC TJSC TRRJ-30769 · Processo · 1866
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventario na cidade de Lages, à época comarca de Laguna província de Santa Catarina.

Partes do processo: Manoel Ignácio de Liz e Silva (falecido); Candida Perpetua de Jesus (inventariante).

Herdeiro: Candido (menor);

Resumo: Cândida Perpétua de Jesus foi responsável por realizar o inventário dos bens deixados por Manoel Ignácio de Liz e Silva, que morava em uma propriedade rural na localidade chamada Amola Faca, localizada na cidade de Lages. Manoel faleceu deixando um filho menor de idade, que era seu herdeiro. Os bens deixados por ele incluíam casas, terras, campos, animais, imagem religiosa de ouro, utensílios de ouro, prata e cobre, ferramentas, dívidas e escravizados de nome Thomas (mulato), Luiza (mulata) e Brandina (parda). Esses bens foram divididos entre os herdeiros, o filho e a esposa de Manoel.
Além disso, há um processo chamado autos de tomada de contas, que trata da administração dos bens do filho menor, chamado Cândido. Esse processo envolve a prestação de contas feita pelo tutor do menor, incluindo os custos da tutoria e os pertences do herdeiro.

Atuaram no processo: advogado Joaquim José Domingos; advogado Joaquim José Henriques; avaliador Antônio José Godinho; avaliador Lourenço Dias Baptista; curador Antônio Ricken de Amorim; escrivão Generozo Pereira dos Anjos; escrivão José Luiz Pereira; juiz Fernando Affonso de Mello; juiz Henrique Ribeiro de Cordova; partidor Gaspar José Godinho; tutor Amaral de Lis e Silva; tutor Manoel José Antônio de Souza Quadros.

Localidades: localidade Amola Faca; cidade de Lages; comarca de Laguna.

Compõem o processo: procuração; autos de tomada de contas do tutor; juramento de avaliador; juramento de partidor; juramento de tutor; prestação de contas de selo.

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Inventario de Manoel Ignacio d'Oliveira
BR SC TJSC TRRJ-25185 · Processo · 1851
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário na cidade de Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina.

Partes do processo: Manoel Ignacio d'Oliveira (falecido); Cândida Capistrano Oliveira (inventariante).

Herdeiros: Antônio Joaquim d'Oliveira; Maria Magdaline d'Oliveira; Carlota Amália d'Oliveira; Antônio Ignacio d'Oliveira; João Capistrano d'Oliveira.

Resumo: Cândida Capistrano Oliveira fez o inventário de seu falecido marido Manoel Ignacio d'Oliveira, morador da cidade de Desterro, Ilha de Santa Catarina. O falecido deixou cinco filhos herdeiros. Dos bens inventariados constam casas, terras, utensílios, dividas e escravizados de nome Manoel e Leopoldina. A inventariante faleceu antes do termino do inventario. Os bens foras partilhados entre os herdeiros.

Atuaram no processo: avaliador Eleutério Francisco de Souza; avaliador Tristão José Morina; escrivão José Nunes de Souza Medeiros; fiador João Francisco Barreto; juiz Agostinho leitão d'Almeida; juiz Francisco Duarte Silva; partidor João Narciso d'Oliveira; José da Costa de Oliveira.

Localidades relevantes: cidade de Desterro; Ilha de Santa Catarina.

Compõem o processo: juramento do inventariante; autos de inventario, custas de selo.

Inventário de Manoel Jacintho da Silveira
BR SC TJSC TRRJ-20544 · Processo · 1854-1856
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
Manoel Jacintho da Silveira (inventariado);
Florinda Roza de Jezus (inventariante).

Herdeiros:
Alexandrina Florinda;
Claudina da Conceição;
Francisco Jozé Silveira;
Hipolito Jose da Silveira;
Ignacia da Conceição;
Innocencia da Conceição;
Manoel Antonio da Silveira;
Maria Joaquina.

Resumo:
Inventário realizado por Florinda Roza de Jezus, viúva de Manoel Jacintho de Silveira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

Os bens inventariados foram mobília, ferramentas, terras na freguesia da Lagoa, animais, um engenho de farinha, casas e sítios. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. A ação é julgada por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas de maneira pro rata e a notificação de um parente próximo, para ser tutor dos filhos menores de idade; Hipolito José Silveira, irmão mais velho, assinou o termo de tutoria.

Ao final do processo, são anexadas as relações dos bens e uma carta dos herdeiros, escrita em 1854, confirmando o recebimento da notificação para inventário.

Atuaram no processo:
avaliador Albino José da Silva;
avaliador Francisco Antonio Vieira;
curador geral Caetano d’Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
juiz corregedor Christiano Garson Stockler;
juiz de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
partidor João Narcizo da Silveira;
partidor Pedro Antonio da Paixão;
signatário Joze Nunes da Silva.

Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
estrada do porto;
freguesia da Lagoa (atual Lagoa da Conceição, Florianópolis);
primeira comarca.

Compõem o processo:
auto de partilha;
contas;
descrição e avaliação dos bens;
petições;
sentença;
termo de tutoria;
termos de juramento;
termos de louvação.

BR SC TJSC TRRJ-24985 · Processo · 1853
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Inventário realizado na cidade de Desterro, Capital.

Partes do processo:
Manoel Joaquim da Silveira (inventariado);
Flora Maria d’Jesus (inventariada);
Claudino Joze da Silveira (inventariante).

Herdeiros:
Fidellis José da Silveira;
Maria Ignacia d’Jezus;
Francisca Roza;
Anna Roza;
Rita Roza;
Florinda Roza.

Resumo: Inventário requerido pelo filho dos falecidos, Claudino Joze da Silveira, nele contendo utensílios domésticos, mobília, animais, engenho, terras e casas. Além disso, há o registro de 02 pessoas registradas, de nomes: José designado da nação Cassange e Manoel designado da nação Congo.

Atuaram no processo:
juiz de orfãos Sergio Lopes Falcão;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
louvador Manoel Antonio de Silveira;
louvador Manoel Nunes Vieira;
avaliador Albino Jose da Silva;
avaliador Francisco Antonio Vieira.

Localidades relevantes:
Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa.