Testamento

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            TRPOA-40009 · Processo · 1887-08-23
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Manoel José de Oliveira (advogado e testamenteiro).
            Inventário de Francisco José da Silva e sua esposa Francisca Ignacia de Jesus
            Elisiaria Amália da Silva (herdeira).

            Relicário de ouro, peças de prata, dinheiro.

            Juiz municipal Felisberto Elísio Bezerra Montenegro.
            Juiz municipal Major Afonso de Albuquerque e Mello.
            Escrivão Antônio Tomé da Silva.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.

            Desterro, Comarca da Capital.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Autos de Contas de Inventário de Manoel Antonio da Costa
            BR SC TJSC TRRJ-55664 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de contas de testamento realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Antonio da Costa (testamenteiro e inventariante);
            Alberto José Francisco (testamenteiro);
            Barbara Ignacia de Jesus (falecida).

            Resumo:
            Manoel Antonio da Costa precisa prestar contas de seu cargo como testamenteiro da falecida Bárbara Ignacia de Jesus. Ele peticiona ao juiz que passe uma tomada de contas para poder quitar elas. Em seu testamento, Bárbara Ignacia de Jesus deixou por escrito suas últimas vontades, determinado que quem aceitasse o cargo de testamenteiro receberia metade do valor da escravizada Maria (descrita como crioula), e prêmios por seu trabalho.

            A testadora alforriou e libertou os seguintes escravizados: Martinho, Francisco, João, Patrícia, Bernarda, Luiza, Luis, Hypolito, Manoel e Maria (junto de seus filhos). A falecida deixou esmola para a instituição Santíssimo Sacramento da Matriz e terras para as escravizadas Luiza e Bernarda. Para Alberto José Francisco ela deixou dois escravizados, um descrito como pardo, de nome Polidoro, e Deolinda, descrita como crioula. O restante dos bens deveriam ser inventariados e partilhados entre os herdeiros. Ao final do testamento a falecida alertou que Luis Rodrigues possui um papel que clandestinamente lhe daria posse sobre seus bens, mas suas investidas não devem ser aceitas na justiça. As contas do testamento foram quitadas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão interino José Joaquim Valente;
            juiz municipal de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz de direito Severo Amorim do Valle;
            promotor Joaquim de Freitas Sampaio.
            tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do sul;
            Itapocoroy (atual Itapocorói, baía localizada no município de Penha);
            vila de São Francisco;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentença;
            termo de juramento;
            traslado de testamento.

            Autos de inventário de Antonio Jose de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-85860 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha amigável realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Jose de Oliveira (falecido);
            Anna Joaquina (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Joaquina;
            Antonio Jozé de Oliveira;
            Constantino Jozé de Oliveira;
            Faustino de Andrade;
            Jozé Francisco da Silva;
            Leonôr Ignácia de Jesus;
            Marcelino Jozé de Oliveira (neto);
            Marianno Vieira;
            Severina Roza.

            Resumo:
            Neste processo, a viúva Anna Joaquina fez o inventário de seu falecido marido, Antonio Jose de Oliveira.

            Primeiramente, os herdeiros e a viúva produzem um requerimento para incluir o neto Marcelino Jozé de Oliveira na partilha de bens, pois seu nome não havia sido colocado no testamento do inventariado. Após os testemunhos dos filhos e a análise do traslado de testamento, Marcelino foi incluído para receber parte da herança.

            Dentre os bens inventariados, constam braços de terras, fornos e tachos de cobre, animais, engenho de fabricar farinha, oratório, caixas, uma casa e uma roça de mandioca, além de dívidas ativas e passivas. Ademais, constam quatro pessoas escravizadas, de nomes Domingos (de nação Congo), Francisca (designada como crioula), José (de nação Moçambique), e Silvério (designado como crioulo). Os bens foram avaliados e as dívidas foram pagas através da entrega do escravizado Domingos e de objetos separados no inventário.

            Ao final do processo foi realizada uma partilha amigável entre a viúva e os herdeiros, e foi definido por sentença que a inventariante pagasse as contas.

            Localidades relevantes:
            Fundos de Biguassú;
            freguesia de Santo Antonio (atual bairro Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos e inventário e partilha amigável;
            petição;
            requerimento;
            traslado de testamento;
            descrição e avaliação dos bens;
            partilha amigável;
            sentença;
            contas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão de paz e signatário José Joaquim da Costa;
            escrivão e tabelião Jose Manoel de Araujo Roslindo;
            juiz municipal Alexandre José Varella;
            juiz municipal João da Silva Ramalho Pereira;
            signatário Claudério Telles Cortes;
            signatário Jacob Pereira dos Santos;
            signatário Rafael Siberio do Valle;
            signatário Silvestre Moreira.

            Variação de nome:
            Anna Joaquina de Jesus.

            Autos de Testamento
            BR SC TJSC TRPOA-20974 · Processo · 1887
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes do Processo:
            Anna Justina Capistrano (testadora);
            Antônio Augustinho Capistrano (falecido);
            Luiz José de Carvalho (testamenteiro);
            Francisco Gouvêa (testamenteiro);
            Jesuíno Lopes da Silva (testamenteiro);

            Carta de ordem no inventário de Bernardo Lopes da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-79937 · Processo · 1823-1860
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Carta de ordem e comissão expedida pelo juízo da provedoria dos ausentes da comarca de Santa Catarina para o juízo ordinário da vila de Lages.

            Partes do processo:
            Antonio Manoel Velho (suplicado)
            Bernardo Lopes da Silva (inventariado)

            Resumo:
            Nesta carta de ordem e comissão é mencionado o inventário do reverendo padre Bernardo Lopes da Silva. O suplicante é convocado para prestar um juramento de alma, a fim de declarar posses em dinheiro corrente vindos de herança do falecido inventariado. A declaração foi requisitada para efetuar pagamento de legatários. Entretanto, o suplicado afirma não ter nada em sua posse, apenas uma escritura que supunha estar na comarca de Porto Alegre.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Porto Alegre (atual município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul);
            freguesia de Vacaria (atual município de Vacaria, Rio Grande do Sul);
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Santo Antonio dos Anjos de Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            vila de Santo Antonio da Patrulha.
            Freixial do meio;
            Ilha de Santa Catarina;
            Lisboa;
            Portugal.

            Compõem o processo:
            correição;
            cumpra-se;
            despacho;
            distribuição;
            petição;
            termo de juramento.

            Atuaram no processo:
            corregedor, desembargador e ouvidor geral Manoel Jose de Albuquerque;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Manoel Antonio de Souza Medeiros;
            juiz corregedor Joaquim Jose Henriques;
            juiz ordinário Lino Subtil de Oliveira;
            promotor e tesoureiro Francisco Jose Rebello;
            testamenteiro capitão Francisco de Souza Fonseca;
            testamenteiro Joaquim Lopes da Silva.

            Cominação de Jacinto Jorge dos Anjos Correia
            BR SC TJSC TRRJ-83569 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Cominação realizada na vila de São José, na época sob a comarca da ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jacinto Jorge dos Santos Correia (falecido);
            Jose Joaquim Jorge Gonçalves (suplicante e testador);
            Antonio Duarte Pereira (suplicado).

            Resumo:
            Este processo, desprovido de suas páginas iniciais, começa na folha 4, a partir de uma procuração feita pelo procurador Joaquim José Dias, que representa o testamenteiro Jose Joaquim Jorge Gonçalves, referente ao testamento do falecido Jacinto Jorge dos Santos Correia.

            A procuração procurou citar Antonio Duarte Pereira, de nacionalidade inglesa, para que este comparecesse em audiência cominatória para pagar um valor em dinheiro. Duarte contraiu uma dívida com o testador, pois tinha comprado um escravizado e feito um empréstimo com o falecido, com a finalidade de comprar um sítio. Pelo fato de que Antonio Duarte não havia assinado até então os documentos necessários, ele foi intimado para cominação, sob pena de revelia, a fim de arcar com os custos e os juros devidos. Segundo o próprio Antônio Duarte, isso se dava pois ele não sabia seu nome completo; por isso, assinava com uma cruz. Comparecendo na primeira audiência, Duarte foi condenado ao pagamento das dívidas requeridas e, também, às custas da ação cominatória.

            Em sequência, há um traslado de uma procuração feita pelo testamenteiro Jose Joaquim Jorge Gonçalves, onde se verifica que ele era negociante morador na cidade do Recife, na província de Pernambuco. Representado na ilha de Santa Catarina por seus procuradores, ele moveu um libelo cível: nos artigos do libelo, é informado que o suplicado Antonio Duarte Pereira possuía experiência com fabricação de tijolos, tendo sido administrador de armações na localidade de Lagoinha; e o falecido Jacinto Jorge dos Santos Correia, interessado em estabelecer uma olaria, em acordo com Antonio Duarte, comprou uma escravizada e uma porção de terras perto do caminho para o Quebra-Cabaços, onde o suplicado ficou então encarregado de desenvolver a olaria. Além disso, ficou combinado que Duarte deveria ressarcir a Jacinto os valores das prestações; porém, isso nunca foi satisfeito.

            O processo termina com um instrumento de calúnia sendo iniciado por José Joaquim Dias; porém, incompleto, o documento não possui as folhas que se seguem.

            Localidades relevantes:
            Lagoinha;
            Quebra-Cabaços;
            caminho para o Quebra-Cabaços;
            ilha de Santa Catarina;
            freguesia de São José;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade do Recife (atual município de Recife, Pernambuco);
            província do Pernambuco (atual estado do Pernambuco).

            Atuaram no processo:
            escrivão Joaquim Jozé do Porto;
            escrivão Polidoro do Amaral e Silva;
            meirinho geral e oficial de justiça Manoel José F.;
            procurador Agostinho Jose da Costa;
            procurador João Jose da Camara;
            procurador Joaquim José Dias;
            procurador ouvidor sargento-mor major Anacleto Jose Pereira da Silva;
            procurador sargento-mor Marcos Antonio da Silva Mafra;
            juiz de paz major Silvestre Jozé dos Passos;
            juiz de Índia e mina e ouvidor Antonio Azevedo Mello e Carvalho;
            signatário João Luiz Rangel;
            solicitador de auditorias públicas Jozé Manoel de Araujo Roslindo;
            tabelião vitalício Jose Francisco de Souza Magalhães.

            Compõem o processo:
            ação cominatória;
            audiências;
            instrumento de calúnia;
            intimações;
            libelo cível;
            procuração;
            promessa de pagamento;
            termos de substabelecimento;
            traslado de procuração.

            Variação de nome:
            Antonio Duarte;
            Jose Joaquim Jorge Gonsalves.

            Contas de testamentaria de Antonio da Silva Cascaes
            BR SC TJSC TRRJ-57235 · Processo · 1842-1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Contas de testamento prestadas na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Thomaz da Silva Cascaes (testador e falecido);
            Antonio da Silva Cascaes (testamenteiro e suplicante);
            Manoel (testamenteiro e herdeiro);
            Maria Caetana (testamenteira).

            Herdeiros:
            Felicidade;
            Fermiana;
            Jeremias;
            Manoel.

            Resumo:
            Este processo se inicia com um mandado de citação de Antonio da Silva Cascaes, que recebeu um prazo de 8 dias para comparecer em juízo para prestar contas do testamento de seu finado tio Thomaz de Silva Cascaes, sob pena de sequestro de bens.

            Thomaz teve sete filhos com sua esposa Maria Caetana, dentre os quais apenas quatro permaneciam vivos à época da redação de seu testamento. Os três filhos falecidos morreram ainda em menoridade, e os quatro remanescentes se chamavam Felicidade, Fermiana, Jeremias e Manoel, os quais foram instituídos como legítimos herdeiros do testamento de seu pai.

            Em seu testamento, Thomaz da Silva Cascaes deixou doblas (antiga moeda portuguesa) em esmolas à Caridade Santa dos Pobres, na cidade de Desterro; deixou também uma quantia em dinheiro a ser repartida entre doze pessoas pobres. Além disso, Thomaz pediu seis missas, e solicitou que fosse enterrado pela Irmandade do Divino Espírito Santo. Uma quantia em dinheiro é deixada para quitar dívidas com credores, e outras são destinadas aos testamenteiros e herdeiros.

            Julgada por sentença, a prestação de contas foi reconhecida e aprovada pelo juiz. O prestador, Antonio da Silva Cascaes, foi sentenciado a assumir o pagamento das custas do processo.

            Localidades relevantes:
            Abraão (atual bairro no Estreito, município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            contas;
            correição;
            impostos;
            mandado de intimação;
            notificações;
            recibos;
            sentença;
            termo de aceite;
            testamento;
            traslado de sentença cível de formal de partilha.

            Atuaram no processo:
            coletor João Xavier de Souza;
            escrivão Domingos Antonio Guimarães;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assiz e Passos;
            juiz de direito e corregedor Severo Amorim do Valle;
            juiz municipal João Francisco de Souza.

            Variação de nome:
            Antonio da Silva Cascás;
            Thomaz da Silva Cascás.