Lages

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            1017 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            BR SC TJSC TRPOA-29624 · Processo · 1876
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Vidal José de Oliveira Ramos, tenente coronel (requerente);
            Júlia Baptista de Souza e Oliveira, esposa (requerente);
            Belizário José de Oliveira Ramos, filho (requerente).

            Fazenda do Guarda Mor, Coxilha Rica. Lauriano José Ramos, falecido pai do requerente.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            BR SC TJSC TRRJ-77941 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de medição e demarcação realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jose Gonçalves dos Santos Silva (suplicante);
            Jacinto Miguel de Freitas (suplicado);
            Maria Joaquina de Souza (suplicada);
            Joaquim Luis do Livramento (suplicado);
            Joaquim Xavier Neves (suplicado);
            João Marcos Pereira de Andrade (suplicado).

            Herdeiros confinantes:
            Antonio Ricardo Ramos;
            Manoel da Costa Pereira.

            Resumo:
            Nestes autos, Jose Gonçalves dos Santos Silva moveu um pedido de medição e demarcação de terras, pois tinha incertezas sobre divisão do terreno denominado Campos de Santa Clara.

            Para isso, o procurador do suplicado pediu que os vendedores originais das terras confinantes apresentassem o documento de concessão da posse em até trinta dias, sob pena de revelia. Durante a ação, é explicitado que as terras são devolutas, restantes de uma divisão por sesmaria. O processo contou com testemunhas juramentadas. Consta, no documento, uma carta precatória citatória, em que é deprecante o juízo municipal da vila de Lages, e é deprecado o juízo municipal da cidade de Desterro. Nela, são citadas duas pessoas para assistirem à realização da medição.

            Após a demarcação realizada pelo geômetra, o juiz declarou que ela estava em conformidade com as leis, junto à presença das testemunhas citadas e dos herdeiros. O autor foi cobrado pelas custas dos autos e da demarcação.

            Localidades relevantes:
            Estrada do Trombudo;
            Morro do Trombudo;
            Fazenda do Bom Sucesso;
            João Paulo;
            Passo do Pinheiro;
            Rio de Canoas;
            Rio de Santa Clara;
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
            Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);

            Compõem o processo:
            autos de testemunhas;
            autuação;
            carta de sesmaria;
            carta precatória citatória;
            conta;
            procuração;
            traslado da escritura de trato, venda e quitação;
            traslado da escritura de venda fixa.

            Atuaram no processo:
            coletor João Gonçalves da Silva Peixoto;
            demarcador geômetra Henrique de Vrecka;
            escrivão Antonio Vicente dos Santos Cordeiro;
            escrivão de órfãos Manoel Antonio de Azevedo;
            escrivão Francisco da Penha Lacé;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            escrivão Jose Manoel de Souza Junior;
            escrivão Manoel Antonio de Assis;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
            juiz ordinário e signatário João Damasceno de Cordova;
            procurador e juiz municipal Guilherme Ricken;
            procurador Jorge Trueter;
            tabelião Antonio de Araujo França;
            tabelião João Antonio Lopes Gondim;
            tabelião Polidoro de Amaral e Silva;
            signatário João Antonio Borges;
            signatário Joze Joaquim de Magalhãez Mendes;
            signatário Lourenzo Walterich.

            Variação de nome:
            Joze Gonçalves dos Santos Silva;
            demarcador geômetra Henrique de Vrecker.

            Medição e demarcação de Henrique Paz de Farias
            BR SC TJSC TRRJ-30915 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de medição e demarcação realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            Henriques Paz de Farias (autor).

            Herdeiros (hereus) confinantes:
            Jose Candido Coimbra Xavier;
            Silverio Barbosa do Rego.

            Resumo:
            Henrique Paz de Faria abriu um pedido para que um terreno em Pecegueiros fosse demarcado e que, para isso, um demarcador do conselho municipal fosse notificado.

            O autor solicitou essa demarcação pois visava uma concessão de terrenos devolutos nos arredores da terra, onde montaria uma lavoura e, com ela, sustentaria sua família. Com isso, a demarcação e medição do local foi feita e, juntamente à duas testemunhas, o demarcador realizou marcações de madeira e de pedra, identificadas por meio de uma planta anexada no processo.

            Ao fim do processo, pelo fato de não haverem contestações das partes confinantes, o juiz julgou a ação por sentença e requereu o pagamento das custas por parte do autor. Posteriormente, o processo foi visto em correição, em que o juiz corregedor fez uma observação de que as etapas de uma demarcação não foram cumpridas integralmente.

            Atuaram no processo:
            escrivão Manoel Antonio de Azevedo;
            demarcador do conselho Henrique de Devrecker;
            juiz corregedor Joaquim Jose Henriques;
            juiz municipal e signatário Guilherme Ricken;
            procurador subtenente Luis Gonzaga de Almeida.

            Localidades relevantes:
            Matto dos Índios;
            Arroio de Pecegueiros;
            Rio dos Pecegueiros;
            Sanga Funda;
            estrada geral de Lages a Trombudo;
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            certidão do demarcador;
            conta;
            notificação;
            planta do terreno;
            sentença.

            Variação de nome:
            Enrique Pais de Farias;
            Henrique Paz de Faria;
            Henrique Paes de Farias;
            Arroio de Pessegueiros;
            Rio dos Pessegueiros;
            Mato dos Índios.

            BR SC TJSC TRRJ-79424 · Processo · 1852 - 1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Manutenção de posse realizada na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Maria do Amaral (suplicante);
            Antonio Muniz de Moura (suplicante);
            Joze da Silva Maiato (suplicado).

            Resumo:
            Neste processo, o casal de suplicantes afirma ser possuidor de uma moradia, localizada na Costa do Caveiras, denominada como “Fazenda do Araújo”. Os suplicantes afirmam que Joze da Silva Maiato, suplicado e morador na Corte do Rio de Janeiro, cometeu esbulho, afirmando também que houve o envio de cartas com ameaças exigindo que eles abandonassem o imóvel.

            Durante o processo, os suplicantes anexam uma certidão de bens herdados por Anna, filha dos antigos proprietários do local. Nessa relação, constam quantias em dinheiro, uma casa, campos, um espelho, animais, mobília, utensílios de cozinha, ferramentas, vestimentas e equipamentos de montaria; além disso, são citadas na lista três pessoas escravizadas, de nome Manoel e Joaquina, sendo a terceira não nomeada no traslado.

            Após isso, foram localizadas e anexadas as escrituras de compra e venda da propriedade, assim como suas divisões para os requerentes. Em resposta, é alegado que a fazenda foi levada a praça pública e arrematada judicialmente, sendo a partir dessa ação que o suplicado teria comprado o terreno. Ao final do processo, o juiz julga a ação por sentença, requerendo o pagamento das custas por parte dos suplicados.

            Atuaram no processo:
            escrivão do geral e tabelião público do judicial de notas Mathias Gomes da Silva;
            escrivão dos órfãos e procurador Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Estevão Tiomacio dos Santos;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            procurador tenente-coronel Manoel Rodrigues de Sousa;
            signatário Claudio Jose Pires da Silva;
            signatário Domingos Francisco Gil;
            signatário José Pinto;
            signatário Manoel Gomes de Souza.

            Localidades relevantes:
            Costa do Caveiras;
            fazenda do Araújo;
            rio de Caveiras;
            Rio de Janeiro;
            segunda comarca;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            certidão de pagamento de partilha;
            contas;
            correição;
            petições;
            procurações;
            sentença;
            termo de acusação da citação;
            testemunhas;
            traslado das escrituras.

            Variações de nome:
            suplicante Anna Muniz do Amaral.

            TRPOA-77988 · Processo · 1888
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Requerimento de Manutenção de Liberdade de Manutenção da liberdade de Paulo, Lucio, Anna, Helena, Izabel e Luiz José de Oliveira Ramos

            Partes do Processo:
            Paulo, Lucio, Anna, Helena, Izabel (requerentes)
            Luiz José de Oliveira Ramos (requerido)

            Resumo:
            Este processo, de 28 abril de 1888, foi realizado exatamente duas semanas antes da Lei Áurea, que proibiu incondicionalmente a escravidão de qualquer indivíduo no Brasil. Após uma série de leis abolicionistas que reduziram cada vez mais o contingente de escravizados no país, a sociedade já estava em total ciência que o fim da escravidão era iminente. A questão das matrículas utilizadas como argumento vem da apelidada Lei do Ventre Livre de 1871, que entre várias coisas, obrigava os senhores a registrar no município uma matrícula de cada um de seus escravizados.
            Os requerentes, escravizados por Luiz José de Oliveira Ramos argumentam que são livres, demonstrando que estão matriculados como de “filiação desconhecida”, significando que o “pretenso senhor não sabe a origem de que decorre o seu pretendido direito de domínio sobre as pessoas dos suplicantes”, argumentando também que pela visão legal, “a liberdade é de direito natural e se presume sempre, salvo prova plena em contrário”, ou seja, sempre se assume que os indivíduos são livres por direito natural, a não ser que se prove por documentação legítima que são posse de alguém. Como o senhor Ramos não pode provar, eles pedem autorização para justificar sua liberdade, conseguindo mandado de manutenção da liberdade. Além do pedido ser deferido, há a nomeação de um depositário.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal Francisco Ferreira Cavalcante Lins;
            escrivão Jose Luiz Pereira;
            signatário Antonio Jose Candido;
            depositário Manoel Thomé Freire Batalha.

            Localidades relevantes:
            Comarca de Lages;
            Lages;

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Mandado de Busca
            BR SC TJSC TRPOA-30636 · Processo · 1883
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: João Severino da Luz.

            Autoridades: escrivão José Luís Pereira; promotor público Antônio Ricken de Amorim; promotor público Pedro José Leite Junior; juiz Mauricio Ribeiro de Cordova; delegado Afonso Ramiro Ribeiro Cordova.