Partes do processo:
Guiomar Maria Pereira;
João Jesuíno.
Inventário
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Inventário realizado na cidade de Desterro
Partes:
Elias Manoel da Silveira (inventariado);
Emerenciana da Conceição (inventariante).
Herdeiros:
Joaquim Elias da Silveira;
Laurinda da Silveira;
Manoel Elias da Silveira;
Anna da Silveira;
Libania da Silveira;
Maria da Silveira;
Anacleta da Silveira;
Leandra da Silveira;
Marcos Elias da Silveira.
Descrição:
O inventário de Elias Manoel da Silveira foi conduzido por seu esposa, Emerenciana da Conceição, sem testamento e a partilha dos bens ocorreu de forma amigável. Entre os itens inventariados, constam casas, terras, mobílias, objetos, roça de cana, roça de mandioca, animais, objeto sacro, utensílios e acessórios de ouro. O processo também registra a presença de sete pessoas escravizadas descritas como crioulas de nomes Marcellino, João, Candido, Francisca, Caetana, Maria e Carlota.
Atuaram no processo:
juiz de órfãos Affonso de Albuquerque e Mello;
juiz dos órfãos Patricio Marques Linhares;
escrivão Vidal Pedro Moraes;
escrivão João Francisco Vidal;
avaliador e signatário Manoel José Coelho;
avaliador Porfirio José de Fraga;
partidor João Narcizo da Silveira;
presidente da câmara municipal Miguel de Souza Lobo;
oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus;
curador e advogado Candido Gonçalves de Oliveira;
signatário Joaquim José Coelho.
Localidades relevantes:
Trindade;
São Miguel;
Biguaçu;
Córrego Grande.
Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Juramento ao curador;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação dos bens;
Auto de partilha.
Partes: Thomas Gonçalves Pereira; Dores Thomazia de Moares.
Partes do processo:
Henrique Paes de Faria;
Floriana Prudencia de Oliveira.
Escravidão, 7 escravos, capitão.
Partes do processo:
Albino Silveira de Souza;
Francisca Rosa de Jesus;
Maria Silveira de Souza;
Vicente Silveira de Souza Sobrinho;
José Vieira de Souza Fagundes.
Partes do processo:
Luiza Theodora de Medeiros;
Francisco Correia de Mello.
Partes do processo:
Sebastiana Rosa de Jesus;
Policarpo José Soares.
Partes: Joaquin Soares da Silva Ramos; Joaquina Maria do Espirito Santo.
Partes do processo:
Francisca Maria Simas;
José Fagundes Coelho.
Inventário realizado na cidade de São José, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Justino José Leite (falecido).
Bernardina Maria Rosa (inventariante).
Herdeiros:
Caetano Justino Leite;
Camillo Justino Leite;
Francisco Justino Leite;
João Justino Leite;
José Justino Leite;
Julia Bernardina;
Manoel Justino Leite;
Maria Bernardina.
Resumo:
Bernardina Maria Rosa abriu um processo de inventário pelos bens de seu finado marido, Justino José Leite. Como o finado deixou filhos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e a nomeação do curador. Para Bernardina ser nomeada tutora de seus filhos, ela precisou renunciar ao chamado benefício da Lei de Veleano, que impedia a tutela de mulheres viúvas.
O curador nomeado não pôde comparecer à ação, já que estava de licença no Rio de Janeiro, e Manoel Joaquim Teixeira foi louvado como o novo curador dos órfãos. Foi feita uma petição pela inventariante, declarando não conseguir acudir às despesas tanto do processo de inventário quanto às domésticas; com isso, ela requereu a venda de Rita, mulher escravizada designada como crioula.
Através de um traslado de relação e avaliação, o patrimônio arrolado foi um forno de cobre, utensílios de cozinha, mobília, itens de armazenamento (caixas e baús), casas, um automóvel chamado de “carro”, terras, animais e engenhos de fazer farinha. A inventariante declarou que o casal possuía dívidas ativas e passivas. Nesta ação, além de Rita, citada na petição de Bernardina, foram mencionadas outras pessoas escravizadas: Sabino, Belmiro (de 2 anos de idade, em que foi dito estar “doente de uma perna”), Liandra, Mariana e Luisa, descritos como crioulos; e Joaquina e Rodolpho, designados como pardos.
Bernardina realizou o pagamento das custas do funeral de Justino. Por meio de seu procurador, foram requeridos os bens e pessoas escravizadas para constituírem a meação da inventariante. Além disso, também foi pedido que Belmiro e Sabino fossem arrematados e recolhidos no cofre dos menores João e Manoel, sendo entregue o valor como herança assim que chegassem à maioridade.
Os bens foram repartidos com igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separado para o pagamento das dívidas. A ação foi julgada por sentença; o juiz requereu o pagamento das custas do processo e a assinatura de um “termo de obrigação e responsabilidade” pela tutora.
Atuaram no processo:
avaliador Basilio Albino Ramos;
avaliador Miguel Vieira da Cunha;
curador Manoel Joaquim Teixeira;
curador geral dos órfãos João Climaco Zuzarte;
escrivão Amancio Antonio Silva;
escrivão ajudante Joaquim Xavier de Oliveira Camera;
escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camera;
juiz de órfãos primeiro suplente tenente coronel Francisco da Silva Ramos;
juiz de órfãos suplente tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento Mello;
oficial de justiça Joaquim Affonso Pereira;
partidor Constancio José da Silva Pessoa Junior;
partidor José Lourenço da Silva Ramos;
procurador e signatário Manoel Joaquim da Rosa;
signatário João Justino Leite.
Localidades relevantes:
cidade de São José;
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da capital;
distrito de Picadas do Sul (atual bairro de Picadas do Sul, São José);
estrada pública;
estrada real;
Forquilhas;
Passavinte;
Passos;
Praia comprida;
Ribeirão;
Rio de Janeiro;
rio Imaruhy;
rua da Valla.
Compõem o processo:
auto de partilha;
avaliação dos bens;
contas;
petições;
procuração;
recibos;
selo;
sentença;
termo de louvação;
termo de renúncia;
termos de declaração;
termos de juramento;
traslado de relação e avaliação dos bens.
Variação de nome:
Bermiro;
Bernardina Maria Risa;
comarca de São José;
estrada da Forquilha;
Lei de Veleiano;
Lei de Vellano;
Rodolfo.