Lages

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            Sumário de culpa de Vidal José Pereira de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-70469 · Processo · 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumário de culpa ex-officio realizado na cidade de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Ricken de Amorim (autor);
            Vidal José Pereira de Jesus (denunciado).

            Antonio Ricken de Amorim, promotor público da cidade de Lages, denunciou Vidal José Pereira de Jesus pela fuga de Theresa, uma mulher escravizada. Ela compunha a herança de Manoel de Souza Cravo em um auto de inventário, não anexado neste sumário de culpa.

            Ainda nos detalhes do crime, foi revelado que Theresa estava incluída em um auto de sequestro de bens no inventário, sendo este o motivo pelo qual realizou sua fuga da casa do denunciado — que foi preso em flagrante pelos oficiais de justiça pelo crime de ocultação. Mais tarde, o denunciado enfrentou as acusações de que teria não só escondido a mulher escravizada dos oficiais, como também ordenado para que ela fugisse.

            Em um primeiro momento, nem todas as testemunhas citadas foram capazes de comparecer em juízo para prestarem seus depoimentos sobre o crime, porque estavam ausentes na província do Rio Grande do Sul. Durante a inquirição, foi dito que em nenhum momento o denunciado ocultou a presença da escravizada dos oficiais de justiça, da mesma forma com que não auxiliou para sua fuga; o denunciado alegava que a havia escravizado, já que Theresa foi entregue a ele em forma de doação.

            Realizado um auto de justificação, o denunciado declarou sua inocência em forma de petição, além de requerer, após sua prisão, que Theresa fosse trazida de volta para a cidade de Lages, afim de ser “devidamente sequestrada” pela justiça; além disso, os depoimentos se seguiram para compor a defesa do denunciado, confirmando o pedido de busca.

            Por fim, a ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas da ação de justificação. Já a denúncia foi julgada improcedente a partir da análise dos depoimentos, e o mesmo juiz solicitou que as custas fossem pagas pela municipalidade, assim como o alvará de soltura em favor do denunciado.

            Atuaram no processo:
            delegado primeiro suplente capitão Gabriel de Sousa Guedes;
            escrivão interino Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos;
            oficial de justiça Caciano Jose Pereira.

            Localidades relevantes:
            Capão Bonito;
            cidade de Lages;
            comarca de São José;
            freguesia de Baguses;
            província do Rio Grande do Sul (atual Estado do Rio Grande do Sul).

            Compõem o processo:
            auto de justificação;
            auto de qualificação;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentenças;
            termos de remessa.

            Variação de nome:
            Capão Bunito;
            comarca de Lages;
            Thereza.

            Sequestro de bens de Joaquim Pereira Preto
            BR SC TJSC TRRJ-28980 · Processo · 1845-1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sequestro de bens realizado na vila de Lages.

            Partes do processo:
            A justiça;
            Francisco Pinto (depositário).

            Resumo: Os bens do falecido Joaquim Pereira Preto foram sequestrados e apregoados para quitar suas dívidas. Dentre suas posses havia instrumentos musicais, tecidos e terras. Por ser credor do espólio do falecido, o juiz Guilherme Ricken remeteu os autos ao juiz Claudianno de Oliveira Rosa. Visto em correição em 1864.

            Atuaram no processo:
            juiz de órfãos alferes João Thomas e Silva;
            escrivão Constancio Xavier de Souza;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            juiz de órfãos Claudianno de Oliveira Rosa;
            avaliador Manoel José Pereira de Andrade;
            avaliador Hipolito Machado Dias;
            pregoeiro José Antonio de Oliveira.

            Localidades relevantes:
            Cajurú;
            Guará.

            Compõem o processo:
            Avaliação dos bens;
            Termo de depósito;
            Arrematação.

            Variação de nome:
            juiz de órfãos Claudiano de Oliveira Rosa.

            Sequestro de Bens de João Francisco
            BR SC TJSC TRRJ-13355 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Mandado de sequestro dos bens do criminoso João Francisco, feito à época da Vila de Lages

            Partes: Manoel Cavalheiro Leitão; Militar; Capitão; (requerente/autor); João Francisco (réu);

            Resumo: Por requerimento feito pelo Capitão Manoel Cavalheiro Leitão, o juiz Caetano José de Souza deu abertura ao processo de mandado de sequestro dos bens do criminoso João Francisco, por cobrança de dividas.

            Localidades: Vila de Lages; Desterro; Costa do Rincão Comprido;

            Atuaram no processo: Escrivão Camilo Justiniano Reiz; Escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral; Escrivão Francisco José d' Santa Anna Souza; Juiz Caetano José de Souza; Juiz Jose Antônio Borges; Juiz Lino Sutil de Oliveira;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Sequestro de bens de Gaspar Teixeira da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-29345 · Processo · 1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na Comarca da Lages

            São partes do processo: Gaspar Teixeira da Rocha (réu); João Baptista Xavier (falecido).

            Descrição: Gaspar Teixeira da Rocha foi testamenteiro de João Baptista Xavier. Consta no processo que, embora João Baptista Xavier tivesse um filho, Gaspar Teixeira da Rocha teria se apropriado dos bens do falecido em desfavor do herdeiro legítimo. Por conta disso, foi iniciado o processo de sequestro de bens de Gaspar Teixeira da Rocha, que consistiam em alguns animais e em uma casa.

            Atuaram no processo: escrivão Mathias Gomes da Silva; escrivão Generoso Pereira dos Anjos; escrivão Felisberto Olimpio Caldeira; curador geral Antonio Ricken de Amorim; juiz Antonio Caetano Machado; juiz Joaquim José Henriques; juiz José Nicolau Pereira dos Santos; juiz Antonio Fellipe Pessôa; juiz José Joaquim da Cunha Passos; juiz Laurentino José da Costa.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-29020 · Processo · 1843-1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de sequestro de bens realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            A Justiça (autora);
            Luiz Gonzaga de Almeida (suplicado);
            Joaquim Fernandes da Fonseca (falecido).

            Resumo:
            Após o falecimento do major Joaquim Fernandes da Fonseca, a justiça de Lages abre um processo de apreensão de seus bens. Dentre o patrimônio, destacam-se prataria, um par de dragonas, utensílios de cozinha, mobília, navalhas, um item chamado de “balança romana”, acessórios de ouro, animais, equipamentos de montaria, casas e quantias em dinheiro (como doblas e onças espanholas).

            São citadas no arrolamento 5 pessoas escravizadas: Antonio, que tinha o ofício de carpinteiro; Antonio, menor de idade, designado como “muleque”; Francisco e José, descritos como “de nação”; e Genoveva, mulher idosa. Constam dívidas ativas deixadas pelo finado, assim como outras pendências com credores ao longo do processo, que abrem autos de justificação cível para serem reembolsados.

            Após avaliados, os bens e as pessoas escravizadas foram inseridos em um processo de arrematação. Nos leilões realizados, o arrematador ou lançador que vencesse a disputa recebia um ramo verde do pregoeiro, como sinal de vitória do lance (vide página virtual de número 59).

            Ao decorrer do processo, Genoveva abre petição para exercer o direito de obter sua própria liberdade, com base nos valores da avaliação; para isso, a quantia foi depositada no cofre da arrecadação. O juiz determina que a ação é procedente e, com isso, uma carta de liberdade é expedida.

            Na página 178 do processo, é citado que um coletor precisou se ausentar de seu cargo para ir à capital da província de Santa Catarina, que se achava ameaçada por “rebeldes da província do Rio Grande do Sul” – o que se relaciona, à época, com a Revolução Farroupilha. O juiz julga o processo por sentença, em que requer o pagamento das custas e gratificação do juízo pelos bens apreendidos.

            Mais tarde, a viúva de Joaquim Fernandes da Fonseca, Inocencia Julia de Menezes, abre petição representada por um procurador, em que afirma ser habilitada para receber todos os bens do casal; para isso, ela apresenta documentos como uma sentença cível de justificação de casamento. Uma carta precatória é expedida para a adjudicação de todos os bens arrecadados anteriormente, e o processo termina com as entregas aos herdeiros.

            Atuaram no processo:
            avaliador alferes Innocencio José de Souza;
            avaliador e procurador major Antonio Saturino de Souza e Oliveira;
            coletor interino e procurador alferes Luis Gonzaga de Almeida;
            coletor Joaquim Fernandes da Fonseca;
            curador geral e depositário João Vicente Fernandes;
            depositário Alexandre Ignácio da Silveira;
            depositário Guilherme Ricken;
            depositário Joaquim G. Batalha;
            depositário major Marcos Antonio da Silva Mafra;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão José Honório de Souza Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Antonio Caetano Machado;
            pregoeiro de auditório José de Araújo Braga;
            procurador Joaquim Fernandes da Fonseca Azambuja;
            procurador Manoel Caetano do Amaral.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do norte;
            freguesia de Santo Amaro;
            largo da matriz;
            província do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            quarteirão dos Curitibanos;
            rio Pardo;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos de justificação cível;
            carta precatória;
            contas;
            correição;
            editais de praça;
            petições;
            pregões;
            procurações;
            quitação;
            recibos;
            sentenças;
            termo de louvação;
            termos de depósito;
            termos de juramento.

            Auto de Sequestro dos Bens de Joze Francisco
            BR SC TJSC TRRJ-19565 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Sequestro de Bens realizado na Vila de Lages, na época sob a Comarca de Curitiba e Paranaguá.

            Partes:
            Manoel Barboza (inventariante)
            Salvador Joze de Araujo (inventariante)
            José Francisco (inventariado).

            Resumo:
            É requerido o sequestro dos bens do falecido Joze Francisco, com a subsequente avaliação e arrematação dos mesmos, visto que ele não possui herdeiros. O processo é movido pela ação do alcaide Manoel Barboza, que estava responsável pelos bens, e pelo depositário Salvador Joze de Araujo. Entre os bens avaliados e arrematados encontram-se: utensílios, ferramentas, roupas, armas de fogo, joias, animais, plantações de feijão e milho. Além disso, é feita a cobrança de dívidas pendentes do falecido.

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;

            Atuaram no processo:
            alcaide Manoel Barboza;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraez Lara;
            depositário e avaliador Salvador Joze de Araujo;
            avaliador Antonio Joze Antunes;
            porteiro Manoel Barboza Gonçalves;
            juiz ordinário e arrematador Joze Jacinto de Oliveira;

            Compõem o processo:
            Auto de sequestro;
            Auto de arrematação de bens;
            Prestação de contas.

            Variações de nome:
            Francisco José e Santanna;
            inventariado Joze Fernandes;
            inventariado Joze Fernandes da Silva;
            escrivão Joaquim Antonio de Moraiz Lara;
            escrivão Joaquim Antonio de Araujo;
            escrivão Meaquim Antonio de Moraes.

            Auto de sequestro de bens de João Francisco Maxado
            BR SC TJSC TRRJ-77655 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de sequestro de bens realizado na vila de Lages, na época sob a comarca da Ilha de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            João Francisco Maxado (réu).

            Resumo:
            Neste processo, foi feito o sequestro judicial dos bens do criminoso João Francisco Maxado, a fim de pagar as custas de um processo de devassa e suas diligências. Terras lavradias e um rincão de campos pertencentes ao réu foram designados para leilão em praça pública. Em arrematação, os bens foram comprados pelo capitão Manoel Cavalheiro Leitão, o único que ofereceu lance no leilão.

            Localidades mencionadas:
            Vila de nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            Autuação;
            Pregão;
            Arrematação;
            Depósito.

            Atuaram no processo:
            alcaide/porteiro Francisco do Amaral;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Francisco José de Santa Anna e Souza;
            escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral;
            depositário/capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz ordinário Caetano José de Souza;
            juiz ordinário Lino Subtil de Oliveira.

            Variação de nome;
            João Francisco Machado.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro