Partes: Vicente Bernardo da Silva; Victória Maria de Jesus.
Inventário
2182 Descrição arquivística resultados para Inventário
Inventário de Victoria Maria de Jesus de realizado na Vila de São José, na Comarca do Sul
Partes do Processo:
Francisco Lourenço de Medeiros (inventariante);
Victoria Maria de Jesus (inventariado)
Herdeiro:
Francisco Lourenço de Medeiros;
Joaquina Rosa de Medeiros;
Antonio Lourenço Duarte de Medeiros;
Resumo: O inventário de Victoria Maria de Jesus registra que ela deixou terras, bens e uma pessoa escravizada. As dívidas existentes foram pagas com os próprios bens do inventário. As terras descritas no processo fazem frente com a Rua da Esperança e também com a fonte pública da vila, estendendo-se até as vertentes do morro. Consta ainda uma escravizada de origem crioula, chamada Vicência. O processo está incompleto, sem capa e com páginas sem numeração.
Atuaram no processo:
avaliador João Marcos Pereira de Andrade;
curador Manoel de Freitas Sampaio;
juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;
juiz de órfãos Domingos José da Costa Sobrinho;
Localidades relevantes:
Vila de São José;
Comarca do Sul.
Partes: Victoria Narcisa de Jesus; Francisco Pereira Jorge.
Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Victoria Rosa de Jesus (falecida);
Anacleto Ferreira Coelho (inventariante e herdeiro).
Herdeiros:
Antonio Martins Machado (co-herdeiro);
Candida Ferreira Coelho;
Domingas Ferreira Nunes (neta);
Francisco Ferreira Coelho;
João Ferreira Coelho;
Joaquim Ferreira Nunes (neto);
José Ferreira Nunes (neto);
Manoel Ferreira Nunes (neto);
Manoel Luis da Costa (co-herdeiro);
Manoel Machado da Rocha (co-herdeiro);
Maria Ferreira Coelho;
Maria Nunes (neta);
Victoria Nunes (neta).
Resumo:
Anacleto Ferreira Coelho abriu um inventário dos bens de sua falecida mãe, Victoria Rosa de Jesus. A finada havia deixado netos menores de idade, e a ação passou pelo juízo de órfãos; além disso, o processo contou com a nomeação de um curador de órfãos e um tutor, João Francisco Nunes.
Os bens avaliados foram casas, engenhos de farinha, engenho de cana-de-açúcar, terras, fornos de cobre, utensílios de cozinha, um moinho, mobília e caixas pequenas. No decorrer da ação, foi citada uma pessoa escravizada de nome Joaquim, de nação Moçambique.
Os bens foram partilhados em igualdade entre os herdeiros. O processo termina de modo inconclusivo e sem sentença, provavelmente com as últimas páginas faltando.
Atuaram no processo:
avaliador capitão Isidoro Pires Ferreira;
avaliador Ricardo Antonio Lopes;
curador geral dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
escrivão de órfãos Vidal Pedro Marques;
juiz de órfãos Joaquim Augusto do Livramento;
partidor Domingos Dias de Sousa Medeiros;
partidor Candido Gonçalves de Oliveira;
tutor João Francisco Nunes.
Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da capital;
Pantano do Sul (atual bairro Pântano do Sul, Florianópolis).
Compõem o processo:
auto de avaliação;
auto de partilha;
termos de declaração;
termos de juramento.
Partes do Processo:
Victorina Francisca das Chagas (inventariado);
Manoel Francisco Dias (inventariante);
Partes do processo:
Victorino da Rocha Linhares;
Eugenio da Rocha Linhares.
Partes: Victorino Pereira; Ignacia Martins; Victorino Pereira (herdeiro).
Partes: Guilherme Francisco dos Passos; Zeferina Gonçalves dos Passos.
Jacinto Eusébio de Sousa (genro e inventariante). Jacinto era esposo de Silvana Carolina de Sousa, filha de Zeferina.
Terras.
Juiz de Direito Sálvio de Sá Gonzaga.
Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara Júnior.
Santo Amaro do Cubatão, Cidade de São José.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaPartes: Zeferina Pereira de Souza; Joaquim Bento Correa de Andrade.