Partes: Gertrude da Conceição; Justino José Pereira.
São José
964 Descrição arquivística resultados para São José
Partes do processo:
Isabel Antonia de Jesus;
Albino Medeiros Rios.
Partes: João Alvares Orique; Maria Joaquina; Domingos José de Andrade.
Testamento de João Bitencourt Correia de Carvalho realizado em Vila de São José, Segunda Comarca
Partes do Processo:
João Bitencourt Correia de Carvalho (testador);
Maria Constância Severina Xavier de Oliveira (testamenteira);
João Francisco de Sousa (testamenteiro);
Luis Ferreira do Nascimento e Mello (testamenteiro).
Herdeiro:
Resumo: Testamento declarava que 4 pessoas escravizadas, pardos, fossem libertos e alforriados de ventre livre. São citados os escravizados de nome: Julia; Candida; Germano e Francisca. Deixado valores em reis para pagar dividas e pessoas, assim como doações para pessoas pobres.
Atuaram no Processo:
escrivão e tabelião David do Amaral e Silva;
escrivão Leonardo Jorge Campos;
juiz municipal Francisco José de Souza Lopes;
Localidades Relevantes:
Vila de São José;
Segunda Comarca.
Partes: João de Bitencourt Correia de Carvalho; Maria Constância Severina Xavier de Oliveira.
Partes: João de Espíndola Bitencourt; Isabel Joaquina de Jesus.
Testamento realizado na cidade de São José, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
capitão João Marcos Pereira de Andrade (testador);
João Luis d’Andrade (primeiro testamenteiro e herdeiro).
Herdeiros:
Candida Bernadina d’Andrade;
Candido Marques Pereira d’Andrade;
David Fernandes Lima (co-herdeiro);
Domingos Luiz d’Andrade;
Dothel Marques Pereira d’Andrade;
Frederico Affonso de Barros Junior (co-herdeiro);
Jacintho Luiz d’Andrade;
Julia Coralina d’Andrade;
Leocadia Felisberta d’Andrade;
Manoel Marques Pereira d’Andrade;
Marciano João de Carvalho (co-herdeiro);
Maria Magdalena d’Andrade;
Senhorinha Leocadia d’Andrade;
Thomas Victor da Costa e Sousa (co-herdeiro).
Resumo:
O capitão João Marcos Pereira de Andrade revela por meio de testamento seus últimos desejos, antes de seu falecimento. Declarou ter filhos, chamados de herdeiros legítimos, e ser casado com Leocadia Felisberta de Andrade.
O testador requereu ser enterrado no cemitério da freguesia de Santo Amaro, deixando os detalhes de seu funeral sob a responsabilidade de sua esposa. Além disso, suas posses de terras foram declaradas durante o testamento e separadas entre seus filhos, sendo metade voltada para a meação de Leocadia. Ainda no documento, o testador afirma escravizar 39 pessoas de diferentes idades e sexos, não declarando seus nomes.
Após sua morte, o herdeiro João Luis d’Andrade foi chamado para assinar o “termo de aceite” e atuar como primeiro testamenteiro do finado.
Atuaram no processo:
escrivão interino do juízo da paz Polidoro Joze dos Santos;
escrivão interino Marcelino do Nascimento Ramos;
escrivão Manoel Francisco da Costa;
juiz municipal primeiro suplente tenente coronel Luis Fernandes Nascimento Mello;
signatário capitão Jose Jorge de Bitencourt e Sousa.
Localidades relevantes:
caldas do norte;
cidade de São José;
colônia de Santa Isabel;
comarca da capital;
freguesia da Enseada do Brito (atual bairro de Enseada do Brito, Palhoça);
freguesia de Santo Amaro do Cubatão (atual município de Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina);
rio de Cubatão;
Vargem Grande.
Compõem o processo:
termo de abertura;
termo de aceite.
Variação de nome:
freguesia de Santo Amaro;
João Marcos Pereira d’Andrade;
Varzea Grande.
Partes: Joaquim Francisco de Assis Passos; Vigário Macário Cesar de Alexandria e Souza.
Partes: Maria Eufrasia; Joaquim Francisco Ferreira.
Partes: Joaquina Perpétua de Jesus; João Pereira Medeiros.