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            Execução de Felisberto Gomes
            BR SC TJSC TRRJ-9644 · Processo · 1859-1866
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de execução realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Eleutério Francisco de Souza (exequente);
            Joaquina Cândida de Azevedo (exequente);
            Felisberto Gomes (executado).

            Resumo:
            Este processo se trata de uma cobrança iniciada com uma assignação de dez dias; como o prazo para tal havia expirado, os autores deram 24 horas para o pagamento da pendência que, se não realizado, daria início a uma penhora. O valor da cobrança se deu em 296$000 (duzentos e noventa e seis mil réis), proveniente da compra de Antonia, mulher escravizada de nação Angola.

            Os autores da ação moram em Desterro e o devedor, embora ausente na “região norte” (lugar incerto no Paraná, São Paulo, São Francisco ou Paranaguá), possui domicílio em Ganchos. Para comprovarem a dívida de Felisberto, Eleutério e Joaquina apresentaram uma escritura de hipoteca, anexada em forma de traslado na página virtual de número 13.
            O devedor não realizou o pagamento e não abriu ação de embargo ao processo; com isso, a penhora de Antonia foi liberada. De acordo com a ação, ela foi “depositada” no depósito público de Desterro. Dois peritos foram nomeados para a avaliarem, dando início aos pregões.

            Ao fim do processo, uma correição é realizada. O documento afirma que o executado não foi citado para dar lançador referente à penhora. Além disso, o juiz corregedor requereu que houvesse uma praça pelo preço da adjudicação de Antonia, o que não ocorreu.

            Atuaram no processo:
            carcereiro Alexandre Baptista Gaignette;
            coletor e procurador Antônio Carlos de Carvalho;
            escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
            escrivão Salvador Cavalheiro;
            escrivão Vidal Pedro Moraes;
            juiz Francisco Silveira Dutra;
            juiz Manoel da Silva Mafra;
            juiz municipal primeiro suplente Antônio Gonçalves Franco;
            oficial de justiça Antônio Silveira de Souza;
            perito alferes Antonio Francisco de Souza;
            perito Jacintho Gonçalves da Luz;
            porteiro dos auditórios e pregoeiro Manoel Luis Cordeiro;
            tabelião Francisco de Paula Lacé;
            tabelião João Antônio Lopes Gondim.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital;
            Ganchos (atual bairro em Governador Celso Ramos, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            carta precatória;
            contas;
            correição;
            petições;
            pregões;
            termos de juramento;
            traslado de assignação de dez dias;
            traslado de escritura de hipoteca;
            traslado de justificação pública;
            traslado de petições;
            traslado de sentença.

            Variação de nome:
            Comarca de São José.

            Execução de dívida ativa de Manoel José d'Azevedo
            TJSC-AJ-DC-8540 · Processo · 1899
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Autos de execução de dívida ativa realizados na comarca de São Miguel, atual comarca de Biguaçu.

            Partes do processo:
            A Fazenda Estadual (executora);
            Manoel José d’Azevedo (executado).

            Resumo:
            Neste processo, a Fazenda Estadual, representada pelo seu procurador fiscal, moveu uma execução fiscal contra Manoel José d'Azevedo, residente na localidade de Ganchos.

            Manoel tinha uma dívida pendente de 6.000 réis (6$000) para com os cofres públicos, referente a impostos sobre o capital; e foi cobrado a pagar dentro de um prazo de 24 horas, sob pena de penhora de bens. O imposto era de 5.000 réis, com um adicional de 1.000 réis em multa.

            O executado pagou a soma necessária, e o juiz por sentença extinguiu a ação.

            Atuaram no processo:
            coletor Manoel da Rocha Linhares;
            escriturário Manoel José de Almeida Coelho;
            escrivão Francisco José dos Prazeres;
            escrivão J. J. de Campos;
            juiz de direito e dos feitos da fazenda Ayres de Albuquerque Gama;
            oficial de justiça Miguel Françisco Nunes;
            procurador fiscal e promotor público João José Rosa.

            Localidades relevantes:
            Ganchos (localidade no atual município de Governador Celso Ramos, Santa Catarina);
            vila de Biguaçu (atual município em Santa Catarina);
            comarca de São Miguel (atual comarca de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            imposto;
            mandado de intimação;
            recibos;
            sentença.

            Variação de nome:
            Manoel José de Azevedo (executado).

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Embargos de Custódia Cândida da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-23930 · Processo · 1857
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Custódia Cândida da Silveira Schutel (autora);
            João Strambio Schutel (autor);
            Antônio Ciolina (réu);
            Felicidade Candida da Silveira (réu).

            Translado. Réu, “forasteiro”, teria se apossado de alguns bens e fugido para a Itália; Incompleto; Desterro; província do Rio Grande do Sul; vila de São Miguel, comarca da Capital; terras em “Biguassu”; trecho para exposição sobre escravidão na folha digital n. 16, ao descrever bens a serem arrolados: “Huma escrava de nome Eva com uma cria femea. Huma junta de bois [...]”; Morada de Casa na Rua do Ouvidor avaliada em 2.000$000 (dois contos de réis); Tribunal da Corte do Rio de Janeiro;

            Adão, escravo, criolo;
            Antonio Carlos de Carvalho, procurador dos autores, coletor;
            Antonio Francisco de Medeiros, escrivão;
            Antonio Gonçalves Campos, escrivão;
            Antonio Gonçalves Franco, juiz;
            Antonio Silveira de Souza, oficial de justiça;
            Carlos Weinand;
            David do Amaral Silva, testemunha;
            Eva, escrava, parda;
            Francisco, preto;
            Francisco Duarte Silva, comendador;
            Francisco Gonçalves da Luz;
            Faustina Roza;
            Jacintho Gonçalvez da Luz;
            Joaquim Luiz do Livramento, capitão, doutor;
            João José Roza;
            João Francisco Regis, escrivão;
            José Luis Alves;
            Joaquim do Amaral Silva F.;
            Lucas Rodrigues de Jesus, oficial de justiça;
            Manoel Luiz Cordeiro, carcereiro;
            Pedro, preto, escravo de nação;
            Silvano José da Silveira;
            Vidal Pedro de Moraes, escrivão.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Embargos de Adriano Joze d’Oliveira e Luiza Maria
            BR SC TJSC TRRJ-10729 · Processo · 1849-1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de embargo realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Adriano Joze d’Oliveira (embargante);
            Luiza Maria (embargante);
            Maximo Antonio Martins (embargado);
            Bernarda Maria (embargada).

            Hereus:
            Jacintho Jose dos Prazeres;
            Thomas Jorge.

            Resumo:
            Adriano Joze d’Oliveira e Luiza Maria abriram este processo para requerer embargo a um trabalho que estava sendo feito por Maximo Antonio Martins e Bernarda Maria. Os embargantes pretendiam parar uma demarcação que estava ocorrendo em parte dos terrenos, as quais eles haviam comprado dos herdeiros de Maria Jorge e Raimundo Martins.

            Maximo Antonio era um dos herdeiros de Raimundo Martins. Seus irmãos haviam desistido de demarcar o terreno por questão contenciosa; mas o embargado, achando-se em direito por ser inventariante, continuou a demarcação e inventário. Assim, os herdeiros de Maria Jorge compareceram a juízo para confirmar a venda dos terrenos para Adriano Joze d’Oliveira. Além disso, os autos de inventário continham, na sentença, o comprovante de que o embargante havia de fato comprado as terras.

            O embargado rebateu as acusações; representado pelo seu procurador, afirmou que foi prejudicado pelo adoecimento do demarcador da terra, motivo pelo qual não conseguiu apresentar certidão de demarcação e aviventação requeridas. Além disso, o procurador anexou documentos que mencionam uma “dechação” (deixação) das ditas terras, por parte dos herdeiros de Raimundo Martins e para Maximo Antonio Martins. Constava, ainda, que caso o embargado ganhasse o processo, ele receberia todos os direitos sobre a terra; mas que se perdesse, ele seria responsável pelo pagamento das custas.

            O processo termina com um agente da justiça requerendo que as partes se dirigissem ao cartório para dar continuidade à ação, e para que todas as custas fossem somadas.

            Atuaram no processo:
            demarcador Miguel de Basto e Silva;
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão de órfãos Amancio José Ferreira;
            escrivão José Manoel de Araujo Roslindo;
            juiz de paz e oficial de justiça José Thomé dos Santos;
            juiz municipal segundo suplente Candido Machado Severino;
            juiz municipal suplente Joaquim Jose Dias de Siqueira;
            juiz municipal terceiro suplente Luiz Coelho Machado;
            pregoeiro Hilario José da Silva;
            procurador Antonio José da Prociuncula;
            procurador Jacintho Jose Pacheco;
            procurador João Pinto de Mello;
            procurador e signatário Antonio Carlos de Carvalho;
            signatário Bernardino Antonio da Costa;
            signatário Ignacio Diniz Pereira;
            signatário Jacinto Joze Montheiro;
            signatário José Joaquim Dias;
            signatário José Maria dos Santos;

            Localidades relevantes:
            Ganchos;
            morro do Calheiro;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca do norte.

            Compõem o processo:
            auto de embargo;
            comprovante de pagamento;
            contas;
            petição;
            procuração;
            requerimentos;
            termo de obrigação;
            traslado de escritura de venda fixa;
            traslado de inventário.

            Variação de nome:
            Maçimo Antonio Martiz;
            Maximiano Antonio Martins.;
            procurador Antonio José da Porciuncula;
            Ganxos.

            Doação de José Luis Coelho Romano
            BR SC TJSC TRRJ-8945 · Processo · 1871
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, Comarca de São José.

            Partes do processo:
            José Luiz Coelho Ramos (doante);
            Raymundo Luis Coelho Ramos (doado).

            Resumo: Doação da escritura sob a propriedade de uma pessoa escravizada de nome Roza por mortis causa do casal José Luiz Coelho Ramos - liberto e sua esposa Ignacia Francisca de Ramos para Raymundo Luiz Coelho Ramos

            Atuaram no processo:
            escrivão de orfãos João Rodrigues Pereira;
            tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
            curador Carvalho.

            Localidades relevantes:
            Tijuquinhas.

            Curatela, Reclamação e Protesto de Maria Joaquina
            BR SC TJSC TRRJ-86305 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de curadoria, reclamação e protesto realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Joaquina (suplicante).

            Herdeiros:
            Francisco Antonio;
            José Antonio dos Santos;
            Luis Antonio.

            Resumo:
            Nestes autos, a autora Maria Joaquina nomeou seu genro, Antonio Manoel, para agir como seu procurador. Entretanto, a autora contesta uma procuração feita por José Antonio dos Santos, seu filho, afirmando que o documento é falso e foi realizado criminosamente, por meio de fraude, pois ela não tinha lhe garantido os poderes de procurador.

            A dita procuração continha a nomeação de um tutor que cuidaria de seus bens e, por isso, a suplicante pede que ela não tenha vigor na justiça. O documento foi anexado no processo, em que se citavam casas e três pessoas escravizadas: Pedro (de nação Congo), Benigna (designada enquanto crioula) e Luiz (descrito como mulato).

            Em seu depoimento, José Antonio dos Santos moveu um contraprotesto às afirmações da suplicante, em que pediu os seus direitos aos quinhões hereditários sobre o escravizado Pedro, e solicitou uma carta precatória. Ele afirmou que assinou o termo de curador por seus irmãos estarem ausentes, já que haviam falecido.

            A suplicante faleceu antes da sentença ter sido concluída. Com isso, o juiz afirmou que a ação ficaria sem efeito na lei, e solicitou que uma parte da herança fosse separada para o pagamento do processo.

            Localidades relevantes:
            Inferninho;
            Tijuquinhas;
            barra do rio Tijucas Grandes;
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            vila de Porto Bello (atual município de Porto Belo, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            carta precatória de diligência;
            contas;
            juramento ao curador;
            procuração;
            termo de contraprotesto;
            termo de declaração e descrição dos bens;
            termo de reclamação e protesto.

            Atuaram no processo:
            curador Antonio Manoel;
            escrivão Amancio José Ferreira;
            juiz municipal e de órfãos substituto Joaquim José Dias de Siqueira;
            juiz municipal e de órfãos segundo suplente Antonio de Souza e Cunha;
            juiz de órfãos segundo suplente Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            oficial de justiça Joze Loredo de Mesquita;
            procurador Antonio Manoel;
            procurador João de Souza Ribeiro;
            procurador José de Souza Ribeiro;
            signatário Alexandre Gonçalves da Luz;
            signatário Antonio Manoel;
            signatário José Alves de Araujo Lima;
            signatário Luiz Coelho Machado;
            tabelião José Manoel de Araujo Roslindo.