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            Sumário Crime de José Joaquim de Magalhains
            BR SC TJSC TRRJ-79614 · Processo · 1849-1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumário Crime realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Hipólito Machado Dias (autor);
            José Joaquim de Magalhains (réu).

            Resumo: A partir de um processo de embargo por José de Pereira de Jesus envolvendo o réu José Joaquim de Magalhães e Hipólito Machado Dias em uma disputa de terras, o réu é tratado como 'ladrão' e acusa o autor de injúria. O juiz Guilherme Ricken condena o réu por 1 mês na prisão e é requerido pelo réu sua apelação.

            Atuaram de processo:
            escrivão Matthias Gomes da Silva;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz municipal/delegado Guilherme Ricken;
            oficial de justiça Gregório Antonio;
            oficial de justiça Jozé Antonio do Livramento.

            Localidades relevantes:
            Portugal;
            Província de Minho;
            Vila de Barcellos;
            Vila de São Miguel.

            Compõe o processo:
            Auto de qualificação;
            Termo de apelação;
            Termo de audiência;
            Termo de desistência e perdão;
            Termo de juramento;
            Testemunhos.

            Variação de nome:
            José Joaquim de Magalhaens Menezes;
            José Joaquim de Magalhães Menezes;
            José Joaquim Magalhais;
            Hipolito Maxado Dias;

            BR SC TJSC TRRJ-19566 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Requerimento de título de terras ocorrido na vila de Lages.

            Partes: Policarpo José de Oliveira (requerente).

            Resumo: Requerimento de posse de título de terra localizada no Rincão do Boqueirão, na vila de Lages, em que é requerente Policarpo José de Oliveira. Nesta propriedade, o autor possui casas, currais, potreiros, campos, roças e animais. É mencionado no processo que as terras foram concedidas como sesmaria por Dom Francisco de Assis Mascarenhas, Conde da Palma, certificado pelas autoridades locais.

            São mencionadas as seguintes localidades:
            Rincão do Escurinho;
            Rincão do Ermitão.

            Atuaram no processo:
            Escrivão Manoel Ferreira Pisco;
            Escrivão/tabelião Joaquim Antônio de Morais Lara.

            Variação de nome;
            Policárpio José de Oliveira.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Posse judicial de José Moreira Branco e sua mulher
            BR SC TJSC TRRJ-79637 · Processo · 1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de posse judicial realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Moreira Branco (suplicante e herdeiro);
            Evaristo Coutto d’Avilla (suplicado e herdeiro).

            Outros herdeiros:
            Antônio Alves;
            Pedro d’Aguirre.

            Resumo:
            Neste processo, os suplicantes José Moreira Branco e sua mulher pretendem ser empossados das terras que compraram. Na conclusão do processo são postos a pagar os selos do documento. As terras em questão fazem barra e fronteiras com vertentes de água, nas proximidades das localidades do Lajeado do Inferno, da Serra de Canoas e do Passo Velho. Ao final do auto de posse, o suplicante realizou o o ato possessório de percorrer o perímetro do terreno, atirar terra para o ar e cortar ramos e ervas, entre outros atos possessórios, e teve sua posse legitimada perante a justiça. Não houve oposição quanto ao direito à posse das terras e, com isso, o casal foi empossado das terras.

            Localidades relevantes:
            Estrada Geral;
            Lajeado do Inferno;
            Passo Velho;
            Serra de Canoas;
            distrito de Campos Novos (atual cidade de Campos Novos, Santa Catarina);
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            petição;
            auto de posse;
            correição;
            contas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal e de órfãos alferes João Thomaz Silva;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques;
            pregoeiro José de Araujo Borga;
            procurador alferes Antonio Lins de Cordova.

            Partilha de Augusto dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-10765187 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partilha realizada na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Augusto dos Santos (suplicante);
            Maria Pereira (suplicante).

            Resumo: Partilha amigável de bens a partir de uma conciliação para Augusto dos Santos, também conhecido como Agostinho dos Santos, e sua mulher, contendo animais e dívidas.

            Atuaram no processo:
            escrivão de orfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de paz Antonio Caetano Machado;
            signatário Estevão Malaquias Fiqueiredo;
            signatário Joaquim da Costa Moreira.

            Variação de nome: Agostinho dos Santos.

            Justificação de Escolastica Serena da Rocha
            BR SC TJSC TRRJ-10603863 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação realizada na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages.

            Partes do processo:
            Escolastica Serena da Rocha (suplicante);
            Antonio Lin de Cordova (suplicado);
            Teobaldo José de Moraes (suplicado).

            Resumo: Justificação para revisão de sentença, para que a suplicante tenha direito a herança, por conta que seu marido faleceu em combate nas ditas Guerras do Sul. A justificação é feita por conta do fato que o juiz de órfãos Antonio Lin de Cordova se negar a repassar parte das terras pertencentes ao falecido, tendo em vista que o dito juiz ficou empossado de seus bens, além de ser o tutor de seus irmãos.

            Atuaram no processo:
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            procurador Bento Ribeiro de Cordova;
            louvador capitão mór Joaquim Ribeiro do Amaral
            louvador delegado Jozé da Silva Furtado
            louvador João Manoel Coelho
            juiz capitão Jozé Caetano de Carvalho e Souza;
            juiz Antonio Ribeiro do Amaral;
            juiz de paz José da Silva Furtado;
            juiz de orfãos alferes João Thomaz e Silva;
            juiz capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz corregedor Joaquim Joze Henriques.

            Variação de nome:
            Escolastica Serena da Roxa;
            Thiobaldo José de Moraes.

            Inventário de Maria Custodia do Amaral
            BR SC TJSC TRRJ-10764096 · Processo · 1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages, ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Custodia do Amaral (inventariada);
            Antônio da Costa Varella (inventariante);
            Francisco Borges do Amaral e Castro (inventariante);
            Maria Borges do Amaral (herdeira);

            Resumo:
            O Major Francisco Borges do Amaral e Castro solicita a citação de seu cunhado, o Capitão Antônio da Costa Varella, para dar início ao inventário e à partilha dos bens deixados por sua falecida sogra, uma vez que este permaneceu em posse da herança. Entre os bens inventariados estão terras, animais e prataria, além do registro de cinco pessoas escravizadas: Paulo (de nação), Eufrásia (crioula), Joaquim (crioulo), Cypriano e Manoel.
            Antônio da Costa Varella comparece ao juízo para cumprir suas funções como inventariante e requer uma remuneração pelos serviços prestados, alegando que, como capataz da fazenda da falecida, foi responsável pela administração e manutenção dos bens.
            Francisco Borges do Amaral e Castro se opõe à solicitação, argumentando não ter condições de arcar com o pagamento reivindicado.
            Após a partilha, são nomeados depositários para resguardar os bens destinados aos herdeiros ausentes.
            No desfecho do processo, o juiz determina a arrematação em praça pública dos bens pertencentes à herdeira ausente Anna Borges e, por meio de mandato executivo, ordena que o inventariante Antônio da Costa Varella, compareça para quitar o selo e as custas da ação, sob pena de penhora dos bens.

            Compõem o processo:
            Auto de Protesto;
            Partilha de bens;
            Procuração da herdeira Maria Borges do Amaral;
            Recibos de pagamento de contas.

            Localidades citadas no processo:
            Fazenda do Cajurú;
            Rio Pelotas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Jose de Andrade Pereira;
            avaliador Jose Pereira de Jesus;
            coletor Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            coletor Luiz Gonzaga de Almeida;
            curador Lourenço Dias Baptista;
            depositário Baldoino Jose Texeira;
            depositário Manoel Antonio da Rosa;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz Antonio Caetano Machado;
            juiz Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz alferes João Thomaz e Silva;
            partidor Laurentino Jose da Costa;
            partidor Constâncio Xavier de Souza;
            procurador Claudiano de Oliveira Roza;
            procurador Joaquim da Cunha Passos;
            procurador/curador reverendo João Vicente Fernandes.

            Variação de nome:
            Bardoino Joze Thexeira.

            Inventário de Maria Candida de Almeida
            BR SC TJSC TRRJ-10765957 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages, Santa Catarina.

            São Partes nesse processo: Maria Candida de Almeida (inventariada); Manoel Cavalheiro Leitão (inventariante)

            Descrição:

            Inventário de Maria Candida de Almeida, com Manoel Cavalheiro Leitão como seu inventariante, contém: animais, jóias, prata, ouro e uma quantia em dinheiro. Possui Partilha amigável e recibos com pagamento de dívidas.
            É citado um termo de tutela para que Manoel Cavalheiro Leitão faça a administração dos bens dos herdeiros menores.
            No final do processo, é mencionado o falecimento do inventariante e a citação dos herdeiros para que façam o pagamento do selo e custas da ação, sob pena de penhora dos bens.

            Atuaram no processo:

            • Avaliador Tenente Coronel Manoel Rodrigues de Souza;
            • Avaliador Fermino da Silva Muniz;
            • Coletor Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            • Curador João Vicente Fernandes;
            • Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            • Escrivão Mathias Gomes da Silva;
            • Juiz Francelizo Adolpho Pereira Guimarães;
            • Juiz Guilherme Ricken;
            • Juiz Henrique Ribeiro de Cordova;
            • Partidor José da Silva Ribeiro;
            • Partidor Leonel Caetano Machado;
            • Procurador Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            • Signatário Paulo Martins Joaquim Xavier.
            • Signatário Bazilio da Costa Moreira;
            • Signatário Jorge Xavier.

            Variação de nome: Marianna Candida de Almeida; Mariana Candida de Almeida; Lionel Caetano Machado;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Manoel Francisco de Paula
            BR SC TJSC TRRJ-19963 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo ocorrido na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Foram partes neste processo:
            Manoel Francisco de Paula (falecido);
            Constancia Maria (inventariante);
            Manoel Francisco de Deus (herdeiro);
            Maria Ignacia, Maria dos Prazeres, Francisca, Carolina, Feslibina e Filadeufo (herdeiros menores).

            Resumo: Constancia Maria abre um processo de inventário após a morte de seu esposo, Manoel Francisco de Paula. Consta no documento o fato de que os bens eram de baixo valor monte, não se equilibrando com a despesa de um processo regular de inventário. Como alternativa, foi realizado um arrolamento de bens. Dentre os objetos avaliados, constaram animais, utensílios de cozinha, cangalhas e ferramentas. Após o arrolamento, os bens foram partilhados entre os herdeiros e a cabeça do casal. O Juiz de Órfãos nomeia um tutor para os herdeiros menores, que acaba por falecer e ser substituído. O processo foi reaberto em correição, em que o Juiz solicita o pagamento do selo proporcional dos quinhões, por parte da viúva.

            Foram mencionadas as seguintes localidades:
            Comarca do Norte;
            Província de Santa Catarina;
            Vila de Lages.

            Atuaram neste processo:
            Avaliador Antonio Luiz d’Oliveira;
            Avaliador/Tutor Bibiano José dos Santos;
            Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            Escrivão Gustavo Pereira dos Anjos Junior;
            Escrivão Mathias Gomes da Silva;
            Juiz Guilherme Ricken;
            Signatário Joaquim Rodrigues de Oliveira Costa;
            Tutor Manoel Alves Valente.

            Variações de nome:
            Manoel Alves Vallente.

            Inventário de Joaquim Gonçalves Padilha
            BR SC TJSC TRRJ-19982 · Processo · 1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de defuntos e ausentes realizado na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Joaquim Gonçalves Padilha (falecido);
            Francisco Nunes Ferreira (justificante);
            Angelica Maria de Jesus (justificante).

            Herdeiro:
            Francisca Gonçalves Padilha (mãe).

            Resumo:
            O processo descreve o inventário do falecido Joaquim Gonçalves Padilha. Entre os bens presentes no inventário, havia: móveis, objetos de prata, ferramentas, espadas, arma de fogo (trabuco), utensílios domésticos, roupas, animais e 5 escravizados, de nomes: Antônio, Benedito, Marcelino, Manoel e Pedro. Consta um segundo processo, um auto de justificação no qual os justificantes entraram com uma petição pedindo para o coletor fazer a partilha de certos bens. Contém uma carta precatória destinada para o juízo órfãos da Vila Nova do Príncipe. Além disso, há uma segunda justificação, que de acordo com a justificante Angelica Maria de Jesus, Antonio, escravizado menor de idade e descrito como pardo, foi roubado e levado para a província de São Paulo por João Arcanjo, no qual encontraram-se com Joaquim Gonçalves Padilha (falecido inventariado) e falsificaram uma escritura de compra e venda referente ao escravizado Antônio, que foi então trazido para o Sul para ser vendido por mulas. A justificante pede para que seu escravizado seja devolvido.

            Atuaram no Processo:
            coletor Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão de paz Manoel Francisco Silva;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão eclesiástico Izidoro Alvares da Cruz;
            padre João Jacinto de São Joaquim;
            juiz de órfãos Joze Jacinto de Oliveira;
            juiz de paz Joaquim José Ribeiro;
            procurador José Joaquim da Cunha Passos;
            tabelião Vicente José de Goes Rebello;

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;
            Campo Largo;
            Pelotinhas;
            Vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna;
            Província de São Paulo;
            Vila Nova de Príncipe de Santo Antonio;
            Freguesia da Palmeira;
            Corisco.

            Compõem o Processo:
            termo de declaração

            Variação de Nome:
            lugar Pillotinhas;
            lugar Curisco.

            Inventário Apolinario Jose de Lara
            TRRJ-30902 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de Lages na Segunda Comarca em 1852.

            Partes do processo:
            Anna Florinda (inventariada);
            Apolinario Jose de Lara (inventariante).

            Herdeiros:
            Jordão;
            Albino;
            Domingos;
            Rafael;
            Manoel;
            Pedro;
            Maria;
            Anna;
            Leopoldina;
            Maria;

            Resumo:
            Inventário requerido pelo marido da falecida, Apolinario José de Lara, nele contendo animais, mobília, terras, casas e dívidas. A partilha é feita e a meação e custas são pagas sem contestações das partes ou dos herdeiros.
            Em sequência à partilha, é feito um termo de tutoria tornando o inventariante Apolinario tutor de seus netos Pedro, Apolinario, Maria e Ana.

            Atuaram no processo:
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            curador dos órfãos Antonio José Pereira Gnecco Junior;
            curador/juiz de órfãos suplente Lourenço Dias Baptista;
            escrivão/partidor Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            curador Leandro Bento Correia;
            partidor Antonio Ricken de Amorim;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            procurador Domingos Leite.

            Compõe o processo:
            Termo de tutoria.
            Termos de juramento;
            Avaliação de bens;
            Auto de partilha;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro