Partes do Processo:
Maria Ignacia da Conceição (inventariado);
Marcelino José dos Santos (inventariante);
Vila de Porto Belo
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Inventário realizado na Cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.
Partes do processo:
Margarida Roza de Miranda (Inventariada);
Manoel de Miranda Coutinho (Inventariante).
Herdeiros:
Maria Correa de Miranda;
Anna Correa de Miranda.
Resumo:
O inventário de Margarida Roza de Miranda foi realizado por seu genro, Manoel de Miranda Coutinho, o qual deixou um testamento no qual dispõe uma quantia em dinheiro para duas instituições denominadas Bom Senhor de Iguape e Bom Jesus dos Passos, além de destinar uma quantia ao seu agregado, Domingos. Entre os bens inventariados, estavam: um tacho de cobre, utensílios, castiçal de bronze, ferramentas, mobílias de canela, cedro, araribá e sassafrás, objetos religiosos com imagens, transportes, animais, um sítio no lugar Acarahy, na sesmaria dos Morretes, terras, engenho de fazer farinha, roça de mandioca, casa, forno de cobre e dívidas. Além disso, foram mencionadas treze pessoas escravizadas, sendo quatro descritas como mulatas: Dionísia, Catharina, Maria e Suzana, que foi liberta no testamento da inventariada; um escravizado de nome Thomaz, descrito como pardo, uma escravizada de nome Maria Conga; duas escravizadas descritas como crioulas, de nomes Marianna e Francisca (filha menor de Maria Conga), e três escravizadas doados para a herdeira Ana, de nomes Antônia, Maria e uma menor chamada Rita. Ambas Rita e Maria foram descritas enquanto crioulas. Também constam dois escravizados doados para quitação de dívidas da herdeira Maria, chamados Miguel e Rosa (escravizada de nação Benguela), porém esse pagamento de dívida foi indevido. Processo possivelmente incompleto.
Atuaram no processo:
juiz municipal José Maria d’Albuquerque Mello;
juiz municipal José Antonio d’Oliveira;
escrivão João José Machado da Costa;
tabelião Manoel Joaquim Pinheiro;
promotor público José Nicolao Machado Junior;
testamenteiro Bento José de Miranda;
testamenteiro José da Silva Paulo;
avaliador Antonio Leandro dos Reis;
avaliador Domingos José de Oliveira;
coletor Francisco Mathias de Carvalho;
signatário Manoel Antunes Bruno.
Localidades Relevantes :
Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
Vila de Porto Belo;
Cidade de São Francisco;
Sítio da Lagoa;
Urubuquara;
Rua da Graça;
Rua da Praça.
Compõem o processo:
Traslado do testamento;
Termo de aceitação;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação dos bens;
Requerimento.
Variação de nome:
Anna Correa da Graça.
Inventário realizado na vila de São José, na época sob a Segunda Comarca.
Partes do processo:
Hilario Ferreira da Silva (inventariado);
Alexandrina Ignacia de Jesus (inventariante);
Jose Gregorio de Carvalho (suplicante).
Herdeiros:
Alexandrina Ignacia de Jesus;
Manoel Ferreira da Silva;
Maria Rosa;
Rosa Florentina;
João Ferreira da Silva;
Claudina Rosa de Jesus;
Marcelina Rosa;
Francisco Ferreira da Silva;
José Ferreira de Mello;
Manoel Rofino de Mattos;
Joanna Thomazia;
Vicente Silveira de Mattos;
Henriqueta Thomazia;
Amelia Thomazia (Menor);
Carolina Thomazia (Menor);
Francisco Silveira de Mattos (Menor);
Alexandrina Thomazia (Menor);
Antonio (Menor);
Faustino (Menor).
Resumo: Inventário requerido pela filha do falecido, Alexandrina Ignacia de Jesus, nele contendo bens como ouro, prata, cobre, latão, utensílios domésticos, louças, ferramentas, armas brancas (lança e faca), terras, mobília, engenho de farinha, roça de mandioca, roça de cana, animais e dívidas, além de uma quantia de dinheiro. Além disso, continha o registro de uma pessoa escravizada de nome Manoel, designado da nação Congo. Há o pedido para que Jose Gregorio de Carvalho, marido de Claudina Rosa de Jesus, entre outros representantes das herdeiras, para acelerar o processo de partilha, além de requerer a atuação da inventariante.
Atuaram no processo:
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
escrivão Joaquim Francisco da Costa;
escrivão interino João Mauricio Lopes da Silva;
tabelião Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
oficial de justiça Marcos Silveira de Mattos;
signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
signatário Manoel Joaquim Teixeira;
curador Manoel Freitas Sampaio;
procurador Francisco Jozé Ferreira Silva;
procurador advogado Manoel do Nascimento Ramos;
avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
partidor Duarte Vieira da Cunha;
juiz dos órfãos João Francisco de Souza.
Localidades relevantes:
Braço de São João;
Cubatão;
Tijucas Grandes;
Vila de Porto Bello;
Vila de São Miguel;
Freguesia de São João Batista.
Compõe o processo:
Procuração;
Autos de mandado e certidão de notificação;
Variação de nome:
Inventariado Helario Ferreira da Silva;
Inventariado Hilário Ferreira do Cubatão.
Inventário realizado na Vila de Porto Belo, Primeira Comarca.
Partes:
Antônio Soares da Silva (inventariado);
Anna Jacintha Rosa (inventariante);
Maria Rosa de Jesus (herdeira);
Merenciano da Silva Simas (herdeiro).
Resumo:
Anna Jacintha Rosa realiza o inventário de seu falecido marido Antônio Soares da Silva, no qual procedeu em uma partilha amigável. Dentre os bens citados constam casas, terras, engenho de farinha e utensílios diversos. Além disso, constam dívidas e o pagamento delas.
Localidades:
Distrito de Matto;
Vila de Porto Belo (atual cidade de Porto Belo, Santa Catarina);
Primeira Comarca da província de Santa Catarina.
Agentes do processo:
Juiz Municipal José da Silva Mafra, Terceiro Suplente;
Escrivão do Juízo Municipal Bernardino Antônio de Sena Feltro;
Avaliador Luiz Ribeiro Pessoa Rebello;
Avaliador Claudino Antônio Narcizo;
Signatário Joaquim José de Oliveira;
Signatário Salvio Antonio de Souza Medeiros.