Partilha de Bens

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              Inventário de Silvério Barboza do Rego
              BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-29300 · Processo · 1896
              Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

              Partes: Silverio Barbosa do Rego (falecido); Claudina Barbosa da Silva (viúva e inventariante)

              Juiz de direito Egydio Francisco das Chagas; escrivão Fernando Affonso de Athayde; contador Manoel José Nicollely; casa; terras entre a estrada geral e a serra; terras ao norte da estrada geral; rio Macacos; Faxinalzinho; advogado Ignacio José da Costa; quarteirão dos Índios; lugar denominado Macacos; registro de propriedades imóveis; partilha amigável; variação de nomes; Silvério Barbosa do Rego; Claudina Barbosa da Silva; Anna Barbosa da Silva; Ana Barbosa da Silva; Belisária Barbosa da Silva; José Barbosa do Rego; Silvério Barbosa da Silva;. Cândida Barbosa da Silva; João Silvério Barbosa da Silva; Bernardino Barbosa da Silva; Fernando Afonso d'Athayde; Fernando Afonso de Ataíde; Egídio Francisco das Chagas.

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              BR SC TJSC TRRJ-22586 · Processo · 1859-1860
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Silvano José Pinheiro (inventariado);
              Severina Francisca de Jesus (inventariada);
              Florentino José Pinheiro (inventariante).

              Herdeiros:
              Caetana Rosa;
              Alexandrina Rosa;
              José Antonio Coelho (co-herdeiro);
              José Silvano Pinheiro (ausente);
              Florentino José Pinheiro;
              Francisca Clara de Jesus;
              Francisco Gonçalves dos Santos (co-herdeiro);
              Francisco Pereira (co-herdeiro);
              Rita Maria da Conceição;
              Zeferino José Pinheiro.

              Resumo:
              Florentino José Pinheiro abriu um inventário dos bens de seus falecidos pais, Silvano José Pinheiro e Severina Francisca de Jesus. Durante a ação, o herdeiro Zeferino é descrito como “mentecapto” e “desassisado”, sendo necessária a nomeação de um curador para representá-lo no juízo dos órfãos. Além disso, é revelado que José Silvano Pinheiro estava ausente em local incerto, sendo representado pelo mesmo agente da justiça de seu irmão.

              Os bens relacionados foram terrenos, casas, animais, joias, mobília, ferramentas, caixas, canoas, equipamentos de montaria, carros, uma quantia em moeda corrente, utensílios de cozinha e engenhos. As terras estavam localizadas de frente à estrada nacional e com fundos às vertentes do morro; fundos à margem do rio Ratones; no distrito de Vargem Grande; fundos às vertentes do morro da Vargem Pequena; e, por fim, fundos ao travessão do Rio Vermelho. Além disso, o inventariante declarou dívidas do casal, que foram pagas com uma quantia obtida a partir de alguns bens avaliados.

              No arrolamento, constaram 8 pessoas escravizadas: José, Ignacio e Custodia (de um ano de idade), descritos como pardos; João, de nação Congo; Antonio, de nação Mina; Miguel, de nação Benguela; e Luiza e Felizarda, designadas como crioulas.

              Após a avaliação, foi iniciado um processo de partilha entre os herdeiros. O juiz julga o processo por sentença, em que requer o pagamento das custas de maneira pro rata e nomeia o inventariante como tutor responsável pelos herdeiros Zeferino e José. Além disso, Luiza e Ignacio — pessoas escravizadas que foram destinadas aos dois irmãos tutelados — passaram por um processo de arrematação em praça pública, e o valor recebido foi colocado no cofre público.

              Ao decorrer da arrematação, Estanislau Antonio da Conceição abre petição para requerer que Ignacio seja arrendado a partir de aluguéis mensais, devido ao seu mau estado de saúde e à falta de licitantes na ação. Ele afirma ainda que o valor colocado em praça seria “excessivo”, e que propõe medicar Ignacio durante os meses arrendado, para depois inseri-lo em uma arrematação convencional; o pedido é aceito e o suplicante assina um termo de arrendamento. A ação é concluída com a arrematação de Luisa e o recibo de meia siza assinado por seu lançador, Francisco Antonio da Silva.

              Atuaram no processo:
              avaliador Antonio Pereira Pinto;
              avaliador Manoel Francisco de Paula;
              curador geral Marcelino Antonio Dutra;
              escrivão do juízo de órfãos Vidal Pedro Moraes;
              escrivão João Francisco Regis;
              escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
              juiz municipal e de órfãos Manoel da Silva Mafra;
              juiz municipal e de órfãos suplente comendador Francisco Duarte e Silva;
              partidor João Narciso da Silveira;
              partidor João Tavares de Araújo Boeno;
              pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
              procurador José Antonio Coelho;
              signatário Claudino Jose da Silva;
              signatário Marianno Antonio da Silva;
              tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
              tesoureiro Laurentino Eloy de Medeiros.

              Localidades relevantes:
              cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              distrito da Vargem Grande;
              estrada nacional;
              freguesia da Lagoa (atual distrito da Lagoa da Conceição, Florianópolis);
              freguesia de São Francisco de Paula de Canasvieiras (atual distrito e bairro de Canasvieiras, Florianópolis);
              freguesia de Santo Antonio (atual distrito e bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
              rio Ratones;
              Rio Vermelho;
              Vargem Pequena;
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              auto de praça;
              contas;
              editais;
              petição;
              procuração;
              recibos da meia siza;
              recibos da tesouraria;
              relação de bens;
              sentença;
              termo de arrendamento;
              termos de declaração;
              termos de juramento;
              termos de louvação;

              Variação de nome:
              distrito da Várzea Grande;
              Várzea Pequena.

              Inventário de Serafim José dos Passos
              BR SC TJSC TRRJ-76464 · Processo · 1851-1859
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do Processo:
              Thomazia Maria da Conceição (inventariante);
              Serafim José dos Passos (inventariado).

              Herdeiro:
              Bernardina (menor);
              Caetana (menor);
              Elizia (menor);
              Felisbina Thomazia (menor);
              Francisco Serafim dos Passos (menor);
              João Serafim dos Passos (menor);
              Joaquim Serafim dos Passos (menor);
              Ludovina Thomazia (menor);
              Manoel Serafim dos Passos (menor);
              Maria Thomazia (menor).

              Resumo:
              Thomazia Maria da Conceição abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Serafim José dos Passos. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

              Os bens inventariados foram um alambique de cobre, ferramentas, utensílios de plantação, mobília, casco de lombilho (sela), animais, casas e terras no lugar denominado “Praia de Fora”, fazendo frente com a estrada nacional.

              Além disso, o inventariante deixou algumas dívidas ativas e passivas. O juiz notificou os credores para apresentarem comprovante das pendências, que foram pagas com uma parte do patrimônio a partir de um auto de sequestro de bens. Mais tarde, o processo é visto em correição; o agente da justiça afirma que nem o curador dos órfãos nem o juiz poderiam renunciar o direito hereditário dos herdeiros para o pagamento das dívidas.

              Atuaram no processo:
              avaliador José Lourenço de Medeiros;
              avaliador José Pedro de Souza;
              curador dos órfãos e advogado Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão da correição David do Amaral e Silva;
              escrivão do juízo de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
              juiz corregedor João José de Andrade Pinto;
              juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
              juiz de órfãos suplente Luiz Ferreira dos Nascimento;
              juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
              juiz de órfãos segundo suplente Frederico Affonço de Barros;
              juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
              oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
              oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeiros.

              Localidades relevantes:
              estrada nacional;
              freguesia da Nossa Senhora do Rozario da Enciada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
              Praia de Fora;
              segunda comarca;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de sequestro;
              contas;
              correição;
              descrição e avaliação dos bens;
              petições;
              sentença;
              termo de declaração;
              termos de abstenção;
              termos de juramento.

              Variação de nome:
              oficial de justiça Vicente Alvares de Souza Medeyros.

              Inventário de Sebastiana Rosa de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-17691 · Processo · 1858
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Sebastiana Rosa de Jesus (falecida);
              Manoel Narcizo Furtado (inventariante).

              Herdeiros:
              Custodia Sebastiana;
              João Manoel Narcizo;
              Joaquim Manoel Furtado;
              Laurindo Narcizo Furtado;
              Manoel Narcizo Furtado Junior;
              Maria Sebastiana;
              Rosa Sebastiana.

              Resumo:
              Manoel Narcizo Furtado abriu um processo de inventário pelos bens de sua finada esposa, Sebastiana Rosa de Jesus. Como a finada deixou filhos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e um curador foi nomeado para representá-los.

              Entre os bens avaliados constaram um forno de cobre, utensílios de cozinha, mobília, caixas, canoas, um transporte descrito como “carro”, animais, plantações de mandioca e cana, casas, terras, um engenho de farinha e um engenho de fazer açúcar. Nesta ação, foram mencionadas pessoas escravizadas dos nomes Caetana e Pedro (de nove meses de idade), descritos como crioulos.

              Além disso, o inventariante declarou ser devedor de Antonio Lopes Cardoso por conta da compra de Caetana, assim como possuir outras dívidas passivas relacionadas ao patrimônio de sua esposa. Por fim, o credor foi intimado pelo juiz para apresentar o crédito referente à venda de Caetana.

              Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas passivas. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata, assim como notificou o inventariante para prestar juramento para se tornar tutor de seus filhos menores de idade.

              Atuaram no processo:
              avaliador Antonio Ramalho da Silva Xavier;
              avaliador João Justino Regis;
              curador de órfãos Francisco Gonçalves da Luz;
              escrivão de órfãos João Francisco Regis;
              juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
              partidor Antonio Francisco de Medeiros;
              partidor Jacintho Gonçalves da Luz;
              signatário Antonio Francisco de Medeiros;
              signatário Salvador Cavalheiro.

              Localidades relevantes:
              comarca da capital;
              fundos de Tijuquinhas (atual bairro de Tijuquinhas, Biguaçu);
              praia grande;
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              avaliação de bens;
              certidão de crédito;
              contas;
              sentença;
              termo de declaração;
              termos de juramento;
              termos de louvação.

              Inventário de Salvador Soares de Carvalho
              BR SC TJSC TRRJ-88097 · Processo · 1870-1871
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade da Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Salvador Soares de Carvalho (falecido);
              Anna Maria do Nascimento (inventariante).

              Herdeiros:
              Andresa Maria do Carmo;
              Anna (neta);
              Anna Maria da Graça;
              Aureliana Rosa d’Oliveira (neta);
              Francisco d’Oliveira Cercal (co-herdeiro);
              Hilario Affonso Moreira (co-herdeiro);
              João (neto);
              João Antonio d’Oliveira;
              João Luis de Borba (co-herdeira);
              João Machado Pereira (co-herdeiro);
              Joaquim Antonio d’Oliveira;
              Joaquim Bento da Maia Moreira (co-herdeiro);
              Joaquim Soares de Carvalho;
              Manoel Soares de Carvalho;
              Maria (neta);
              Olisa (neta);
              Pedro Soares d’Oliveira (neto);
              Puresa Maria das Dores;
              Rita Soares de Lima;
              Rosa Rosanda da Nactividade;
              Salustiana Maria de Oliveira (neta);
              Salvador Soares Pereira;
              Thomas Machado d’Oliveira (co-herdeiro);
              Thomasia Maria da Graça (neta);
              Ursula Maria Soares.

              Resumo:
              Maria do Nascimento abriu um processo de inventário pelos bens de seu marido, o alferes Salvador Soares de Carvalho. Como o finado deixou netos de menoridade, filhos de um herdeiro também já falecido, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

              Os bens inventariados foram um oratório, mobília, caixas, um relógio, utensílios de cozinha, garrafas, um peso de chumbo, um alambique, um automóvel chamado de “carro”, uma oficina de pegar farinha, quadros com pinturas religiosas — Bom Jesus de Iguape, São Pedro naufragado e Santíssima Trindade —, barricas, uma égua picaça, casas, terras, um engenho de farinha, casas de engenho e roças de mandioca.

              A viúva também declarou as dívidas do casal. Ainda no arrolamento, foram mencionadas nove pessoas escravizadas, dos nomes: Maria, descrita como africana; Maria, Ignacia, Luisa e Barbara, designadas como crioulas; e Antonia, Thomaz, Catharina e Mariana, descritos como pardos.

              Dentro dos termos de vista, os herdeiros indicaram quais bens e pessoas escravizadas deveriam ser incluídas em suas legítimas partes. Em outro momento, o herdeiro Salvador Soares Pereira nomeou um procurador para representá-lo no processo.

              Por meio de petição, a inventariante revelou que alguns dos bens declarados na avaliação não poderiam ser partilhados naquele momento. Ela afirma que parte deles estava inserida na lista dos patrimônios de suas finadas cunhadas (Antonia Fé do Rosário e Benta Maria da Trindade) e de seu falecido irmão, Antonio Gonçalves do Maia; além disso, no testamento do último, constavam as alforrias de algumas pessoas escravizadas que foram arroladas. Com isso, Anna requereu mais tempo para a liquidação dos valores antes do início da partilha.

              Mesmo com o pedido de Anna, o herdeiro Salvador abre um termo de reclamação e de vista para contestar a avaliação dos bens, argumentando que o reclamante era pai de família e que estava sendo prejudicado na ação. Ainda nesse documento, seu procurador afirma que o herdeiro teve sua casa cercada e foi intimado a entregar seu filho para servir de “recruta” na Capital, saindo algemado. Ele declara que os agentes da justiça responsáveis por “agarrar o filho do suplicante” e prendê-lo eram Antonio João Vieira Junior, Manoel Budal Arins e Francisco Machado da Luz, louvados nesse processo de inventário.

              Na reclamação, o suplicante também é apoiado pelo inciso 7 do artigo 179 da Constituição, que afirmava: “Ninguém poderá ser obrigado a guardar, ou a entrar em casa de cidadão brasileiro, a não ser em casos previstos por Lei, e pela maneira, que ella determinar”. Ele afirma que os agentes da justiça seriam seus inimigos por esse acontecimento passado, e que estariam o prejudicando das seguintes formas: estimando erroneamente o valor de Maria, mulher escravizada inserida em sua parte da herança; e calculando os terrenos no Morro dos Reis em proporções não condizentes. Com isso, Salvador requereu uma nova louvação para avaliador e partidor.

              Já por parte do procurador de Anna, Francisco Velloso de Linhares, é alegado que o desacordo de Salvador tinha o objetivo de retardar o encaminhamento da ação, já que as avaliações teriam sido feitas com régua de igualdade. O representante também foi contrário ao recebimento de Maria enquanto legítima parte do herdeiro.

              Joaquim Soares de Carvalho também debateu sobre o pedido de Salvador, estando desconfiado das atitudes do irmão desde o início do processo, quando este foi o único que discordou da louvação dos avaliadores e partidores. Nesse momento, é revelado que o restante dos herdeiros e a viúva também não concordavam com uma reavaliação de Maria e dos terrenos citados, requerendo que as petições referentes a isso sejam consideradas nulas.

              Mais tarde, Joaquim requereu que suas custas vindas pelo andamento da ação (viagens, selos e entrega de documentos) fossem creditadas no inventário. Antes do início da partilha, foi nomeado um novo partidor para substituir Manoel Bento Lustosa, que havia sido louvado. Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi utilizado para o pagamento das custas e das dívidas passivas.

              Antes de dar continuidade à ação de inventário, o procurador de Anna realiza um termo de desistência. Mais uma vez, o procurador de Salvador comenta sobre a partilha, acusando o processo de inventário de prosseguir em desacordo com a lei, também questionando a partilha e os valores impostos às pessoas escravizadas; os demais herdeiros concordaram com a partilha. Foi requerida pelo curador a inscrição da hipoteca dos herdeiros netos, previamente à sentença. Por fim, o juiz julga o processo por sentença, e acusa aqueles que se sentiram lesados no decorrer do inventário de abusarem da lei com disputas pessoais.

              Atuaram no processo:
              avaliador Manoel Budal Arins;
              avaliador Manoel Gomes d’Oliveira;
              curador geral dos órfãos Francisco Xavier Caldeira;
              curador Joaquim Bento Pereira;
              escrivão de órfãos João Polycarpo Machado da Paixão;
              escrivão interino e substituto Hermelino Jorge de Linhares;
              juiz de órfãos quinto suplente Vicente Porfirio d’Almeida;
              juiz municipal e órfãos João Franco d’Oliveira;
              oficial de justiça Caetano de Paula Ramos;
              oficial de justiça Francisco José de Farias;
              partidor Francisco Machado da Luz;
              partidor Manoel Bento Lustosa;
              partidor Ricardo José Ampara;
              procurador Francisco Velloso de Linhares;
              procurador Valentim Antonio de Sousa;
              signatário Joaquim Soares de Carvalho;
              signatário Manoel José Marques da Silveira;
              signatário Manoel Soares de Carvalho;
              signatário Miguel Soares de Oliveira;
              signatário Ricardo José Alves;
              signatário Vicente Soares da Silva Pereira;
              signatário Zeferino de Oliveira Cereal;
              tabelião Joaquim Soares de Carvalho;
              tabelião José Estevao de Miranda e Oliveira.

              Localidades relevantes:
              cidade da Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
              comarca de Nossa Senhora da Graça;
              distrito de Pinheira;
              distrito morro do Rei;
              freguesia Senhor Bom Jesus do Paraty (atual município de Araquari, Santa Catarina);
              Jibaltar;
              praça da Matriz;
              Rio do Paratti;
              Rio dos Pinheiros;
              rua geral.

              Compõem o processo:
              auto de alimpação de partilha;
              auto de partilha;
              autos de avaliação;
              cálculo de partilha;
              certidões;
              contas;
              petições;
              procurações;
              selos;
              sentença;
              termo de desistência;
              termo de retificação;
              termos de audiência;
              termos de declaração;
              termos de juramento;
              termos de louvação;
              termos de responsabilidade;
              termos de vista.

              Variação de nome:
              Anna Maria da Grasa;
              freguesia do Parati;
              Hylario Affonso Moreira;
              João Polycarpo Machado da Paichão;
              Pinheiros;
              São Francisco do Sul.

              Inventário de Raulino Gonçalves Pereira
              BR SC TJSC TRRJ-21658 · Processo · 1850-1855
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Raulino Gonçalves Pereira (falecido);
              Guiomar Maria (inventariante).

              Herdeiros:
              Candida Roza;
              Floriano Gonçalves;
              Manoel Gonçalves;
              Maria Dorothea;
              Maria Roza.

              Resumo:
              Por meio deste processo foram inventariados os bens que ficaram por falecimento de Raulino Gonçalves Pereira. A justiça expediu mandado de intimação para sua viúva e cabeça de casal, Guiomar Maria, para que ela viesse ao juízo para dar início aos procedimentos de inventário, sob pena de sequestro em caso de não comparecimento. Guiomar era moradora na localidade de Saquinho da Lagoa.

              Na descrição dos bens, constaram mobília; utensílios domésticos e ferramentas; dois animais, sendo um boi de serviço e uma égua; e um engenho de aguardente, uma casa, e terras. As propriedades eram situadas no Saco Grande da Lagoa e na Tijuca do Rio Vermelho, algumas fazendo frentes com riachos e vertentes.

              Constavam também 4 escravizados, de nomes Simplicio (idoso, descrito como “africano”); Joaquina e João (menores de idade, descritos como “crioulos”); e Jacintho (menor de idade, descrito como “pardo”).

              Em seguida, a partilha distribuiu os bens entre os herdeiros. Por sentença, o juiz julgou que as partilhas foram válidas, e obrigou os interessados ao pagamento das custas do processo.

              Adiante, foi autuado um auto de tutela, em que o procurador Marcellino Machado Fagundes prestou juramento para desempenhar a função de tutor dos menores e órfãos deixados pelo inventário.

              Por fim, um auto de “contas tomadas” (prestação de contas) foi lavrado, em que foram prestadas as contas referentes aos herdeiros menores de idade.

              Atuaram no processo:
              avaliador Manoel Pereira Duarte;
              avaliador Francisco Guilherme Sodé;
              escrivão José Silveira Constante;
              escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
              juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
              juiz municipal e de órfãos suplente comendador Agostinho Leitão d’Almeida;
              partidor Joaquim José Varella;
              partidor José Narciso da Silveira;
              procurador Marcellino Machado Fagundes;
              signatário Candido Gonçalves de Oliveira;
              signatário Francisco Dias de Souza Medeiros;
              signatário Francisco de Paula Lacé.

              Localidades relevantes:
              Saco Grande da Lagoa;
              Saquinho da Lagoa (atual Praia do Saquinho, bairro da Lagoa da Conceição, Florianópolis, Santa Catarina);
              Tijuca do Rio Vermelho;
              freguesia de São João Baptista do Rio Vermelho (atual bairro do Rio Vermelho, Florianópolis, Santa Catarina);
              cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              primeira comarca.

              Compõem o processo:
              auto de contas tomadas;
              descrição e avaliação dos bens;
              mandado de intimação;
              partilha de bens;
              procuração;
              termo de juramento de avaliadores;
              termo de juramento de partidores;
              termo de juramento de tutor;
              termos de louvação.

              Variação de nome:
              procurador Marcellino Maxado Fagundes.

              Inventário de Polucenia Roza de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-20729 · Processo · 1863-1864
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Polucenia Roza de Jesus (falecida);
              Damasio Pereira Nunes (inventariante);
              José Joaquim de Sousa (inventariante e co-herdeiro).

              Herdeiros:
              Francisca Rosa de Jesus;
              Francisco Pereira Nunes;
              Maria Rosa;
              Mathildes Bernadina da Gloria.

              Resumo:
              Damasio Pereira Nunes abriu um processo de inventário pelos bens de sua finada esposa, Polucenia Roza de Jesus. Entre os herdeiros, foi revelado que Maria Rosa estaria “mentecapta” e “demente”; com isso, José Joaquim de Sousa, genro de Damasio e marido de Mathildes, foi nomeado como seu curador para representá-la. Por esse motivo, a ação passou pelo juízo de órfãos.

              José, através de uma petição, informou que a demora para a abertura da partilha por parte de Damasio estaria prejudicando os herdeiros, mencionando o falecimento de duas pessoas escravizadas após a morte de Polucenia — que no momento da ação, já havia acontecido há 4 anos. Por via de uma sentença, o juiz de órfãos requereu o sequestro e remoção dos bens do casal, nomeando José como inventariante e depositário do patrimônio.

              Os oficiais de justiça não dão continuidade ao pedido de depósito, pelo fato de não haver interessados na ação, com a justificativa de que seus vizinhos teriam medo de sofrer violências por parte de Damasio — classificado pelos citados como sendo “adoidado” e de “maus costumes”.

              Mais tarde, foi revelado que Damasio havia sido detido na cadeia de Desterro, por insanidade mental (descrito como “por louco preso”). Em um auto de exame, é diagnosticado que sua “alienação mental” não era constante, mas produzia desarranjos cerebrais e fazia com que ele não exercesse integralmente suas faculdades intelectuais.

              O processo tem continuidade com uma sentença do juiz, tornando o co-herdeiro José curador de Damasio e responsável por dar continuidade ao inventário. Em sequência, José faz o pedido de nomear um curador que representasse Maria, declarando ainda possuir despesas médicas dos “exames de sanidade” também realizados na herdeira.

              Uma petição é anexada por José Joaquim de Souza, revelando que Damasio havia ameaçado o curador e os avaliadores nomeados no processo. A assistência do escrivão é requisitada, pois o fato dificultou a avaliação dos bens e, mesmo assim, precisava ser feita na residência de Damasio.

              Após isso, foi dado início à avaliação dos bens, em que constam casas, engenhos de farinha, terras, animais, roças de mandioca, objetos de transporte (caixas), forno de cobre, cangas, móveis e utensílios de cozinha. No arrolamento, foram citadas nove pessoas escravizadas: Elena, Christina, Hortensa, Jacinto, Wenceslau, Antero, Julio (descrito como tendo “cor de aço”) e João, designados como crioulos; e Benedito, descrito como pardo. Além disso, um dos terrenos fazia divisa com casas de Magnes, descrito como crioulo.

              Ao decorrer do processo, Damasio abre petição requerendo um novo exame de sanidade em sua pessoa. Ele afirma que possui intervalos de lucidez e tem direito de administrar os bens do casal; para isso, o suplicante se apoia no fato de não se encaixar no caso previsto pelo Título 103 do Livro IV das Ordenações Filipinas (p. virtual 43). Esse documento era utilizado no Brasil Império para regular a sanidade mental dos cidadãos, e definia que os “insanos” precisariam ser interditados por um representante que começaria a gerir seus bens.

              Mesmo estando lúcido, os peritos e o juiz consideraram que Damasio ainda não se encontrava em seu “perfeito entendimento”. Por meio de petições, José lista os bens e pessoas escravizadas que deveriam ser separados para sua esposa e para Maria Rosa. Anexados à ação, foram feitos mais “exames de sanidade” requeridos por Damasio, que continuou sustentando seu direito de ser inventariante e curador de sua filha Maria; foram chamadas testemunhas para comprovar a capacidade de administrar seus bens sem a necessidade de ser tutelado.

              Os peritos afirmam que Damasio estaria em condições de administrar seus próprios bens. As testemunhas também confirmam o estado do suplicante, o descrevendo como em seu perfeito juízo. Com isso, o juiz julga os autos de exame por sentença, habilitando o suplicante para administrar seus bens e retirando os efeitos jurídicos da interdição que havia sido feita através do curador.

              Em outro momento, Damasio revelou que José já havia recebido seu dote quando se casou com Mathildes, portanto o patrimônio constante deveria ser incluído como parte da herança do co-herdeiro; José, como resposta, disse não poder aceitar os termos, pois alguns itens eram de baixo valor e, de acordo com ele, faziam parte somente do “enxoval” da esposa. Além disso, foi demandado que Damasio trouxesse a carregação de uma quantia de dinheiro e documentos que provinham dos aluguéis de Christina.

              As dívidas vindas dos exames e outras custas foram pagas por Damasio. Uma nova avaliação dos bens é realizada, em que foram adicionados ao patrimônio da finada itens de montaria e roupas. Enquanto tutor, José recebeu a função de realizar o pagamento dos exames feitos por seu sogro, assim como algumas das custas do inventário.

              Damasio declarou que o juízo de órfãos era “incompetente” (p. virtual 183), afirmação que foi contestada pelo juiz, solicitando outro exame de sanidade realizado em Maria e Damasio. A resposta dada pelo curador geral dos órfãos foi de que o inventário deveria prosseguir no mesmo juízo, pela “alienação mental” de Maria.

              Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, sendo separada uma parte para o pagamento das dívidas passivas e ativas que constaram na avaliação; contudo, o herdeiro Francisco questiona a decisão de partilha, alegando que deveria ter recebido Wenceslau como sua legítima parte, enquanto seria mais vantajoso que a herdeira Francisca recebesse a metade do valor de Christina. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz não reconheceu o pedido de Francisco e requereu o pagamento das custas da ação de maneira pro rata.

              Ao final do processo, uma autuação é anexada. Dentro do documento, há um ofício expedido pela Secretaria de Polícia no ano de 1864, que cita a prisão de Damasio (tido como curatelado) e o recolhimento de seus filhos por alguns vizinhos — ação descrita como realizada para evitar um “atentado”. O delegado também pede que sejam nomeados tutores para os órfãos.

              Atuaram no processo:
              avaliador Damazio Fernandes Camacho;
              avaliador Domingos José de Bitancurte;
              avaliador Joaquim Antonio da Silveira;
              avaliador Jozé Manoel da Silva;
              curador geral dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
              escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
              escrivão interino João da Silva Simas;
              escrivão juramentado João Damasceno Vidal;
              juiz de órfãos Joaquim Augusto de Livramento;
              juiz municipal e órfãos Raymundo Borges Leal Castello Branco;
              juiz municipal e órfãos suplente Estanislau Antonio da Conceição;
              oficial de justiça Augusto Cesar d’Jesus;
              oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus;
              oficial de justiça Serafim Teixeira da Silva;
              partidor João Francisco Cidade;
              partidor João Narcizo da Silveira;
              perito Evaristo Nunes Pires;
              perito Henrique Schutel;
              perito João Ribeiro de Almeida;
              perito José Augusto de Sousa Pitanga;
              perito Luis Carlos Augusto de Silva;
              procurador e advogado Manoel José de Oliveira;
              signatário Anacleto Ladisláo Ricken;
              signatário Felisberto Gomes de Arends;
              signatário Manoel José de Oliveira;
              signatário Sergio Lopes Falcão.

              Localidades relevantes:
              cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              comarca da capital;
              distrito do Rio Tavares (atual bairro de Rio Tavares, Florianópolis);
              estrada pública;
              freguesia da Lagoa;
              mar grosso;
              morrete;
              Rio Grande do Sul;
              rua do Meu Deus;
              travessão geral.

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              autos de avaliação;
              autos de exame;
              contas;
              ofício;
              petições;
              recibos;
              sentenças;
              termos de audiência;
              termos de declaração;
              termos de juramento;
              termos de louvação.

              Variação de nome:
              Estanisláo Antonio da Conceição;
              freguesia da Lagoá;
              freguesia da Lagôa;
              Maganes;
              Mógenes;
              Polucenia Rosa de Jesus.

              Inventário de Policarpo Francisco Regis
              BR SC TJSC TRRJ-90619 · Processo · 1869
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Policarpo Francisco Regis (inventariado);
              Joaquina Rosa de Jesus (inventariante);
              Antônio Regis da Conceição (inventariante e herdeiro);
              Maria Joaquina Regis (inventariante e herdeira);
              João Policarpo Regis (inventariante e herdeiro);
              Cypriana Roza de Jesus (inventariante e herdeira);
              Antônio Francisco Regis (inventariante e herdeiro).

              Resumo:
              Joaquina Rosa de Jesus e seus filhos abrem um processo de inventário após o falecimento de Policarpo Francisco Regis, respectivo marido e pai dos suplicantes. Por todos os inventariantes serem maiores de idade, a ação ocorreu de modo amigável, em que o patrimônio foi dividido em consenso entre as partes.

              Dentre os bens inventariados, constam terras, casas, engenhos de cana, um sítio no lugar denominado “Inferninho”, mobília, animais e ferramentas. São declaradas as dívidas deixadas pelo falecido. Ainda no arrolamento, são citadas 17 pessoas escravizadas: Henriqueta, sem etnia especificada; Nicolau, designado como pardo; José, Faustino, Rosa, Antônio, Manoel, Carlota, Pulqueria, Simplicio e Francisco, descritos como crioulos; Luiza e Maria, respectivas mães de Antonia e uma criança não nomeada; João e Joaquim, descritos como “de nação” (advindos de África).

              Após a partilha acompanhada por testemunhas, o juiz julga o processo por sentença, em que requer o pagamento das custas de maneira pro rata.

              Atuaram no processo:
              escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
              juiz Manoel da Rocha Linhares.

              Localidades relevantes:
              comarca da capital;
              Inferninho;
              lugar dos bobos;
              ribeirão do Moura;
              Tijucas;
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              contas;
              petições;
              sentença;
              termo de comparecimento.

              Variação de nome:
              Certão do Inferninho.

              Inventário de Perpetua Rosa de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-43296 · Processo · 1851 - 1857
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Autos de inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Perpetua Rosa de Jesus (falecida);
              Felisberto José Gonçalves (inventariante).

              Herdeiros:
              Ana;
              Carlota;
              José;
              Laurinda;
              Maria;
              Moyzes;
              Rozalina;
              Zefirina.

              Resumo:
              Felisberto José Gonçalves abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Perpetua Rosa de Jesus. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram um forno de cobre, utensílios de cozinha, um ferro de engomar roupa, ferramentas, mobília, caixas, uma viola, um tear, um meio de transporte descrito como carro, roças de mandioca, animais, terrenos e engenhos. São citadas dívidas passivas deixadas pela falecida. Constam no processo cinco pessoas escravizadas: Francisco e Izabel, de nação Congo; e Simão, Manoel e Anna, descritos como crioulos.

              Ao decorrer da ação, o curador abre uma petição requerendo que as dívidas passivas sejam pagas somente após o falecimento do inventariante. Para isso, os credores seriam notificados com o intuito de que, em um prazo de quinze dias, produzissem os comprovantes de créditos necessários. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. O juiz julga a ação por sentença, requerendo que as custas sejam pagas de forma pro rata.

              Atuaram no processo:
              avaliador Manoel Joze Gonçalves Mendes;
              avaliador Miguel Francisco Pereira;
              curador Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
              juiz de órfãos João Francisco de Souza;
              partidor Duarte Vieira da Cunha;
              partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

              Localidades relevantes:
              freguesia de São Joaquim de Garopava (atual município de Garopaba, Santa Catarina);
              Morrinhos;
              segunda comarca;
              Siriú;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              conta;
              correição;
              intimação;
              petições;
              sentença;
              termos de juramento.