Lages

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            Autos de Inventário Amigável de Manoel de Cordova
            BR SC TJSC TRRJ-19765 · Processo · 1865
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na cidade de Lages, à época sob a Comarca de Lages.

            Partes do processo:
            Manoel de Cordova (inventariado);
            José da Costa Varella Junior (inventariante).

            Herdeiros:
            Carolina Damaceno de Cordova;
            Luis Manoel Damaceno;
            Estevão Manoel Damaceno.

            Resumo: É feito o inventário e partilha amigável dos bens do falecido Manoel de Cordova por seus herdeiros, havendo entre os bens descritos 7 pessoas escravizadas de nomes: Maria, Juliana, Cândida (menor), Antônia (menor), Salvador (menor), todos descritos como crioulos; Oliveira e Joana, sem maiores descrições ou detalhes.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Luiz Pereira;
            signatário Generoso Pereira dos Anjos;
            signatario Antonio Ribeiro dos Santos;
            juiz municipal Laurentino José da Costa.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Relação de bens;
            Partilha e pagamento aos herdeiros;
            Contas;
            Conclusão.

            Autos de Inventário de Joaquim Marcelino dos Reis
            BR SC TJSC TRRJ-29011 · Processo · 1844 - 1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim Marcelino dos Reis (falecido);
            Maria Rosa Rodriguez (inventariante e herdeira).

            Herdeiro:
            Isrrael.

            Resumo:
            Maria Rosa Rodriguez abriu um processo de inventário dos bens de seu falecido marido, Joaquim Marcelino dos Reis. O finado não deixou testamento, e como teve um filho menor de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Entre os bens avaliados constaram animais, mobília, ferramentas, terrenos e utensílios de cozinha. Foi revelado ao decorrer do processo que a inventariante possuía dívidas e, após isso, os bens foram partilhados; parte do patrimônio foi separada para o pagamento das pendências. O juiz julgou o processo por sentença, em que requereu o pagamento das custas e a assinatura do termo de tutela por parte de um parente idôneo, para o herdeiro menor de idade e a respectiva proteção de seus bens.

            Atuaram no processo:
            avaliador Placido Fernandes;
            avaliador Antonio Sipriano dos Reis;
            coletor e tenente Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador geral padre João Vicente Fernandez;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão de órfãos João Manoel da Cruz;
            juiz municipal e órfãos primeiro suplente alferes João Thomas e Silva;
            juiz municipal e órfãos Antonio Caetano Machado;
            partidor e signatário Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            partidor Lionel Caetano Machado;
            signatário Jose Marcelino Alves de Sá;
            signatário Lourenço Dias Baptista;
            signatário Mathias Gomes da Silva.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            avaliação dos bens;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentença;
            partilha;
            termo de louvação;
            termo de tutela;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            BR SC TJSC TRRJ-30919 · Processo · 1850-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Rodrigues de Andrade (falecido);
            Vituriana Maria de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Angelica Maria de Jesus;
            Balbina Rodrigues de Andrade;
            Catharina Ribeiro de Andrade;
            Felicidade (neta);
            Fortunata (neta);
            Floriano Rodrigues de Andrade;
            Generoso Alves Guimarães (co-herdeiro);
            João de Chaves Almeida (co-herdeiro);
            Joaquim de Marafigo (co-herdeiro);
            Joaquim Henriques de Oliveira (co-herdeiro);
            Joaquim (neto);
            Manoel Esmerio (co-herdeiro);
            Manoel (neto);
            Manuela (neta);
            Maria Ribeiro do Espírito Santo (neta);
            Marinha (neta);
            Maurício José Pedro da Silva (co-herdeiro);
            Salvador (neto);
            Silverio (neto);
            Ventura (neta).

            Resumo:
            Vituriana Maria de Jesus abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Antonio Rodrigues de Andrade, que não deixou testamento. Como o finado tinha herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram mobília, utensílios de cozinha, ferramentas, vestimentas, equipamentos de montaria, animais, campos e casas. São citadas dívidas ativas deixadas pelo finado. Constam no inventário 6 pessoas escravizadas: Catharina, Manoel, Dionizio e Anna, designados como crioulos; João, sem descrição; e Candida, descrita como “de nação” (africana).

            Ao decorrer do processo, alguns co-herdeiros e herdeiros homens são notificados para declararem seus dotes. Dentre os bens, destacam-se animais, prataria, uma quantia em dinheiro, utensílios de cozinha, mobília e armas de fogo; além disso, são citadas as pessoas escravizadas de nomes Maria, Domingos, Maria (designada como “da Costa”), Antonio, Miguel e Luiza — também há menção a dois casais de escravizados, mas eles não são nomeados.

            A inventariante abre petição para requerer o envio de cartas precatórias, a fim de notificar os herdeiros que residem em outros lugares. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros, em que parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas, meias sizas e custas da coletoria. O processo foi julgado por sentença, em que é requerido o pagamento das custas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Ricken de Amorim;
            avaliador Henrique Ribeiro de Cordova;
            coletor das rendas nacionais Luis Gonzaga de Almeida;
            coletor José Antonio de Souza Monteiro;
            curador Claudiano de Oliveira Rosa;
            curador Lucianno Palhano;
            escrivão e tabelião Manoel Antonio de Azevedo;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            escrivão Miguel Gonçalves Franco;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            juiz municipal e de órfãos Guilherme Ricken;
            partidor Francisco Gomes da Silva Coelho;
            partidor Jorge Trueder;
            procurador Antonio Felippe Pessoa;
            procurador alferes Antonio Felippe Lisboa;
            procurador José da Silva Furtado;
            procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            procurador Tristão Augusto de Godoes;
            tabelião Camillo Justiniano Ruas.

            Localidades relevantes:
            fazenda de Santo Antonio;
            freguesia de Nossa Senhora da Oliveira da Vacaria (atual município de Vacaria, Rio Grande do Sul);
            rio São Mathias;
            rio Pelotas;
            segunda comarca;
            província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            vila de Cruz Alta (atual município de Cruz Alta, Rio Grande do Sul);
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            cartas precatórias;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            escrituras de compra e venda;
            petições;
            procurações;
            recibos;
            sentença;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Victoriana Maria de Jesus (inventariante).

            Autos de inventário e partilha de Manoel Jose Novais
            BR SC TJSC TRRJ-19789 · Processo · 1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha realizados na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Maria Angelica Coelho (inventariante);
            Manoel Jose Novais (falecido).

            Resumo:
            Neste inventário, tendo Maria Angelica Coelho como inventariante e seu sogro, José Rodrigues Novais, como únicos herdeiros do falecido, houve partilha amigável dos bens. Além disso, a inventariante ficou responsável pelo pagamento das contas e dívidas apontadas no inventário. Dentre os bens divididos, haviam animais, mobília, utensílios, vestimentas e um casal de escravizados, de nomes Miguel e Maria (ambos designados como pardos). No final do processo há uma tabela de dívidas, cujo credor é João Manoel Coelho. Na conclusão do processo, o cidadão Américo Ribeiro Gomes, que casou-se com Maria Angelica Coelho, é citado para pagar o selo dos autos de inventário.

            Localidades relevantes:
            vila de nossa senhora dos prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            Petição;
            Descrição dos bens;
            Listas e tabelas de dívidas;
            Recibos;
            Termo de consentimento;
            Correição.

            Atuaram no processo:
            coletor Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão José Manoel de Sousa Araujo Roslindo;
            escrivão interino Manoel Francisco Silva;
            escrivão do judicial e tabelião João Rodrigues de Andrade;
            juiz de direito Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            juiz municipal João José de Oliveira;
            juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos;
            juiz municipal José de Sousa Araujo;
            signatário Joaquim João Ribeiro do Amaral.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Justificação de Aureliano de Souza e Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-78425 · Processo · 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de justificação realizados na cidade de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            Aureliano de Souza e Oliveira (justificante).

            Resumo:
            Aureliano de Souza e Oliveira realiza uma petição dizendo que foi multado em uma quantia de 150 mil réis pelo juiz, por não comparecer na sessão de júri por motivos de doença, e gostaria que o valor da multa fosse reavaliada. Ao decorrer do processo, a comarca da cidade é erroneamente denominada de “comarca de Lages”, já que à época ela fazia parte da comarca de São José.

            Foram chamadas testemunhas, as quais corroboram com a versão do justificante. Ao final do processo, o juiz responsável pelo caso julga por provação que Aureliano estava enfermo e por isso não se pode comparecer nas devidas sessões; com isso, a multa é absolvida e o justificante é condenado a pagar somente as custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão interino Constancio Carneiro Barbosa de Brito;
            juiz de direito Joaquim José Henriques;
            signatário João Manoel Carneiro Barbosa de Brito;
            signatário Manoel José Pereira de Andrade.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            comarca de São José.

            Compõem o processo:
            contas;
            petição;
            sentença;
            testemunhas.

            BR SC TJSC TRRJ-78885 · Processo · 1843-1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Justificação realizado na vila de Lages

            Partes do Processo:
            João Florencio da Silva Camara (justificante);
            Joaquim Fernandes da Fonceca (justificado);
            Maria Ignácia (justificada);
            Marianno Cardoso Martins (justificado);
            Joaquim do Carmo Ribeiro (justificado);

            Resumo: O justificante entra com o pedido para a quitação de uma divida em dinheiro, a qual ele havia com o falecido Joaquim do Carmo Ribeiro, porém tal divida não estava constada nos assentos deixados pelo falecido. É então que o justificante entra com o pedido para que o pagamento seja feito pela esposa do falecido e seu curador, posteriormente havendo a sentença de meação do valor da divida ao autor, uma parte sendo recolhida pelo mesmo e outra pela Fazenda Pública, com a parte do repasse à Fazenda sendo realizado na corte do Rio de Janeiro.

            Atuaram no Processo:
            coletor major Joaquim Fernandes da Fonceca;
            curador Marianno Cardoso Martins;
            escrivão de órfãos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Jozé Leite Pereira Campos;
            procurador Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            procurador Jorge Trueter;
            secretario João Gaspar da Silva Lisboa;
            juiz de órfãos alferes João Thomas e Silva;
            juiz desembargador Antonio Joze da Veiga;
            desembargador presidente do tribunal da relação Agostinho Marques Perdigão Malheiro.

            Localidades relevantes:
            vila de Lages;
            Província do Sul;
            Rio de Janeiro.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Procuração;
            Testemunhos;
            Termo de remessa;
            Conclusão;
            Tomada de contas.

            Variação de Nome:
            suplicante Ignácia Maria;
            procurador Joaquim Ribeiro de Linhares e Costa.