Lages

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            Crime
            BR SC TJSC TRRJ-20170 · Processo · 1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes: Euzébio Baptista de Almeida; Sezefrido Antônio Barboza.

            Autoridades: escrivão e tabelião Constâncio Xavier de Souza; oficial de justiça Francisco Ribeiro de Campos; juiz e delegado José Nicolau Pereira dos Santos.

            Crime
            BR SC TJSC TRRJ-20377 · Processo · 1857
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes: Florentino Antônio dos Santos; João Antônio Nogueira.

            Autoridades: escrivão Constâncio Xavier de Souza; delegado José Joaquim da Cunha Passos.

            Crime de Antonio Gomes de Campos
            BR SC TJSC TRRJ-30722 · Processo · 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos crimes realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Gomes de Campos (autor);
            Leonardo de tal (réu);
            João (réu).

            Resumo:
            Antonio Gomes de Campos moveu um processo de autos crimes contra os réus Leonardo e João, este último designado como escravizado como crioulo. Essa ação foi aberta a fim de denunciar um crime de roubo de seu gado por parte dos dois réus citados.

            Ao decorrer do processo, o autor afirmou que houve um erro na nomeação do réu. Foi citado o escravizado Domingos, mas, de acordo com o suplicante, o escravizado João deveria ser o suplicado. Um procurador foi nomeado para tratar do assunto em nome de Barbara Leite Soares, a então proprietária do escravizado João.

            Dentre os testemunhos, foi afirmado que os dois réus haviam carneado gado do autor, sem seu consentimento. Uma testemunha alegou também que eles já eram criminosos recorrentes, tendo já cometido outros roubos de animais. Em seguida, o réu João passou por um interrogatório. Ele respondeu que estava foragido por medo de espancamento na localidade denominada "Missões". Além disso, ele alegou que não teve conivência no roubo do gado; mas que apenas estava presente no momento.

            O juiz designou a queixa como improcedente, por não haver provas suficientes sobre a petição inicial com dois réus. Além disso, ele questionou as testemunhas, por terem ciência dos fatos somente por ouvir, e não presenciar ou possuir provas concretas. Um alvará de soltura foi feito para João e o autor do processo foi condenado a pagar as custas.

            O autor da ação requereu um termo de recurso, nomeando um procurador para representá-lo. O processo é terminado de modo inconclusivo, sem demonstrar se o recurso foi aceito ou não.

            Localidades relevantes:
            Missões;
            cadeia pública da vila de Lages;
            distrito dos Campos Novos;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos de qualificação;
            contas;
            correição;
            interrogatório;
            procurações;
            termo de juramento;
            termo de recurso;
            testemunhas.

            Atuaram no processo:
            delegado Bebiano José dos Santos;
            delegado e juiz municipal Guilherme Ricken;
            escrivão da subdelegacia Claudio Pires Silva Roza;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            juiz Joaquim Jose Henriques;
            oficial de justiça Ciprianno Joaquim Lino;
            procurador capitão Francisco Pinto de Castilho e Mello;
            procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            signatário alferes Antonio Pereira Borges;
            signatário Demetrio Antonio Moreira
            signatário Gregorio Antonio;
            signatário Manoel Telles de Souza;
            tipógrafo Emilio Grain.

            Crime de Ignácio Ribeiro Gomes
            BR SC TJSC TRPOA-31237 · Processo · 1885
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Ignácio Ribeiro Gomes (réu); José Manoel de Oliveira Branco (vítima)

            Furto; Invadia a propriedade usando uma espingarda e um cão para roubar porcos; Gados; Usava uma canoa para transporte; Latrocínio; Localidade; Costa do Rio Caveiras; Quarteirão de Amola facas; Distrito de Baguais; Auto de desistência da ação;

            Escrivão e Tabelião José Luís Pereira; Juiz Laurindo Carneiro Leão; Procurador Pedro José Leite Júnior; Promotor Público José Joaquim de Cordova Passos;

            15 Folhas.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            BR SC TJSC TRRJ-20186 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de crime de injúria realizados na vila de Lages, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            A justiça (autora);
            Manoel José de Sant'Anna (réu);
            João Nunes (réu).

            Resumo:
            O juiz mandou prender João Nunes e Manoel José de Sant'Anna (conhecido por Felisberto de tal, Serafim de tal e Serafim Dedinho) sob acusação de crime de injúria. Nesse momento, só Manoel foi encontrado. Segundo consta, os réus haviam acusado as autoridades locais de terem sido subornadas para abafar um caso de assassinato de um homem chamado Reginaldo, identificado como preto forro. O réu João também teria dito que o assassinato foi cometido por José Coelho de Avila. A sentença condenou o réu Manoel a dois meses de prisão simples e pagamento de multa, mas a multa foi extinta por ele ser pobre. João foi encontrado e interrogado após a soltura de Manoel, mas o processo não continuou.

            Atuaram no processo:
            juiz e delegado Guilherme Ricken;
            signatário delegado Domingos Leite;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            oficial de justiça Manuel de Oliveira Gomes.

            Compõem o processo:
            Mandado de prisão;
            Depoimentos;
            Autos de qualificação;
            Sentença;
            Alvará de soltura;

            Variações de nome:
            réu Manoel José de Santanna, Felisberto de tal, Serafim de tal, Serafim Dedinho;
            réu João Nunes de Siqueira.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Crime de João Cabinda
            BR SC TJSC TRRJ-38591 · Processo · 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Crime realizado na cidade de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            escravizado João (réu);
            escravizada Bernarda (vítima).

            Resumo:
            Esta ação tem início com a intimação de testemunhas para comporem a acusação contra João, um homem escravizado descrito como preto, por homicídio de sua esposa Bernarda, também escravizada e designada como preta. Durante a análise do crime pelo inspetor do lugar denominado “quarteirão de pelotinhas”, foram detalhadas mais informações sobre o evento.

            Clara Maria dos Santos, que escravizava a vítima, afirma ter acordado com o som de pancadas em sua porta, percebendo que outras mulheres escravizadas que dormiam na varanda da casa foram assustadas pelo barulho. Levantou-se da cama para averiguar sua origem, onde encontrou Bernarda no chão; a vítima havia recebido diversos golpes espalhados por todo o corpo, além de ter sua garganta cortada, a impossibilitando de falar.

            Ainda no depoimento, Clara afirma que Bernarda ainda estava com vida quando foi encontrada e, por meio de acenos, deu a entender que seu marido teria cometido o crime. Segundo o inspetor, o réu havia fugido, já que não se encontrava na cena do crime durante a inspeção do corpo da finada.

            Além disso, o marido de Clara Maria, Leandro Luis Vieira, a acompanhou na noite do crime, porém já era falecido quando a ação foi iniciada. Sendo assim, ela e seu filho, Prudente Luis Vieira — que posteriormente atuou como testemunha informante —, foram responsáveis por dar seguimento à ação. Um curador foi nomeado para representar o réu no decorrer do processo.

            Após o juramento do curador, as testemunhas convocadas para depôr responderam as perguntas feitas pelo delegado de polícia. Os depoimentos corroboram com a versão dada por Clara, de que a vítima teria se dirigido até a porta do quintal onde foi encontrada. Nesta ação, o réu foi referido como João Cabinda.

            O juiz julgou a ação como procedente e, a partir do depoimento das testemunhas, pronunciou o réu como sujeito à prisão e Clara Maria como responsável pelo pagamento das custas da ação. A ação é concluída com um libelo crime após a prisão do réu; neste documento, o crime foi dito ser “revestido de circunstâncias agravantes” por conta de suas particularidades, como o fato de definir uma “superioridade em sexo” e “abuso da confiança” do réu.

            Atuaram no processo:
            curador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            delegado de polícia capitão Gabriel de Souza Guedes;
            escrivão interino do crime Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão interino Polidoro José dos Santos;
            inspetor Firmino da Cunha;
            juiz municipal e delegado de polícia José Nicolau Pereira dos Santos;
            juiz municipal substituto Antonio Felipe Pessoa;
            oficial de justiça Antonio Pereira dos Santos;
            oficial de justiça Cariano Jose Fernandes;
            promotor público Antonio Ricken de Amorim.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            comarca de São José;
            fazenda da trindade;
            Limoeiro;
            quarteirão de Pelotinha.

            Compõem o processo:
            contas;
            libelo crime;
            sentença;
            termo de juramento;
            testemunhas.

            Variação de nome:
            João Cambinda.