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Partilha dos bens de Candido Ferreira de Macedo
TRPOA-83267 · Processo · 1882-02-01
Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

Engenhos, escravos, terras e casas localizadas na Freguesia de Santo Amaro do Cubatão,

Escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Câmara.
Juiz Manoel de Azevedo.
Juiz de órfãos Umbelino de Souza Marinho.

Santo Amaro do Cubatão, São José, Comarca de São José.

Tribunal de Justiça de Santa Catarina
Partilha dos Bens de Maria Coelho de Jesus
BR SC TJSC TRRJ-16641 · Processo · 1860
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Partilha de Bens realizada na vila de São Miguel, na época sob a Comarca de São José.

Partes do processo:
Maria Coelho de Jesus (inventariado);
Jeremias Coelho Vieira (inventariante).

Herdeiros:
Maria Coelho;
José Coelho Vieira;
Joaquim Coelho Vieira;
Jeremias Coelho Sacramento;
Emerenciana Coelho;
Constancia Coelho;
Elisa Coelho;
Senhorinha Coelho;
Luiza Coelho;
Carlota Coelho.

Resumo:
É feita a partilha dos bens da falecida Maria Coelho de Jesus, moradora de Três Riachos, vila de São Miguel, não havendo testamento. Entre os bens avaliados e repartidos entre os herdeiros constam: terras, casas, engenho de fariha, utensílios, cobre, animais, prata, ouro, joias e dívidas. Além disso são citados 10 escravizados, de nomes: Thomé, Claudino, Damasio, João, Joaquina, Narcisa, Rita, Locinda, Matildes e Anna.
Os bens foram partidos de forma amigável pelos próprios herdeiros. As dívidas passivas foram pagas, com o juiz concluindo o inventário.

Atuaram no processo:
escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
signatário Claudio Francisco de Campos;
signatario Antonio Silveira de Souza;
signatário Eduardo Francisco de Faria;
signatário Francisco Emilio do Livramento;
signatário Francisco Antonio de Faria;
signatário Luiz Monteiro d'Avilla;
signatário Manoel de Faria Teixeira;
signatário João Pereira da Cruz;
signatário José Maria de Jezus;
signatário Cipriano Pereira de Simas;
signatário C. Silva;
juiz Francisco de Souza Lopes;
juiz municipal primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
juiz corregedor Manuel José Vieira Tosta.

Localidades relevantes:
Três Riachos;
vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu).

Compõem o processo:
Petição inicial;
Descrição dos bens;
Partilha dos bens;
Termo de retificação;
Contas.

Partilha dos bens de Mathias Lopes
BR SC TJSC TRRJ-55987 · Processo · 1862
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Autos de Partilha Amigável realizado em São José, na Comarca de São José

Partes: Mathias Lopes e Catharina Bresch (falecidos); Os herdeiros: Mathias Lopes; Catharina Lopes; Francisco Lopes; João Lopes; Gertrudes Lopes; Anna Lopes; Ignacia Lopes; Manoel Lopes; Maria Lopes (suplicantes);

Resumo: Os filhos legítimos do casal falecido, todos maiores de idade, entraram com um pedido para a realização de uma partilha amigável de bens dos seus falecidos pais. Foi feito o pagamento aos herdeiros e dividido um terreno que faz frente com o Rio Cubatão e fundos com o Morro do Tabuleiro, situado na Várzea Grande do Cubatão, num lugar denominado Rio Vermelho.

Localidades mencionadas:
São José;
Vargem Grande;
Freguesia de Santo Amaro;
Rio Vermelho;
Rio Cubatão;
Santo Amaro do Cubatão;
Várzea Grande de Cubatão;
Morro do Tabuleiro;

Atuaram no processo:
Escrivão Manoel Ferreira da Costa Seara;
Partidor Alexandre Correia de Mello;
Juiz Augusto Elisio de Castro Fonseca.

Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
Pecúlio da escrava Eva e seu filho Gregório
TRPOA-20278 · Processo · 1883-05-19
Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

Manoel José d'Oliveira (advogado suplicante e testamenteiro de Emília Moreira da Silva).
Emília deixou quantia em dinheiro para sua ex-escrava Eva e o filho dessa, Gregório, para usarem em sua liberdade. Eva e Gregória pertenciam, no momento da ação, à Maria Helena Silvy (por ser herdeira do francês Achille Silvy).

Em 1886, informou-se que a libertação da escrava ocorreu pelo Fundo de Emancipação Provincial.

Juiz municipal Felisberto Elísio Bezerra Montenegro.
Escrivão Thomé da Silva.

Tribunal da Relação de Porto Alegre
Pecúlio de Frederico Sohen
BR SC TJSC TRPOA-20456 · Processo · 1884
Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

Partes:
Frederico Sohen (proprietário).
Maria (parda).

Desterro; pecúlio para compra de carta de liberdade no valor de 100$00, cem mil réis; recibo da “tesouraria” para exposição na folha digital n. 5; alforria; escravidão.

Felisberto Elýsio Bezerra Montenegro, juiz;
José de Miranda Santos, escrivão;
João Damasceno Vidal peticiona em nome de Maria;
José de Souza Freitas; tesoureiro.

Tribunal da Relação de Porto Alegre
Pecúlio de Manoel Antônio Victorino Menezes
BR SC TJSC TRPOA-20445 · Processo · 1884
Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

Partes:
Manoel Antônio Victorino Menezes (proprietário);
Bárbara (escrava).

Pecúlio para compra de carta de liberdade no valor de 100$000 (cem mil réis); alforria; escravidão, Bárbara; Desterro; recibo da “thesousaria” em bom estado, para exposição na folha digital n. 7.

Antônio Thomé da Silva, escrivão;
Estevão José de Siqueira, chefe de polícia;
Felisberto Elysio Bezerra Montenegro, juiz;
José Cidade, secretário de polícia.

Tribunal da Relação de Porto Alegre
Pecúlio de Manoel Francisco da Silva Arêas
BR SC TJSC TRPOA-20448 · Processo · 1884
Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

Partes:
Manoel Francisco da Silva Arêas (proprietário);
Maria Dos Passos Graça (proprietária);
“Processo” (escravo pardo).

Pecúlio para compra de carta de liberdade no valor de 150$000 (cento e cinquenta mil réis); alforria; escravidão; Desterro; quantia em dinheiro levantada pela Sociedade Carnavalesca Diabo a Quatro, a fim de libertar o escravizado de nome Processo; Portugal.

Alfredo José da Luz, assina petição inicial;
Antônio Francisco da Silva Arêas, procurador;
Felisberto Elysio Bezerra Montenegro, juiz;
João de Miranda Santos, escrivão;
José de Souza Freitas, tesoureiro;
Leonardo Jorge de Campos, tabelião;
Miguel Victor Cardoso da Costa, contador.

Tribunal da Relação de Porto Alegre
Penha
Séries · 2022
Parte de Comarcas de Santa Catarina

Criação: Resolução TJ n. 18 de 6 de julho de 2022
Instalação: 12 de agosto de 2022
Primeiro juiz da Comarca: Aline Vasty Ferrandin
Denominação do Fórum: Ministro Teori Albino Zavascki
Circunscrição: 23ª Itajaí
Entrância: Final
Composição da Comarca: Penha
Vara: 1ª Vara e 2ª Vara
Localização da comarca: Foz do Rio Itajaí

Tribunal de Justiça de Santa Catarina
Penhora de João Bernardo de Souza
BR SC TJSC TRRJ-20894 · Processo · 1859
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Penhora realizada na cidade do Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

Partes do processo:
João Bernardo de Souza (exequente)
Antonio Francisco Vianna (executado)

Resumo:
Neste processo, o exequente João Bernardo de Souza moveu um auto de penhora contra o executado, Antonio Francisco.

O executado era inquilino em uma casa, que era de propriedade do exequente; lá, Antonio residia com sua família (sua mãe e seus irmãos). A residência era situada na rua da Palma, a atual rua Álvaro de Carvalho (em outra ocasião, porém, chama-se de rua da Paz, atualmente a rua Jerônimo Coelho). Porém, tendo atrasado um mês e mais dias de um segundo mês de aluguel, totalizando 7600 réis, João Bernardo decidiu processá-lo. Em sua petição, o exequente quis não somente penhorar os bens de Antonio, exigindo também que ele fosse despejado de sua propriedade.

Em seguida, o juiz expediu mandado para penhora, que foi cumprido por dois oficiais de justiça. Dentre os bens da casa penhorados, constavam: louças, móveis, uma imagem religiosa de São João, e um animal. Os bens foram confiscados e confiados ao depositário. Além da penhora de seus bens, Antonio foi intimado para, dentro de 24 horas, sair da casa em que era inquilino.

Antonio Francisco Vianna reage por meio de uma nova petição. Nela, o executado diz que sempre efetuou todos os pagamentos adequadamente, e que nunca deu motivos para ser despejado. Ele peticionou por um embargo ao despejo movido por João Bernardo de Souza, alegando ter sido injustamente intimado e penhorado. Para representá-lo, Antonio acionou um advogado.

Depois disso, João Bernardo de Souza resolveu pedir a desistência de sua execução de penhora. O executado foi autorizado a continuar na casa onde era inquilino, até encontrar outra para morar; e o exequente comprometeu-se a arcar com as custas do processo. Foi feito, por fim, o levantamento da penhora, restituindo-se os bens ao executado.

Atuaram no processo:
advogado Eleuterio Francisco de Souza;
depositário Joze da Lapa Souza Coentro;
escrivão Vidal Pedro Moraes;
juiz municipal suplente comendador Francisco Duarte Silva;
oficial de justiça Anfiloquio Antonio Pacheco
oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus.

Localidades Relevantes:
rua da Palma (atual rua Álvaro de Carvalho, Florianópolis, Santa Catarina);
rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, Florianópolis, Santa Catarina);
cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da capital.

Compõem o processo:
auto de penhora;
auto de levantamento de penhora.
embargo;
mandado de intimação.