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            Inventário de Joaquina Roza de Almeida
            BR SC TJSC TRRJ-30924 · Processo · 1851 - 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquina Roza de Almeida (falecida);
            Vicente José de Oliveira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna;
            Antonio;
            Barbara;
            Bento Correia de Mello (co-herdeiro);
            Carolina;
            Francisca Maria da Trindade;
            Gertrudes;
            Joaquina;
            Luiz;
            Luiza;
            Maria;
            Maria;
            Pedro;
            Salvador;
            Vicente.

            Resumo:
            Vicente José de Oliveira abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Joaquina Roza de Almeida. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram animais, uma casa, campos, uma invernada, prataria, aparelhos de equitação (estribos, cabeçadas, peitoral, rabicho), prataria, utensílios de cozinha, mobília, canastras e ferramentas. São citadas no processo seis pessoas escravizadas: João e Maria, sem descrição; e Thereza, Joana, Mariana e Domingos, descritos como crioulos. Ao decorrer do processo, uma herdeira viúva e um co-herdeiro foram notificados para conferirem seu dote, em que constam bens como acessórios de ouro, animais e prataria.

            São citadas dívidas passivas e ativas deixadas pela finada, além de requerimento por parte da Fazenda Pública para apresentar comprovantes do pagamento da siza e da compra dos campos. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, e parte do patrimônio foi separado para pagamento das despesas do funeral, credores e meia siza dos escravizados João e Maria. O processo foi julgado por sentença, em que foi requerido pagamento das custas pela parte interessada. Ao final da ação, o inventariante assinou termo de tutoria para ser responsável pelos herdeiros menores, assim como pelos seus respectivos bens.

            Atuaram no processo:
            avaliador capitão Antonio da Costa Varella;
            avaliador Severino Pereira dos Santos;
            coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            juiz municipal e de órfãos Guilherme Ricken;
            partidor Laurentino José da Costa;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            procurador alferes Antonio Felipe Pessoa;
            signatário Antonio Ricken de Amorim;
            signatário Antonio Rodrigues de Almeida;
            signatário Fabricio Jose e Oliveira Botelho;
            signatário Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            signatário Manoel Ignacio Cardozo.

            Localidades relevantes:
            campos da Brisida;
            invernada do Pires;
            Rio Caveiras;
            segunda comarca;
            Sertão;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Lapa (atual município de Lapa, Paraná).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação;
            contas;
            correição;
            escrituras de compra e venda;
            recibos;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de quitação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Inventário de Joaquina Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-45945 · Processo · 1852-02-12
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventariante Manoel Antônio da Silveira (viúvo). Moradores da Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito.

            Juiz dos Órfãos João Francisco de Souza
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara

            Fornos de cobre; alambique de cobre, canoa de pau de figueira, canoas de pau de garapuvu, gado, escravos, terras, casas, engenhos.

            São José, Segunda Comarca.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Joaquina Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-89378 · Processo · 1852-1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:

            Joaquina Rosa (falecida);
            Joaquim Antônio da Luz (inventariante).

            Herdeiros:
            Antônio (menor);
            Luiza (menor);
            Manoela;
            Umbelina.

            Resumo:
            Joaquim Antônio da Luz fez o inventário dos bens de sua falecida esposa, Joaquina Rosa.

            O casal teve quatro filhos, que são os herdeiros. Entre os bens deixados estavam casas, terras, móveis, ferramentas, utensílios, prataria, vestimentas, e algumas dívidas. Os bens imóveis eram situados nas localidades de Itapocu, e faziam margens e fundos na praia do Itapocorói e na praia de Piçarras.

            Tudo foi dividido entre os filhos de forma amigável, com o acordo de todos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antônio José Moraes;
            avaliador Jacinto Caetano Vieira;
            curador Francisco da Costa Passos Carvalho;
            curador geral José Nicoláo Machado Júnior;
            escrivão Antônio Pinheiro Ribas;
            escrivão João Chryzostomo Pinheiro Ribas;
            juiz Augusto Lamenha Lins;
            juiz municipal e de órfãos José Maria d’Albuquerque e Mello;
            partidor João José Gomes Leal;
            partidor José da Costa Machado;
            partidor Leandro José da Costa Machado;
            signatário Salvador José dos Anjos;
            signatário Sebastião Caetano Vieira.

            Localidades relevantes:
            Itapocu;
            praia do Itapocorói;
            praia de Piçarras;
            freguesia de Nossa Senhora da Penha de Itajaí (atual município de Penha, Santa Catarina);
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            autos de avaliação
            autos de partição;
            contas;
            partilha;
            sentença;
            termo de juramento de avaliador;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento aos louvados;
            termo de juramento de partidor;
            termo de louvação.

            Variação de nome:
            juiz municipal e de órfãos José Maria de Albuquerque e Mello;
            praia do Itapocoroy;
            praia de Pissarras.

            Inventário de Joaquina Eufrásia do Amor Divino
            BR SC TJSC TRRJ-40673 · Processo · 1853 - 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquina Eufrásia do Amor Divino (inventariada);
            Domingos Silveira de Mattos (inventariante, herdeiro e legatário).

            Legatário:
            Joaquim Duarte e Silva.

            Resumo:
            O inventário da falecida Joaquina Eufrásia do Amor Divino foi conduzido por seu afilhado, Domingos Silveira de Mattos. O processo contempla um traslado de testamento, no qual a falecida dita suas últimas vontades e revela que não deixou nenhum filho. Além disso, é apresentado o fato de que a finada deixou uma quantia em patacões (moedas com valor de 960 réis) para ser entregue à Maria e Luiza, mulheres escravizadas designadas respectivamente enquanto crioula e de nação Cabinda.

            Dentre os bens inventariados, constam utensílios domésticos, objetos de cobre e prata, ferramentas, objetos religiosos, mobília, casas, animais, roça de mandioca, terras e um engenho de fabricar farinha. Além disso, constam cinco pessoas escravizadas ao total, além de Maria e Luiza: Joaquim, de nação Moçambique; Mathilde, descrita como crioula; e João, designado enquanto pardo. A falecida também deixou algumas dívidas pendentes.

            Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separada para quitação das taxas e outras pendências. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas por parte do inventariante; além disso, contém recibo de taxa de herança e legados ao final do processo.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Francisco Coelho;
            avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            coletor coronel Gaspar Xavier Nunes;
            escrivão David do Amaral e Silva;
            escrivão Florêncio Gomes de Costa Campos;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz municipal Francisco Honorato Cidade;
            juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
            partidor João Francisco de Souza;
            partidor João Teixeira de Souza;
            partidor José Silveira de Souza Fagundes.

            Localidades relevantes:
            Praia Comprida;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação e descrição de bens;
            petições;
            recibo;
            sentença;
            termo de avaliação;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            traslado de testamento.

            Inventario de Joaquim Vieira da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-57940 · Processo · 1862
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilhas amigáveis realizados na cidade de Santo Antonio dos Anjos de Laguna, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim Vieira da Rocha (falecido);
            Maria Rosa da Conceição Vieira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Marcelina d’Jezus;
            Joaquina Marcelina d’Jezus;
            Manoel Francisco Gonçalves (co-herdeiro);
            Manoel Joaquim d’Aguiar;
            Maria Marcelina d’Jezus;
            Roza Marcelina d’Jezuz.

            Resumo:
            Foi feito um processo de inventário por Maria Rosa da Conceição Vieira, esposa do finado Joaquim Vieira da Rocha. Todas as partes da ação concordaram em realizar a partilha de maneira amigável.

            Os bens inventariados foram terras, casas, engenhos de farinha, engenhos de cana de açúcar, uma moinho de moer grãos (chamado na ação como tafona), um automóvel descrito como carro, canoa, caixas, baús, oratório, móveis, forno de cobre, utensílios de cozinha, itens de montaria e animais. Foi citado na ação um homem escravizado, de nome Manoel, designado como crioulo.

            Se procedeu uma partilha dos bens entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separado para o pagamento de dívidas passivas. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das de forma pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador Jose Cardoso Duarte;
            avaliador Manoel Thomaz da Rocha;
            escrivão Vicente José de Gois Rebello;
            juiz municipal suplente João Pacheco dos Reis;
            partidor João Serafim Barboza;
            signatário Antonio Alves dos Santos;
            signatário Constantino Vieira Rodrigues;
            signatário Domingos Cardoso Duarte;
            signatário Francisco Manoel de Rezende;
            signatário Germano Luis Fernandez;
            signatário João Luis Martins;
            signatário João Thomais da Rocha;
            signatário José Ignacio Baptista;
            signatário Manoel Ignacio da Rocha;
            signatário Manoel Siqueira da Silva.

            Localidades relevantes:
            cidade de Santo Antonio dos Anjos de Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            comarca do sul;
            freguesia de São João d’Imaruhy (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
            mar pequeno;
            rio de Aratingaúba.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença.

            Variação de nome:
            João Seraphim Barbosa;
            Maria Roza da Conceição.

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-12127 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza realizado na Vila de São José, na Segunda Comarca.

            Partes do Processo:
            Joaquim Silveira de Souza (inventariado);
            Josefina Rosa de Jesus (inventariante)

            Herdeiro:
            Joaquina;
            Luis;
            Camilla;
            Joaquina (ex-esposa);

            Resumo: Inventário de Joaquim Silveira de Souza, continha moveis, utensílios, fornos, rédeas e freios de cavalo, esporas de prata; descaroçador de algodão, animais, violão de pinho, carroça de cana, engenho de farinha, terras. Terras denominadas num lugar chamado sertão de Imarohy, de frente com o rio do sertão de imaruhy. As dividas do inventariante foram pagas com os valores dos bens.
            Processo se inicia na página 20;

            Atuaram no Processo:
            Avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            Avaliador Florêncio Gomes de Castro Campos;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            Juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            Partidor Duarte Vieira da Cunha;
            Partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            Tutor dos órfãos Jacinto José Antônio de Miranda;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;
            Sertão de Imaruy;

            Compõem o Processo:
            Auto de Partilha;
            Juramento ao Tutor;
            Termo de Avaliação;

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-12125 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Joaquim Silveira de Souza (falecido);
            Josefina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros (menores):
            Camilla;
            Joaquina;
            Joaquina (segundo matrimônio);
            Luis.

            Resumo:
            O inventário do falecido Joaquim Silveira de Souza foi conduzido por sua mulher, Josefina Rosa de Jesus. Como o finado deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram objetos de prata e ferro, ferramentas, mobília, utensílios, roças de cana e mandioca, animais, terras, um automóvel descrito como carro, casas e engenhos de fazer farinha. Constam dívidas deixadas pelo finado. Ao decorrer do processo, o tutor dos órfãos, avô dos herdeiros provenientes do primeiro matrimônio, abre petição para requerer uma nova avaliação da roça de cana e a inserção de outros bens no inventário.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florêncio Gomes de Castro Campos;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz dos orfãos João Francisco de Souza;
            signatário Seberino Joze Duarte.

            Localidades relevantes:
            Picadas do Sul;
            rio do Sertão;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José).

            Compõem o processo:
            descrição e avaliação dos bens;
            termo de avaliação;
            termo de encerramento;
            termos de juramento.

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-8850 · Processo · 1857-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Rosa de Jesus (inventariante);
            Joaquim Silveira de Souza (falecido).

            Herdeiros:
            Aniceta Roza de Jesus;
            Anna Roza de Jesus;
            Antônio Silveira de Souza;
            Constância Roza de Jesus;
            João Silveira de Souza;
            Joaquim Silveira de Souza;
            Manoel Silveira de Souza;
            Maria Roza de Jesus.

            Resumo:
            Maria Rosa de Jesus abre um inventário para os bens de Joaquim Silveira de Souza, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo de órfãos.

            Os bens avaliados foram caixas, mobília, animais, casas e terrenos. Ainda no arrolamento, foram citadas cinco pessoas escravizadas: Joaquim, descrito como “de nação” (advindo de África); e Petronilha, Eva, Ignacia e Martinho, descritos como crioulos.

            Após avaliação, foi realizada a partilha do patrimônio e a separação de uma parte dos bens para o pagamento das dívidas passivas. O juiz julga o processo por sentença, em que requer a quitação das custas de maneira pro rata e a notificação de um parente próximo para servir de tutor dos filhos.

            Mais tarde, a inventariante abre petição para praticar seu direito de ser tutora dos filhos. Para tal função ser aprovada, a suplicante prestou juramento e renunciou ao chamado “benefício veleano”, que impedia a tutoria de mulheres viúvas a seus herdeiros.

            Durante o primeiro auto de tomada de contas, é revelado que o herdeiro João havia falecido. Os bens que pertenciam à sua legítima parte foram adjudicados; Eva, que fazia parte da herança, foi arrematada em praça pública, e o valor final da transação foi guardado no cofre.

            O processo é concluído com pedidos de licença para casamento dos herdeiros, recolhimento de algumas quantias do cofre e, por fim, um novo auto de tomada de contas.

            Atuaram no processo:
            avaliador e curador Antônio Gonçalves Franco;
            avaliador Francisco Silveira Dutra;
            avaliador João Joze Roza;
            avaliador João Victorino da Silveira;
            coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            curador José Maria do Valle Júnior;
            escrivão ajudante do auditório eclesiástico João Luis do Livramento;
            escrivão dos órfãos João Francisco Régis;
            juiz Augusto Elisio de Castro Fonseca;
            juiz de órfãos primeiro suplente Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            juiz de órfãos quarto suplente e partidor João Machado Santiago;
            juiz Sérgio Lopes Falcão;
            partidor Manoel Luis Cordeiro;
            presbítero secular Manoel Amâncio Barreto.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Biguassú;
            travessão geral;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de praça e arrematação;
            auto de tomada de contas;
            certidão de óbito;
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentenças;
            termo de avaliação;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São José.