Partes do Processo:
Miguel Siqueira da Silva (inventariado);
Feliciana Pires (inventariante);
São Francisco do Sul
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Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Maximo Antonio de Castilho (inventariado);
Agostinho José Pereira (inventariante).
Resumo:
O inventário de Maximo Antonio de Castilho, viúvo que era de Maria Catharina Oliveira, foi conduzido por Agostinho José Pereira. O finado não deixou filhos e faleceu em situação de pobreza. Não houve testamento e a partilha dos bens ocorreu de forma amigável.
Entre os bens relacionados, destacavam-se animais, alqueires de farinha, mobílias, tecidos, casas, terras, uma moenda, objetos, peças de vestuário, ferramentas, transporte, arma de fogo (espingarda), roça de mandioca e um sítio no local denominado Pontal. Além disso, o finado deixou algumas dívidas.
Ao decorrer do processo, é afirmado que os bens não poderiam ser inventariados e partilhados, por questões como a situação de enfermidade da única herdeira citada (mãe do inventariado, falecida no momento da sentença), e por terem sido adicionados patrimônios na relação que não pertenciam ao finado. Com isso, a ação é julgada como nula e improcedente pelo juiz, e o inventariante é condenado ao pagamento das custas.
O processo é concluído com uma petição aberta por Agostinho José Pereira, requerendo vista para aplicar um embargo à sentença: ele afirma que a decisão do juiz foi dada de maneira precipitada e ofensiva aos seus direitos. O documento foi despachado para outro juiz, e a ação termina sem uma reformulação da sentença.
Atuaram no processo:
avaliador Antonio Leandro dos Reis;
avaliador José Luiz da Costa;
juiz municipal Joaquim Jose d’Oliveira Cercal;
juiz municipal José Maria d’Albuquerque Mello;
juiz municipal segundo substituto José Antonio d’Oliveira;
juiz municipal sexto substituto Salvador Antonio Alves Maia;
escrivão e tabelião João José Machado da Costa;
oficial de justiça José Luciano Pereira da Silva;
oficial de justiça Antonio de Souza;
signatário Francisco Xavier.
Localidades relevantes:
Batúba;
cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
Peróba;
Pontal;
primeira comarca;
vila de Porto Belo (atual município de Porto Belo).
Compõem o processo:
avaliação dos bens;
contas;
embargos;
petições;
recibos;
sentença;
termo de audiência;
termo de louvação;
termo de responsabilidade;
termo de vista;
termos de declaração;
termos de juramento.
Variação de nome:
Maximo Antonio de Castilhos.
Partes do Processo:
Mathildes Rosa de Oliveira (inventariado);
Salvador Alves Maia (inventariante);
Partes: Marianna Joaquina da Silva; Joaquim Fernandes Dias.
Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora das Graças do Rio de São Francisco Xavier do Sul.
Partes:
Marianna Joaquina da Silva (inventariada);
Joaquim Fernandes Dias (inventariante).
Herdeiros:
Jacinto Jozé da Silva;
Francisco Joaquim Dias da Silva;
Joaquim Dias da Silva;
Jozé Joaquim Dias da Silva;
Liopoldina Carolina Dias da Silva;
Marianna Joaquina Dias da Silva;
Manoel (menor);
Chrispim (menor).
Co-Herdeiros:
Luis Dias do Rozario;
Antonio Correia de Fransa.
Resumo:
O processo se trata do arrolamento, avaliação e partilha dos bens da falecida Marianna Joaquina da Silva, moradora da cidade de Nossa Senhora das Graças do Rio de São Francisco Xavier do Sul. Seu inventário conta com múltiplos herdeiros maiores e menores, além de ter diversos bens citados, sendo estes: mobpilia, utensílios, prata, cobre, ouro, joias, quantia de dinheiro, canoas, terras, casa, sítio de olaria, uma ilha e dívidas, além de 12 pessoas escravizadas. Os nomes das pessoas escravizadas eram: Hermenegildo, Antonio, João, Theresa, Theodora, Luiza, Quintino, Rafael e Theodoro, todos descritos como "crioulos"; Francisca, descrita como "mulata"; Thomaz, descrito como de origem da nação africana do Congo; Xavier e José, descritos como originários da nação africana de Inhambamé, constituindo parte do atual país Moçambique. O processo conta com a avaliação e partilha dos bens, além de ter anexo a escritura de propriedades, com o processo sendo finalizado de forma inconclusiva durante o pagamento aos herdeiros.
Atuaram no processo:
escrivão João Policarpo Machado da Paixão;
escrivão substituto Valentim Antonio de Souza;
escrivão interino Eustachio Francisco Gomes Raposo;
tabelião Francisco de Paula Lacé;
tabelião João Jozé Machado da Costa;
curador geral dos órfãos interino João Chrysostomo Pinheiro Ribas;
avaliador tenente coronel Bento Gordiano de Carvalho;
avaliador capitão José Luciano de Oliveira;
partidor João Vicente N___ Dutra;
partidor Antonio Pinheiro Ribas;
juiz de órfãos doutor Tertuliano Teixeira de Freitas;
juiz de órfãos primeiro suplente major Joaquim Jozé de Oliveira Cercal;
juiz de órfãos segundo suplente capitão José Nicolao Machado.
Localidades mencionadas:
cidade de Nossa Senhora das Graças do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual cidade de São Francisco do Sul);
freguesia de Nossa Senhora da Glória do Sahy;
"Areias Grandes";
"Barrancos";
rio do Mirante;
rua da Carioca.
Compõem o processo:
Auto de inventario e juramento ao inventariante;
Termo de louvação aos avaliadores;
Juramento aos avaliadores;
Descrição e avaliação dos bens;
Termos de audiencia;
Pagamento de dívidas;
Traslado de escritura de hipoteca;
Auto de partilha e juramento aos partidores;
Pagamento aos herdeiros.
Variação de nome:
herdeira Leopoldina Carolina Dias da Silva;
co-herdeiro Antonio Correa de França;
localidade distrito de Sahy;
localidade rio do Miranda;
Inventário realizado na vila de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, à época Primeira Comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Antônio Leandro do Reis (inventariante);
Maria Ursulla de Freitas (inventariada).
Herdeiros:
Reginaldo Antônio dos Reis;
Antônio Leandro dos Reis;
José Silvestre dos Reis;
Joaquim Epifanio dos Reis;
Francisco de Paula dos Reis;
Felippe de Paula Reis;
José Joaquim Delfino d’Oliveira (cabeça de sua mulher Guiomar Umbelina de São Bernardo).
Resumo:
O inventariante Antônio Leandro do Reis ficou responsável por fazer o inventário dos bens de sua falecida mãe, Maria Ursulla de Freitas. Contém no processo uma carta precatória citatória do juizo municipal da cidade de São Francisco dirigido ao juizo municipal da vila de comarca da província de São Paulo. A precatória foi solicitada por Joaquim Epifanio dos Reis a fim de requerer a realização do inventário e partilha dos bens de sua mãe, falecida a mais de 15 anos. A falecida deixou bens como: casas, roças, utensílios de prata; estanho; latão e cobre, mobílias, ferramentas, frascos de medida, jóias em ouro, quantia em dinheiro e dívidas. Constam entre os bens 05 escravizados, 03 deles foram descritos como "pretos crioulos", de nomes: Policarpo, Severino e Anna. Paulo foi designado como preto e de nação Caçange, e Antônia foi descrita como Mulata. Os bens foram partilhados igualmente entre seus herdeiros. O processo foi visto em correição em 1853 pelo juiz corregedor Jozé Christiano Garção Stockler.
Atuaram no processo:
avaliador Domingos José d’Oliveira;
avaliador Manoel Pereira Lima;
escrivão João José Machado da Costa;
escrivão ajudante José Maria Fosquini;
juiz municipal José Maria d’Albuquerque Mello;
juiz municipal Joaquim Gomes Mendonça;
juiz corregedor Jozé Christiano Garção Stockler;
partidor Antônio Pinheiro Ribas;
partidor Leandro José da Costa Machado;
procurador João Pereira Liberato;
signatário Luis Soares de Oliveira.
Localidades relevantes:
Vila de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier;
Vila de Porto Belo;
Província de São Paulo;
São João Baptista;
Comarca de Santos.
Compõem o processo:
carta precatória citatória;
juramento de avaliador;
descrição dos bens;
termo de responsabilidade;
juramento de partidor;
auto de partilha;
procuração.
Variação de nome:
Nação Cassange;
herdeiro Joaquim Ephifano dos Reis.
Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.
Partes:
Maria Ursula da Graça (inventariada);
João Estevão de Oliveira (inventariante/tutor).
Herdeiros:
Maria;
Benjamim;
Anna;
Jozé.
Descrição:
O inventário de Maria Ursula da Graça foi conduzido por seu marido e tutor dos órfãos, João Estevão de Oliveira. Ela não deixou testamento, e a partilha foi feita de forma amigável. Entre os bens inventariados, destacam-se um oratório, alqueire, ferramentas, forno de barro, mobília, animais, casas, engenho de farinha, bolandeira, roça de mandioca, terras e transportes. Constam no processo três pessoas escravizadas de nomes: Joanna, Apolonia e Salvador (descrito como de nação). Além disso, a falecida deixou dívidas pendentes.
Atuaram no processo:
juiz municipal e do órfãos Joaquim Jozé de Oliveira Cercal;
juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
escrivão Manoel Joaquim Pinheiro;
escrivão João Polycarpo Machado da Paixão;
escrivão Francisco Germano de Azevedo;
escrivão Valentin Antonio de Souza;
tabelião Hermelino Jorge de Linhares;
avaliador Manoel Ferreira de Souza;
avaliador Hygino Antonio de Miranda;
partidor Francisco Germano de Azevedo;
partidor Antonio Pinheiro Ribas;
curador geral Joze Nicolao Machado;
curador Manoel Ignacio de Souza;
tesoureiro Francisco Mathias de Carvalho;
signatário e procurador Francisco Vellozo de Linhares;
signatário Manoel Ignácio de Souza;
signatário José da Costa Neiva;
vigário Joaquim Francisco Pereira Marçal;
vigário Antonio Joaquim Pereira Malheiros.
Localidades relevantes:
Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
Rio das Areias Pequenas;
Rua de São Bento;
Rua da Graça;
Itapera;
Localidade Encruzilhada;
Freguesia do Senhor Bom Jesus dos Passos do Parati;
Rio de Janeiro.
Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Juramento ao curador;
Juramento aos avaliadores;
Juramento aos partidores;
Pagamentos.
Partes do Processo:
Maria Urçula do Rosario (inventariada);
Partes do Processo:
Maria Thomazio da Silveira (inventariado);
Salvador José Ferreira (inventariante);
Partes: Maria Rosa de Jesus; Mauricio Luiz da Costa.