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            Inventário de Rosa Pereira da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-29040 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Partes do processo: Rosa Pereira da Silva (inventariada) e Bernardo Gomes de Campos (inventariante).

            Descrição: Inventário requerido por Bernardo Gomes de Campos, viúvo e inventariante da falecida Rosa Pereira da Silva. Bernardo também agiu como testamenteiro no testamento da inventariada. Foram avaliados os seguintes bens: mobília, animais, casas, prataria e dívidas. Além disso, foram listadas no processo 09 pessoas escravizadas, de nomes: Manoel (de nação), João (de nação), José (crioulo), Benedito (crioulo), Geraldo (crioulo), Joaquina (crioula), Anna (crioula), Maria (crioula) e Doroteia (crioula)

            Localidades mencionadas: Vila Nova do Príncipe de Santo Antônio da Lapa.

            Variação de nome: Bernardo Gomes de Cumpos

            Atuaram no processo:
            Generoso Pereira dos Anjos;
            Juiz Manoel Ignácio Dínis Pereira;
            Juiz João Thomaz e Silva;
            Avaliador Joaquim Rodrigues e Oliveira e Costa;
            Avaliador Joaquim a Costa Moreira;
            Partidor José Joaquim da Cunha Passos;
            Partidor Luiz Gonzaga de Almeida;
            Coletor Joaquim Fernandes de Fonceca.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Salvador Gomes de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-87983 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado em São Francisco do Sul, Primeira Comarca.

            Partes: Salvador Gomes d’Oliveira (inventariado); Rita Clara de Miranda (inventariante)

            Resumo: O inventário de Salvador Gomes d’Oliveira foi realizado por Rita Clara de Miranda, sua mulher, deixando testamento, herdeiros e procedendo em uma partilha amigável. Entre os bens inventariados havia algumas casas, sendo uma delas localizada na Rua da Graça, um sítio localizado no rio de Paraty, chão para casa, móveis em jacarandá, local para fabricação de farinha, terras no rio Paranaguamirim, forno de cobre, utensílios, transportes, prataria, animais, roças, sesmaria de terras na paragem de Paranaguamirim, dívidas, escravizados e quantia em dinheiro.

            Foram listadas no processo 22 pessoas escravizadas, sendo 9 delas escravizados africanos, de nomes: Thomaz, Vicente, Antônio, Joaquim, Luis, Ana, Maria, Agostinha e Henriquetta. Os outros 13 escravizados foram descritos como crioulos, nomeados: Pedro, Andre, Miguel, Gregorio, Ritta, Sebastião, Thereza, Eugracia, Theodora, Gonçalo, Custodia, Benta, Veronica, Clara. Além disso, Veronica e Clara eram menores, tendo respectivamente 2 anos e 6 meses.

            Foram citadas as seguintes localidades:
            Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
            Paranaguamirim;
            rio de Paranaguamirim;
            rio de São Francisco.

            Atuaram no processo:
            Juiz Joaquim José d’Oliveira Cercal;
            Escrivão João José Machado da Costa;
            Signatário Zeferino Ezequiel d’Assumpção;
            Coletor Manoel José d’Oliveira;
            Juiz João Nepomoceno Xavier de Mendonça;
            Juiz Joaquim Fernandes Dias;
            Tabelião Manoel Joaquim Pinheiro;
            Signatário Chrispim Gomes d’Oliveira;
            Signatário João Gomes d’Oliveira.

            Variação de nome: Paranagoamirim.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Thereza Marianna de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-57910 · Processo · 1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado em São José, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            Thereza Marianna de Jesus (Inventariada);
            Antonio José da Silva Pacheco (Inventariante/testamenteiro).

            Herdeiros:
            Josefa Marianna de Jesus.

            Resumo:
            O inventário de Thereza Marianna de Jesus foi realizado por Antônio José da Silva Pacheco, deixando um testamento, no qual destinou uma quantia em dinheiro para cinco instituições, denominadas Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora das Rosas, Santa Casa de Caridade dos Pobres e São Francisco, além de destinar uma grande quantia de dinheiro aos seus entes queridos. Entre os bens inventariados estavam grandes quantidades de pratarias, caixas de cedro, objetos, terras, casas, um rancho de canoa e dívidas. Também foram mencionadas quatro pessoas escravizadas: um escravizado de nome Joaquim, que foi liberto no testamento da inventariada; uma escravizada de nome Joanna, de nação Ganguela; um escravizado de nome Joaquim, de nação Cassange; e um escravizado de nome José, de nação Congo.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz municipal José Rodrigues Pinheiros Cavalcante;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            testamenteiro Constantino Antonio Garcia;
            avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            partidor e signatário Marianno José Coelho;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            coletor Antonio de Souza Xavier Caldeira;
            signatário José Nunes da Silva;
            signatário José dos Reis;
            signatário Manoel Francisco da Silva Coelho.

            Compõem o processo:
            Título de herdeiros;
            Traslado do testamento;
            Avaliação e descrição dos bens;
            Termo de encerramento;
            Partilha dos bens.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Vicente Coelho Ramos
            BR SC TJSC TRRJ-18385 · Processo · 1834
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na villa de São Miguel, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Vicente Coelho Ramos (inventariado);
            Celço Coelho de Lemos (inventariante).

            Herdeiros:
            José Coelho Pineche;
            Maria Thereza de Jezus;
            Justiniano Lourenço Coelho;
            Luiza Coelho Ramos (menor).

            Co-Herdeiro:
            Francisco de Lemos Regello.

            Resumo: Celço Coelho de Lemos fez o inventario de seu falecido tio Vicente Coelho Ramos; o falecido era solteiro, sem filhos e deixou testamento, com seus irmãos atuando como seus herdeiros. Entre os bens inventariados constam: quantia de dinheiro, terras, casas, animais, roças de mandioca, mobílias, armas de fogo, ferramentas, canoa, ouro, prata e dívidas. Além disso são citadas 7 pessoas escravizadas de nomes: Anastacio, Ubellina e Engracia, descritos como crioulos; Severino e Maria, descritos como mulatos; e João e José, ambos descritos como originários do Congo. Em testamento o falecido determina que os escravizados Severino e Maria tenham alforria, que sua afilhada de nome Luiza tenha uma determinada parte de seus bens. Os bens foram avaliados e partilhados entre seus herdeiros e legatária. As dívidas foram pagas, assim como as custas do processo e à colletoria da província.

            Atuaram no processo:
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão José Joaquim da Costa;
            testamenteiro Celço Coelho de Lemos;
            segundo testamenteiro Julião Jorge dos Anjos;
            terceiro testamenteiro Francisco Alves Guimarães;
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            avaliador Antonio José d'Oliveira;
            avaliador Polidoro José Linhares;
            avaliador Fabricio Silveira de Souza;
            curador Alexandre Gonçalves da Luz;
            curador Antonio Carlos de Carvalho;
            curador e procurador e solicitador Ignacio José d'Carvalho;
            procurador Manoel Joaquim Henrique da Costa;
            partidor João da Silva Ramalho Pereira;
            partidor Silvestre Moreira;
            partidor Jacintho José Pacheco dos Santos;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            coletor Antonio Ignacio Pereira;
            meirinho Antonio Silveira de Souza;
            juiz João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz José Joaquim Dias;
            juiz Thomé da Rocha Linhares;
            juiz João da Costa;
            juiz de órfãos capitão João de Amorim Pereira.

            Localidades relevantes:
            vila de São Miguel (atualmente conhecida como Biguaçu);
            cidade de Desterro (atualmente conhecida como Florianópolis, Capital de Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Traslado de testamento;
            Juramento aos avaliadores;
            Avaliação de bens;
            Relação de dividas;
            Declarações;
            Juramento aos partidores;
            Juramento ao curador;
            Auto de exame;
            Petições;
            Recibos;
            Contas;
            Partilha dos bens;
            Pagamento aos herdeiros;
            Pagamento à Fazenda Nacional.

            Variação de nome:
            herdeiro José Coelho Pininoche.

            Inventário e partilha de Anna Joaquina Boenavides
            BR SC TJSC TRRJ-19969 · Processo · 1847-1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Joaquina Boenavides (falecida);
            Generoso Pereira dos Anjos (inventariante e testamenteiro);
            Felisberto Joaquim do Amarante (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Anna Maria de Boenavides;
            Antonio do Amarante Bicudo;
            Diogo Bicudo do Amarante;
            Felisberto Joaquim do Amarante;
            Francisco Bicudo do Amarante;
            Generosa;
            Henrique Pais de Farias (co-herdeiro);
            Joaquim Bicudo do Amarante;
            Maria;
            Vasco Bicudo do Amarante.

            Resumo:
            Neste processo, o inventariante e testamenteiro Generoso Pereira dos Anjos peticionou que, para que pudesse dar seguimento às disposições testamentárias da falecida Anna Joaquina Boenavides, fossem citados os herdeiros ausentes. Generoso tinha conhecimento de apenas dois herdeiros que estavam em Lages na época; outros herdeiros haviam se ausentado na província do Sul (Rio Grande do Sul) e na província de São Paulo. Além disso, Generoso não tinha conhecimento de todos os bens.

            O herdeiro Felisberto Joaquim do Amarante foi notificado para ser inventariante do inventário da falecida Anna. Desse modo, a atuação de a Generoso é limitada ao papel de testamenteiro no processo, não mais atuando como inventariante e escrivão.

            O testamenteiro pediu, em requerimento, que o escrivão de resíduos passe a certidão do testamento da falecida. No testamento da falecida Anna, são deixados 3 escravizados de nomes Eufrasio, Fidellis (menor de idade), e Lucidoro. Eles são destinados para seus dois filhos, Joaquim e Francisco, e para sua neta Generosa. Foi também deixada uma quantia em dinheiro para as obras da igreja matriz da vila de Lages, bem como para seus netos.

            Em requerimento, o herdeiro Felisberto disse que não poderia ser o inventariante do inventário de sua mãe, pois morava longe da vila de Lages e estava em uma viagem de negócios. Desse modo, o testamenteiro Generoso foi nomeado como inventariante.

            O tabelião Mathias Gomes da Silva decidiu afastar-se de suas funções no processo por conta de contestações feitas pelos herdeiros. Ele foi substituído pelo escrivão de paz José Antonio Botelho.

            Durante o processo é feita arrematação em praça pública dos escravizados de nome Bento, Benevides e Jeremias, e são pagos os autos de praça pelo inventariante Generoso. Além disso, também são pagas aos credores as somas em dinheiro reivindicadas por eles.

            No final, foi realizada a partilha dos bens entre os herdeiros e efetuado o pagamento aos legatários. Por sentença, o juiz aprovou a partilha.

            Atuaram no processo:
            avaliador Jose Candido Coimbra Mayer;
            coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão Joaquim Anacleto da Fonseca;
            escrivão geral, tabelião e signatário Mathias Gomes da Silva;
            escrivão de Paz José Antonio Botelho.
            juiz de paz capitão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz municipal, de órfãos e de ausentes Guilherme Ricken;
            partidor Antonio Ricken de Amorim;
            procurador Claudiano de Oliveira Roza;
            procurador Generoso Pereira dos Anjos Júnior;
            procurador tenente-coronel Manoel Rodrigues de Souza;
            reverendo vigário Camillo de Lelis Nogueira;
            signatário Antonio Rodrigues Lima;
            signatário e partidor Jorge Trueter;
            tabelião Joaquim Ribeiro e Silva.

            Localidades relevantes:
            Botucaraí;
            freguesia de Ponta Grossa (atual município de Ponta Grossa, Paraná);
            vila de Lages (atual município de Lages);
            vila da Senhora Sant’Anna de Castro (atual município de Castro);
            cidade de São Paulo;
            igreja matriz da vila de Lages;
            província de São Paulo;
            província do Rio Grande do Sul;
            comarca de Paranaguá e Curitiba;
            comarca do norte.

            Compõem o processo:
            auto de colação;
            carta precatória de 60 dias;
            contas;
            contas de testamento;
            extrato de conta corrente;
            juramento aos bastidores;
            partilhas;
            petições;
            recibos;
            relação da conta;
            sentença;
            termos de aceite;
            termos de declaração;
            termo de juramento ao curador;
            termo de juramento aos louvados;
            termo de louvação;
            termo de substabelecimento;
            título de herdeiros.

            Variações de nome:
            Anna Eufrasia Boenavides;
            Francisco Bicudo d’Assunção
            Joaquim Bicudo;
            Joaquim José do Amarante;
            Vasco Bicudo;
            Vasco Joaquim do Amarante;
            Botucarahy;
            vila de Castro;
            província do Sul.

            Justificação de Bento Garcia e outros
            BR SC TJSC TRRJ-29032 · Processo · 1841-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Translado de Justificação realizado na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Bento Garcia (justificante);
            Izabel Garcia (justificante);
            Joaquina Garcia (justificante);
            Jozé Garcia (justificante);
            José Marcelino Alves de Sá (justificado).

            Resumo: Autos de justificação realizados a pedido do curador João Manoel Coelho, que atua como representante de Bento Garcia, Izabel Garcia, Joaquinna Garcia e Jozé Garcia, todos escravizados que reivindicam sua liberdade, de forma que o justificado, o capitão José Marcelino Alves de Sá, deve concordar com sua libertação. O justificado busca porém comprovar que há uma irregularidade na documentação referente ao Libelo de Reinvindicação de Liberdade feito anteriormente, tendo em vista que os testamentos de Felicia Domingues de Arruda e de Antonio Januario Garcia, os quais os justificantes afirmam garantir sua liberdade e acesso às terras da Fazenda do Curralzinho, não estão de acordo com a lei, com o justificado apresentando testemunhas para contrariar a justificação apresentada. Em meio aos testemunhos há menção de que há conexão entre o filho do curador dos escravizados e um grupo de rebeldes/quadrilha, de forma a descredibilizar o curador e sua moção. O processo não apresenta uma conclusão, exata, ficando seu final em aberto. É feita a correição do processo 20 anos após a sua conclusão, com o mesmo apresentando irregularidade por conta da ausência de assinatura do escrivão responsável pela transcrição do traslado.

            Atuaram no processo:
            curador João Manoel Coelho;
            escrivão interino Manoel Francisco Silva;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos.
            advogado Rafael Mendes de Carvalho;
            juiz municipal Marcelino de Castro Lima;
            juiz doutor Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz corregedor Joaquim Jozé Henriques;
            juiz corregedor José Nicolau Pereira dos Santos.

            Localidades relevantes:
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages);
            vila de Laguna;
            Pedras Brancas;
            Campos do Curralinho;
            Fazenda do Curralinho.

            Compõe o processo:
            Testamento;
            Testemunhos.

            Variação de nome:
            justificante Isabel Garcia;
            justificante Joaquinna Garcia.

            Justificação de Bento Grassia e outros
            BR SC TJSC TRRJ-78563 · Processo · 1837
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de justificação realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Sa.

            Partes do processo:
            Bento Grassia (justificante);
            Jose Grassia (justificante);
            João Manoel Coelho (justificante);
            José Marcelino Alves de Sá (justificado).

            Resumo:
            Neste processo, os suplicantes Bento Grassia e Jose Grassia, designados como pretos, estão considerados como bens em depósito sob o juízo de paz da vila de Lages. Entretanto, a liberdade de ambos era prevista no testamento de Antonio Genoario Grassia por seu falecimento. Neste processo, apesar de serem escravizados, os requerentes tiveram o sobrenome de Antonio Genoario Grassia, seu proprietário, adicionado aos seus nomes.

            Durante o depoimento das testemunhas foram apontadas duas mulheres escravizadas, de nomes Izabel Grassia e Joaquina Grassia, que deveriam estar alforriadas juntamente dos justificantes. Além disso, são mencionadas outras duas pessoas escravizadas que estão mantidas em cativeiro, cujos nomes não são mencionados.

            Em uma resposta, o justificado José Marcelino Alves afirma que os justificantes, Bento e Jose, e seu curador, João Manoel Coelho, agiram de má-fé e cometeram irregularidades, supostamente com o intuito de lesar a ele justificado. O processo terminou de modo inconclusivo.

            Localidades relevantes:
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            testemunhas;
            resposta;
            contas.

            Atuaram no processo:
            curador João Manoel Coelho;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de direito Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz municipal Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            signatário Joaquim Antonio de Carvalho;
            tabelião João Rodrigues de Andrade;
            testador Antonio Januario;
            testamenteiro José Marcelino Alves de Sá.

            Libelo cível de João Luis do Livramento
            BR SC TJSC TRRJ-86311 · Processo · 1835
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo cível feito na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Major João Luis do Livramento (autor);
            Antonio Gonçalves Franco (réu);
            Felisberto Ferreira Borges (réu);
            Ignacio José de Carvalho (réu);
            Antônio José dos Reis (embargante);
            Joaquina Pepetua de Fraga (testamenteira, inventariante, embargada e falecida);
            José Dias de Siqueira (testador, inventariado e falecido).

            Resumo:
            Neste libelo cível, o major João Luis do Livramento pediu aos herdeiros da falecida Joaquina Perpetua de Fraga o pagamento de uma dívida de que ele era credor, na quantia de 458.077 réis.
            João foi testamenteiro do reverendo vigário José Dias de Siqueira, e com isso arcou com algumas despesas, como o funeral e transporte. Joaquina foi inventariante dos bens deste mesmo reverendo vigário, cujo inventário acabou por não incluir as despesas de João do Livramento.
            Com o falecimento de Joaquina, o libelo foi feito para que esta dívida da então inventariante fosse paga. Ao longo do processo, são mencionados trechos do inventário do padre, aparecendo bens como utensílios, quantias em dinheiro, e 02 escravizados, de nomes Alexandre (designado como pardo); e Joanna (designada como crioula).
            Há, no processo, um auto de embargos em que é embargante Antônio José dos Reis, em favor de seus filhos menores, Antônio e Leopoldina, e é embargada a inventariante Joaquina Perpetua de Fraga. O embargante buscou incluir, na herança dos menores, o pagamento referente ao valor dos dois escravizados, que haviam sido libertos por testamento. O embargo é julgado em favor da embargada, e o embargante foi condenado a pagar as custas. Consta, também, uma lista dívidas remanescentes do inventário de Joaquina Perpetua de Fraga.

            Localidades mencionadas:
            freguesia de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram no processo:
            avaliador Francisco Antonio de Betancourt;
            avaliador Francisco da Costa Freire;
            avaliador Francisco Gonçalves Ulhôa;
            avaliador e alferes José Manoel de Sousa;
            curador Ignacio José de Carvalho;
            curador de órfãos Tristão Telles Cortes;
            curador de órfãos e solicitador João José da Câmara;
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão de órfãos Manoel Antonio de Souza Medeiros;
            juiz Vicente Francisco Pereira;
            juiz e major Antônio Luiz do Livramento;
            juiz de fora e juiz de órfãos Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz de fora, juiz de órfãos e major Anacleto José Pereira da Silva;
            juiz de órfãos e capitão João de Amorim Pereira;
            juiz de paz Domingos de Souza Pereira;
            meirinho Antonio Silveira de Souza;
            meirinho e porteiro Antonio Silveira de Souza;
            partidor Luis de Sousa Medeiros;
            partidor José de Sousa Freitas;
            procurador especial José Joaquim Dias;
            tabelião Francisco de Paula Lacé.

            Compõem o processo:
            Libelo;
            Contas;
            Embargos;
            Procurações;
            Recibos;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro