Partes: Manoel Joaquim Garcia; Maria Caetana de Jesus; escravizado João.
Liberdade
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Partes: Cândida Rosa Joaquina dos Passos; escravizado Eloy.
Testamenteiro José da Lapa Souza Coentro.
Antônio era sócio de um armazém com Antônio José da Silva. Parte de seus bens deveriam ser enviados para a cidade do Porto, onde o irmão de Antônio, Urbano Francisco Maia, morava na Freguesia de São Mamede de Coronado (Trofa), Portugal.
Carta de liberdade a uma escrava crioula. Essa mesma escrava recebeu verba do seu falecido senhor.
Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo da cidade de Santos.
Escrivão Leonardo Jorge de Campos.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroPartes: Jacob Winter; Frederico Tuksen; escravizada Rita.
Partes: Matheus José de Souza; escravizado Joaquim.
Autoridade: escrivão João José Theodoro da Costa; juiz Manoel Cardozo Vieira de Mello.
Partes: José Antônio de Souza Quadros; escravizado Francisco.
Partes: Silvestre Rodrigues Veiga; escravizada Josepha.
Autoridades: juiz de órfãos Antônio Augusto da Costa Barradas; escrivão José de Miranda Santos.
Partes: Miguel Caetano de Oliveira; escravizado Manoel; escravizada Catharina.
Partes: Antônio Manoel; Alexandre Gonçalves da Luz (curador); Anastácio Criolo (escravizado).
Requerimento de Francisco
Partes:
Francisco (requerente);
José Agostinho de Maria, Vice Cônsul da Itália da “agenzia consolare d’Italia: Santa Catharina” (requerido).
Escravidão; escravo liberto; arrecadação de bens; leis da Itália; vila de Tubarão;
José Bertoncini (italiano falecido).
Museu; exposição.
Em Tubarão, no sul de Santa Catarina, Francisco, homem negro submetido à escravidão, pediu ao juiz da comarca de Desterro o reconhecimento de sua liberdade, com fundamento nas leis do Reino da Itália. Após a morte de seu senhor, o italiano José Bertoncini, o vice-cônsul José Agostinho Demaria recolheu os bens do falecido e levou Francisco para Desterro. Considerando-o parte do espólio, o vice-cônsul estabeleceu um valor para sua libertação. O juiz, porém, negou o requerimento de Francisco, o que o levou a fugir. Pouco depois, o vice-cônsul encontrou um documento entre os papéis de Bertoncini. O escrito comprovava que Francisco havia sido escravizado, e trazido do continente africano, após a proibição do tráfico, em 1831, o que lhe assegurava o direito à liberdade. Com a nomeação do curador José Delfino dos Santos e a confirmação judicial da ilegalidade de sua situação, Francisco teve finalmente sua liberdade reconhecida.
Tribunal da Relação de Porto Alegre