Partes:
André Gois (falecido); Anna Thereza do Espírito Santo (inventariante)
Casas, escravos; animais; negócios
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroPartes:
André Gois (falecido); Anna Thereza do Espírito Santo (inventariante)
Casas, escravos; animais; negócios
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroInventario realizado na Capital, na época conhecida como cidade de Desterro.
Partes do processo:
André Gomes Vieira (inventariado);
Maria Rita do Nascimento (Inventariante).
Herdeiros:
Guiomar Rita do Nascimento;
Maria do Nascimento;
Victorina Maria do Nascimento;
Antoni Novaes do Nascimento;
José Gomes Vieira (menor);
Nicolau Gomes Vieira (menor);
Wenceslau Gomes Vieira (menor).
Co-Herdeiros:
João Ignacio Lopes.
Resumo: Maria Rita do Nascimento fez o inventario de seu falecido marido, André Gomes Vieira, morador da cidade de Desterro. O falecido deixou herdeiros e sem testamento. Entre os bens inventariados constam: terras, casas, engenho de açúcar, animais, ""thear"", mobílias, animais, ferramentas e dívidas; também constam 5 pessoas escravizadas de nomes: Manoel, Euflabia, Anna, Antonio e um recém nascido, todos descritos como ""crioulos"". Os bens foram partilhados para os herdeiros, e dívidas foram pagas, bem como pagas as custas do processo.
Atuaram no processo:
escrivão Vidal Pedro Moraes;
signatário João Damasceno Vidal;
signatário Carlos Augusto da Gama Campos;
advogado/curador Candido Gonçalves d'Oliveira;
avaliador José Luis Correia de Mello;
avaliador Ignacio Francisco Lopes;
partidor João Narciso da Silveira;
juiz de órfãos primeiro suplente major Affonso d'Albuquerque e Mello;
juiz de órfãos terceiro suplente Patricio Marques Linhares.
Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atualmente conhecida como cidade de Florianópolis, Capital do estado de Santa Catarina);
freguesia do Ribeirão.
Compõem o processo:
Petição inicial;
Auto de inventário e juramento ao inventariante;
Título dos herdeiros;
Audiencia;
Louvação aos avaliadores;
Termo de arrolamento e avaliação dos bens;
Termo de declaração;
Auto de partilha;
Exordia de partilha;
Contas e pagamentos.
Variação de nome:
herdeira Germana Rita do Nascimento;
escravizada Eufrasia.
Inventário de Andre Machado Coelho realizado em Biguaçu, à época da Vila de São Miguel
Partes: André Machado Coelho (inventariado); Genoveva Antônia (inventariante)
Resumo: O inventário foi realizado pela viúva do falecido, contando com uma partilha amigável e deixando herdeiros. Entre os bens inventariados estão uma casa, sítios, terras, engenho de farinha e de açúcar, forno de cobre, prata, animais, transportes, ferramentas e dívidas. Há sete pessoas escravizadas de nomes: José, Francisco (nação Congo), João, Grácia (nação Congo), Antônio (nação "Mohumbe"), Maria, Roza (nação Rebola).
Localidades mencionadas:
Vila de São Miguel;
Canelinhas;
Freguesia de São João Baptista;
Rio Tijuca Grande;
Atuam no processo:
Escrivão José Manoel de Araújo Roslindo;
Signatário Francisco Menezes e Souza; Signatário João Moreira dos Santos; Signatário Guilherme Ricken;
Juiz Alexandre José Varella;
Partes do Processo:
André Vieira da Rocha (inventariado);
Anna Joaquina de Jesus (inventariante);
Autos de inventário realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
André Vieira de Aguiar (inventariado);
Vicencia Rosa de Jesus (inventariante).
Herdeiros:
Bernardo (bisneto);
Bertholina Rosa da Conceição (neta);
Eufrazia (bisneta);
Florinda (bisneta);
João Vieira d’Aguiar;
José;
Luis Vieira d’Aguiar;
Luis Vieira da Silva (co-herdeiro);
Manoel Joaquim (neto);
Maria;
Maria (bisneta).
Resumo:
O inventário de André Vieira de Aguiar foi conduzido por sua esposa, Vicencia Rosa de Jesus. A ação se deu sem a existência de testamento, e foi seguida de uma partilha amigável entre o inventariante e os filhos, netos e bisnetos.
Entre os bens inventariados, destacam-se um forno de cobre, utensílios de cozinha, objetos religiosos, ferramentas, mobília, um tear, um instrumento musical, um moinho de moer milho, um transporte, uma tarrafa, roças de mandioca e cana, animais, terras no lugar denominado “Morros de Garopaba”, uma casa, um engenho de fazer farinha e uma moenda. Constam dívidas passivas deixadas pelo finado. Além disso, são citadas 7 pessoas escravizadas no total: Matheus, de nação Ganguela; e João, Francisco, Thomé, Justino, Felisbina e uma criança chamada de Felicidade, descritos como crioulos.
Ao decorrer do processo, a inventariante requer que uma parte das roças não seja incluída no inventário, porque ela serviria de sustento (com açúcar e farinha) à família. Após avaliados, os bens passaram por partilha entre os herdeiros e pelo pagamento das dívidas passivas. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer notificação a um dos parentes mais próximos para assinar termo de tutoria dos filhos menores.
Após isso, a inventariante abre petição para declarar sua capacidade de ser a própria tutora dos filhos e respectivos bens. Para tal função ser conquistada, Vicencia presta fiança e assina um termo de renúncia do Benefício Veleano, que impedia a tutela de mulheres viúvas aos seus filhos. Anos após a ação, a tutora é notificada para um auto de contas, em que presta atualizações sobre as vivências e bens dos herdeiros.
Atuaram no processo:
avaliador Antonio Claudino de Souza Medeiros;
avaliador Joaquim de Souza Machado;
curador dos órfãos José da Silva Ramos;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
escrivão de paz Manoel Francisco de Souza;
juiz de órfãos Domingos José da Costa Sobrinho;
juiz dos órfãos Francisco Honorato Cidade;
juiz dos órfãos Luis Ferreira do Nascimento Mello;
juiz de órfãos Frederico Affonso de Barros;
juiz de órfãos Manoel da Silva Mafra;
juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;
oficial de justiça Jozé da Costa Siára;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
partidor Duarte Vieira da Cunha;
procurador João José d’Araujo;
procurador e signatário Manoel de Freitas Sampaio;
procurador Sabino Antonio Ribeiro;
signatário Constancio José da Silva Pessoa;
tutor dos órfãos e signatário Luis Vieira d’Aguiar.
Localidades relevantes:
comarca do sul;
freguesia de São Joaquim de Garopaba (atual município de Garopaba, Santa Catarina);
freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito (atual bairro da Enseada do Brito, Palhoça);
Gamboa;
Macacu;
Morrinhos;
vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).
Compõem o processo:
auto de partilha;
auto de tomada de contas;
conta;
descrição e avaliação dos bens;
petições;
procuração;
sentença;
termo de substabelecimento;
termo de renúncia do Benefício Veleano;
termos de juramento.
Variação de nome:
Morro de Garopava;
Garopava.
Partes: Joaquina Rosa de Jesus; André Vieira de Aguiar.
Partes: José Antônio de Pinho; Francisca Maria das Dores; Andresa Correa de Vargas.
Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.
Partes:
Andreza Maria d’Amorim (inventariada);
Antonio Pereira de Carvalho (inventariante e testamenteiro).
Herdeiros:
João Pereira de Carvalho (testamenteiro);
Maximiano Pereira Carvalho (testamenteiro);
Maria Pereira do Sacramento;
Emerenciana.
Resumo:
Este processo compreende o inventário de Andreza Maria d’Amorim que foi conduzido por seu filho, Antonio Pereira Carvalho.
A finada deixou um testamento, onde cita que deixou esmola para as seguintes entidades: Santíssimo Sacramento, São José e Senhor Bom Jesus. Além disso, deixou ao seu filho Maximiano um escravizado descrito como "pardo", de nome Thomé; e outro escravizado descrito como "crioulo" e menor de idade, chamado Rafael.
Foram citados também 7 outras pessoas escravizadas; sendo um africano, de nação Mina, de nome Francisco, enquanto que os outros 6 escravizados foram descritos como "crioulos", de nomes: Felipe, Marcos, André, Vicente, Laurentino e Maria. Maria deu à luz uma criança de nome Euzébio, por sua vez também descrito como "crioulo".
A finada deixou terras no lugar denominado "Quebra-Cabaços" para suas filhas Maria e Emerenciana. Os bens foram repartidos de forma amigável entre os herdeiros. Entre os bens inventariados está um forno de cobre, mobília, um tacho de cobre, objetos religiosos, animais, mais terras no lugar denominado "Serraria" e ao rio Quebra-Cabaços, casas, um engenho de fazer farinha, e um rancho de canoas.
Consta no processo uma carta precatória, deprecada ao juiz de órfãos da vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina; além de embargos e um auto de segunda partilha que, ao final do processo, foi julgado pelo juiz como inválido e insubsistente.
Atuaram no processo:
avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
curador de órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
escrivão José Joaquim Valente;
juiz de órfãos Manoel Joaquim Teixeira;
juiz municipal e de órfãos João Francisco de Souza;
oficial de justiça Paulino Jozé de Mello;
partidor Duarte Vieira da Cunha;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
signatário Silvestre José dos Passos;
tabelião e signatário Joaquim Francisco de Assis e Passos;
testamenteiro Luis Corrêa de Vargas.
Localidades relevantes:
Serraria (atual bairro em São José, Santa Catarina);
Três Riachos (localidade situada na vila de São Miguel);
rio Quebra-Cabaço;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
vila de São José (atual município em Santa Catarina);
primeira comarca da província de Santa Catarina;
segunda comarca da província de Santa Catarina.
Compõem o processo:
avaliação dos bens;
carta precatória;
embargos;
juramento ao curador;
juramento aos avaliadores;
juramento aos partidores;
partilha de bens;
segunda partilha de bens;
sentença;
termo de obrigação;
título de herdeiros;
traslado de testamento.
Variação de nome:
rio Cubra-Cabaços.
Partes: Diogo Ferreira Alexandrino; Angélica Ignacia da Glória.
Partes do processo:
Angélica Joaquina de Jesus (inventariada);
Francisco José da Silva (inventariante).