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            Auto de apreensão de bens de Nicolau Born
            BR SC TJSC TRRJ-19984 · Processo · 1846-1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de apreensão de bens realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Partes: Nicolau Born (devedor);
            Maria Zimmermann (inventariante).

            Resumo: Nicolau Born, imigrante alemão, estava devendo para a justiça e teve seus bens apreendidos para o pagamento das suas dívidas a partir de sua viúva, entre seus bens estão: vestuário, utensílios pessoais, de escrita, alimentação, higiene, perucas, jóias e 01 animal.

            Atuaram no processo:
            curador geral Padro João Vicente Fernandes;
            escrivão de orfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz de orfãos Antonio Caetano Machado;
            tabelião João Antonio Lopes Gondim;
            procurador Lourenço Waltrich;
            procurador Jorge Trueter;
            vice-consulado da Rússia, Roberto de Trompowsky.

            Localidades relevantes:
            Desterro;
            São Pedro de Alcântra.

            Contém no processo:
            Auto de arrematação;
            Edital;
            Termo de deposito;
            Termo de juramento;
            Partilha de bens;
            Preção;
            Procuração;
            Recibos.

            Variação de nome:
            Maria Zimerman.

            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Divisão Amigável de Antonio Alves da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-20361 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Divisão Amigável, realizado na Vila de Lages, Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Elhias Mendes (falecido);
            Beatriz Maria Ferreira (falecida);
            Manoel Ferreira França (doador);
            Anna da Rocha Ferreira (falecida);
            Antonio Alves da Rocha (co-herdeiro, casado com Floripes Mendes de Moraes);
            Donanciana Mendes de Moraes (herdeira);
            Floripes Mendes de Moraes (herdeira).

            Resumo: Neste processo há uma doação por parte de Manoel Ferreira França para suas afilhadas Donanciana e Floripes, já que não possuía herdeiros. Além disso a doação é composta de uma quantia dinheiro e uma pessoa escravizada de nome Eva, designada como crioula (brasileira). No processo de doação o autor expressa preocupações acerca de dívidas formadas em seu nome. Postumamente acontece a partilha de bens da família das afilhadas, que inclúi outros escravizados de nomes: Generoso, João e Balbina, todos menores descritos como crioulos (brasileiros).

            Atuaram no processo:
            escrivão/tabelião judicial de notas Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            escrivão Silva;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz Joaquim José Henriques;
            partidor Lourenço Dias Baptista.

            Localidades relevantes:
            Freguesia da Ponta Grossa;
            Vila de Castro.

            Compõe o processo:
            Termo de declaração;
            Partilha de bens.

            Variação de nome:
            Donanciana Mendes de Moraes;
            Freguesia da Ponta Gróça;
            Elhias de Moraes.

            Inventário amigável de Pulicena Maria de Jezus
            BR SC TJSC TRRJ-20163 · Processo · 1851-1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário amigável realizado na vila de Lages, Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Custodio José Machado (inventariante);
            Antonia Maria de Jezus (inventariante);
            Pulicena Maria de Jezus (inventariada).

            Resumo: Neste processo os inventariantes, marido e mãe da falecida, Pulicena, acordaram entre si para fazer a partilha amigável dos bens, sendo eles terras, ferramentas, utensílios domésticos, animais, mobília e dívidas.

            Atuaram no processo:
            escrivão de orfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de orfãos Guilherme Ricken;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            signatário Oliverio da Silva Esteves;
            signatário Joze Antunes Rebello.

            Localidades relevantes:
            Pissigueirinho (Pessegueirinho).

            Variação de nome:
            Policena Maria de Jesus.

            Inventário Apolinario Jose de Lara
            TRRJ-30902 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Lages na Segunda Comarca em 1852.

            Partes do processo:
            Anna Florinda (inventariada);
            Apolinario Jose de Lara (inventariante).

            Herdeiros:
            Jordão;
            Albino;
            Domingos;
            Rafael;
            Manoel;
            Pedro;
            Maria;
            Anna;
            Leopoldina;
            Maria;

            Resumo:
            Inventário requerido pelo marido da falecida, Apolinario José de Lara, nele contendo animais, mobília, terras, casas e dívidas. A partilha é feita e a meação e custas são pagas sem contestações das partes ou dos herdeiros.
            Em sequência à partilha, é feito um termo de tutoria tornando o inventariante Apolinario tutor de seus netos Pedro, Apolinario, Maria e Ana.

            Atuaram no processo:
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            curador dos órfãos Antonio José Pereira Gnecco Junior;
            curador/juiz de órfãos suplente Lourenço Dias Baptista;
            escrivão/partidor Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            curador Leandro Bento Correia;
            partidor Antonio Ricken de Amorim;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            procurador Domingos Leite.

            Compõe o processo:
            Termo de tutoria.
            Termos de juramento;
            Avaliação de bens;
            Auto de partilha;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Joaquim Gonçalves Padilha
            BR SC TJSC TRRJ-19982 · Processo · 1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de defuntos e ausentes realizado na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Joaquim Gonçalves Padilha (falecido);
            Francisco Nunes Ferreira (justificante);
            Angelica Maria de Jesus (justificante).

            Herdeiro:
            Francisca Gonçalves Padilha (mãe).

            Resumo:
            O processo descreve o inventário do falecido Joaquim Gonçalves Padilha. Entre os bens presentes no inventário, havia: móveis, objetos de prata, ferramentas, espadas, arma de fogo (trabuco), utensílios domésticos, roupas, animais e 5 escravizados, de nomes: Antônio, Benedito, Marcelino, Manoel e Pedro. Consta um segundo processo, um auto de justificação no qual os justificantes entraram com uma petição pedindo para o coletor fazer a partilha de certos bens. Contém uma carta precatória destinada para o juízo órfãos da Vila Nova do Príncipe. Além disso, há uma segunda justificação, que de acordo com a justificante Angelica Maria de Jesus, Antonio, escravizado menor de idade e descrito como pardo, foi roubado e levado para a província de São Paulo por João Arcanjo, no qual encontraram-se com Joaquim Gonçalves Padilha (falecido inventariado) e falsificaram uma escritura de compra e venda referente ao escravizado Antônio, que foi então trazido para o Sul para ser vendido por mulas. A justificante pede para que seu escravizado seja devolvido.

            Atuaram no Processo:
            coletor Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão de paz Manoel Francisco Silva;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão eclesiástico Izidoro Alvares da Cruz;
            padre João Jacinto de São Joaquim;
            juiz de órfãos Joze Jacinto de Oliveira;
            juiz de paz Joaquim José Ribeiro;
            procurador José Joaquim da Cunha Passos;
            tabelião Vicente José de Goes Rebello;

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;
            Campo Largo;
            Pelotinhas;
            Vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna;
            Província de São Paulo;
            Vila Nova de Príncipe de Santo Antonio;
            Freguesia da Palmeira;
            Corisco.

            Compõem o Processo:
            termo de declaração

            Variação de Nome:
            lugar Pillotinhas;
            lugar Curisco.

            Inventário de Manoel Francisco de Paula
            BR SC TJSC TRRJ-19963 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo ocorrido na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Foram partes neste processo:
            Manoel Francisco de Paula (falecido);
            Constancia Maria (inventariante);
            Manoel Francisco de Deus (herdeiro);
            Maria Ignacia, Maria dos Prazeres, Francisca, Carolina, Feslibina e Filadeufo (herdeiros menores).

            Resumo: Constancia Maria abre um processo de inventário após a morte de seu esposo, Manoel Francisco de Paula. Consta no documento o fato de que os bens eram de baixo valor monte, não se equilibrando com a despesa de um processo regular de inventário. Como alternativa, foi realizado um arrolamento de bens. Dentre os objetos avaliados, constaram animais, utensílios de cozinha, cangalhas e ferramentas. Após o arrolamento, os bens foram partilhados entre os herdeiros e a cabeça do casal. O Juiz de Órfãos nomeia um tutor para os herdeiros menores, que acaba por falecer e ser substituído. O processo foi reaberto em correição, em que o Juiz solicita o pagamento do selo proporcional dos quinhões, por parte da viúva.

            Foram mencionadas as seguintes localidades:
            Comarca do Norte;
            Província de Santa Catarina;
            Vila de Lages.

            Atuaram neste processo:
            Avaliador Antonio Luiz d’Oliveira;
            Avaliador/Tutor Bibiano José dos Santos;
            Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            Escrivão Gustavo Pereira dos Anjos Junior;
            Escrivão Mathias Gomes da Silva;
            Juiz Guilherme Ricken;
            Signatário Joaquim Rodrigues de Oliveira Costa;
            Tutor Manoel Alves Valente.

            Variações de nome:
            Manoel Alves Vallente.

            Inventário de Maria Candida de Almeida
            BR SC TJSC TRRJ-10765957 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages, Santa Catarina.

            São Partes nesse processo: Maria Candida de Almeida (inventariada); Manoel Cavalheiro Leitão (inventariante)

            Descrição:

            Inventário de Maria Candida de Almeida, com Manoel Cavalheiro Leitão como seu inventariante, contém: animais, jóias, prata, ouro e uma quantia em dinheiro. Possui Partilha amigável e recibos com pagamento de dívidas.
            É citado um termo de tutela para que Manoel Cavalheiro Leitão faça a administração dos bens dos herdeiros menores.
            No final do processo, é mencionado o falecimento do inventariante e a citação dos herdeiros para que façam o pagamento do selo e custas da ação, sob pena de penhora dos bens.

            Atuaram no processo:

            • Avaliador Tenente Coronel Manoel Rodrigues de Souza;
            • Avaliador Fermino da Silva Muniz;
            • Coletor Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            • Curador João Vicente Fernandes;
            • Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            • Escrivão Mathias Gomes da Silva;
            • Juiz Francelizo Adolpho Pereira Guimarães;
            • Juiz Guilherme Ricken;
            • Juiz Henrique Ribeiro de Cordova;
            • Partidor José da Silva Ribeiro;
            • Partidor Leonel Caetano Machado;
            • Procurador Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            • Signatário Paulo Martins Joaquim Xavier.
            • Signatário Bazilio da Costa Moreira;
            • Signatário Jorge Xavier.

            Variação de nome: Marianna Candida de Almeida; Mariana Candida de Almeida; Lionel Caetano Machado;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Maria Custodia do Amaral
            BR SC TJSC TRRJ-10764096 · Processo · 1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages, ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Custodia do Amaral (inventariada);
            Antônio da Costa Varella (inventariante);
            Francisco Borges do Amaral e Castro (inventariante);
            Maria Borges do Amaral (herdeira);

            Resumo:
            O Major Francisco Borges do Amaral e Castro solicita a citação de seu cunhado, o Capitão Antônio da Costa Varella, para dar início ao inventário e à partilha dos bens deixados por sua falecida sogra, uma vez que este permaneceu em posse da herança. Entre os bens inventariados estão terras, animais e prataria, além do registro de cinco pessoas escravizadas: Paulo (de nação), Eufrásia (crioula), Joaquim (crioulo), Cypriano e Manoel.
            Antônio da Costa Varella comparece ao juízo para cumprir suas funções como inventariante e requer uma remuneração pelos serviços prestados, alegando que, como capataz da fazenda da falecida, foi responsável pela administração e manutenção dos bens.
            Francisco Borges do Amaral e Castro se opõe à solicitação, argumentando não ter condições de arcar com o pagamento reivindicado.
            Após a partilha, são nomeados depositários para resguardar os bens destinados aos herdeiros ausentes.
            No desfecho do processo, o juiz determina a arrematação em praça pública dos bens pertencentes à herdeira ausente Anna Borges e, por meio de mandato executivo, ordena que o inventariante Antônio da Costa Varella, compareça para quitar o selo e as custas da ação, sob pena de penhora dos bens.

            Compõem o processo:
            Auto de Protesto;
            Partilha de bens;
            Procuração da herdeira Maria Borges do Amaral;
            Recibos de pagamento de contas.

            Localidades citadas no processo:
            Fazenda do Cajurú;
            Rio Pelotas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Jose de Andrade Pereira;
            avaliador Jose Pereira de Jesus;
            coletor Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador Lourenço Dias Baptista;
            depositário Baldoino Jose Texeira;
            depositário Manoel Antonio da Rosa;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz Antonio Caetano Machado;
            juiz Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz alferes João Thomaz e Silva;
            partidor Laurentino Jose da Costa;
            partidor Constâncio Xavier de Souza;
            procurador Claudiano de Oliveira Roza;
            procurador Joaquim da Cunha Passos;
            procurador/curador reverendo João Vicente Fernandes.

            Variação de nome:
            Bardoino Joze Thexeira.

            Justificação de Escolastica Serena da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-10603863 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação realizada na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages.

            Partes do processo:
            Escolastica Serena da Rocha (suplicante);
            Antonio Lin de Cordova (suplicado);
            Teobaldo José de Moraes (suplicado).

            Resumo: Justificação para revisão de sentença, para que a suplicante tenha direito a herança, por conta que seu marido faleceu em combate nas ditas Guerras do Sul. A justificação é feita por conta do fato que o juiz de órfãos Antonio Lin de Cordova se negar a repassar parte das terras pertencentes ao falecido, tendo em vista que o dito juiz ficou empossado de seus bens, além de ser o tutor de seus irmãos.

            Atuaram no processo:
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            procurador Bento Ribeiro de Cordova;
            louvador capitão mór Joaquim Ribeiro do Amaral
            louvador delegado Jozé da Silva Furtado
            louvador João Manoel Coelho
            juiz capitão Jozé Caetano de Carvalho e Souza;
            juiz Antonio Ribeiro do Amaral;
            juiz de paz José da Silva Furtado;
            juiz de orfãos alferes João Thomaz e Silva;
            juiz capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz corregedor Joaquim Joze Henriques.

            Variação de nome:
            Escolastica Serena da Roxa;
            Thiobaldo José de Moraes.