São José

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Termos equivalentes

        São José

          Termos associados

          São José

            964 Descrição arquivística resultados para São José

            945 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Medição e posse de Ipólito Machado Dias
            BR SC TJSC TRRJ-29036 · Processo · 1842-1862
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Traslado de autos de medição e posse de Ipolito Machado Dias realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Ipolito Machado Dias (suplicante);
            José Joaquim de Magalhães (suplicado);
            João Manoel Coelho (outorgante);
            Joaquim Rodrigues Oliveira e Costa (outorgado);
            Luiza Maria da Silva (outorgada).

            Resumo:
            Este processo consta no traslado dos autos de medição e posse de terras pertencentes ao suplicante, o capitão Ipolito Machado Dias.

            As terras eram situadas na localidade de Caveiras e, de acordo com a descrição, faziam fronteiras com o rio Caveiras e o Passo Geral das Tropas. O suplicante procurou demarcar um rincão de terras na parte sul da propriedade, o qual é dividido entre o suplicante e o hereu José Joaquim de Magalhães. Pelo fato de não haver um demarcador na vila de Lages na época do processo, o suplicante peticionou ao juiz que alguém fosse nomeado para a função.

            Há, ao longo do processo, o traslado da escritura de compra e venda da propriedade, e também o pagamento da sisa (imposto sobre transmissões de patrimônio). Além disso, o processo contém anotações nas margens laterais do texto do processo, apontando irregularidades no decorrer do texto do processo.

            O auto de posse foi conduzido por um pregoeiro, acompanhado por testemunhas e pelo hereu condômino. O juiz ordenou que o pregoeiro gritasse três vezes "posse"; obedecendo a isso, o pregoeiro também atirou capim ao ar, consolidando o ritual possessório e efetivamente empossando o capitão Ipolito Machado Dias das referidas terras. Não houve oposição a este procedimento. Julgadas por sentença, a demarcação e a posse foram aprovadas, e o autor ficou na obrigação de arcar com as custas da ação.

            Depois do traslado, consta uma petição de Silvestre Antonio Rachadel e sua mulher, Maria Caetana. Por ter chegado ao conhecimento destes peticionários que Ipolito Machado Dias requereu uma medição de uns campos localizados em São João do Bom Jardim, e em decorrência de tal medição terem sido indevidamente absorvidas uma soma que varia de 800 a 900 braças de terra pertencentes aos peticionários, eles vieram em juízo pedir por uma vistoria, a fim de identificar o erro cometido.

            Em correição, o juiz corregedor exigiu que o processo fosse apresentado à coletoria para arrecadação do selo.

            Localidades relevantes:
            rio Caveiras;
            Boqueirão da Cerquinha;
            Caveiras;
            Costa de Caveiras;
            Lajeado Grande;
            Passo Geral das Tropas;
            Passo dos Marmeleiros;
            Rincão;
            São João do Bom Jardim;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de posse;
            contas;
            escrituras públicas de compra e venda;
            procuração;
            requerimento de vistoria;
            sentença;
            sisa;
            termo de juramento do demarcador.

            Atuaram no processo:
            coletor Anacleto José Gonçalves;
            coletor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão Manoel Francisco Silva;
            escrivão Manoel Gomes de Souza;
            demarcador José Silveira;
            demarcador Marcelino de Castro Lima;
            juiz alferes João Thomaz e Silva;
            juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
            juiz municipal Matheus José de Sousa;
            porteiro Bernardino José da Rocha;
            procurador Silvestre Antonio Rachadel;
            tabelião Generoso Pereira dos Anjos.
            tabelião Joaquim Francisco d'Assis e Passos.

            Variação de nome:
            Hipolito Machado Dias;
            Hypolito Machado Dias;
            Ippolito Machado Dias;
            juiz alferes João Tomaz e Silva;
            juiz municipal Matheus José de Souza.
            vila de Sam José.

            BR SC TJSC TRRJ-77941 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de medição e demarcação realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jose Gonçalves dos Santos Silva (suplicante);
            Jacinto Miguel de Freitas (suplicado);
            Maria Joaquina de Souza (suplicada);
            Joaquim Luis do Livramento (suplicado);
            Joaquim Xavier Neves (suplicado);
            João Marcos Pereira de Andrade (suplicado).

            Herdeiros confinantes:
            Antonio Ricardo Ramos;
            Manoel da Costa Pereira.

            Resumo:
            Nestes autos, Jose Gonçalves dos Santos Silva moveu um pedido de medição e demarcação de terras, pois tinha incertezas sobre divisão do terreno denominado Campos de Santa Clara.

            Para isso, o procurador do suplicado pediu que os vendedores originais das terras confinantes apresentassem o documento de concessão da posse em até trinta dias, sob pena de revelia. Durante a ação, é explicitado que as terras são devolutas, restantes de uma divisão por sesmaria. O processo contou com testemunhas juramentadas. Consta, no documento, uma carta precatória citatória, em que é deprecante o juízo municipal da vila de Lages, e é deprecado o juízo municipal da cidade de Desterro. Nela, são citadas duas pessoas para assistirem à realização da medição.

            Após a demarcação realizada pelo geômetra, o juiz declarou que ela estava em conformidade com as leis, junto à presença das testemunhas citadas e dos herdeiros. O autor foi cobrado pelas custas dos autos e da demarcação.

            Localidades relevantes:
            Estrada do Trombudo;
            Morro do Trombudo;
            Fazenda do Bom Sucesso;
            João Paulo;
            Passo do Pinheiro;
            Rio de Canoas;
            Rio de Santa Clara;
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
            Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);

            Compõem o processo:
            autos de testemunhas;
            autuação;
            carta de sesmaria;
            carta precatória citatória;
            conta;
            procuração;
            traslado da escritura de trato, venda e quitação;
            traslado da escritura de venda fixa.

            Atuaram no processo:
            coletor João Gonçalves da Silva Peixoto;
            demarcador geômetra Henrique de Vrecka;
            escrivão Antonio Vicente dos Santos Cordeiro;
            escrivão de órfãos Manoel Antonio de Azevedo;
            escrivão Francisco da Penha Lacé;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            escrivão Jose Manoel de Souza Junior;
            escrivão Manoel Antonio de Assis;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
            juiz ordinário e signatário João Damasceno de Cordova;
            procurador e juiz municipal Guilherme Ricken;
            procurador Jorge Trueter;
            tabelião Antonio de Araujo França;
            tabelião João Antonio Lopes Gondim;
            tabelião Polidoro de Amaral e Silva;
            signatário João Antonio Borges;
            signatário Joze Joaquim de Magalhãez Mendes;
            signatário Lourenzo Walterich.

            Variação de nome:
            Joze Gonçalves dos Santos Silva;
            demarcador geômetra Henrique de Vrecker.

            Manoel da Rosa de Freitas
            BR SC TJSC TRRJ-76306 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, à época sob a Comarca do Sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Joaquina da Rosa Vieira (inventariante);
            Manoel da Rosa de Freitas (falecido)

            Herdeiros:
            João da Rosa de Freitas;
            Maria Joaquina Rosa;
            Francisco da Rosa;
            Joaquim da Rosa de Freitas;
            José Duarte de França;
            José Joaquim da Rosa;
            Luiza Maria de Freitas;
            Maria Caetana de Freitas
            Joaquina Rosa de Freitas;
            Mauricia de Freitas;
            Antônio Francisco;

            Descrição:
            O processo está incompleto e sem capa, com início na página 45.
            Maria Joaquina da Rosa conduziu o inventário dos bens de seu falecido marido, Manoel da Rosa de Freitas. Os bens foram partilhados entre seus filhos, que são os herdeiros. Os bens incluem terras, casas, um engenho de fazer farinha, um engenho de moer cana, um rancho, quantias em dinheiro, utensílios, animais, mobília, canoas, ferramentas, joias, objetos de cobre, lavouras e dívidas ativas. Além disso, foram mencionados 15 escravizados ao total, sendo 9 escravizados descritos enquanto crioulos, de nomes: João, Nazário, José, Joana, Caetana, Generosa, Maria Rosa, Maria Joana e Dionizio. 04 deles foram descritos enquanto “de nação”, ou seja, africanos, de nomes: Manoel (Congo), João (Rebolo), Luiza (Cabinda) e José (Moçambique). Fernando e Francisco, os 02 escravizados restantes, foram descritos respectivamente enquanto mulato e pardo.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Câmara;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).
            Passa vinte.

            Compõem o processo:
            juramento aos partidores;
            auto de partilha.