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            Inventário de Joaquina Eufrásia do Amor Divino
            BR SC TJSC TRRJ-40673 · Processo · 1853 - 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquina Eufrásia do Amor Divino (inventariada);
            Domingos Silveira de Mattos (inventariante, herdeiro e legatário).

            Legatário:
            Joaquim Duarte e Silva.

            Resumo:
            O inventário da falecida Joaquina Eufrásia do Amor Divino foi conduzido por seu afilhado, Domingos Silveira de Mattos. O processo contempla um traslado de testamento, no qual a falecida dita suas últimas vontades e revela que não deixou nenhum filho. Além disso, é apresentado o fato de que a finada deixou uma quantia em patacões (moedas com valor de 960 réis) para ser entregue à Maria e Luiza, mulheres escravizadas designadas respectivamente enquanto crioula e de nação Cabinda.

            Dentre os bens inventariados, constam utensílios domésticos, objetos de cobre e prata, ferramentas, objetos religiosos, mobília, casas, animais, roça de mandioca, terras e um engenho de fabricar farinha. Além disso, constam cinco pessoas escravizadas ao total, além de Maria e Luiza: Joaquim, de nação Moçambique; Mathilde, descrita como crioula; e João, designado enquanto pardo. A falecida também deixou algumas dívidas pendentes.

            Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separada para quitação das taxas e outras pendências. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas por parte do inventariante; além disso, contém recibo de taxa de herança e legados ao final do processo.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Francisco Coelho;
            avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            coletor coronel Gaspar Xavier Nunes;
            escrivão David do Amaral e Silva;
            escrivão Florêncio Gomes de Costa Campos;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz municipal Francisco Honorato Cidade;
            juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
            partidor João Francisco de Souza;
            partidor João Teixeira de Souza;
            partidor José Silveira de Souza Fagundes.

            Localidades relevantes:
            Praia Comprida;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação e descrição de bens;
            petições;
            recibo;
            sentença;
            termo de avaliação;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            traslado de testamento.

            Inventário de Joaquina Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-89378 · Processo · 1852-1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco Xavier do Sul, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:

            Joaquina Rosa (falecida);
            Joaquim Antônio da Luz (inventariante).

            Herdeiros:
            Antônio (menor);
            Luiza (menor);
            Manoela;
            Umbelina.

            Resumo:
            Joaquim Antônio da Luz fez o inventário dos bens de sua falecida esposa, Joaquina Rosa.

            O casal teve quatro filhos, que são os herdeiros. Entre os bens deixados estavam casas, terras, móveis, ferramentas, utensílios, prataria, vestimentas, e algumas dívidas. Os bens imóveis eram situados nas localidades de Itapocu, e faziam margens e fundos na praia do Itapocorói e na praia de Piçarras.

            Tudo foi dividido entre os filhos de forma amigável, com o acordo de todos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antônio José Moraes;
            avaliador Jacinto Caetano Vieira;
            curador Francisco da Costa Passos Carvalho;
            curador geral José Nicoláo Machado Júnior;
            escrivão Antônio Pinheiro Ribas;
            escrivão João Chryzostomo Pinheiro Ribas;
            juiz Augusto Lamenha Lins;
            juiz municipal e de órfãos José Maria d’Albuquerque e Mello;
            partidor João José Gomes Leal;
            partidor José da Costa Machado;
            partidor Leandro José da Costa Machado;
            signatário Salvador José dos Anjos;
            signatário Sebastião Caetano Vieira.

            Localidades relevantes:
            Itapocu;
            praia do Itapocorói;
            praia de Piçarras;
            freguesia de Nossa Senhora da Penha de Itajaí (atual município de Penha, Santa Catarina);
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            primeira comarca.

            Compõem o processo:
            autos de avaliação
            autos de partição;
            contas;
            partilha;
            sentença;
            termo de juramento de avaliador;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento aos louvados;
            termo de juramento de partidor;
            termo de louvação.

            Variação de nome:
            juiz municipal e de órfãos José Maria de Albuquerque e Mello;
            praia do Itapocoroy;
            praia de Pissarras.

            Inventário de Joaquina Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-45945 · Processo · 1852-02-12
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventariante Manoel Antônio da Silveira (viúvo). Moradores da Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito.

            Juiz dos Órfãos João Francisco de Souza
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara

            Fornos de cobre; alambique de cobre, canoa de pau de figueira, canoas de pau de garapuvu, gado, escravos, terras, casas, engenhos.

            São José, Segunda Comarca.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Joaquina Roza de Almeida
            BR SC TJSC TRRJ-30924 · Processo · 1851 - 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquina Roza de Almeida (falecida);
            Vicente José de Oliveira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna;
            Antonio;
            Barbara;
            Bento Correia de Mello (co-herdeiro);
            Carolina;
            Francisca Maria da Trindade;
            Gertrudes;
            Joaquina;
            Luiz;
            Luiza;
            Maria;
            Maria;
            Pedro;
            Salvador;
            Vicente.

            Resumo:
            Vicente José de Oliveira abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Joaquina Roza de Almeida. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram animais, uma casa, campos, uma invernada, prataria, aparelhos de equitação (estribos, cabeçadas, peitoral, rabicho), prataria, utensílios de cozinha, mobília, canastras e ferramentas. São citadas no processo seis pessoas escravizadas: João e Maria, sem descrição; e Thereza, Joana, Mariana e Domingos, descritos como crioulos. Ao decorrer do processo, uma herdeira viúva e um co-herdeiro foram notificados para conferirem seu dote, em que constam bens como acessórios de ouro, animais e prataria.

            São citadas dívidas passivas e ativas deixadas pela finada, além de requerimento por parte da Fazenda Pública para apresentar comprovantes do pagamento da siza e da compra dos campos. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, e parte do patrimônio foi separado para pagamento das despesas do funeral, credores e meia siza dos escravizados João e Maria. O processo foi julgado por sentença, em que foi requerido pagamento das custas pela parte interessada. Ao final da ação, o inventariante assinou termo de tutoria para ser responsável pelos herdeiros menores, assim como pelos seus respectivos bens.

            Atuaram no processo:
            avaliador capitão Antonio da Costa Varella;
            avaliador Severino Pereira dos Santos;
            coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            juiz municipal e de órfãos Guilherme Ricken;
            partidor Laurentino José da Costa;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            procurador alferes Antonio Felipe Pessoa;
            signatário Antonio Ricken de Amorim;
            signatário Antonio Rodrigues de Almeida;
            signatário Fabricio Jose e Oliveira Botelho;
            signatário Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            signatário Manoel Ignacio Cardozo.

            Localidades relevantes:
            campos da Brisida;
            invernada do Pires;
            Rio Caveiras;
            segunda comarca;
            Sertão;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Lapa (atual município de Lapa, Paraná).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação;
            contas;
            correição;
            escrituras de compra e venda;
            recibos;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de quitação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Inventário de José Antonio Bento
            BR SC TJSC TRRJ-81107 · Processo · 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, à época sob a Primeira Comarca da Província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Antonio Bento (inventariado);
            Francisco Alves Maia, por cabeça de sua mulher Quiteria Maria Moreira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Antonia de jesus;
            Salvador José de Oliveira (co-herdeiro).

            Resumo:
            Francisco Alves Maia abriu um processo de inventário em nome de sua mulher, Quiteria Maria Moreira.

            Ela teve seu primeiro casamento com o falecido José Antonio Bento, em que tiveram três filhos, estando viva somente Anna, casada com Salvador José de Oliveira. Na época do falecimento de José, a família optou por uma partilha ao invés de realizar um processo de inventário. Porém, posteriormente, Quiteria solicitou a ação para evitar dívidas em seu nome. Os bens inventariados foram ferramentas de ferro, uma arma, uma roda de fazer farinha, uma prensa, caixas, uma quantia em dinheiro, uma canoa, um sítio em Paqueçáva e plantações. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha e meação.

            O inventário foi julgado por sentença após a aceitação da partilha por parte dos herdeiros, sendo solicitado o pagamento do selo e dos quinhões hereditários.

            Atuaram no processo:
            avaliador Julião Correa da Silva;
            avaliador Manoel Jose Gomes d’Oliveira;
            escrivão João José Machado da Costa;
            juiz municipal 2º substituto Jose Antonio d’Oliveira;
            oficial de justiça Jose Luciano Pereira da Silva;
            partidor Antonio Pinheiro Ribas;
            partidor Salvador Antonio Alves Maia;
            signatário João José Gomes Leal.

            Localidades relevantes:
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            Paqueçáva;
            rio de Paraty.

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            contas;
            juramento aos partidores;
            notificação;
            partilha;
            sentença;
            termo de declaração do inventariante;
            termo de declaração dos louvados;
            termo de juramento aos louvados;
            termo de juramento e declaração do inventariante;
            termo de louvação;
            título dos herdeiros.

            Variação de nome:
            Paqueçaba;
            rio de Parati.

            Inventário de José Caetano de Souza Silveira
            BR SC TJSC TRPOA-9494 · Processo · 1879
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Caetano de Souza Silveira (falecido);
            Felicidade Rosa da Silveira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Rosa da Silveira;
            Belmira Rosa da Silveira;
            Caetano José de Andrade (co-herdeiro);
            Cândido da Rosa Silveira;
            Elias Silveira de Souza;
            Francisca;
            Francisco da Rosa Silveira;
            Guilhermina;
            João Machado Mendes Júnior (co-herdeiro);
            João Patrício de Mello (co-herdeiro);
            José de Amorim Pereira (co-herdeiro);
            Luiza;
            Maria.

            Resumo:
            Felicidade Rosa da Silveira abriu um processo de inventário para os bens de José Caetano de Souza Silveira, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens arrolados foram casas, engenhos, terrenos, uma roça, animais, utensílios de cozinha, mobília, uma canoa, uma chácara e um carro. Ainda na avaliação, foi citada uma mulher escravizada de nome Lucrecia.

            Ao decorrer do processo, a inventariante requer o direito de ser tutora dos filhos menores, afirmando que vive de modo honesto e é capaz de administrar os bens dos órfãos. Para tal, a suplicante renunciou ao chamado “Benefício Veleano”, que impedia a tutela de mulheres viúvas a seus herdeiros.

            Uma carta precatória é expedida de São Miguel para São José, com o intuito de avaliar os bens presentes na cidade. É revelado que a avaliação de Lucrecia resultou em um valor menor do que o padrão, pelo fato de que ela sofria de amaurose; sua matrícula na chamada “relação” de escravizados da cidade foi anexada na página digital de número 53, demonstrando que ela tinha a profissão de cozinheira.

            Após avaliado, os bens e Lucrecia passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. A ação é concluída com sentença, em que o juiz a declara como procedente.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antônio Carlos de Carvalho Júnior;
            avaliador Jacintho Gonçalves da Luz;
            escrivão de órfãos Joaquim Xavier de Oliveira Camara;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz de órfãos e ausentes segundo suplente Antônio Carlos de Carvalho;
            juiz Manoel Gaspar da Cunha;
            partidor João Theodoro Corrêa;
            procurador Francisco José da Rosa;
            procurador Manoel da Rocha Linhares.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            Estreito;
            São José;
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de arrolamento e avaliação;
            auto de partilha;
            carta precatória;
            contas;
            petições;
            procuração;
            sentença;
            termo de tutela;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            termos de resposta.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel.

            Inventário de José da Cunha
            BR SC TJSC TRRJ-17687 · Processo · 1842-1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José da Cunha (falecido);
            Silvana Rosa (inventariante).

            Herdeiros:
            Alexandre (neto);
            Anna Maria (neta);
            Anna Roza;
            Cypriano da Cunha;
            Claudina Rosa;
            Francisco da Cunha (neto);
            Francisco José da Cunha;
            João da Cunha;
            João Raymundo (co-herdeiro);
            João do Amaral (co-herdeiro);
            Joaquim da Cunha;
            José da Cunha (neto);
            Laurentina Maria (neta);
            Maria Rosa;
            Vicente (neto).

            Resumo:
            Silvana Rosa abriu um processo de inventário dos bens de seu falecido marido, José da Cunha. O finado deixou herdeiros menores de idade e, com isso, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens avaliados foram um forno de cobre, um engenho de farinha, casas e terras. Foram mencionadas 7 pessoas escravizadas, de nomes: José, de nação Cabinda; Germano, Domingos e Maria, designados como crioulos; Luiza e Joana, descritas como mulatas; e Joaquina, criança com um ano de idade.

            O patrimônio foi dividido com igualdade entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz determinou o pagamento das custas de maneira pro rata, além de requerer a assinatura de um termo de tutoria pelo avô dos herdeiros menores, José Antonio Vieira.

            Ao decorrer do processo, o filho do tutor informou que José Antonio havia falecido, e o novo tutor jurado foi o tio dos herdeiros, Francisco José da Cunha. Mais tarde, foi feito um auto de tomada de contas para Francisco, em que ele prestou atualizações sobre o recebimento dos bens pelos herdeiros. Nesta ação, a comarca da cidade já era denominada como “primeira comarca”, e não mais “comarca do norte” — nome modificado a partir de 1849.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Francisco de Souza;
            avaliador Nicolao Correa de Mello;
            curador dos órfãos Jacintho José Pacheco dos Santos;
            escrivão Amancio José Ferreira da Silva;
            juiz dos órfãos João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz dos órfãos terceiro suplente Luis Coelho Machado;
            juiz dos órfãos Thomé da Rocha Linhares;
            oficial de justiça Jose Christiano Garção Stockler;
            partidor Francisco José Pereira Duarte;
            partidor José Manoel d’Araujo Roslindo;
            signatário Alexandre Gonçalves da Luz;
            signatário Mathias Gomes da Silva;
            signatário Salvador Cavalheiro;
            tutor e curador Francisco José da Cunha;
            tutor José Antonio Vieira.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            estrada pública;
            fundos de Biguassú;
            morro Viveiros;
            primeira comarca;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de tomada de contas;
            auto de alimpação da partilha;
            contas;
            correições;
            partilha;
            petições;
            sentença;
            termo de louvação;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Cipriano da Cunha;
            Francisco Joze Pereira;
            João Raimundo;
            Joze Manoel de Araujo Roslindo;
            nação Cambinda;
            nação Cambudá.