Partes do Processo:
Alexandrinha Rosa de Jesus (inventariado);
João Florentino da Silva (curador);
Inventário
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Inventário realizado na vila de São Miguel, da Comarca de São Miguel.
Partes:
Joaquim Silveira da Silva (inventariado);
Maria Christina da Silveira (inventariante).
Herdeiros:
Joaquina Rosa do Sacramento;
Izabel;
Antonio Joaquim Silveira;
Christina (falecida);
Pedro (menor);
Maria (menor);
Victorina (menor).
Co-Herdeiros:
Gabriel Francisco Fontes;
Francisco Pedro da Rosa;
Domingos Victorino da Silva.
Descrição: Inventário realizado após a morte de Joaquim Silveira da Silva, com a sua esposa viúva atuando como inventariante. O falecido deixou herdeiros e bens a serem avaliados, entre os quais se citam: casa, engenho, terras, utensílios e dívidas, além de 5 pessoas escravizadas; seus nomes eram: Victorina, Luiza (menor), Anacleto (menor), Angelo (menor) e Catharina (menor). É feita a avaliação e partilha de todos os bens, com as dívidas sendo pagas e o processo sendo concluído.
Atuaram no processo:
escrivão João Rodrigues Pereira;
escrivão Salvador Cavalheiro;
curador geral José Francisco Mafra;
signatário Luis Antonio dos Santos;
signatário Antônio dos Santos;
signatário Antônio Marques da Silva;
signatário Jacintho Gonçalves da Luz;
avaliador Francisco Antonio de Faria;
avaliador José Claudino de Faria;
partidor Antonio Joaquim de Vargas;
partidor Francisco Felis Cortes;
procurador Antonio Francisco Fontes;
coletor de rendas Antônio Carlos de Carvalho;
tutor Domingos Victorino da Silva;
oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
juiz dos órfãos interino Eduardo José do Amaral;
juiz de órfãos quinto suplente José Martins de Assis.
Localidades relevantes:
local denominado "Fazenda".
Compõem o processo:
Petição inicial;
Termo de declaração de herdeiros;
Termo de descrição dos bens;
Requisição para troca de inventariante;
Termo de louvação de avaliadores;
Juramento aos avaliadores;
Auto de partilha;
Termo de tutela;
Declaração de herdeiros;
Reforma de partilha;
Auto de praça;
Recibos;
Pagamentos.
Partes do Processo:
Florencia Angelica Garcia (inventariada);
José Justino Garcia; João Machado de Espindola; Maria Justina Faria; João Justino Regis; Antonio Ramalho da Silva Xavier; (inventariante);
Inventário realizado em Porto Belo, na época sob a Primeira Comarca.
Partes do processo:
Francisca Roza (inventariada);
Francisco José de Macedo (inventariante).
Herdeiros:
Maria (falecida);
Leonor;
Clara;
Julia;
Carlota.
Resumo: O inventário da falecida Francisca Roza foi realizado por seu marido, o viúvo Francisco José de Macedo. Não consta no processo os autos de descrição e avaliação dos bens. Além disso, o processo foi visto em correição em 1867 e 1868 por haver diversas irregularidades, uma delas sendo a falta de uma autuação regular. Ao final do processo o inventariante é designado como tutor de suas filhas menores.
Atuaram no processo:
juiz de órfãos José da Silva Mafra;
juiz de órfãos José Maria do Valle Junior;
juiz de órfãos Luis Francisco de Souza Conceição;
escrivão Antonio Ramos Martins;
escrivão Guilherme Augusto Varella;
escrivão Domingos Ramos Martins Sobrinho;
curador Feliciano Luiz de Campos;
oficial de justiça Manoel Pinto da Silva;
tutor Serafim Vieira Rebello;
signatário João Antonio Gularte.
Localidades relevantes:
Vila de São Sebastião da Foz de Tijucas;
Tijucas;
Comarca de São Miguel.
Compõem o processo:
Título dos herdeiros;
Juramento ao curador;
Visto em Correição;
Termo de juramento ao tutor.
Joaquim da Silva Simas (filho e inventariante).
Juiz municipal Antero Francisco de Assis.
Escrivão Carlos Luís Büchele (também foi deputado na Assembleia Legislativa catarinense e era sogro de Benjamin Gallotti).
Oficial de Justiça João Bento da Silva.
Vila de São Sebastião de Tijucas, Comarca de São Miguel
Tribunal da Relação de Porto AlegrePartes:
Julia Amélia de Souza (Falecida)
José Israel da Costa (Inventariante)
Obs: Terrenos.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaAudiência no Teatro do Espírito Santo, por estar ocupada a casa da Câmara Municipal; juiz municipal José Virgolino Correia de Queiros; escrivão Antonio Francisco de Medeiros; distrito de Três Riachos; Carolina Rosa de Jesus (herdeira); Maria Vitalina Rosa de Jesus (herdeira); propriedade rural; escravo; mapa com descrição de escravo; Eduardo Francisco de Farias (comerciante e credor); carta de liberdade de escravizado; plantações; casa; juiz Manoel Januario Bezerra Montenegro.
Processo sem capa; incompleto.
Processo de inventário realizado na Comarca de São Miguel.
Foram partes do processo: Manoel José Ferreira (inventariado); Miguel José Ferreira (inventariante); Generoza da Conceição Ferreira (inventariante); Francisco Coelho de Faria (inventariante); Joaquim Elias da Silveira (inventariante); Pedro Joaquim de Carvalho Júnior (inventariante); Albino Francisco de Farias (inventariante).
Descrição: Miguel José Ferreira, Generoza da Conceição Ferreira, Francisco Coelho de Faria, Joaquim Elias da Silveira, Pedro Joaquim de Carvalho Júnior, Albino Francisco de Farias deram início ao processo de inventário de Manoel José Ferreira. Entre os bens inventariados há terras, casas, engenho de farinha, engenho de cana de açúcar, prataria, ouro, ferramentas e casa que servia de abrigo aos escravizados. Há 13 escravizados no inventário, sendo eles Vicente, Sabino, José, Silverio, Agostinho, Custodio, Carlos, Joaquim, Benigno, Adão, Antônio, Rita e Maria. São mencionadas as localidades de Fazendo do Biguaçu, Rio Biguaçu, Barra do Biguaçu, Estreito, Freguesia da Santíssima Trindade, Estância da Boa Vista, Rio Garcia e Rio Tijucas.
Atuaram no processo: escrivão Antônio Francisco de Medeiros; juiz José Martins d'Aviz; tabelião Leonardo Jorge de Campos.
Variação de nome: Fazenda do Biguassú; Rio Biguassú; Barra do Biguassú; Tijucas Grandes.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroPartes do Processo:
Maria das Dores Vieiras (inventariada);
Antonio Regis da Conceição (inventariante);
Inventario na realizado na vila de São Miguel, à época sob a Comarca de São Miguel.
Partes do processo:
Maria Josefa de Jesus (inventariada);
Manoel Nasario dos Santos (inventariante).
Herdeiros:
Anna Maria;
João Manoel Nasario;
José Manoel Nasaro;
Francisco Manoel Nasario.
Co-Herdeiro:
Vicente Correia do Nascimento.
Resumo: É feito o inventário e partilha amigável dos bens da falecida Maria Josefa de Jesus, com os bens sendo repartidos entre os herdeiros da falecida e seu esposo viúvo. Não foi deixado um testamento, sendo feita a avaliação e partilha dos bens, entre os quais são citados: terras, casa, engenho de farinha, animais, mobília, jóias, ouro, prata, carro, utensílios, além disso também são citados 5 pessoas escravizadas, de nomes Domingos, Joaquina (ambos descritos como crioulos), Jacintho (descrito como de nação Banguella), Felisberta e Joanna (ambas menores de idade). Posteriormente, um dos herdeiros, Francisco Manoel Nasário, entrou com um pedido formal de autos de justificação, dizendo que já tem quase 20 anos e está pronto para receber sua parte da herança. Ele apresentou três testemunhas que confirmam que ele tem capacidade e bom senso para administrar seus bens, além de comprovação de batizado.
Domingos - Crioulo
Jacintho - Banguella
Joaquina - Crioula
Felisberta - menor
Joanna - menor
Atuaram no processo:
escrivão de órfãos João Rodrigues Pereira;
escrivão João Luiz do Livramento;
curador geral dos órfãos José Francisco Mafra;
avaliador Jacintho Gonçalves da Luz;
avaliador João Justino Regis;
partidor Antonio Joaquim de Vargas;
partidor Francisco Felis Cortes;
oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
juiz de órfãos interino capitão Eduardo José do Amaral.
Localidades relevantes:
vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, do estado de Santa Catarina);
""Inferninho"".
Compõem o processo:
Petição inicial;
Relação de herdeiros;
Termo de louvação de avaliadores e partidores;
Avaliação de bens;
Partilha de bens;
Autos de justificação para suprimento de idade;
Testemunhos;
Contas;
Conclusão.