Partes: Anna Maria Conceição; Silvestre Leal Nunes.
Inventário
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Partes do Processo:
Anna Maria (inventariada);
Manoel José Dias (inventariante);
Inventário realizado na cidade de Santo Antonio dos Anjos da Laguna, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Anna Marcelina de Aguiar (falecida);
João Ignacio Ribeiro (inventariante).
Herdeiros:
Antonio Ignacio Ribeiro;
Domingos Ignacio Ribeiro;
Ellias Ignacio Ribeiro;
João Ignacio Ribeiro Junior;
Jozé;
Manoel;
Maria Ignacia Ribeiro.
Resumo:
João Ignacio Ribeiro abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Anna Marcelina de Aguiar. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos. Os bens inventariados foram mobília, objetos de armazenamento (baús e caixas), utensílios de cozinha, louças, castiçais e casas. Constam no processo quatro pessoas escravizadas: Maria e Ignez, descritas como pardas, e Matheus e Manoel, designados enquanto crioulos. São citadas dívidas ativas e passivas deixadas pela falecida.
Ao decorrer do processo, o inventariante abre uma petição para requerer que os credores sejam pagos por meio dos bens incluídos no inventário, ficando adjudicados. Após avaliados, os bens passaram por partilha entre os herdeiros, em que parte do patrimônio foi separada para a quitação das pendências, como solicitado pelo viúvo. Alguns filhos receberam uma quantia em dinheiro de reposição, com o intuito de nivelar o valor das heranças.
O processo é julgado por sentença, e o juíz notifica João Ignacio Ribeiro para assinar termo de tutela em relação aos seus filhos menores de idade, requerendo também o pagamento das custas da ação por parte dos interessados. Mais tarde, é revelado que o inventariante havia falecido e, com isso, os herdeiros passam a ser representados por Manoel Cardozo de Aguiar, tutor dativo e tio dos órfãos. Além disso, a herdeira Maria Ignacia Ribeiro anexa petição para requerer licença para seu matrimônio com Antonio Felix Barreto, o que é realizada.
A ação se conclui com um auto de tomada de contas, em que o tutor dos órfãos presta atualizações sobre os herdeiros e seus respectivos bens recebidos na partilha. É revelado que Domingos já atingiu a maioridade e fazia parte do exército, indo à chamada “campanha do Sul”, que faz referência à Guerra do Paraguai.
Atuaram no processo:
avaliador Arcenio Joze Vigario;
avaliador Joze da Rocha Porto;
curador geral e procurador Domingos Custodio de Sousa;
curador João Thomaz de Oliveira Junior;
escrivão de órfãos Antonio Jozé da Silva;
escrivão interino Manoel Baptista de Araujo;
juiz de direito em correição Luiz Duarte Pereira;
juiz de órfãos suplente Americo Antonio da Costa;
juiz de órfãos suplente João Pacheco dos Reis;
juiz de órfãos suplente Joaquim da Silva Cascaes;
oficial de justiça João Custodio Duarte;
oficial de justiça Luis Pinto Guedes;
partidor João José Garcia;
partidor Joaquim Jozé Mendes Braga.
Localidades relevantes:
Aratingaúba;
cidade de Santo Antonio dos Anjos da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
freguesia de São João do Imaruhy (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
rua da Praia;
rua Direita;
segunda comarca.
Compõem o processo:
auto de contas;
auto de partilha;
contas;
correição;
petições;
sentenças;
termo de louvação;
termo de responsabilidade;
termos de declaração;
termos de juramento;
termos de tutela.
Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a Comarca do Norte
Partes:
Anna Laurina (inventariada);
André Machado Severino (inventariante).
Herdeiros:
Antonio Machado Severino;
Ludovina Rosa.
Descrição:
O inventário de Anna Laurina foi conduzido por seu marido, André Machado Severino, sem testamento, e a partilha dos bens ocorreu de forma amigável. Entre os itens inventariados constam talheres de prata, mobílias, um engenho de fazer farinha, transporte, um tacho de cobre, um forno de cobre, animais, casas, terras e peças de vestuário. O processo também registra a presença de oito pessoas escravizadas: quatro descritas como mulatas, de nomes Manoel, José, Thimotio e Diolinda; duas descritas como crioulas, de nomes Vicente e Joaquina; uma identificada como sendo de nação Benguela, de nome Joaquim; e outra de nação Congo, de nome Catharina.
Atuaram no processo:
juiz dos órfãos José Joaquim Dias;
escrivão Amancio José Ferreira;
avaliador Vicente Francisco Pereira;
avaliador Antonio José d’Oliveira;
partidor João Antonio de Azevedo;
partidor Ignacio José de Carvalho;
partidor Celço Coelho Lemos;
signatário Antonio Machado Severino.
Localidades relevantes:
rio de Biguaçu.
Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Título dos herdeiros;
Avaliação dos bens;
Juramento aos partidores;
Partilha dos bens.
Partes do Processo:
Anna Joaquina Figueiredo (inventariado);
Camillo José de Souza (inventariante);
Partes: Anna Joaquina do Sacramento; João Gonçalves Cassilhas.
Partes: Anna Joaquina d'Jesus; Florentino José de Jesus.
Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Anna Joaquina de Jesus (falecida);
José Gularte da Silva (inventariante e co-herdeiro).
Herdeiros:
Camilo Antônio Marques (ausente);
Manoel Antônio Marques;
Manoel de Souza Sarmento (co-herdeiro);
Maria Joaquina de Jesus;
Mariana Roza de Jesus;
Mariano Antônio Marques.
Resumo:
José Gularte da Silva abriu um processo de inventário para os bens de Anna Joaquina de Jesus, sua falecida sogra. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos. Além disso, um herdeiro encontrava-se ausente da província em lugar incerto, necessitando da nomeação de um curador.
Os bens inventariados foram um ferro de engomar, mobília, utensílios de cozinha, animais, ferramentas, terrenos, casas e engenhos. Ainda na relação, foram mencionadas 3 pessoas escravizadas: Rafael e Pedro, descritos como crioulos; e Matheus, descrito como “de nação” (advindo de África). O inventariante também declarou dívidas ativas e passivas, anexando contas como o funeral e missa de 7º dia da finada.
Foi anexada uma carta precatória para a citação dos herdeiros que residiam em São José e avaliação dos bens que estavam presentes na cidade. Após ser avaliado, o patrimônio passou por um processo de partilha.
A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata e que o curador do herdeiro ausente prestasse juramento para continuar em sua função.
Atuaram no processo:
avaliador Albino Francisco da Silva;
avaliador Agostinho Furtado de Souza;
avaliador Luiz Martins de Ávilla;
avaliador Manoel Francisco Cardoso;
curador Bento de Mello Barreto;
escrivão de órfãos João Francisco Régis;
escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
juiz Antônio Gonçalves Franco;
juiz dos órfãos quarto suplente José Silveira de Souza Fagundes;
partidor Francisco Gonçalves da Luz;
partidor Joaquim Libânio Pereira;
vigário Manoel Amâncio Barreto.
Localidades relevantes:
Barreiros;
comarca da capital;
Picadas do Norte;
São José;
três riachos;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).
Compõem o processo:
auto de partilha;
cartas precatórias;
contas;
petições;
procuração;
recibos;
relação de bens;
sentença;
termos de declaração;
termos de juramento;
termos de louvação.
Variação de nome:
Biguassú;
Comarca de São Miguel.
Partes do processo:
Anna Joaquina de Jesus (inventariada);
José Martins da Silveira (inventariante).
Partes: Anna Joaquina de Andrade; Joaquim José Cardozo.