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              Inventário de Manoel Francisco Caetano
              BR SC TJSC TRPOA-68611 · Processo · 1882
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Audiência no Teatro do Espírito Santo, por estar ocupada a casa da Câmara Municipal; juiz municipal José Virgolino Correia de Queiros; escrivão Antonio Francisco de Medeiros; distrito de Três Riachos; Carolina Rosa de Jesus (herdeira); Maria Vitalina Rosa de Jesus (herdeira); propriedade rural; escravo; mapa com descrição de escravo; Eduardo Francisco de Farias (comerciante e credor); carta de liberdade de escravizado; plantações; casa; juiz Manoel Januario Bezerra Montenegro.
              Processo sem capa; incompleto.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Inventário de Manoel Francisco da Silva
              BR SC TJSC TRRJ-20424 · Processo · 1868
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Manoel Francisco da Silva (inventariado);
              Eufrasina Custódia da Cunha e Silva (inventariante e testamenteira).

              Herdeiros:
              Anna Francisca da Silva;
              Anna Luna da Silva;
              Claudina Francina;
              Claudina Luiza da Silvas;
              Francisco José Maria;
              Ignácia da Silva;
              João Francisco da Silva;
              João Manoel da Rosa;
              João Pereira da Silva;
              José Manoel da Rosa;
              Luis Manoel da Rosa;
              Luisa Francisca da Silva;
              Maria Ignácia da Silva;
              Maria L. da Silva;
              Marcelino Francisco da Silva;
              Pedro Antonio de Azevedo;
              Rosa L. da Silva;
              Silvana Ignácia da Silva.

              Resumo:
              O inventário de Manoel Francisco da Silva foi conduzido por Eufrasina Custódia da Cunha e Silva, sua esposa. O finado deixou testamento e, como de costume para a época, o documento faz uma série de alusões religiosas, como referência à sagrada família: “[...] Jesus, Maria, José [...]”, na página virtual de número 11.

              Os bens inventariados foram casas, engenhos, terrenos, um forno de cobre, utensílios de cozinha, jóias, um oratório com imagens, animais e mobília. São citadas no arrolamento 8 pessoas escravizadas: Domingos, descrito como “de nação” (advindo de algum porto africano); e Silverio, Severino, Jorge, Solidario, Elena, Rita e Elena, designados como crioulos — as pessoas foram avaliadas, uma a uma, em valores que entre 175$000 (cento e setenta e cinco mil réis) e 800$000 (oitocentos mil réis).

              Ao decorrer do processo, um dos herdeiros requer que Severino, menino escravizado de 8 anos de idade incluído no arrolamento, seja atribuído a ele no momento da partilha. A inventariante abre termo de declaração para citar as dívidas deixadas pelo casal, em que foram separados bens do arrolamento para sua quitação.

              Após avaliados, os bens e as pessoas escravizadas passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas de maneira pro rata, assim como a quitação dos impostos à Fazenda Provincial.

              Atuaram no processo:
              avaliador José Joaquim da Silva;
              avaliador Manoel da Rocha Pires;
              curador geral Marcellino Antonio Dutra;
              escrivão do juízo de órfãos Vidal Pedro Moraes;
              escrivão Leandro Jorge Campos;
              juiz de órfãos Joaquim Augusto de Livramento;
              juiz de órfãos primeiro suplente major Affonso de Albuquerque Mello;
              oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus;
              partidor João Narciso da Silveira;
              partidor José Luis do Livramento;
              procurador e tutor Claudino Pedro Gularte;
              procurador fiscal Sergio Lopes Falcão.

              Localidades relevantes:
              cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              distrito de Ratones (atual bairro de Ratones, Florianópolis);
              freguesia de Santo Antonio de Lisboa (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
              Itajaí.

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              avaliação e descrição dos bens;
              contas;
              petições;
              procurações;
              recibo;
              sentença;
              termos de declaração;
              termos de juramento;
              traslado de testamento.

              Variação de nome:
              Itajahÿ.

              Inventário de Manoel Francisco de Paula
              BR SC TJSC TRRJ-19963 · Processo · 1848
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Processo ocorrido na Vila de Lages, Comarca do Norte.

              Foram partes neste processo:
              Manoel Francisco de Paula (falecido);
              Constancia Maria (inventariante);
              Manoel Francisco de Deus (herdeiro);
              Maria Ignacia, Maria dos Prazeres, Francisca, Carolina, Feslibina e Filadeufo (herdeiros menores).

              Resumo: Constancia Maria abre um processo de inventário após a morte de seu esposo, Manoel Francisco de Paula. Consta no documento o fato de que os bens eram de baixo valor monte, não se equilibrando com a despesa de um processo regular de inventário. Como alternativa, foi realizado um arrolamento de bens. Dentre os objetos avaliados, constaram animais, utensílios de cozinha, cangalhas e ferramentas. Após o arrolamento, os bens foram partilhados entre os herdeiros e a cabeça do casal. O Juiz de Órfãos nomeia um tutor para os herdeiros menores, que acaba por falecer e ser substituído. O processo foi reaberto em correição, em que o Juiz solicita o pagamento do selo proporcional dos quinhões, por parte da viúva.

              Foram mencionadas as seguintes localidades:
              Comarca do Norte;
              Província de Santa Catarina;
              Vila de Lages.

              Atuaram neste processo:
              Avaliador Antonio Luiz d’Oliveira;
              Avaliador/Tutor Bibiano José dos Santos;
              Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
              Escrivão Gustavo Pereira dos Anjos Junior;
              Escrivão Mathias Gomes da Silva;
              Juiz Guilherme Ricken;
              Signatário Joaquim Rodrigues de Oliveira Costa;
              Tutor Manoel Alves Valente.

              Variações de nome:
              Manoel Alves Vallente.

              Inventário de Manoel Francisco Pereira
              BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-31907 · Processo · 1911
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes:
              Manoel Francisco Pereira (inventariante)
              Francisco Pereira da Silva (inventariado)
              Anna Carolina de Jesus (inventariada)

              Mobília; Forno de cobre; Casas; Terras; Engenhos de açúcar; Engenhos de farinha; Quantia em dinheiro;

              Propriedades rurais; Localidade de Chapéu de Sol; Localidade de Faxinal do Campo; Localidade de Paulo Lopes; Sertão do Campo; Campo do Maciambu; Distrito da Enseada de Brito; Estrada do Rincão; Rio da Roça;

              Curador geral Heitor Blum;
              Escrivão José Maria da Luz;
              Juiz Pedro Alexandrino Pereira de Mello;
              Oficial de justiça João Fernandes Alves;

              Signatário Jesuíno José de Espíndola;
              Signatário João Antônio de Souza.

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina